Em Portugal não existem trabalhadores, há colaboradores. Ninguém é despedido, há ajustamentos às necessidades de produção. As empresas não fecham a porta, deslocalizam a produção. Não existe perda do poder de compra, há contenção salarial. É populista e demagógico lembrar as crescentes disparidades salariais, devendo antes realçar-se que o mérito deve ser premiado e os gestores têm que estar identificados com os interesses da empresa. Que são os mesmos dos trabalhadores. Desculpem, dos colaboradores” escreveu Pedro Sales no Arrastão (O economicamente correcto) e eu gostava de ter escrito isto, limitei-me aqui a assinalar com negrito uma passagem particularmente gritante e portanto vão lá ler o resto, que recomendo (e daqui por uma horinha voltem, para mais um artigo sobre as crises).
- O amor é uma vida dentro da vida
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros, artigos e algum código sobre a net e na net desde 1989. (Mais)Subscreva por e-mail
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