Problemas de finalização
Ao terceiro jogo, já se descortinou o que trouxe Carlos Queirós à selecção. Tal como sucedeu com a sua geração de ouro, jogamos fantabulasticamente, temos um meio campo que domina e dá espectáculo e temos a frase “a bola não chega a Hugo Almeida”.
Preparem-se. Vamos ouvir muitas vezes a frase “e a bola não chega a Hugo Almeida”.
Além dos problemas de finalização, também já se percebeu quem é o Ricardo de Queirós. Queirós, o treinador com que “tudo vai ser diferente” e com quem “a selecção vai voltar a estar no topo” (sic).
Queirós, que se compreende agora porque veio: ele acha que o país lhe deve o cargo. É ouvi-lo.
Data: 10 Set 08 22:33 Editor: Paulo Querido Arquivo: pessoal Tags: Carlos Queirós
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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A verdade é que se não fossem aqueles 8 minutos inacreditáveis, nenhum de nós estaria a falar assim de barriga cheia. Agora, claro, é fácil. Inacreditável também, foi o facto de não termos enfiado a bola lá para dentro pelo menos mais meia dúzia de vezes, diga-se em abono da verdade..
Foram azares a mais… -mesmo-. Raro no futebol, creio.
Cumps
Concordo com a generalidade. A equipa continua a jogar razoavelmente mal, à custa de rasgos individuais (deco, sobretudo). A finalização parece que continua deixada de lado nos treinos, e os lugares marcados podem ser menos mas ainda os há (nuno gomes?).
Enfim, mais uma vitória moral, a caminho do mundial!
lol *Concordo na generalidade com o artigo*. Era o que eu queria dizer. Sorry repost.
Sorte & azar é o discurso adequado para a mentalidade mediterrânica portuguesa…
Queiroz com expressões de desalento minutos antes de sofrer os três golos (estrebuchou contra o poste do abrigo antes de se sentar).
Vai ser muito difícil para Carlos Queiroz de ganhar algo com Portugal.
Queiroz deixou um sistema e maneira de viver britânica para vir viver e trabalhar com um sistema MEDITERRÂNICO que é Portugal !!!
Nani é o único que tem verdadeiramente garra nesta selecção e Joãos Chochinhos (Moutinho) não têm altura suficiente para jogar futebol. Ricardo & Quim é a mesma nulidade…
Não compreendo como é em Portugal que deixam jogar futebol indivíduos com estaturas de 1,5 m !? como é que querem ganhar a dinamarqueses alemães etc com chochinhos minorcas???
Maradona era pequeno, Roberto Carlos idem, Romário idem, Ribéry idem e podemos enunciar mais alguns. Dos nomes atrás citados, Moutinho nem sequer é o mais baixo. Pergunta: todos eles não são/foram jogadores cotados?
O futebol é dos desportos onde a morfologia e as características física dos atletas é menos importante — ao que não é alheio tratar-se de um jogo colectivo. Mas não só por isso.
No entanto, é claro que em igualdade de circunstâncias técnico-táticas, qq pessoa mete o gajo mais alto na defesa e no ataque. No miolo não interessa tanto.
A mestria cxonsiste em adequar as táticas aos perfis do adversário.
Não acho que tenha sido por aí que Queirós falhou. É só mesmo a cena da finalização. Com Ronaldo, disfarça um bocado. Mas até lá… (Que saudades do Pauleta — e nunca pensei vir a escrever isto!)
O ciclo do petróleo por Jon Stewart
Caro Diogo, por muito interessante que o seu post seja, não vejo razão alguma para ser republicado como comentário a despropósito, num artigo sobre… futebol. Razão pela qual o tirei. Como faço em regra com os comentários de propaganda.
Ao ler alguns dos comentários anteriores lembrei-me do fantástico Rui Barros…
Eu não percebo puto de futebol por isso expliquem-me la, se souberem, porque é que as equipas portuguesas têm tantas dificuldades em marcar golos?
É a coisa mais parva do mundo. É como sabermos jogar muito bem basquete mas não acertarmos no cesto ou jogarmos muito bem golfe mas falharmos sempre a tacadinha que mete a bola no buraco.
“O futebol é dos desportos onde a morfologia e as características física dos atletas é menos importante — ao que não é alheio tratar-se de um jogo colectivo”.
Seguindo a mesma lógica de argumentação sem qualquer tipo de sustentação na realidade daquilo que pretensamente se analisa, também se pode escrever o seguinte:
O Mas Certamente Que Sim! é dos blogues onde a inteligência e a noção de ridículo é menos importante – ao que não é alheio tratar-se de um blog umbiguista.