Joe Henderson foi uma das minhas primeiras referências jazzísticas lá pelos meus 17 ou 18 anos, quando larguei a chupeta do rock and roll e comecei a ouvir música de faca e garfo, como os melómanos crescidos.
Este “Once I loved” não lhe faz inteira justiça, nem a ele nem à minha paixão pelo swing e pelas formas seguintes do jazz — é um pouco doce, adequado às idades mais avançadas, dele e minha, pois. Joe Henderson tocou com Bill Evans — um dia destes faço uma incursão por um dos mais notáveis pianistas do século passado, um músico para além das etiquetas e gavetas.
Mas o que queria agora era encontrar um gajo cujo nome não me ocorre e foi, com o seu funk jazz com lugar para vocalizações, um percursor (ou um evolucionário paralelo) do movimento que mais dinheiro deu as editoras nos anos 70/80 — adivinharam, o execrável disco-sound. Que tem respeitáveis irmãos mais velhos. Se encontrarem, avisem.
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(Assento, em comboio, só dentro das carruagens. Boa. Obrigado, irmã. Corrigido.)

Mas certamente que sim! é uma publicação de Paulo Querido, jornalista e consultor de comunicação. Também autor de livros, artigos e algum código. Na net desde 1989. (
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