É a API, estúpido
Numa reunião na semana num importante grupo de comunicação social português falei (entre outras coisas) da disponibilização do noticiário livremente através de uma API. Foi o meu pior momento da sessão: julgo que alguns dos presentes me acharam febril, em delírio, ou pelo menos que não dizia coisa com coisa.
Hoje leio no Mashable que a Reuters abriu o seu fluxo noticioso através de uma API.
Fico satisfeito por confirmar que não, não estou doente. Bem pelo contrário, respiro saúde.
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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[ Caro Diogo, o seu comentário foi apagado. Penso que compreenderá a razão: era um comentário de grande interesse, posso admitir, mas não estava de todo em todo relacionado com este artigo, nem mesmo com um grande esforço para tentar encontrar uma ligação.]
Em Portugal as coisas são diferentes, veja-se o caso das APIs do SAPO: lançadas há mais de 10 meses e que projectos existem?
Um bom exemplo de uma empresa portuguesa que disponibilizou os seus conteúdos por uma API e até agora sem retorno.
Tiago, a API do Sapo é sem dúvida uma pedrada no charco. Mas leu as limitações do seu uso? Como mashupar algo cujos direitos pertencem à PT?
Além de que o Sapo fornece serviços, não fornece conteúdos.
Dou-lhe razão num ponto: as coisas são diferentes. Os “geeks” portugueses conversam entre si em Inglês e não fazem projectos: teorizam sobre eles.
Mas já agora: o Sapo não promoveu publicamente a sua API, fê-lo apenas em circuito fechado, no Codebits.
Boa Paulo, keep your mind up!