Andy Warhol equivocou-se. Não vamos ser famosos por 15 minutos. Cada um de nós vai ser famoso para 15 pessoas.
É o que diz um amigo de Steve Rosenbaum. Que o cita num provocador artigo em que se disserta sobre a substituição do rei conteúdo pelo novo rei, a curadoria (Content Is No Longer King: Curation Is King)
Por alto: o conteúdo passou da condição de escasso à condição de ubíquo, está em todo o lado, é bom, é mau, é IMENSO. Perdeu qualidade e ganhou ruído. Daí que Rosenbaum antevê uma mudança da amplitude da prensa de Gutenberg (de acordo) e a ascensão da Economia da Agregação.
“We’ve arrived in a world where everyone is a content creator. And quality content is determined by context. Finding, Sorting, Endorsing, Sharing – it’s the beginning of a new chapter. And not since Gutenberg have we seen such a significant change in who’s able to use the tools of content creation to engage in a public dialog.”


Mas certamente que sim! é uma publicação de Paulo Querido, jornalista e consultor de comunicação. Também autor de livros, artigos e algum código. Na net desde 1989. (
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