Jornalismo: a profissão mutante
Saiu na edição deste sábado do Público, no P2, o meu artigo Jornalismo: a profissão mutante (link volátil).
Fica abaixo uma imagem do plano. E fica a nota pessoal: escrever um dia destes um artigo sobre o futuro do papel electrónico, que só por milagre de multiplicação das rosas económicas poderá substituir o papel enquanto suporte pessoal mas talvez tenha uma hipótese como herdeiro, também, dos jornais murais, disponível na paisagem urbana seguindo os passos dos… televisores.

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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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Há já uns tempos tinha escrito aqui um comentário a dizer que andava (mais ou menos) cordenado com o Paulo (o que é muita pretensão minha, mas às vezes também é preciso). Volto a colocar aqui a nossa (pretensa) coordenação.
Escrevi para este sábado, no meu blog, um artigo que penso enquadrar-se no titulo da profissão mutante, mas que não fala do suporte das noticias e sim das várias caras que um jornalista precisa assumir para conseguir escrever a sua noticia e pergunto se o destino final (ou suposto, porque agora uma noticia será inevitalvemente aproveitada para os mais variados suportes) não influenciará a forma da mesma.
Claro que é uma pergunta académica, eu já tenho a minha opinião, mas como alguém disse: “morrer pelos meus principios? claro que não. Afinal até posso estar errado!”.