A arte do desenrasca está, aos poucos, a mudar de cultura
Os portugueses acham-se uns desenrascados e, julgo eu, com razão. Tem sido uma das características do “nosso povo”, da nossa cultura.
Na directa proporção em que vamos retocando a pintura com produtos de marca, abandona-nos a necessidade que aguça o engenho.
Felizmente (para o engenho) parece que deixámos exemplos a povos por esse mundo fora. Este plasma angolano, a qualquer título espantoso, podia ter estado numa parede dos arredores de Santa Marta de Penazelo nos anos 80. (via Ma-schamba).
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