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	<title>Comentários em: i num instante nada mudou</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Por: J. Gama</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3595</link>
		<dc:creator>J. Gama</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 00:38:47 +0000</pubDate>
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		<description>iii, meninos! que nervalheira... Vá lá, izinhos, não se amofinem. Dentro de três meses, o tio APCT tratará de confirmar o vosso valor. Os vossos chefinhos, bem remunerados e já habituados a pirilampar de jornal em revista, de gabinete de comunicação em agência da dita, vão à vidinha e vocês, pequerruchos, a contar os 450 euritos no bolso não se amofinem: façam como nos idos de 70 do século passado, ou seja, aprendam pela negativa. A sério! Aprendam aí como não se deve fazer jornalismo. É muito positivo.
Tenham calma. Só faltam mais dois meses para sair o APCT. Animem-se e ofendam-se muito. Insultem o senhor PQ. E depois mandem os currículos para jornais mais encorpados como o Expresso, o DN, o Público, A Bola, o Independente (gaita, já fechou!), a Kapa (bolas, outra...), o Metro (vai fechar...), a Grande Reportagem (outra...).
Olhem, passem despercebidos, nos blogues, claro. É melhor. É que nas bancas já estão a passar ao lado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>iii, meninos! que nervalheira&#8230; Vá lá, izinhos, não se amofinem. Dentro de três meses, o tio APCT tratará de confirmar o vosso valor. Os vossos chefinhos, bem remunerados e já habituados a pirilampar de jornal em revista, de gabinete de comunicação em agência da dita, vão à vidinha e vocês, pequerruchos, a contar os 450 euritos no bolso não se amofinem: façam como nos idos de 70 do século passado, ou seja, aprendam pela negativa. A sério! Aprendam aí como não se deve fazer jornalismo. É muito positivo.<br />
Tenham calma. Só faltam mais dois meses para sair o APCT. Animem-se e ofendam-se muito. Insultem o senhor PQ. E depois mandem os currículos para jornais mais encorpados como o Expresso, o DN, o Público, A Bola, o Independente (gaita, já fechou!), a Kapa (bolas, outra&#8230;), o Metro (vai fechar&#8230;), a Grande Reportagem (outra&#8230;).<br />
Olhem, passem despercebidos, nos blogues, claro. É melhor. É que nas bancas já estão a passar ao lado.</p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3594</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 02:07:34 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Luis S. Santos, os seus insultos e ataques pessoais dão-me a certeza que estou no bom caminho, no que a esse jornal diz respeito. É curioso, reparar na insistência nas reacções extremas à minha simples opinião. Deveras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Luis S. Santos, os seus insultos e ataques pessoais dão-me a certeza que estou no bom caminho, no que a esse jornal diz respeito. É curioso, reparar na insistência nas reacções extremas à minha simples opinião. Deveras.</p>
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		<title>Por: Luís S. Santos</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3593</link>
		<dc:creator>Luís S. Santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 01:48:01 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Espectro de cobertura opinativa&quot; é uma daquelas expressões que quase rebenta, de tão balofa...

Caro Paulo:
se o pretensiosimo fosse açucar, você seria um diabético extremo. Mas ao mesmo tempo admito que é admirável espreitar os seus escritos tão seguros, as suas opiniões tão convictas, as suas elucubrações sempre tão originais, distintas, únicas, singulares e, por que não dizê-lo, tão pertinentes e certeiras. Sigo-o com o mesmo fascínio com que, nos idos de 50, em criança, ia à feira ver aquelas senhoras com barbas ou aqueles gigantes emparelhados com anões. Ou seja, sigo-o com fascínio.

O Paulo, permita-me que lhe diga, deveria ser um case study na Sorbonne. O auto-intitulado guru das tecnologias, o lucky luke do twittanço, o senhor das redes sociais, o homem que tudo sabe e que sobre tudo escreve, o expert que todos critica, que todos julga, que a todos aponta. O olho clínico que também levanta, quando lhe apetece, o manto diáfano que cobre os media dos nossos dias.

O exemplo mais recente é esta análise sobre o i. Um exemplo como tantos outros. O Paulo - que o que percebe sobre jornalismo fica bem patente nos seus textos herméticos sobre tecnologia ou nas dissertações banais sobre imprensa, com que nos brinda nos jornais que o aturam - tem obviamente todo o direito à crítica. Deve exercê-la, celebrar a democracia que vivemos, gritá-la, vivê-la. Porque a crítica é boa. E os criticados devem saber conviver com ela, aceitá-la sempre, encaixá-la, digeri-la. E crescer com ela. Estou convicto de que o i o fará. Tal como espero que o façam todos os outros projectos/ideias/atitudes que o Paulo arrasa por não terem participação sua.

Por isso, caro Paulo, porque a crítica é boa, porque nos faz crescer, permita-me que lhe deixe aqui esta, em forma de pergunta: é impressão minha ou o Paulo não erra? É que esse estilo contundente com que fala das &quot;coisas dos outros&quot;, transpira essa confiança de quem é infalível. Diria, mesmo, que exala um certo aroma a divindade. Porque você não &quot;acha&quot;, &quot;defende&quot;, &quot;sugere&quot; ou &quot;considera&quot;. Você, caro Paulo, &quot;decreta&quot; coisas. Dá-lhes um carimbo de irreversibilidade que nos deixa quase sem opção a não ser colocarmo-nos do seu lado da barricada e achar que tudo o que você acha mau merece, no mínimo, o nosso nojo.

Sabe Paulo... você é grande! No fundo, assumo aqui o meu complexo de inferioridade. Eu queria ser o Paulo Querido. Queria mesmo. Queria ter as suas opiniões taxativas, sentir essa coisa de viver nesse mundo, tão acima dos outros. Ter essa perspectiva tão abrangente e ao mesmo tempo tão focada. E, já agora, gostava de ter também essa tão desmesurada falta de noção do ridículo. Porque acredito que seja muito mais fácil viver assim.

Termino com três desejos:
1) que não o tenha ofendido;
2) que não seja um daquelas pessoas que vivem mal com o que não seja bajulice;
3) que não me dê troco;

Dou particular relevo a este último, só para não maçá-lo. É que a sua resposta ficará a ecoar no vazio, porque não debitarei mais uma letra que seja por sua causa. Continuarei apenas a lê-lo. Com o fascínio de sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Espectro de cobertura opinativa&#8221; é uma daquelas expressões que quase rebenta, de tão balofa&#8230;</p>
<p>Caro Paulo:<br />
se o pretensiosimo fosse açucar, você seria um diabético extremo. Mas ao mesmo tempo admito que é admirável espreitar os seus escritos tão seguros, as suas opiniões tão convictas, as suas elucubrações sempre tão originais, distintas, únicas, singulares e, por que não dizê-lo, tão pertinentes e certeiras. Sigo-o com o mesmo fascínio com que, nos idos de 50, em criança, ia à feira ver aquelas senhoras com barbas ou aqueles gigantes emparelhados com anões. Ou seja, sigo-o com fascínio.</p>
<p>O Paulo, permita-me que lhe diga, deveria ser um case study na Sorbonne. O auto-intitulado guru das tecnologias, o lucky luke do twittanço, o senhor das redes sociais, o homem que tudo sabe e que sobre tudo escreve, o expert que todos critica, que todos julga, que a todos aponta. O olho clínico que também levanta, quando lhe apetece, o manto diáfano que cobre os media dos nossos dias.</p>
<p>O exemplo mais recente é esta análise sobre o i. Um exemplo como tantos outros. O Paulo &#8211; que o que percebe sobre jornalismo fica bem patente nos seus textos herméticos sobre tecnologia ou nas dissertações banais sobre imprensa, com que nos brinda nos jornais que o aturam &#8211; tem obviamente todo o direito à crítica. Deve exercê-la, celebrar a democracia que vivemos, gritá-la, vivê-la. Porque a crítica é boa. E os criticados devem saber conviver com ela, aceitá-la sempre, encaixá-la, digeri-la. E crescer com ela. Estou convicto de que o i o fará. Tal como espero que o façam todos os outros projectos/ideias/atitudes que o Paulo arrasa por não terem participação sua.</p>
<p>Por isso, caro Paulo, porque a crítica é boa, porque nos faz crescer, permita-me que lhe deixe aqui esta, em forma de pergunta: é impressão minha ou o Paulo não erra? É que esse estilo contundente com que fala das &#8220;coisas dos outros&#8221;, transpira essa confiança de quem é infalível. Diria, mesmo, que exala um certo aroma a divindade. Porque você não &#8220;acha&#8221;, &#8220;defende&#8221;, &#8220;sugere&#8221; ou &#8220;considera&#8221;. Você, caro Paulo, &#8220;decreta&#8221; coisas. Dá-lhes um carimbo de irreversibilidade que nos deixa quase sem opção a não ser colocarmo-nos do seu lado da barricada e achar que tudo o que você acha mau merece, no mínimo, o nosso nojo.</p>
<p>Sabe Paulo&#8230; você é grande! No fundo, assumo aqui o meu complexo de inferioridade. Eu queria ser o Paulo Querido. Queria mesmo. Queria ter as suas opiniões taxativas, sentir essa coisa de viver nesse mundo, tão acima dos outros. Ter essa perspectiva tão abrangente e ao mesmo tempo tão focada. E, já agora, gostava de ter também essa tão desmesurada falta de noção do ridículo. Porque acredito que seja muito mais fácil viver assim.</p>
<p>Termino com três desejos:<br />
1) que não o tenha ofendido;<br />
2) que não seja um daquelas pessoas que vivem mal com o que não seja bajulice;<br />
3) que não me dê troco;</p>
<p>Dou particular relevo a este último, só para não maçá-lo. É que a sua resposta ficará a ecoar no vazio, porque não debitarei mais uma letra que seja por sua causa. Continuarei apenas a lê-lo. Com o fascínio de sempre.</p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3592</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 21:56:25 +0000</pubDate>
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		<description>João Gama, obrigado. Devo, contudo, dizer duas coisas. Uma: se bem que não haja uma segunda oportunidade pra causar uma primeira boa impressão, os projectos de fôlego podem dar a volta, assim haja massa cinzenta e capacidade auto-crítica.
Outra: o antecessor deste jornal em termos de espectro de cobertura opinativa -- a direita conservadora -- aguentou-se décadas a vender 600 exemplares por dia em banca. Assim haja que passe o cheque.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Gama, obrigado. Devo, contudo, dizer duas coisas. Uma: se bem que não haja uma segunda oportunidade pra causar uma primeira boa impressão, os projectos de fôlego podem dar a volta, assim haja massa cinzenta e capacidade auto-crítica.<br />
Outra: o antecessor deste jornal em termos de espectro de cobertura opinativa &#8212; a direita conservadora &#8212; aguentou-se décadas a vender 600 exemplares por dia em banca. Assim haja que passe o cheque.</p>
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	<item>
		<title>Por: João Gama</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3591</link>
		<dc:creator>João Gama</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:09:34 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns, PQ. A resenha crítica sobre o jornal &quot;i&quot; é na &#039;mouche&#039;. Quem sabe, sabe... O jornal é mais do mesmo, mas em mau. Aliás, com um plantel daqueles é impossível fazer melhor, ou melhor: quem não sabe, inventa. A classe A, supostamente a quem se dirige o tal de &quot;i&quot; não lê jornais como o ijornal: sabe tudo em primeira mão. A classe A folheia a egoísta, o FT, a Monocle (onde o i foi copiar grotescamente os A, B e C das secções...), a Architectural Digest e por aí fora.
A imagem perfeita da ficha técnica do i vem do futebol, caro PQ: imaginemos o plantel do Benfica a jogar com as camisolas do FC Barcelona... nos 30 segundos iniciais parece bom, mas ao fim de cinco minutos, já se percebeu que é &#039;um prato cheio de m****&#039; e que não vão a lado nenhum. Como não há uma segunda oportunidade para causar uma primeira boa impressão (aliás, a impressão do i mete impressão!!), adeus... Enquanto houver detergente para a máquina de lavar, vai durar...
Abraço e continue!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, PQ. A resenha crítica sobre o jornal &#8220;i&#8221; é na &#8216;mouche&#8217;. Quem sabe, sabe&#8230; O jornal é mais do mesmo, mas em mau. Aliás, com um plantel daqueles é impossível fazer melhor, ou melhor: quem não sabe, inventa. A classe A, supostamente a quem se dirige o tal de &#8220;i&#8221; não lê jornais como o ijornal: sabe tudo em primeira mão. A classe A folheia a egoísta, o FT, a Monocle (onde o i foi copiar grotescamente os A, B e C das secções&#8230;), a Architectural Digest e por aí fora.<br />
A imagem perfeita da ficha técnica do i vem do futebol, caro PQ: imaginemos o plantel do Benfica a jogar com as camisolas do FC Barcelona&#8230; nos 30 segundos iniciais parece bom, mas ao fim de cinco minutos, já se percebeu que é &#8216;um prato cheio de m****&#8217; e que não vão a lado nenhum. Como não há uma segunda oportunidade para causar uma primeira boa impressão (aliás, a impressão do i mete impressão!!), adeus&#8230; Enquanto houver detergente para a máquina de lavar, vai durar&#8230;<br />
Abraço e continue!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: &#8220;Zoom&#8221; ao Jornal &#8220;i&#8221; &#171; Kuarta Dimensão</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3590</link>
		<dc:creator>&#8220;Zoom&#8221; ao Jornal &#8220;i&#8221; &#171; Kuarta Dimensão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 21:08:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Crítica: Certamente! [...]</description>
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	<item>
		<title>Por: &#8220;Zoom&#8221; ao Jornal &#8220;I&#8221; &#171; Jornal Ponto Alfa</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3589</link>
		<dc:creator>&#8220;Zoom&#8221; ao Jornal &#8220;I&#8221; &#171; Jornal Ponto Alfa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 21:02:19 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Crítica: Certamente!  [...]</description>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3588</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 21:29:21 +0000</pubDate>
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		<description>A. Moura Pinto, há outros que aceitam as opiniões -- desde, bem entendido, lhes sejam favoráveis.

Vítor: tb deixei uma palavra final optimista -- ah, mas essa não quiseram ler.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A. Moura Pinto, há outros que aceitam as opiniões &#8212; desde, bem entendido, lhes sejam favoráveis.</p>
<p>Vítor: tb deixei uma palavra final optimista &#8212; ah, mas essa não quiseram ler.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Moura Pinto</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3587</link>
		<dc:creator>A. Moura Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 21:20:14 +0000</pubDate>
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		<description>Comprei dois i... i foi-se. Bastou, sem haver muito por escolher nas outras letras do alfabeto. Concordo assim com o PQ, isto é, com a sua opinião que parece ser algo que outros teimam não aceitar: que se tenha opinião.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comprei dois i&#8230; i foi-se. Bastou, sem haver muito por escolher nas outras letras do alfabeto. Concordo assim com o PQ, isto é, com a sua opinião que parece ser algo que outros teimam não aceitar: que se tenha opinião.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Vítor Coelho</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/media/i-num-instante-nada-mudou/comment-page-1/#comment-3586</link>
		<dc:creator>Vítor Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 17:12:10 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo

Ae reacções das pessoas afectas ao jornal são, eventualmente, de desespero. Provavelmente já perceberam que o &quot;í&quot; não tem futuro. Pelo menos, a avaliar pela publicidade que tem tido, não irá longe ...
Mas oxalá melhore e se faça um bom jornal com pouco &quot;falajar&quot; e mais falar/ouvir/explicar/apresentar soluções.

Um abraço
 Vítor</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo</p>
<p>Ae reacções das pessoas afectas ao jornal são, eventualmente, de desespero. Provavelmente já perceberam que o &#8220;í&#8221; não tem futuro. Pelo menos, a avaliar pela publicidade que tem tido, não irá longe &#8230;<br />
Mas oxalá melhore e se faça um bom jornal com pouco &#8220;falajar&#8221; e mais falar/ouvir/explicar/apresentar soluções.</p>
<p>Um abraço<br />
 Vítor</p>
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