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	<title>Comentários em: Tywen Kelly só há uma (ou a estratégia GoogleUnique)</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Por: António</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/tywen-kelly-so-ha-uma-ou-a-estrategia-googleunique/comment-page-1/#comment-1950</link>
		<dc:creator>António</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 20:58:36 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;&quot;se todas as empresas do nicho SEO têm SEO no nome, vão surgir todas nos resultados, mas eu fico a olhar para uma página com 20 empresas todas parecidas.&quot;&lt;/i&gt;

E é por isso que elas diversificam. Vai acontecer o mesmo em PT, lá fora há o cornwell seo, utah seo. local seo, small business seo e as pessoas perante a abundância vão atrás:  tanto seo, quero um seo na minha cidade, etc. Eu não acho de forma alguma que os nomes não devam ser únicos, a arte está em criar uma marca única abarcando o maior número de palavra/ideias/conceitos/chaves em que a empresa tem possibilidade de concorrer.

&lt;i&gt;&quot;Os nichos encontram-se, ou os nichos fazem-se, António? Penso que adivinho a tua resposta: ambas.&quot;
&lt;/i&gt;Só me falta perder uns 5 kilitos para ser mais transparente ;)


&lt;i&gt;Pois. Se eu tiver dez miguéis como amigos, está bem. Mas se vorem 100 não é como dizes: 90 não vão estar “no topo da lista”, assumindo que o “topo” comporta 10 lugares.&lt;/i&gt;

Não sei se me expliquei bem, o que eu digo é que ao entrares no facebook e adicionares metade dos teus amigos reais, ao procurares pela outra metade os teus amigos vão aparecer no topo dos resultados porque o FB os encontra com ligações aos teus amigos (os nodos da rede). Se tu tiveres 100 amigos com o nome Miguel aí já quererás utilizar mais do que o nome próprio para encontrar um determinado Miguel.
Penso saber o que queres dizer mas não estou certo que esta analogia se possa traduzir para os SERPs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;se todas as empresas do nicho SEO têm SEO no nome, vão surgir todas nos resultados, mas eu fico a olhar para uma página com 20 empresas todas parecidas.&#8221;</i></p>
<p>E é por isso que elas diversificam. Vai acontecer o mesmo em PT, lá fora há o cornwell seo, utah seo. local seo, small business seo e as pessoas perante a abundância vão atrás:  tanto seo, quero um seo na minha cidade, etc. Eu não acho de forma alguma que os nomes não devam ser únicos, a arte está em criar uma marca única abarcando o maior número de palavra/ideias/conceitos/chaves em que a empresa tem possibilidade de concorrer.</p>
<p><i>&#8220;Os nichos encontram-se, ou os nichos fazem-se, António? Penso que adivinho a tua resposta: ambas.&#8221;<br />
</i>Só me falta perder uns 5 kilitos para ser mais transparente <img src='http://pauloquerido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><i>Pois. Se eu tiver dez miguéis como amigos, está bem. Mas se vorem 100 não é como dizes: 90 não vão estar “no topo da lista”, assumindo que o “topo” comporta 10 lugares.</i></p>
<p>Não sei se me expliquei bem, o que eu digo é que ao entrares no facebook e adicionares metade dos teus amigos reais, ao procurares pela outra metade os teus amigos vão aparecer no topo dos resultados porque o FB os encontra com ligações aos teus amigos (os nodos da rede). Se tu tiveres 100 amigos com o nome Miguel aí já quererás utilizar mais do que o nome próprio para encontrar um determinado Miguel.<br />
Penso saber o que queres dizer mas não estou certo que esta analogia se possa traduzir para os SERPs.</p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/tywen-kelly-so-ha-uma-ou-a-estrategia-googleunique/comment-page-1/#comment-1949</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 16:08:49 +0000</pubDate>
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		<description>Uma boa achega: http://www.dailyblogtips.com/on-domain-names-size-and-quality-does-matter/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa achega: <a href="http://www.dailyblogtips.com/on-domain-names-size-and-quality-does-matter/" rel="nofollow">http://www.dailyblogtips.com/on-domain-names-size-and-quality-does-matter/</a></p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/tywen-kelly-so-ha-uma-ou-a-estrategia-googleunique/comment-page-1/#comment-1948</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 11:27:38 +0000</pubDate>
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		<description>António, já vi nomes bem piores que esses, mas tendo a concordar contigo sobre o disparate de escolher nomes de pessoas em função das pesquisas.

Não foi isso que Kelly fez. Nem é disso que se trata quando se fala em GoogleUnique.

&quot;Convém que o nosso nome tenha as palavras-chave da nossa actividade&quot;.

Sim: convém. Mas esse é, também, apenas uma parte da avaliação que devemos fazer para escolher um nome de empresa. Ninguém trocará um nome feliz sem as keywords da sua actividade por um nome menos feliz mas com as keywords.

Por diversos factores -- sendo um deles a saturação de keywords em cada vez mais nichos de mercado.

Um exemplo: se todas as empresas do nicho SEO têm SEO no nome, vão surgir todas nos resultados, mas eu fico a olhar para uma página com 20 empresas todas parecidas. Clico na primeira -- ou, em desespero de causa, ao acaso.

Mas se eu colocar uma nova empresa nesse nicho com um marketing efectivo e um nome Googleunique, a pessoa irá procurar pelo nome, não pela chave.

Claro que isto se o meu nome Googleunique for também bom. Não basta ser Googleunique.

Como se comprova no caso de Tywen, a notoriedade é PRÈVIA à uniqueness. Tyewn foi escolhido em função de ter significado nas culturas de origem dos pais.

Os nichos encontram-se, ou os nichos fazem-se, António? Penso que adivinho a tua resposta: ambas.

&quot;e todos os teus amigos já lá estivessem e fizesses uma busca por Miguel encontrarias os teus amigos com esse nome no topo da lista&quot;.

Pois. Se eu tiver dez miguéis como amigos, está bem. Mas se vorem 100 não é como dizes: 90 não vão estar &quot;no topo da lista&quot;, assumindo que o &quot;topo&quot; comporta 10 lugares.

Tu és aqui mais culto que eu. Sim, tb penso que a aproximação algorítmica do Google não resistirá muito tempo num universo de relações mais complexas e quando mais entidades usarem a optimização (que as aproximará demasiado umas das outras, voltando à... indiferenciação). O Facebook é um passo em frente. Outro está nos formatos legados pela Wikipedia, o Knoll e outros, onde a edição humana é maior. Tenho contudo algumas desconfianças em relação ao Facebook...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>António, já vi nomes bem piores que esses, mas tendo a concordar contigo sobre o disparate de escolher nomes de pessoas em função das pesquisas.</p>
<p>Não foi isso que Kelly fez. Nem é disso que se trata quando se fala em GoogleUnique.</p>
<p>&#8220;Convém que o nosso nome tenha as palavras-chave da nossa actividade&#8221;.</p>
<p>Sim: convém. Mas esse é, também, apenas uma parte da avaliação que devemos fazer para escolher um nome de empresa. Ninguém trocará um nome feliz sem as keywords da sua actividade por um nome menos feliz mas com as keywords.</p>
<p>Por diversos factores &#8212; sendo um deles a saturação de keywords em cada vez mais nichos de mercado.</p>
<p>Um exemplo: se todas as empresas do nicho SEO têm SEO no nome, vão surgir todas nos resultados, mas eu fico a olhar para uma página com 20 empresas todas parecidas. Clico na primeira &#8212; ou, em desespero de causa, ao acaso.</p>
<p>Mas se eu colocar uma nova empresa nesse nicho com um marketing efectivo e um nome Googleunique, a pessoa irá procurar pelo nome, não pela chave.</p>
<p>Claro que isto se o meu nome Googleunique for também bom. Não basta ser Googleunique.</p>
<p>Como se comprova no caso de Tywen, a notoriedade é PRÈVIA à uniqueness. Tyewn foi escolhido em função de ter significado nas culturas de origem dos pais.</p>
<p>Os nichos encontram-se, ou os nichos fazem-se, António? Penso que adivinho a tua resposta: ambas.</p>
<p>&#8220;e todos os teus amigos já lá estivessem e fizesses uma busca por Miguel encontrarias os teus amigos com esse nome no topo da lista&#8221;.</p>
<p>Pois. Se eu tiver dez miguéis como amigos, está bem. Mas se vorem 100 não é como dizes: 90 não vão estar &#8220;no topo da lista&#8221;, assumindo que o &#8220;topo&#8221; comporta 10 lugares.</p>
<p>Tu és aqui mais culto que eu. Sim, tb penso que a aproximação algorítmica do Google não resistirá muito tempo num universo de relações mais complexas e quando mais entidades usarem a optimização (que as aproximará demasiado umas das outras, voltando à&#8230; indiferenciação). O Facebook é um passo em frente. Outro está nos formatos legados pela Wikipedia, o Knoll e outros, onde a edição humana é maior. Tenho contudo algumas desconfianças em relação ao Facebook&#8230;</p>
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		<title>Por: António</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/tywen-kelly-so-ha-uma-ou-a-estrategia-googleunique/comment-page-1/#comment-1947</link>
		<dc:creator>António</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 10:06:32 +0000</pubDate>
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		<description>Talvez seja eu que não tenha bebido a minha poção mágica &quot;Google&quot; esta manhã mas escolher o nome dos putos por causa dos resultados do Google é quase tão imbecil como chamar-lhe &quot;&lt;a href=&quot;http://www.ananova.com/news/story/sm_2940911.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Stallion and Cinderella Beauty Blossom&lt;/a&gt;&quot;. Ok, ainda há uma distância a separá-los, mas...

 Percebo a comparação com o nome das empresas mas ainda assim discordo. O ideal é escolher um nome com que se possa ombrear com a concorrência do nosso nível. Se eu criasse um serviço para listar as empresas online de cariz local não lhe iria chamar &quot;paginas quase amarelas&quot;. Mas também não serve de nada ciar um nome novo &quot;Superbueamarelas&quot;  porque ninguém vai procurar por esse nome - convém que o nosso nome tenha as palavras chave da nossa actividade. A gestão da reputação nos SERP não é tudo, aliás é apenas uma parte. Encontrar um nicho é a chave.

Voltando aos nomes únicos, eu acredito que caminhamos para um mundo em que o nome é apenas uma das keywords que utilizaremos para googlar alguém. Outra solução será a do FaceBook que estuda os nodos.
Se entrasses no facebook amanhã e todos os teus amigos já lá estivessem e fizesses uma busca por Miguel encontrarias os teus amigos com esse nome no topo da lista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez seja eu que não tenha bebido a minha poção mágica &#8220;Google&#8221; esta manhã mas escolher o nome dos putos por causa dos resultados do Google é quase tão imbecil como chamar-lhe &#8220;<a href="http://www.ananova.com/news/story/sm_2940911.html" rel="nofollow">Stallion and Cinderella Beauty Blossom</a>&#8220;. Ok, ainda há uma distância a separá-los, mas&#8230;</p>
<p> Percebo a comparação com o nome das empresas mas ainda assim discordo. O ideal é escolher um nome com que se possa ombrear com a concorrência do nosso nível. Se eu criasse um serviço para listar as empresas online de cariz local não lhe iria chamar &#8220;paginas quase amarelas&#8221;. Mas também não serve de nada ciar um nome novo &#8220;Superbueamarelas&#8221;  porque ninguém vai procurar por esse nome &#8211; convém que o nosso nome tenha as palavras chave da nossa actividade. A gestão da reputação nos SERP não é tudo, aliás é apenas uma parte. Encontrar um nicho é a chave.</p>
<p>Voltando aos nomes únicos, eu acredito que caminhamos para um mundo em que o nome é apenas uma das keywords que utilizaremos para googlar alguém. Outra solução será a do FaceBook que estuda os nodos.<br />
Se entrasses no facebook amanhã e todos os teus amigos já lá estivessem e fizesses uma busca por Miguel encontrarias os teus amigos com esse nome no topo da lista.</p>
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