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	<title>Comentários em: Aqueles adolescentes atrasados mentais da ABC News&#8230;</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Por: altino</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3474</link>
		<dc:creator>altino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 09:15:36 +0000</pubDate>
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		<description>Deste debate, gostei muito dos dois, não obstante terem atribuído a vitória ao terceiro... (76 carac.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deste debate, gostei muito dos dois, não obstante terem atribuído a vitória ao terceiro&#8230; (76 carac.)</p>
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		<title>Por: Marco</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3473</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 00:32:41 +0000</pubDate>
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		<description>Com certeza, Paulo.</description>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3472</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 23:57:05 +0000</pubDate>
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		<description>Marco, autorizas-me a editar-te o comentário para o tornar post para o TwitterPortugal.com/blog ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco, autorizas-me a editar-te o comentário para o tornar post para o TwitterPortugal.com/blog ?</p>
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		<title>Por: Marco</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3471</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 18:01:27 +0000</pubDate>
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		<description>As minhas desculpas, Paulo, pelo testamento. Teve de ser.

No Twitter não se entrevista, promove-se uma presença. Alguém deverá ter dito isso a McCain e não tenho dúvidas de que é essa a motivação principal.

Eu tenho com o Twitter uma dupla relação: por um lado, vejo-o como uma excelente ferramenta de monitorização de informação, e interacção entre diversas pessoas, serviços ou entidades, que tanto entusiasma o Paulo. Também existem meios de controlar o fluxo de informação, mostrar o que interessa e apagar o que não interessa.

Mas, por outro, vejo-o como ferramenta de autopromoção que muitas vezes conduz de facto ao vazio absoluto.
A limitação de 140 caracteres não deixa espaço à estruturação de um pensamento profundo ou à defesa das ideias, mas funciona muito bem como instrumento de promoção. É esse para mim o segredo do sucesso do Twitter: a sua utilização inteligente resulta numa autopromoção muito rápida, fácil e eficaz.

Exige-se portanto ao «twitador» de sucesso o poder de síntese de um jornalista e a sedução em poucas palavras de um copywriter. Se calhar é por isso que os primeiros não-geeks a aderir em massa tenham sido jornalistas e humoristas, refiro-me aos humoristas que largam uma piada por parágrafo e que são geralmente pouco cultos e nada literários, usando o humor apenas para fazer rir (às vezes pouco). E pelo mesmo motivo (autopromoção) vieram os políticos. Não digo que seja o único motivo, mas é o mais importante.

O Twitter também começou agora a ser usado como uma espécie de mIRC às mijinhas, o que significa que as pessoas o usam de forma caótica, da mesma maneira que usariam qualquer outra ferramenta. Portanto a possibilidade de o Twitter mudar seja o que for na relação que se tem com a informação, que é para mim a questão mais importante, é nula.
A relação com a informação, seja ela qual for, continua insípida e com pouca capacidade crítica. Ou seja, as pessoas procuram sempre «novidades» não na informação em si mas na forma como esta é comunicada. E o Twitter é simplesmente a forma que está na moda.

É preciso inserir o Twitter num contexto muito específico, o da sociedade em que vivemos e a forma como lidamos com a informação. Somos compelidos a reagir no imediato à torrente de informação que nos chega de todos os lados mas que não traz necessariamente conhecimento. Por isso é que se lêem tantas barbaridades – mais nas zonas de comentários dos jornais do que no Twitter, já agora. E o Twitter responde muito bem a essa necessidade de rapidez.
Para mim o erro de base é confundir informação com conhecimento; e depois avaliar o Twitter não como fonte de informação, mas como fonte de conhecimento.
Acho que estamos todos condicionados a pensar que informação é conhecimento e que «filtrar» é o mesmo que «processar». E depois há outra coisa: estamos condicionados a pensar que a forma como escolhemos uma informação e rejeitamos outra significa que formámos uma opinião quando, na maior parte das vezes, essa escolha só revela o nosso preconceito.
O Twitter é exímio em lançar-nos esse tipo de armadilhas, portanto é preciso alguma cabecinha para o usar como deve ser e não ficar deslumbrado como se fosse o suprasumo da costeleta. O Twitter nada me dá que eu não possa consegui-lo por outros meios: simplesmente é mais rápido e directo.

Por mim, prefiro pensar na impossibilidade de viver sem livros. Nos livros é que posso dizer que temos tudo: ideias, pensamentos, contradições, verdadeiras conversas e até rasgos de 140 caracteres. :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As minhas desculpas, Paulo, pelo testamento. Teve de ser.</p>
<p>No Twitter não se entrevista, promove-se uma presença. Alguém deverá ter dito isso a McCain e não tenho dúvidas de que é essa a motivação principal.</p>
<p>Eu tenho com o Twitter uma dupla relação: por um lado, vejo-o como uma excelente ferramenta de monitorização de informação, e interacção entre diversas pessoas, serviços ou entidades, que tanto entusiasma o Paulo. Também existem meios de controlar o fluxo de informação, mostrar o que interessa e apagar o que não interessa.</p>
<p>Mas, por outro, vejo-o como ferramenta de autopromoção que muitas vezes conduz de facto ao vazio absoluto.<br />
A limitação de 140 caracteres não deixa espaço à estruturação de um pensamento profundo ou à defesa das ideias, mas funciona muito bem como instrumento de promoção. É esse para mim o segredo do sucesso do Twitter: a sua utilização inteligente resulta numa autopromoção muito rápida, fácil e eficaz.</p>
<p>Exige-se portanto ao «twitador» de sucesso o poder de síntese de um jornalista e a sedução em poucas palavras de um copywriter. Se calhar é por isso que os primeiros não-geeks a aderir em massa tenham sido jornalistas e humoristas, refiro-me aos humoristas que largam uma piada por parágrafo e que são geralmente pouco cultos e nada literários, usando o humor apenas para fazer rir (às vezes pouco). E pelo mesmo motivo (autopromoção) vieram os políticos. Não digo que seja o único motivo, mas é o mais importante.</p>
<p>O Twitter também começou agora a ser usado como uma espécie de mIRC às mijinhas, o que significa que as pessoas o usam de forma caótica, da mesma maneira que usariam qualquer outra ferramenta. Portanto a possibilidade de o Twitter mudar seja o que for na relação que se tem com a informação, que é para mim a questão mais importante, é nula.<br />
A relação com a informação, seja ela qual for, continua insípida e com pouca capacidade crítica. Ou seja, as pessoas procuram sempre «novidades» não na informação em si mas na forma como esta é comunicada. E o Twitter é simplesmente a forma que está na moda.</p>
<p>É preciso inserir o Twitter num contexto muito específico, o da sociedade em que vivemos e a forma como lidamos com a informação. Somos compelidos a reagir no imediato à torrente de informação que nos chega de todos os lados mas que não traz necessariamente conhecimento. Por isso é que se lêem tantas barbaridades – mais nas zonas de comentários dos jornais do que no Twitter, já agora. E o Twitter responde muito bem a essa necessidade de rapidez.<br />
Para mim o erro de base é confundir informação com conhecimento; e depois avaliar o Twitter não como fonte de informação, mas como fonte de conhecimento.<br />
Acho que estamos todos condicionados a pensar que informação é conhecimento e que «filtrar» é o mesmo que «processar». E depois há outra coisa: estamos condicionados a pensar que a forma como escolhemos uma informação e rejeitamos outra significa que formámos uma opinião quando, na maior parte das vezes, essa escolha só revela o nosso preconceito.<br />
O Twitter é exímio em lançar-nos esse tipo de armadilhas, portanto é preciso alguma cabecinha para o usar como deve ser e não ficar deslumbrado como se fosse o suprasumo da costeleta. O Twitter nada me dá que eu não possa consegui-lo por outros meios: simplesmente é mais rápido e directo.</p>
<p>Por mim, prefiro pensar na impossibilidade de viver sem livros. Nos livros é que posso dizer que temos tudo: ideias, pensamentos, contradições, verdadeiras conversas e até rasgos de 140 caracteres. <img src='http://pauloquerido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3470</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 16:39:18 +0000</pubDate>
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		<description>Simples. Na sua conta FB desamigue-se dos barulhentos. Melhor: faça alguma coisa de valor acrescentado com a tecnologia, para lá do espelho, e crie a rede de filtros que lhe permitam extrair valor e não perder tempo com o ruído. A tecnologia é um pincel, os quadros não aparecem de geração espontânea a partir do cruzamento dos pincéis com os baldes de tinta. Algum macaco deu uso ao pincel.

Eu podia discorrer longamente sobre a procura da síntese e o valor das frases curtas, cmo 140 caracteres, para a cultura e, numa medida diferente, o eruditismo. Os aforismos populares. Os livros de citações de Grande Personalidades Da História, Filosofia &amp; Ciência.

Eu podia dizer-lhe que o Twitter, como os blogs, é um meio CONVERSACIONAL, simplesmente. Uma rede de troca curta de informações. Uns trocam receitas, outros disparates, outros valor -- não é a rede que define o homem, isso é que era doce.

Mas valerá a pena?

Escrever no Twitter, 140 car de cada vez, é apenas e só isso, escrever no Twitter 140 car de cada vez. Pretender que é mais que isso é errado. Pretender que é menos que isso é errado.

Leia um tratado sobre o valor dos 140 caracteres: &lt;a href=&quot;http://cli.gs/140car&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://cli.gs/140car&lt;/a&gt;. Só llhe peço que conclua em que medida é que o Twitter limitou de alguma forma o meu pensamento, o meu conhecimento, a minha escrita, nem precisa atentar no conteúdo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Simples. Na sua conta FB desamigue-se dos barulhentos. Melhor: faça alguma coisa de valor acrescentado com a tecnologia, para lá do espelho, e crie a rede de filtros que lhe permitam extrair valor e não perder tempo com o ruído. A tecnologia é um pincel, os quadros não aparecem de geração espontânea a partir do cruzamento dos pincéis com os baldes de tinta. Algum macaco deu uso ao pincel.</p>
<p>Eu podia discorrer longamente sobre a procura da síntese e o valor das frases curtas, cmo 140 caracteres, para a cultura e, numa medida diferente, o eruditismo. Os aforismos populares. Os livros de citações de Grande Personalidades Da História, Filosofia &#038; Ciência.</p>
<p>Eu podia dizer-lhe que o Twitter, como os blogs, é um meio CONVERSACIONAL, simplesmente. Uma rede de troca curta de informações. Uns trocam receitas, outros disparates, outros valor &#8212; não é a rede que define o homem, isso é que era doce.</p>
<p>Mas valerá a pena?</p>
<p>Escrever no Twitter, 140 car de cada vez, é apenas e só isso, escrever no Twitter 140 car de cada vez. Pretender que é mais que isso é errado. Pretender que é menos que isso é errado.</p>
<p>Leia um tratado sobre o valor dos 140 caracteres: <a href="http://cli.gs/140car" rel="nofollow">http://cli.gs/140car</a>. Só llhe peço que conclua em que medida é que o Twitter limitou de alguma forma o meu pensamento, o meu conhecimento, a minha escrita, nem precisa atentar no conteúdo.</p>
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	<item>
		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3469</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 14:34:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=3126#comment-3469</guid>
		<description>É normal que seja irrelevante. É normal que tenha preconceito.

&quot;Sobre os blogs&quot; - o arguemnto é interessante, a recorrência do ataque. MAs deixe-me dizer-lhe, há alguns anos aí alguns dos grande bloguistas (os célebres, que antes tinham sido divulgadores do meio) encetaram uma opinião mais ou menos geral sobre o que &quot;devia ser&quot; o post: pedro mexia e vital moreira foram alguns, não os únicos. &quot;Curto&quot;, incisivo, etc e tal. Na altura lá no meu recanto (e outros também) resmunguei/aram ao facto normativo (ainda que fosse lassamente normativo)
Agora não é uma questão de opinião de alguns, é um constrangimento formal: é fisicamente impossível ter um pensamento estruturado e profundo em 140 caracteres (por vezes, um rasgo, tudo bem). Será uma possibilidade de remetência, é um patois, não é discursivo - não há volta a dar-lhe (McCain pode dizer que prefere manga a abacaxi mas não dissertará sobre a política de cultivo e importação frutícola americana. Não pode ... Que me interessa, que interesse tem, o paladar de McCain. Na aparência o twitter será fantástico, na prática é a radical superficialização do discurso, frantic. Entendido como mais do que notícias (feeds, dizem) de remetência é apenas o véu do obscuro

Imbecil a minha posição? imbecil eu-próprio? com toda a certeza que há essa hipótese. Mas em 1400 caracteres, pelo menos

Preconceito: tenho uma conta Facebook com ene ligações de twitteristas que ma enchem com os seus twitters (é demencial, twitam em dois sítios). Tive uma conta twitter para ver o que era. é uma caganeira de slogans (tipo &quot;eu acho que ...&quot; - mas achas o quê e porquê, dá sempre vontade de dizer) e de reenvios [seria interessante quanta da informação assim reenviada (o twitter é uma máquina de FWs) é realmente digerida, seria o melhor dos tops].

Pode ser o futuro. Ok. Mas é um futuro flinstoniano. Ou, noutro registo, do fascismo impensante.

Alguns imbecis resmungam. Outros riem.

(faça um exercício. tranque o twitterismo durante um dia e veja o exercício twitteresco dos outros - vomitam coisas inanes e ligações apanhadas no ar. Respire fundo. E veja se não se ri. Ou se não os lamenta.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É normal que seja irrelevante. É normal que tenha preconceito.</p>
<p>&#8220;Sobre os blogs&#8221; &#8211; o arguemnto é interessante, a recorrência do ataque. MAs deixe-me dizer-lhe, há alguns anos aí alguns dos grande bloguistas (os célebres, que antes tinham sido divulgadores do meio) encetaram uma opinião mais ou menos geral sobre o que &#8220;devia ser&#8221; o post: pedro mexia e vital moreira foram alguns, não os únicos. &#8220;Curto&#8221;, incisivo, etc e tal. Na altura lá no meu recanto (e outros também) resmunguei/aram ao facto normativo (ainda que fosse lassamente normativo)<br />
Agora não é uma questão de opinião de alguns, é um constrangimento formal: é fisicamente impossível ter um pensamento estruturado e profundo em 140 caracteres (por vezes, um rasgo, tudo bem). Será uma possibilidade de remetência, é um patois, não é discursivo &#8211; não há volta a dar-lhe (McCain pode dizer que prefere manga a abacaxi mas não dissertará sobre a política de cultivo e importação frutícola americana. Não pode &#8230; Que me interessa, que interesse tem, o paladar de McCain. Na aparência o twitter será fantástico, na prática é a radical superficialização do discurso, frantic. Entendido como mais do que notícias (feeds, dizem) de remetência é apenas o véu do obscuro</p>
<p>Imbecil a minha posição? imbecil eu-próprio? com toda a certeza que há essa hipótese. Mas em 1400 caracteres, pelo menos</p>
<p>Preconceito: tenho uma conta Facebook com ene ligações de twitteristas que ma enchem com os seus twitters (é demencial, twitam em dois sítios). Tive uma conta twitter para ver o que era. é uma caganeira de slogans (tipo &#8220;eu acho que &#8230;&#8221; &#8211; mas achas o quê e porquê, dá sempre vontade de dizer) e de reenvios [seria interessante quanta da informação assim reenviada (o twitter é uma máquina de FWs) é realmente digerida, seria o melhor dos tops].</p>
<p>Pode ser o futuro. Ok. Mas é um futuro flinstoniano. Ou, noutro registo, do fascismo impensante.</p>
<p>Alguns imbecis resmungam. Outros riem.</p>
<p>(faça um exercício. tranque o twitterismo durante um dia e veja o exercício twitteresco dos outros &#8211; vomitam coisas inanes e ligações apanhadas no ar. Respire fundo. E veja se não se ri. Ou se não os lamenta.)</p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3468</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 10:40:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=3126#comment-3468</guid>
		<description>jpt, com todo o respeito que tenho por si: nesta matéria, a sua opinião é para mim irrelevante. É a opinião de quem está de fora, tem um nítido preconceito e prefere mantê-lo, usando argumentário imbecil, como esse do fascismo e do vazio. Seja.
Se não consegue ver nada ali -- olhe, azar, temos pena. A mim repugnam-me os controlos e as manipulações HUMANAS da informação, não as limitações da tecnologia.
Usando a sua linha de raciocínio, olhe o telefone, essa tecnologia de merda, que me obriga a comunicar aos soluços com uma pessoa de cada vez, uma porcaria ineficiente. A televisão? Quer meio mais fascista do que a televisão? Acesso reservado aos muito poderosos e a quem eles decidirem convidar. Emissão num só sentido, sem hipóteses de contraditório. Um poder discricionário tremendo, um meio narcotizante de propaganda nas mãos de minorias sem controlo democrático.
Como vê, é fácil.
Sabe, há aqui padrões. Há seis anos li parecido, quando me &quot;entusiasmei&quot; (dizem) pelos blogs. Como calcula, estou habituado..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>jpt, com todo o respeito que tenho por si: nesta matéria, a sua opinião é para mim irrelevante. É a opinião de quem está de fora, tem um nítido preconceito e prefere mantê-lo, usando argumentário imbecil, como esse do fascismo e do vazio. Seja.<br />
Se não consegue ver nada ali &#8212; olhe, azar, temos pena. A mim repugnam-me os controlos e as manipulações HUMANAS da informação, não as limitações da tecnologia.<br />
Usando a sua linha de raciocínio, olhe o telefone, essa tecnologia de merda, que me obriga a comunicar aos soluços com uma pessoa de cada vez, uma porcaria ineficiente. A televisão? Quer meio mais fascista do que a televisão? Acesso reservado aos muito poderosos e a quem eles decidirem convidar. Emissão num só sentido, sem hipóteses de contraditório. Um poder discricionário tremendo, um meio narcotizante de propaganda nas mãos de minorias sem controlo democrático.<br />
Como vê, é fácil.<br />
Sabe, há aqui padrões. Há seis anos li parecido, quando me &#8220;entusiasmei&#8221; (dizem) pelos blogs. Como calcula, estou habituado..</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/aqueles-adolescentes-atrasados-mentais-da-abc-news/comment-page-1/#comment-3467</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 05:46:22 +0000</pubDate>
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		<description>tive acesso a alguns twitters. tenho uma conta no facebook onde tenho ligações a gente que o usa para colocar os seus twitters (o que me parece uma aberração) - e me enchem a página com um frenesim que me parece insano

mas o que me parece interessante é o reconhecimento implícito da insuficiência dos 140 caracteres - o frenesim dos twitters implica o constante remeter para outras leituras

como defender a entrevista política em 140 caracteres - se já irrita, por obtusa e imbecil (e mais do que tudo alienante) a desonesta onda da entrevista televisiva onde o jornalista constantemente corta o pio ao locutor, que se pode esperar de um discurso substantivo constantemente entrecortado?

francamente, ó pq, por mais entusiasmo twitteresco que possa ter, este seu post é absolutamente impensado. Ou melhor, e digo-o sem ironia nem provocação: é completamente fascista. Ao defender este tipo de comunicação política V. defende a bruma. Engrçada, gadget, absolutamente brumosa

Não tem nada a ver com a adolescência. Antes fosse. Tem a ver, apenas, com a vontade do nada. O fascismo.

Repugnante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tive acesso a alguns twitters. tenho uma conta no facebook onde tenho ligações a gente que o usa para colocar os seus twitters (o que me parece uma aberração) &#8211; e me enchem a página com um frenesim que me parece insano</p>
<p>mas o que me parece interessante é o reconhecimento implícito da insuficiência dos 140 caracteres &#8211; o frenesim dos twitters implica o constante remeter para outras leituras</p>
<p>como defender a entrevista política em 140 caracteres &#8211; se já irrita, por obtusa e imbecil (e mais do que tudo alienante) a desonesta onda da entrevista televisiva onde o jornalista constantemente corta o pio ao locutor, que se pode esperar de um discurso substantivo constantemente entrecortado?</p>
<p>francamente, ó pq, por mais entusiasmo twitteresco que possa ter, este seu post é absolutamente impensado. Ou melhor, e digo-o sem ironia nem provocação: é completamente fascista. Ao defender este tipo de comunicação política V. defende a bruma. Engrçada, gadget, absolutamente brumosa</p>
<p>Não tem nada a ver com a adolescência. Antes fosse. Tem a ver, apenas, com a vontade do nada. O fascismo.</p>
<p>Repugnante.</p>
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