Como redireccionar o feed para o FeedBurner?
Como redireccionar o feed para o FeedBurner? — é um guest post de Daniel Marques
Tudo vai bem quando corre bem, até que o inesperado acontece. Desta vez a minha dor de cabeça envolveu o plugin recomendado pelo FeedBurner: o FeedSmith. O FeedSmith limita-se a detectar e redireccionar o feed do nosso blog, para o nosso endereço feed no FeedBurner.
Eis a mensagem de erro que surgiu:
Warning: ob_start() [ref.outcontrol]: output handler 'ob_gzhandler' cannot be used after 'URL-Rewriter' in /home/danielma/public_html/wp-includes/functions.php on line 408
O erro surgia no topo do blog e no próprio feed impedindo que os meus artigos chegassem aos assinantes.
A solução
A solução foi mais simples de encontrar do que o que eu julgava. Bastou desactivar o plugin e inserir umas linhas de código no ficheiro .htaccess:
RewriteEngine on
RewriteCond %{HTTP_USER_AGENT} !FeedBurner
RewriteRule ^feed/?([_0-9a-z-]+)?/?$ http://feeds.feedburner.com/NomeDoMeuFeed [R,L]
Este código deverá ser copiado para a zona antes da secção de código adicionada pelo WordPress
e “NomeDoMeuFeed” deverá ser substituído pela designação do vosso feed no FeedBurner.
( Daniel Marques tem um blogue pessoal e é um dos mais recentes autores TubarãoEsquilo com o Controlo remoto — um blogue de marca sobre televisão digital. )
DSL e cabo: as diferenças, explicadas em palavras simples
Este guest-post é da autoria de Daniel Marques e nasceu enquanto comentário a um texto meu. Dada a facilidade com que o Daniel explicou um assunto que é um quebra-cabeças para o entendimento geral, achei que merece bem alguma edição e a promoção a post
Não me surpreendem de maneira nenhuma as conclusões do estudo da Anacom.
Explicando o DSL:
A linha de cobre em si é tecnologicamente limitada, as perdas são enormes pelo que, por mais que se tente remediar a situação, jamais se atingirão as velocidades máximas. A menos que se viva ao lado ou dentro da central.
Não é menos verdade que a rede está mal estruturada, com demasiados enlaces que amplificam as perdas de sinal. A solução passa por substituir gradualmente as linhas de cobre por fibra óptica, só assim deixará de haver perdas. O cobre é como ter um cano esburacado enquanto tentamos que a água chegue na totalidade ao extremo oposto.
Explicando a rede cabo:
O acesso cabo obtém um maior sucesso no estudo da Anacom porque a sua infraestrutura não é limitadora relativamente à distância; além disso, os amplificadores de sinal são fortíssimos.
A desvantagem é que fisicamente a infraestrutura é partilhada — daí que o sucesso dependa da construção de rede de modo a que a partilha não seja excessiva entre clientes. Seguindo a analogia dos canos, o cano do cabo tem menor número de buracos, mas em contrapartida é partilhado por todos. Ao contrário, no DSL cada um de nós dispõe de um cano exclusivo, dedicado, até à central, mas é um cano esburacado pelo que quanto mais perto da central estamos, menos água perde — e vice-versa, aos mais afastados da central o caudal de água será menor.
Resumindo:
DSL tem melhores resultados com a proximidade da central, já no cabo os melhores resultados obtêm-se com um número reduzido de clientes por head-end.
Tudo isto melhora com investimento e este, a partir de agora, será em fibra óptica. E aí a velocidade deixará de ser um problema.
A questão das velocidades da Clix é que são óptimas para o eye-candy.
[ Daniel Marques tem um blogue pessoal e edita o Controlo Remoto, no qual explica os negócios e as técnicas do futuro do sector ainda conhecido por televisão — com ênfase actual no concurso TDT. ]

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DoMelhor
Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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