Teaser: estatuto dos bloggers é inevitável, como demonstrou a ERC
Queiram-no ou não os bloggers, e a maioria afirma claramente, aos GRITOS, que não, a clarificação do seu estatuto é inevitável. Comes with the job. Vem com a responsabilidade crescente que os blogues, ou alguns deles pelo menos, ocupam na esfera comunicacional.
O cuidado da ERC em dialogar com a blogosfera é, numa primeira leitura, o próprio reconhecimento desse estatuto. Estatuto que aliás alguns autores buscam afanosamente, na ânsia de serem figuras interventivas, líderes de opinião e spinners merecedores de salário. Mas ao mesmo tempo parecem querer rejeitar os deveres de tais condições.
Ora, não há estatutos grátis.
Estas ideias estão explanadas num artigo no Expresso multimedia intitulado ERC e blogosfera: o estatuto (s)em debate e publicado há instantes. Virá para o arquivo mais tarde. Queiram por favor ler na estreia.
Acções
Guardar/partilhar:
Facebook
Twitter
delicious.com
DoMelhor
Assinar publicação:
feed RSS
e-mail diário
Debate
Ainda sem opiniões no artigo “Teaser: estatuto dos bloggers é inevitável, como demonstrou a ERC”
Deixe a sua opinião
Textos mais recentes
- The last laugh – If self-published writers owned the midlist #LerComCalma (mais 2 links) em 3 de Setembro de 2010
- Top 10 – Richest Men (of All Time) (mais 1 link) em 1 de Setembro de 2010
- Regras de análise económica para a oposição (segundo João Miranda) em 31 de Agosto de 2010
- As (importantes) mudanças no USA Today, segundo maior diário americano em 30 de Agosto de 2010
- We Dont Hate You – Dear America… (mais 1 link) em 30 de Agosto de 2010

Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
Siga o feed RSS
Receba a edição diária por e-mail
Afinal Salazar tinha razão, a Censura Prévia foi instituída para debelar a calúnia, evitar a desordem, permitir que a informação e a cultura sejam produzidas por agentes credenciados e sobretudo apresentar a Verdade sempre e sem excepção.
Tanto barulho desde 74 para nada!
Deve estar contente o dito cujo, melhor que isto só a afirmação de um responsavel pela segurança interna segundo o qual a onda de criminalidade se deve aos imigrantes.
Nem Mais! Apoiado! Whatever!
“Um blogger que quer ser respeitado pelo que faz, num enquadramento de responsabilidade que é recusado pela maioria dos bloggers; o que deve fazer? ”
Recusado pela maioria dos bloggers!!? Nunca vi semelhante coisa.
Obrigado pelo número cómico. Achei o gag do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas absolutamente de antologia (a do “Conselho de Administração” é mesmo para ficar na lenda – “chapéus há muitos” dizia há quase 80 anos Vasco Santana e ainda há gente a dizê-lo. Acredito que os netos do Paulo Querido dirão, “ouve lá, és do Conselho de Administração”?)
Claro que há pessoas mais burras e que podem levar o humor caústico como se fosse sério: por exemplo, um imbecil desprovido da inteligência humorística e que tenha um blog poderia perguntar – o que é que um grupo de atrasados mentais destes têm a ver com alguma coisa, quanto mais com comunicação social.
Nós, o PQ, o JPT, os óptimos leitores do C!, não pensamos isso – rimo-nos e tudo, pedimos mais. Mas “ele” há sempre tontos por aí
Com que então a gente tem um blog e passa a ser “comunicação social”? porreiro. Vão dar cartões de peito? Quando for a lisboa posso ir a alvalade “acreditado”, aos concertos “acreditado”?
E, maravilha das maravilhas, posso ir às actuações do “Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas”?
jpt, você publica. Comunica. Sobre a sociedade. Na sociedade. Em público. Para o público. Sobre o público. Quer que lhe chame o quê? Comunicação Pessoal? Comunicação Privada? Isto não é um telefone.
Se o aceitarem e credenciarem, why not? Empresas e partidos já credenciam bloggers.
Se for jornalista, pode.
[...] a ler o artigo do Paulo Querido, publicado no Expresso, com teaser por aqui, onde poderão fazer o levantamento de algumas reacções entretanto surgidas e deixar os vossos [...]
“Exmo Sr./Camarada PQ …”
valerá a pena continuar a argumentar? não chegará esta citação de uma peça inacreditável (ou então cómica) para resumir tudo?
a. Compreendo – ainda que só conheça a questão através de alguns posts em alguns blogs, entre os quais aqui – que haja uma transformação do mundo da comunicação social, que a transição para este meio de parte da comunicação social se esteja a passar, que os jornalistas (ou candidatos, ou possuidores de alter egos jornalísticos) se interessem pelo reconhecimento do bloguismo como sucedâneo ou paralelo à comunicação social, até como manutenção de estatuto social e profissional
b. mas isso é – como tantas vezes isso tem sido notório – a redução do bloguismo À dimensão do blogo-”jornalismo”. Ou seja, é a redução do que é o instrumento blog. Já o comentei aqui, mas a deformação profissional talvez impeça – mesmo num metabloguista como V. – o reconhecimento da gigantesca diferença. O que é que a Xaninha que nos seus 14 anos bloga os amores e os sorrisos tem a ver com o sr. Macedo que “posta” fotos de flores e hortas e com a Camara de Comuns onde deputados explicitam os seus pontos de vista?
c. não se pode exigir nada, cada um opina sobre o que quer, mas o Conselho Deontológico dos Jornalistas ao interferir num blog está a querer o quê, afirmar o estatuto? em termos persecutórios como aqueles? é aceitável? é referível neutralmente num contexto onde alguém (ainda que mesmo vagamente aparentado) quer exercer funções semelhantes. O meu blog não é jornalístico, é a minha casa – sem estores. Se algum filho da puta do Conselho Deontológico do Sindicato de Jornalistas (pelo menos deste conselho) algum dia vier falar-me (escrever-me …) no tom que li aquilo vou-lhe aos cornos, e atiro-o varanda fora (para o quintal, não morre da queda). Está a perceber a diferença? Isto não é um telefone. Mas não é tutelável por um “Sr/Camarada” atrasado mental armado em polícia de bons costumes
[os termos são duros, em blog alheio. Mas são propositados. Em jornal ou velho éter o tipo jpt não falaria assim. Diria imbecil, ignorante, etc. A "pequena diferença"]
[...] social vai (e)migrando para este ipod e considera natural que o conceito que a enquadrava venha com ela [mesmo que isso implique o ridículo mais execrável]. Entenda-se, a “regulação” dos [...]
“Está a perceber a diferença? Isto não é um telefone.”
Eu já tinha percebido faz tempo, daí refrescar-lhe a memória. O caro jpt é que aparentemente, não se lembrava. Tal como mete no mesmo saco jornalismo e comunicação social. Há comunicação social sem jornalismo (é o que há mais, diria).
“Mas não é tutelável por um “Sr/Camarada” atrasado mental armado em polícia de bons costumes”
Isso diz você. Wishful thinking. Como comprova a história, com o avanço da sociedade fica muito pouca coisa por tutelar.
Você continua a querer confundir tudo. Assim é difícil conversar.
E continua a levar tudo a peito. Como se EU o quisesse regular.
Não quero. Nem a si, nem a ninguém. É muito simples. Ou os bloggers se organizam em auto-regulação. Ou estão fodidos. Fui claro?
@Paulo: o JPT descreve, no Ma-Shamba, a blogosfera com uma analogia às rádios livres. Tempo de pensar porque acabaram.
@JPT: Isto não é “jornalizar” a blogosfera, nem tão pouco retirar-lhe a liberdade. Trata-se, isso sim, de assumir frontalmente a responsabilidade social de um medium. Porque é isso que ela é. E é um medium social, quer queiramos quer não.
)
Claro que o blogue da Xaninha não terá que se preocupar com a credibilidade, sendo que apenas sob esse ponto de vista não necessitará de se submeter a tal escrutínio.
Mas a Xaninha pode usar imagens com direitos, textos com direitos, enfim, pode dedicar-se livremente ao copy-paste e spam. Nesse caso, na minha opinião, não conseguiria preencher os requisitos básicos.
Agora, muito importante é pensar que ninguém pode entrar numa coisa destas, a não ser DE LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE. E ERC’s, Deontologistas de Sindicatos, mais os outros que por aí pululam nada têm a ver com o assunto.
DEVEMOS SER NÓS A TRATAR DISSO (esclareça-se, por fim, a ontologia da expressão
Abraço,
CJT
“Ou os bloggers se organizam em auto-regulação. Ou estão fodidos. Fui claroo?” – mais uma falácia “a Paulo Querido”! Já está tudo regulado no C. civil e no C. Penal.
Golfinho, também já está tudo regulado no C. Civil e no C. Penal — não vejo porque há necessidade de códigos deontológicos para médicos e jornalistas, entre outros.
Verifica o significado da palavra falácia no dicionário. Não é por mim: é por ti.
@Zé: a principal questão em torno da criação de um código deontológico – e que creio ser a que te aflige, a ti e a muitos, pelo que vejo – é o receio de alguma limitação de liberdades.
Isso é uma falsa questão.
Eu diria que até pelo contrário, a criação de tal código seria uma garantia de liberdade para os bloggers, os que o subscrevessem e os que não o subscrevessem.
A criação de tal código sugere, de imediato – por exigências estruturais – um género de associação, seja ela de que forma for. Esse tipo de associação daria voz aos bloggers nos casos em que estes vissem os seus direitos alienados, considerados os aspectos de tal código como cumpridos pelo blogger.
Infelizmente, vemos cada vez mais atentados à liberdade da prática blogger. E está na altura de nos defendermos com unhas e dentes.
Mas para tal temos que ser responsáveis, institucionalmente responsáveis. Um pouco à semelhança dos motivos que estão por detrás da criação de outros códigos que o Paulo aponta atrás.
Se queres ganhar um jogo de xadrez, tens que o ganhar com as peças dentro do tabuleiro. Podes subverter, fazer bluff, inventar jogadas mas, no fim, só podes ganhar movimentando as peças da forma adequada e cumprindo as regras do jogo. O resto, é sabedoria.
Abraço!
P.S. Blogue offline?
Não falemos das falácias que foram praticadas aqui ao longo dos tempos, mas que tal: ser a favor do anonimato e depois ser contra? E contra quem? Quem não é amigo/conhecido, porque esses nunca tiveram uma palavra de crítica qd se puseram às turras uns com os outros, pois não Paulo? Porque esses não merecem uma palavra de critica aka censura, qd ultrapassam todos os limites?
Quierem mais: a blogopédia já existia, e apareceu aqui como se fosse obra e graça do PQ.
Agregadores de blogues já existiam, mas não, foi o tubatão esquilo o 1º
Lembras-te q me deste o braço a torcer na questão do provedor, qd afirmei q já existia e q era a ANACOM na altura? Naaa, foi preciso um Geeek vir aqui e apontar o artigo, em que tal é verdade.
Mais uma: que é isso de uns serem mais iguais que outros, ou como o outro disse: “são aqueles que aparecem mais”. Sim? Já tenho mais de 10.ooo posts publicados. Isso é aparecer pouco?
A última, apesar de muitas mais: moderador da blogosfera? Francamente.
Agora sou eu que digo: por respeito a ti, não continuo, porque aprendi, e esta foi uma dessas casinhas (recentemente foi no arrastão), que em Democracia os ataques não são ad hominem, mas sim às ideias.
OPk, alguma razão no estatuto do jornalista, mas o que quis referir era que todas as situações ilícitas têm sido punidas no local certo: tribunais. Para quê mais legislação?
CJT, compreendo isso há muito, e até te admiro por seres uma espécie de falcão que é independente como eu, e tto, defendes uma posição, como outra de qq outra pessoa, desde q a aches defensável, e crítica. Já escrevi tudo sobre ti.
Cumprimentos aos dois
P.S.:
falaz
do Lat. fallace
adj. 2 gén.,
enganador;
ardiloso;
ilusório;
quimérico.
Então, quem é o ardiloso? Fui eu que criei essas questões que denunciei?
Mas, esta guerra, já não me interessa. E vou-me fartar de rir com milhentos que não querem aderir a esta paranóia regulamentadora, vinda, pasme-se de um anarquista.
E quero ver a erc entrar no meu blog, ele q esta alojado nos eua, e outra coisa que nao interessa para o caso.
A erc pode intervir como fazia a anacom, apresentavamos queixa e ela advertia o infractor, sem poderes judiciais, eram sempre e sao os tribunais a decidir sibre estas questões.
No povoa online, teve de se recorrer ao D. Internacional Privado, p. ex. Um dos exemplos q aplaudistes, qd antes apoiavas o anonimato, mas qd sao “big fish” – os tais diferentes, que de vez eem qd entram em verdadeiras ofensas -, , nem uma palavra aqui.
Abraçp aos dois.
Golfinho: como calculas, não te vou dar 1 única resposta. Não a mereces. Nem eu mereço o teu fel. Adeus, fica bem.
Venho tarde:
a. CJT há aqui uma confusão (que me parece, infelizmente para mim, ser uma diferença de gerações): eu nunca comparei o bloguismo às rádios-livres, eu comparo-o ao rádio-amadorismo, o que é algo muito diferente (os velhos macanudos). Mas aceito, e aqui faço a ponte para responder ao PQ (não, não levo a peito e não, não me parece que V. queira ser o Controleiro-Mor, mas acho que tende para conceber os blogs excessivamente no âmbito da tal “comunicação social”, e parece-me – é minha interpretação, sem acinte – que isso provém de uma normal deformação profissional – insisto, por causa das coisas, que vai isto sem acinte): do rádio-amadorismo (macanudos) terá havido uma evolução (e até transição, talvez) para as rádios-amadoras. Será um pouco como no bloguismo, alguns malucos no sotão outros já num esquema mais instituído/institucional, se calhar até já em estúdio
b. PQ não me parece que confunda jornalismo com comunicação social (mas não me fica bem negar críticas à minha clareza de pensamento): o que quis dizer é que é o blogo-meio mais ligado ao jornalismo (por profissão ou legítima ambição, por afecto) que pugna pelo reconhecimento social dos blogs como “comunicação social” e com isso por um conjunto de prerrogativas (direitos e deveres) que serão próprias desse universo “comunicacional”
Referiu, vs o caro Golfinho, que os códigos não são suficientes para o enquadramento da actividade profissional, daí os Conselhos Deontológicos. E concordo. Mas é essa concordância que sublinha a minha discordância: pegando nos seus termos se V.acha que comes with the job eu acho que isto não é um job. V. avisa que a blogosfera (essa sim uma entidade mítica, não é só a auto-regulação a ter essa consistência) não é toda igual, mas associa essa diferença a uma valorização/desvalorização (endógena). Ora isso implica uma unicidade intencional à (tal) “blogosfera”, uma similitude de propósitos diferenciadamenste conseguidos e perseguidos. Ora é exactamente essa unicidade intecional que ao inexistir ilegitima uma regulação deontológica que é proposta
c. e para que não fiquem dúvidas, não é ao nível individual que se colocam as coisas: acabo de colocar um post no meu ma-schamba (ok, é publicidade em blog alheio, desculpe) sobre o Sporting que gostaria que viesse na primeira página do Record (orgão oficioso do meu clube). Ou seja no meu blog eu tenho, ciclicamente, derivas para um anseio de “comunicação social” – não jornalístico (metier), mas opinativo (cidadania, sportinguista neste caso). Mas isso não implica duas coisas: que eu universalize esse intuito comunicacional nos milhares de blogs em português e milhões noutras línguas; que eu aceite – e em caso nenhum o aceitarei – um Conselho Deontológico para o exercício comunicacional da Cidadania (já de si parcela do bloguismo). Esse é apenas controlável pelos tais códigos que o Golfinho referiu
Sei que as fronteiras são fluídas, mas em a gente indo a correr atrás de algo esquece-se também da fluidez
isto foi escrito a correr e está com uma forma vergonhosa: para além dos erros e doutras confusões das quais peço desculpa há aí uma “unicidade intecional que ao inexistir” que é “unicidade intencional inexistente” – pelo menos esta ressalva
Já agora, e em resposta ao CJT lá no meu blog deixei algo que também caberá aqui:
“Não sou jornalista mas acho particularmente gravoso o silêncio blogo-jornalístico face ao inenarrável (fascio-comunista) comportamento do Conselho Deontológico dos Jornalistas. E isso (a gravidade do silÊncio) ultrapassa qualquer outra preocupação “estatutária” do bloguismo”
[...] com alguma atenção todo o entrelaçado de comentários onde este se inclui mas também, na base deste post, a origem dos mesmos. « [...]
“Ora é exactamente essa unicidade intencional inexistente que ilegitima uma regulação deontológica que é proposta”
Proposta onde?
JPT, eu limitei-me a fazer uma observação, que reputo de pertinente e repito:
A blogofera (assim mesmo, no geral) já tem um estatuto público exógeno, reconhecido, se quiser, pelas recentes surtidas da ERC (que se finará em agonia em data não muito distante, mas isso são conta de outro rosário), pelas acções judiciais (que catapultaram à dimensão estelar bloggers comuns, não daquele blogo-meio de que V. fala) e pelas reportagens sensacionalistas (que também tratam, mal, a blogosfera como uma unidade, pegando num dos seus nichos mais ínfimos, sem representatividade algma nisto enquanto movimento social, ou tendência, e fazendo dessa “árvore” a “floresta”).
Assim sendo, a regulação é inevitável. O que torna as coisas muito simples, na verdade. Ou é auto, ou é hetero.
Se for auto, os bloggers terão maior papel na definição do que são as fronteiras (que a há) do bloguismo.
Se for hetero, esse papel será menor, eventualmente entregue a 1 “representante” que “dialogará” com a entidade supervisora.
Quem decide isto (o que é prévio às propostas) não sou eu, nem nenhum indivíduo.
Eu descrevi um modo de operação que está em curso. Até agora, vi rebaterem-me enquanto “filósofo”, ou “guia” com propostas, o que está longe de ser o caso. Não vi ninguém comentar os acontecimentos e enquadrá-los.
Eu citei o exemplo dos códigos deontológicos como isso mesmo, um exemplo. Não como 1 proposta. Estamos numa fase muito anterior às propostas. E quando/se lá chegarmos, acredite que não ouvirá nenhuma da minha boca. Já dei para esse peditório e também já me fodi a dar para esse peditório. Entendam-se se quiserem, se não quiserem não se entendam. Mas A MINHA liberdade, eu vou insistir em proteger. A liberdade de reflectir e escrever sobre o que vejo. E a liberdade de me associar.
Mais do que tudo eu não estou em discussão com um “filósofo” ou “guia”. V. escreve (terá o “ónus” de ser o PQ dos blogs, mas daí a demiurgo vai um grande canyon como ambos entenderemos)
Se não quer código deontológico (com tudo o que o que acho que isso implica) óptimo – pelo menos nisso estamos de acordo
Quanto às intervenções “externas” são diversas – as reportagens têm um estatuto, que não me parece interveniente nesta matéria: se o Expresso, o Sol, o Publico, a Visão et al se dedicarem à reabilitação do jogo do berlinde os berlindadores não têm que fazer uma Liga do Berlinde
As acções judiciais poderão ter – mas isso remete para a tal dimensão legal. Já aí está. Pode ser muito discutível: eu, como sou duro de entendimento – sobre o assunto fartei-me de perguntar quem é que me controla juridicamente (a Boa-hora? Vão arrestar os bens dos meus pais? Prenderão o meu pai se eu continuar a dizer do Bernardino Soares pró-Mugabe e me recusar a pagar as coimas por calúnia à estremosa progenitora do capitoso comunista? – ainda não percebi, ainda que tenha sido ajudado, que instituições t~em controle sobre a tal “blogosfera” e como? Se eu não posso dizer mal bernardino soares também não posso dizer mal do chavez ou do islamismo. Mas não quero reiniciar uma velha conversa …
Resta a tal ERC (e aliados orgânicos de cariz deontológico) Pelos vistos diz-me que vai acabar. Então não precisamos de nos preocupar
Honestamente de tudo isto, como já disse acima, o que mesmo me preocupa não é o meu brinquedo. É o fascio-comunismo explícito do Sindicato de Jornalistas não ser primeira página dos jornais e telejornais. O tipo do “Conselho de Administração” ainda não ter sido enxovalhado e demitido. Isso sim é um problema de regulação (auto-jornalística e hetero-societal).
O resto a gente clica
Cumprimentos, até à próxima discussão
[...] Mas certamente Que Sim!, Noticiare, O Lago, Ma-Schamba, Jonasnuts, PTBlogs, :fractura.net!, e noutros tantos locais que queiram anotar na caixa de comentários para se ir acrescentando a este post. [...]
@PEOPLE: respostas, dúvidas, conjecturas e muita, mesmo muita parra e pouca uva numa tentativa de resposta a todas as vossas ansiedades ou, se tudo correr bem, aumentá-las ainda mais, colocando mais perguntas em cima de perguntas.
digna de nota é a estrutura do texto, completamente atabalhoada e disconexa, por vezes, a reflectir o estado de alma em que me encontro neste momento, euforia própria de quem conseguiu escrever mais de uma página A4 em menos de 6 horas e só com dois dedos.
o link está nos tréquebéques deste e dos blogues que têm participado na discussão.
grato pela atenção, podem enviar os donativos para a conta habitual.
hasta!
Havendo um grupo de bloggers que se queira organizar para lutar por objectivos comuns, através de associações ou similares, por reconhecerem que dessa forma terão mais possibilidades, não percebo porquê a animosidade dos outros.
É voluntário, não se obriga ninguém.
Também constituir esse grupo não implica chamar aos outros pelintras ou indignos, e por isso não entendo tanta animosidade.
Uma coisa eu sei, é muito mais fácil falar (escrever) dias a fio do que se comprometer com algo que dê trabalho e dores de cabeça.
Por mim dou sempre mais valor a quem faz do que a quem fica a dizer que vai fazer…..
Devo dizer que tendo agora lido esta notícia
http://muiomuio.net/blog-wordpress-vende-por-15-milhoes-de-dolares/
mudo completamente de ideias – onde é que assino o tal “ordenamento”?
Aos interessados: para aquisição basta seguir a ligação, o email está aqui