A Google e o outro lado (o preocupante) do SEO

Tenho referido ocasionalmente (preparo um post mais denso para um dia destes) que a dependência da Google, nalguns blogues muito grande, não é boa. Há o outro lado, o preocupante, do SEO, de trabalhar para os motores de pesquisa.
Um post do António Dias há pouco no Marketing de busca, Tráfico defensivo, ilustra de forma preciosa um dos perigos dessa dependência. Cito (negrito meu):

Para o webmaster do site esta inovação do Google deve ter sido um dos seus piores pesadelos: de um momento para o outro uma percentagem relevante dos seus cliques desapareceram. Isto acontece porque estes sites foram sobretudo criados para satisfazer os resultados de busca; ie, criados para o Google. E estão por isso sujeitos aos caprichos do Google: sempre que o Google veja utilidade e valor em desintermediá-los, fá-lo-á.

Leiam o artigo, que é curto e bem fácil. E se tiverem experiências, partilhem-nas lá: estarei atento à conversa, pois em breve publicarei algo sobre a minha própria experiência com o Google e como quase dupliquei a minha audiência SEM USAR SEO.
(Para os críticos apressados: não estou a defender que não se faça optimização, bem pelo contrário, sou adepto dela, apenas estou a conversar sobre isso, nunca fui do género amén.)

Debate

Ainda sem opiniões no artigo “A Google e o outro lado (o preocupante) do SEO”

    1 Eduardo Maio em 15 Abr 08 21:59

    Tráfico defensivo? Será por causa das rusgas recentes?

    2 António em 16 Abr 08 07:22

    :lol: Ia pulverizando o monitor com café ao ler o comentário do Eduardo. Tráfego, claro.

    Abraço.

    3 Certamente! media: República Democrática da Google em 16 Abr 08 09:19

    [...] vem na sequência do artigo de ontem, a Google e o outro lado (o preocupante) do SEO, onde se avisa para um facto repetidamente ignorado: sempre que o Google veja utilidade e valor em [...]

    4 André em 18 Abr 08 01:31

    Para alguns será ingenuidade, mas na construção de algo de valor, da tal componente de “being remarkable” em que o Godin está sempre a martelar, o conteúdo será sempre o mais relevante (obviamente concebido de forma inteligente e sabendo como funciona um motor de busca).

    Mesmo quando o Aaron Wall diz “But if you think that you will win just by content quality it is simply untrue. You have to build a brand and/or social relationships in your marketplace such that people appreciate what you have to say”, o próprio processo de construção de uma marca passa pela criação de conteúdo de qualidade, e a componente das relações sociais também. Um conteúdo bem estruturado é um conteúdo de qualidade, uma página frequentemente actualizada idem.

    E na componente das relações sociais, etc, tem de se oferecer algo de relevante às pessoas, se se vai deixar comentários num blog, esse comentário tem de ser relevante para o blog em questão, idem para diggs, stumbleupon, etc etc. Até aqui existe criação de conteúdo de qualidade dirigido para o contexto. O que significa que fazer atalhos, spam, e utilizar a subversão e o “sacríficio” da ideia ào algoritmo (no momento) do google, não me parece ser uma boa ideia.

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