O romance com os jornais
“E o declínio dos jornais começa há 80 anos com o aparecimento da rádio” — gosto desta frase, é reveladora do state of the art dos críticos que repetem a ladaínha do fim do papel. É precisamente o mesmo que eu escrever: “o meu declínio começou há 42 anos quando fui para a escola primária”.
Que a pitada de ironia não confunda os meus leitores: acho muito interessante o artigo de Alexandre Gamela em O Lago: o nosso romance com os jornais. Recomendo vivamente a leitura.
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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E o declinio da rádio comecou com a TV ; e o declinio da TV começou com a Net : e o declinio da Net começará com ? ainda não sei , mas começará. É defeito do ser humano pensar que a era em que vive é a mais perfeita. Mas não è. Há que aproveitar , mais nada. E a história que conta , no post acima ,é gira. Mas não no sentido que lhe dá. Noutro. Este : o que não nos mata , faz-nos crescer.
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[...] “Isto significa que a imprensa está condenada?A médio prazo diria que sim, mas também a médio prazo estaremos todos mortos. Essa questão não interessa nada.” (Ver C!) [...]