Não arranhámos, sequer, a superfície das receitas de publicidade online
Ironically, of course, those jobs will vanish anyway. As I wrote in June, I think the newspaper-company ships are doomed to sink, and individual journalists will have to find their own individual lifeboats and routes to shore. The sooner they start, the better“.
E também:
“ELSEWHERE: Mark Potts thinks “Newspapers haven’t even scratched the surface on potential online advertising revenue” and an exclusively online operation could rake in more money. I don’t know; I’ve been there, done that, and it’s not so easy. Alan Mutter says the magic multiple is 3 – newspapers would have to triple their current online revenue to break even“. Jornalistas e interessados, lede pela vossa saúde este artigo de Scott Rosenberg.
Acções
Guardar/partilhar:
Facebook
Twitter
delicious.com
DoMelhor
Assinar publicação:
feed RSS
e-mail diário
newsletter semanal
Tweets
Debate
2 opiniões no artigo “Não arranhámos, sequer, a superfície das receitas de publicidade online”
Deixe a sua opinião
Textos mais recentes
- A “culpa” não é do Twitter em 14 de Maio de 2009
- Jornais portugueses online: a década perdida em 11 de Maio de 2009
- i num instante nada mudou em 8 de Maio de 2009
- Diário i: a capa do primeiro número em 7 de Maio de 2009
- Fases pandémicas: o que significa passar de 3 para 4 em 29 de Abril de 2009
- Gripe suína: Afinal só há 7 mortes confirmadas em 29 de Abril de 2009
- O efeito Domino em 28 de Abril de 2009
- Os números da gripe suína em 28 de Abril de 2009
- Newsmap sobre a gripe suína (também no seu blog) em 27 de Abril de 2009
- Còmhla em 24 de Abril de 2009






Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou jornalista free lance, escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
Siga o feed RSS

[...] este texto de Scott Rosenberg reproduzido pelo Paulo Querido e comparo-o com o que li à hora do almoço no Jornal de Notícias e cada vez mais me parece que o [...]
[...] e os malabaristas dos números. Só há um mercado a crescer. E um mercado cujo potencial está LONGE de ser bem mungido por essas máquinas profissionais de embalar anúncios conhecidas por mainstream [...]