Se Almada Negreiros escrevesse hoje o seu Manifesto Anti-Dantas, tudo seria diferente.
Eis uma hipótese (não se preocupe, não vai levar com a cena toda):
Basta pum basta!!!
Uma equipa que consente deixar-se representar por um Queirós é uma selecção que nunca o foi. É um coio d’indigentes, d’indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!
Abaixo a geração!
Morra o Queirós, morra! Pim!
Uma geração com um Queirós a cavalo é um burro impotente!
Uma geração com um Queirós ao leme é uma canoa em seco!
O Queirós é um cigano!
O Queirós é meio cigano!
O Queirós saberá técnica, saberá de formação, saberá medicina, saberá fazer ceias pra fergusons, saberá tudo menos seleccionar que é a única coisa que ele faz!
O Queirós pesca tanto de poesia que até faz sonetos com ligas de duquesas!
O Queirós é um habilidoso!
O Queirós veste-se mal!
O Queirós usa ceroulas de malha!
O Queirós especula e inocula os concubinos!
O Queirós é Queirós!
O Queirós é Carlos!
Morra o Queirós, morra! Pim!
Outra versão possível: substitua “Queirós” por “Ronaldo” e “Carlos” por “Cristiano”, no pedaço de texto acima.

Mas certamente que sim! é uma publicação de Paulo Querido, jornalista e consultor de comunicação. Também autor de livros, artigos e algum código. Na net desde 1989. (
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