The last laugh – If self-published writers owned the midlist #LerComCalma (mais 2 links)
Selecção de noticiário interessante de hoje:
The last laugh: If self-published writers owned the midlist #LerComCalma
fonte: www.alanrinzler.com
Para ler na íntegra, com calma:
Mega publishers like Simon and Schuster and Random House could someday cede the midlist to a vast army of self-published authors.
They’d focus instead just on blockbuster books by brand-name authors and celebrities.
All the rest — the literary fiction, the cookbooks, the self-help books, the bread and butter midlist books that now make up 80 percent of every publisher’s list — those books they’d cherry pick from self-published authors who’d already tested the market and had the credible sales to prove it.
Dicas de artigos que mereçam ser lidos com calma e na íntegra? Envie-me na caixa de mensagens.
Dinheiro virtual vs. privacidade
fonte: memoriavirtual.net
Um tema muito interessante e de crescente actualidade, o da desmaterialização do dinheiro (nunca como hoje as notas tiveram uma conotação tão negativa, com as de valores mais elevados, como as de 200 e 500 euros, praticamente não utilizadas), face à perda de privacidade que decorre do controlo a que implicitamente nos sujeitamos ao recorrer ao dinheiro virtual, na sua actualmente mais difundida vertente de cartões de plástico.
Tens dezoito anos e a quarta classe? És um jovem ambicioso? « grau zero
fonte: grauzero.fractura.net
Na realidade, a condição de licenciado, outrora significante de um determinado estatuto, tende a banalizar-se. Existem muitos licenciados, há quem diga que há licenciados a mais, socorrendo-se da habitual frase «nem todos podem ser doutores». Não partilho essa opinião. Se a licenciatura é, nos tempos actuais, um grau intermédio de aprendizagem, e se os licenciados, grosso modo, terminam esse grau com idades que rondam os 21 anos de idade, creio mesmo que deveria ser essa a etapa seguinte para o período de ensino obrigatório.
Top 10 – Richest Men (of All Time) (mais 1 link)
Leituras recomendadas:
Top 10: Richest Men (of All Time)
fonte: www.instash.com
Forbes‘ annual list of The World’s Billionaires is an accurate indicator of who the richest people in the world are today, but how do they stack up against the titans of the past? To answer this question, we thought it only fair that we take inflation, GDP growth, currency exchange rates, fluctuations in share price and percentage of economic power into account. We then ran the numbers through a complex algorithm that took weeks to properly adjust.
Paul Allen: Microsoft co-founder, tech pioneer — and patent troll?
fonte: www.infoworld.com
The Microsoft co-founder is suing Apple, Google, Facebook, and others for allegedly violating his patents. Cringely has to ask: Why?
Co-founder of Microsoft, early supporter of commercial space flight, and major world philanthropist Paul Allen has already left a pretty large footprint on the world. Now it seems he's determined to leave his muddy tracks over some of the biggest names in tech.
Regras de análise económica para a oposição (segundo João Miranda)
Eis um quadro de regras de análise económica para a oposição. (Na realidade servem para analisar qualquer coisa. Ou até nada.)
1. De entre os indicadores disponíveis, escolher os mais favoráveis.
2. Entre a variação homóloga e a trimestral escolher a mais favorável.
3. Se todos os indicadores pioram, escolher os que pioram mais que os dos restantes países europeus.
4. Se um dado indicador é melhor que os dos restantes países europeus, ignorar as previsões do governo/FMI/Bando de Portugal.
5. De entre várias previsões (União europeia/FMI/Bando de Portugal), escolher a mais desfavorável ao governo.
6. Se desemprego diminuir, atribuir fenómeno à sazonalidade/outra coisa qualquer.
7. Se desemprego aumentar, referir políticas do governo.
8. Se os dados estatísticos são favoráveis alegar que estão desactualizados e que os dados mais recentes vão provar que o governo está no mau caminho.
9. Se um indicador for favorável atacar a credibilidade da fonte.
10. Justificar os bons indicadores com factores que não dependem do governo (retoma internacional, preço do petróleo, desvalorização do euro, valorização do euro).
11. Se um indicador piora ligeiramente alegar que é o início do apocalipse. Se melhora ligeiramente falar em retoma pontual, num período demasiado longínquo ou demasiado próximo, conforme der mais jeito à argumentação, e repetir 3 vezes (no mínimo) que está carente de confirmação no período seguinte.
12. Evitar gráficos que dêem uma visão gobal dos indicadores, excepto quando os gráficos são desfavoráveis.
13. Se os resultados de curto e médio prazo são favoráveis, citar a tendência de longo prazo.
(Palmas e demais encómios para o brilhante original)
As (importantes) mudanças no USA Today, segundo maior diário americano

A revolução do jornalismo chegou aos grandes. O ‘USA Today’, segundo maior diário americano, iniciou na sexta-feira mudanças de alto a baixo. Entre outras medidas, o foco de toda a gente, a começar pelos jornalistas, deixa de ser o papel.
Escrevi no domingo no Correio da Manhã sobre isso e vou hoje um pouco mais longe, no Ondas na Rede: USA Today: a revolução do jornalismo chegou aos grandes
We Dont Hate You – Dear America… (mais 1 link)
As notícias e os artigos mais interessantes do dia:
We Dont Hate You: Dear America…
fonte: www.wedonthateyou.org
Mensagem para os liberais radicais:
Dear America… We don't hate you, and we don't hate your way of life.
This is quick note to clear up some confusion. It seems like lately one cannot watch the news, or read a newspaper without reading about the threat of "the Islamist agenda".
I am a Muslim, and the big agenda on my mind today was if i should get my wife an iPhone or an iPad for her birthday.
It may be hard to believe when you follow the news, but consider this:
Today, hundreds of thousands more Muslim teenagers woke up worried about their teenage acne, than those who woke up pondering terrorism;
Today, hundreds of thousands more men woke up pondering if if Liverpool would ever win the Premiership again, than did woke up pondering "the downfall of the west";
Today, hundreds of thousands more muslims woke up and wanted the new iPhone 4, than did woke up wanting some sort
Cuspir na sopa
fonte: arrastao.org
Ler Daniel Oliveira: "Há jovens americanos que se alistaram para combater no Iraque e no Afeganistão para assim pagarem os seus estudos. Estou seguro que muitos dos nossos jovens turcos gostariam de experinentar este dois em um. Contribuiam para os “direitos humanos” no Mundo e para aliviar o peso do Estado. Talvez dessem então valor ao que lhes ofereceu esta “decadente” e “cobarde” Europa social: meio século de paz e de oportunidades."
A globalização da amêijoa
Globalização é: num país de marisqueiros, comer amêijoas japonesas cultivadas em Itália e distribuídas por uma empresa de Vigo. Não valem a ponta de um burrié, mas isso não interessa nada.
Looking for a Job on Social Networking Sites (mais 1 link)
Selecção de noticiário interessante de hoje:
Looking for a Job on Social Networking Sites
fonte: www.nytimes.com
UNTIL just a few years ago, looking for a job was a relatively straightforward process. Write a résumé. Scour job sites or the classifieds. Submit an application for listings that seem appropriate. Reach out to recruiters. Then, wait.
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James C. Best Jr.
“It doesn’t work that way at all anymore,” said Nancy Halverson, senior vice president for learning and talent development at the recruiting firm MRINetwork.
Like everything else in business, the job-search process has undergone a revolution since the advent of Facebook, Twitter, LinkedIn and other social networking sites. Job hunters today must learn to navigate the sometimes slippery social mores of online discourse — for instance, learning to promote themselves without coming off as self-involved.
At the same time, they must be constantly vigilant about managing their online reputation; the slightest slip may discourage potential employers.
Desemprego de palermas continua a diminuir
fonte: jugular.blogs.sapo.pt
Excelente ironia: "O INE informou ontem que, após um início de ano algo hesitante, o desemprego entre os palermas voltou a baixar no 2º trimestre, encontrando-se agora nos 3,5%, muito abaixo portanto dos 10,8% que afligem os trabalhadores em geral."
Can apps save news journalism? (mais 1 link)
Selecção de notícias e artigos:
Can apps save news journalism?
fonte: www.guardian.co.uk
The value that news organisations used to get from owning their distribution and having advertising monopolies is not about to be recaptured by apps. And any savings from dropping paper products for digital aren't about to be brought back either. Migrating print subscribers to digital might save on postage, but that's where the story currently ends.
Journalism is not about to be rescued by apps, not even Wired with its 70,000 iPad readers. But there is a technological revolution under way that could benefit those who can afford to give away the next generation of e-readers.
“A economia está menos mal do que nós a fazemos”
fonte: economico.sapo.pt
O diagnóstico é feito por Francisco Van Zeller. "A economia está menos mal do que nós a fazemos." Um por um, o empresário desmonta os argumentos, diz que "o grande transtorno que temos da crise é ao nível individual, que se reflecte no desemprego".
O presidente do Conselho para a Promoção da Internacionalização lembra que quem manteve o emprego está agora em melhores condições porque os níveis de poupança subiram e, apesar de uma ligeira quebra do consumo interno, as empresas continuam, a produzir. "Os projectos continuam. Onde estão a ser travadas as empresas? No investimento, porque não há crédito", diz o presidente do Conselho para a Promoção da Internacionalização.
Um país ensandecido, um país queirosiano, o país desta elite erudita e informada, ah!
“A blogosfera política anda louca e penso que ela apenas reflecte o estado em que se encontra o país“.
Nada como um albergue espanhol para ficarmos informados. Não fora Luis Naves e eu continuava a pensar que vivia num país vulgar e absolutamente normal. Ná. É um país louco varrido, tal aliás como a “blogosfera política” — que, na perspectiva de Luis Naves, se confina ao Corporações e ao albergue.
Fiquei com ainda mais comichão na pequenez queirosiana. Ou foi no meu dâmaso salcedes esquerdo? Fiquei confuso, confesso, com a inútil erudição. Ou vice-versa, raios. Enfim, obrigado de qualquer forma Luís Naves, agora vou ali alertar o país, coitado, que não faz ideia da loucura. Lá dizem os Textos, abençoados os ignorantes, deles será o reino dos céus — que o cá de baixo é dos sábios.
Em Portugal, um jornalista programador é um soldado sem exército
Em Portugal, um jornalista programador é um soldado sem exército. Um jornalista programador, um web jornalista, um jornalista digital, um jornalista em rede…
É o que me cabe dizer hoje, dia da conferência internacional sobre data-driven journalism.





Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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