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	<title>Comentários em: A falsa modernidade e a falsa mudança</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Por: Gon&#231;alo Ribeiro</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-835</link>
		<dc:creator>Gon&#231;alo Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 20:14:06 +0000</pubDate>
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		<description>Mudan&#231;a &#233; ter um projecto, mudan&#231;a &#233; n&#227;o termos um politico &#224; frente do pa&#237;s mas sim um homem trabalhador.
Para que possa mudar a sua opini&#227;o, veja a quantidade de politicos que nunca trabalhou na vida, mas sempre viveu da politica. Como jovem economista n&#227;o quero acreditar que j&#225; existe um mercado para politicos, mas observando a realidade portuguesa come&#231;o a sentir-me desiludido.
O Dr. Pedro Passos Coelho, passou pela politica como depotado, abandonando-a para procurar um trabalho como gestor e optou por abdicar da reforma como parlamentar.
Sinceramente acredito que s&#243; um economista como Primeiro Ministro pode mudar Portugal.
Concluindo, espero um dia poder presenciar o fim da subsidio dependencia portuguesa pelas m&#227;o do Dr. Pedro Passos Coelho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mudan&ccedil;a &eacute; ter um projecto, mudan&ccedil;a &eacute; n&atilde;o termos um politico &agrave; frente do pa&iacute;s mas sim um homem trabalhador.<br />
Para que possa mudar a sua opini&atilde;o, veja a quantidade de politicos que nunca trabalhou na vida, mas sempre viveu da politica. Como jovem economista n&atilde;o quero acreditar que j&aacute; existe um mercado para politicos, mas observando a realidade portuguesa come&ccedil;o a sentir-me desiludido.<br />
O Dr. Pedro Passos Coelho, passou pela politica como depotado, abandonando-a para procurar um trabalho como gestor e optou por abdicar da reforma como parlamentar.<br />
Sinceramente acredito que s&oacute; um economista como Primeiro Ministro pode mudar Portugal.<br />
Concluindo, espero um dia poder presenciar o fim da subsidio dependencia portuguesa pelas m&atilde;o do Dr. Pedro Passos Coelho.</p>
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		<title>Por: Certamente! política: Quem foi ao mar perdeu o lugar</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-834</link>
		<dc:creator>Certamente! política: Quem foi ao mar perdeu o lugar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 08:18:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] leitor Nuno Pedrosa questionou a importância que (aos olhos dele) eu darei à web 2.0, num debate interessante que partiu da invisibilidade de Pedro Passos Coelho na Internet, seja na web 1.0 como na web 2.0, [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] leitor Nuno Pedrosa questionou a importância que (aos olhos dele) eu darei à web 2.0, num debate interessante que partiu da invisibilidade de Pedro Passos Coelho na Internet, seja na web 1.0 como na web 2.0, [...]</p>
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		<title>Por: Social Media na Política &#171; Dissonância Cognitiva</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-833</link>
		<dc:creator>Social Media na Política &#171; Dissonância Cognitiva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 12:17:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] logo por duas vezes, a questão do uso dos social media por parte de políticos. Primeiro num post acerca da presença na web, ou falta dela, do candidato à presidência do PSD Pedro Passos Coelho, e num outro acerca das primárias [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] logo por duas vezes, a questão do uso dos social media por parte de políticos. Primeiro num post acerca da presença na web, ou falta dela, do candidato à presidência do PSD Pedro Passos Coelho, e num outro acerca das primárias [...]</p>
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		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-832</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 17:28:38 +0000</pubDate>
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		<description>Nuno Pedrosa, obrigado pelo tom cordado e pelo comentário. Vou responder em sínteses porque me apanhou de saída.

&quot;A Web em Portugal ainda não é de massas&quot; -- não sei onde foi buscar essa ideia. É muito mais acertado escrever: os jornais em Portugal ainda não são de massas, uma vez que há muito menos leitores de jornais do que utilizadores da web. E no entanto aposto que não lhe passaria pela cabeça escrever tal coisa.
Sou crítico das estatísticas que temos, mas ainda assim elas dão-nos um correcto dimensionamento do assunto: A quantidade de frequentadores da web andará por 1/5 da população total.
A avaliar pela quantidade de blogues, perfis e dados avulsos, eu aponto para milhão e meio de web-dois-ponto-zeroers por cá.

Se isto não são as massas, onde é que estão as massas? ;)

&quot;excesso de relevância, no imediato, a este meio, chegando ao ponto de considerar que o PPC não é realmente mudança ou é um falsa modernidade apenas porque não está devidamente representado na 2.0&quot;

É evidentemente uma forma simplista de colocar o assunto. Nem eu apresentei o assunto como um estudo profundo. Pelo contrário. É um artigo de blogue, os meus two cents para a conversa do dia, uma perspectiva. A avaliar pelo valor dos comentários, penso que foi um artigo bem conseguido: temos debatido o assunto sem grandes desvios.

Simplista ou não, a perspectiva é emblemática do candidato. E corrija-me se acha que estou enganado, diga-nos com exemplos, emblemas (podem até ser simplistas como o meu), demonstrações de facto -- ou seja, tudo o que não seja simples retórica -- que PPC é um político moderno e representa uma mudança no PSD (já não digo na política nacional).

&quot;Digo apenas que isso vale o que vale. Que é facilmente ultrapassável - ainda mais hoje em dia com a Web 2.0. – e que quando chegar a altura veremos se não terá a imagem (que transmite quando fala, quando olha, no que diz e no que fez ou não fez).&quot;

Quando chegar a altura? Mas... Mas... eu julgava que o futuro é agora! :)
Momento-LOL passado, eu acho que PPC tem muito caminho para andar e espero que ele o ande em passos largos, porque a web corre muito depressa, a comunicação peer é instantânea, a formação de imagens aqui não obedece aos mesmos cânones e ritmos da comunicação intermediada. PPC (e os seus shapers de imagem) vai cometer erros de análise e de comunicação na net e quanto mais depressa os cometer, mais depressa aprenderá (aprenderão) a fazer as coisas bem feitas.
Não concordo consigo no aspecto da velocidade, isto não é assim tão facilmente ultrapassável, uma reputação online demora cada vez mais a construir e sobretudo a distribuir. Se PPC aparecer aqui a correr rodeado de marketóides a desenharem-lhe o perfil, acredite que será abatido em 2 tempos -- a rede não perdoa esse tipo de construção. Mas no resto, pois estará ao alcance dele. Eu só não percebo -- e foi isto que escrevi -- porque é que ainda está tudo por fazer. As desculpas do &quot;tem tempo&quot; e das &quot;massas&quot; não passam disso mesmo, de desculpas. Esfarrapadas.

(Nota para a classe: Obama não desencantou 25.000 followers no Twitter em duas semanas, nem sequer em 2 meses)

&quot;acho que a velocidade com que os novos paradigmas se impõem demoram mais do que os optimistas gostariam&quot;

Eheh... Eu compreendo-o... Olu Ogibe dizia-me há 12 anos que &quot;éramos&quot; uma &quot;minoria estatisticamente irrelevante&quot;, pelo que a Internet não iria mudar grande coisa na sociedade, na economia e nos media.
Ogibe enganou-se, como julgo ser hoje notório.
Aquilo a que o Nuno chama de &quot;novos paradigmas&quot; são, para mim como para algumas centenas de milhar de portugueses, instrumentos comunicacionais corriqueiros, mainstream, dia a dia -- e são-no há anos.

Não estou a &quot;condenar&quot; PPC, nem nenhum dos seus concorrentes. Não quero agora adiantar mais porque tenho um artigo a aguardar publicação em jornal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno Pedrosa, obrigado pelo tom cordado e pelo comentário. Vou responder em sínteses porque me apanhou de saída.</p>
<p>&#8220;A Web em Portugal ainda não é de massas&#8221; &#8212; não sei onde foi buscar essa ideia. É muito mais acertado escrever: os jornais em Portugal ainda não são de massas, uma vez que há muito menos leitores de jornais do que utilizadores da web. E no entanto aposto que não lhe passaria pela cabeça escrever tal coisa.<br />
Sou crítico das estatísticas que temos, mas ainda assim elas dão-nos um correcto dimensionamento do assunto: A quantidade de frequentadores da web andará por 1/5 da população total.<br />
A avaliar pela quantidade de blogues, perfis e dados avulsos, eu aponto para milhão e meio de web-dois-ponto-zeroers por cá.</p>
<p>Se isto não são as massas, onde é que estão as massas? <img src='http://cloud.querido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8220;excesso de relevância, no imediato, a este meio, chegando ao ponto de considerar que o PPC não é realmente mudança ou é um falsa modernidade apenas porque não está devidamente representado na 2.0&#8243;</p>
<p>É evidentemente uma forma simplista de colocar o assunto. Nem eu apresentei o assunto como um estudo profundo. Pelo contrário. É um artigo de blogue, os meus two cents para a conversa do dia, uma perspectiva. A avaliar pelo valor dos comentários, penso que foi um artigo bem conseguido: temos debatido o assunto sem grandes desvios.</p>
<p>Simplista ou não, a perspectiva é emblemática do candidato. E corrija-me se acha que estou enganado, diga-nos com exemplos, emblemas (podem até ser simplistas como o meu), demonstrações de facto &#8212; ou seja, tudo o que não seja simples retórica &#8212; que PPC é um político moderno e representa uma mudança no PSD (já não digo na política nacional).</p>
<p>&#8220;Digo apenas que isso vale o que vale. Que é facilmente ultrapassável &#8211; ainda mais hoje em dia com a Web 2.0. – e que quando chegar a altura veremos se não terá a imagem (que transmite quando fala, quando olha, no que diz e no que fez ou não fez).&#8221;</p>
<p>Quando chegar a altura? Mas&#8230; Mas&#8230; eu julgava que o futuro é agora! <img src='http://cloud.querido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Momento-LOL passado, eu acho que PPC tem muito caminho para andar e espero que ele o ande em passos largos, porque a web corre muito depressa, a comunicação peer é instantânea, a formação de imagens aqui não obedece aos mesmos cânones e ritmos da comunicação intermediada. PPC (e os seus shapers de imagem) vai cometer erros de análise e de comunicação na net e quanto mais depressa os cometer, mais depressa aprenderá (aprenderão) a fazer as coisas bem feitas.<br />
Não concordo consigo no aspecto da velocidade, isto não é assim tão facilmente ultrapassável, uma reputação online demora cada vez mais a construir e sobretudo a distribuir. Se PPC aparecer aqui a correr rodeado de marketóides a desenharem-lhe o perfil, acredite que será abatido em 2 tempos &#8212; a rede não perdoa esse tipo de construção. Mas no resto, pois estará ao alcance dele. Eu só não percebo &#8212; e foi isto que escrevi &#8212; porque é que ainda está tudo por fazer. As desculpas do &#8220;tem tempo&#8221; e das &#8220;massas&#8221; não passam disso mesmo, de desculpas. Esfarrapadas.</p>
<p>(Nota para a classe: Obama não desencantou 25.000 followers no Twitter em duas semanas, nem sequer em 2 meses)</p>
<p>&#8220;acho que a velocidade com que os novos paradigmas se impõem demoram mais do que os optimistas gostariam&#8221;</p>
<p>Eheh&#8230; Eu compreendo-o&#8230; Olu Ogibe dizia-me há 12 anos que &#8220;éramos&#8221; uma &#8220;minoria estatisticamente irrelevante&#8221;, pelo que a Internet não iria mudar grande coisa na sociedade, na economia e nos media.<br />
Ogibe enganou-se, como julgo ser hoje notório.<br />
Aquilo a que o Nuno chama de &#8220;novos paradigmas&#8221; são, para mim como para algumas centenas de milhar de portugueses, instrumentos comunicacionais corriqueiros, mainstream, dia a dia &#8212; e são-no há anos.</p>
<p>Não estou a &#8220;condenar&#8221; PPC, nem nenhum dos seus concorrentes. Não quero agora adiantar mais porque tenho um artigo a aguardar publicação em jornal.</p>
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		<title>Por: Nuno Pedrosa</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-831</link>
		<dc:creator>Nuno Pedrosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 16:59:32 +0000</pubDate>
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		<description>A Política é fundamentalmente de massas. Seja pela televisão seja por onde for. A Web em Portugal ainda não é de massas e a minha ideia é que só será de massas daqui a algum tempo. Apenas isso. Não desvalorizo a cibercidadania, bem pelo contrário, acho que será uma das excelentes formas de renovarmos a participação democrática e o relacionamento com os cidadãos.
Parece-me, no entanto, que como entusiasta que é destes novos paradigmas atribui excesso de relevância, no imediato, a este meio, chegando ao ponto de considerar que o PPC não é realmente mudança ou é um falsa modernidade apenas porque não está devidamente representado na 2.0.
Não digo que seja inteligente da parte de PPC. Digo apenas que isso vale o que vale. Que é facilmente ultrapassável - ainda mais hoje em dia com a Web 2.0. – e que quando chegar a altura veremos se não terá a imagem (que transmite quando fala, quando olha, no que diz e no que fez ou não fez).
Os barões alcançam-se através da web (e alguns opinion makers). E através de blogs alcança-se uma elite que pensa conhecer a realidade, mas que passa pouco tempo com os eleitores. Seja no cabeleireiro seja no metro. É essa realidade que elege e dá maiorias. É essa realidade que choca os intelectuais quando coloca Salazar na frente de um &quot;concurso&quot; de televisão&quot;. É essa realidade que diz que o trabalho jornalístico vale mais ou menos de acordo com o brinde que o jornal oferece. É essa realidade que me refiro, e que demora a passar da versão 1.0 para a 2.0. E é essa realidade que ainda faz ganhar ou perder eleições. Vá ao cabeleireiro com a sua mulher e talvez fique admirado com a quantidade de miúdas que lá entram e não são as que arranjam as unhas. São as que querem o cabelo igual ao dos Morangos…Passam a vida na net e no Hi5, mas ainda vão ao cabeleireiro. E compram a Bravo. E lêm a TV Guia e depois o Correio da Manhã. Web 2.0 sim mas à Portuguesa…
Os aparelhos dos partidos todos têm Blog. Ganham as eleições dentro dos partidos quando a mobilização se fica pelo aparelho mas falham em ganhar quando as eleições se alargam para fora do partido. Ganham por email e sms mas perdem na realidade.
Não desvalorizo nada do que diz. Pelo contrário. Tenho esperança que as suas palavras, vontades e esperanças se tornem a realidade, mas termino como comecei, acho que a velocidade com que os novos paradigmas se impõem demoram mais do que os optimistas gostariam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Política é fundamentalmente de massas. Seja pela televisão seja por onde for. A Web em Portugal ainda não é de massas e a minha ideia é que só será de massas daqui a algum tempo. Apenas isso. Não desvalorizo a cibercidadania, bem pelo contrário, acho que será uma das excelentes formas de renovarmos a participação democrática e o relacionamento com os cidadãos.<br />
Parece-me, no entanto, que como entusiasta que é destes novos paradigmas atribui excesso de relevância, no imediato, a este meio, chegando ao ponto de considerar que o PPC não é realmente mudança ou é um falsa modernidade apenas porque não está devidamente representado na 2.0.<br />
Não digo que seja inteligente da parte de PPC. Digo apenas que isso vale o que vale. Que é facilmente ultrapassável &#8211; ainda mais hoje em dia com a Web 2.0. – e que quando chegar a altura veremos se não terá a imagem (que transmite quando fala, quando olha, no que diz e no que fez ou não fez).<br />
Os barões alcançam-se através da web (e alguns opinion makers). E através de blogs alcança-se uma elite que pensa conhecer a realidade, mas que passa pouco tempo com os eleitores. Seja no cabeleireiro seja no metro. É essa realidade que elege e dá maiorias. É essa realidade que choca os intelectuais quando coloca Salazar na frente de um &#8220;concurso&#8221; de televisão&#8221;. É essa realidade que diz que o trabalho jornalístico vale mais ou menos de acordo com o brinde que o jornal oferece. É essa realidade que me refiro, e que demora a passar da versão 1.0 para a 2.0. E é essa realidade que ainda faz ganhar ou perder eleições. Vá ao cabeleireiro com a sua mulher e talvez fique admirado com a quantidade de miúdas que lá entram e não são as que arranjam as unhas. São as que querem o cabelo igual ao dos Morangos…Passam a vida na net e no Hi5, mas ainda vão ao cabeleireiro. E compram a Bravo. E lêm a TV Guia e depois o Correio da Manhã. Web 2.0 sim mas à Portuguesa…<br />
Os aparelhos dos partidos todos têm Blog. Ganham as eleições dentro dos partidos quando a mobilização se fica pelo aparelho mas falham em ganhar quando as eleições se alargam para fora do partido. Ganham por email e sms mas perdem na realidade.<br />
Não desvalorizo nada do que diz. Pelo contrário. Tenho esperança que as suas palavras, vontades e esperanças se tornem a realidade, mas termino como comecei, acho que a velocidade com que os novos paradigmas se impõem demoram mais do que os optimistas gostariam.</p>
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		<title>Por: Fernando</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-830</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 15:01:48 +0000</pubDate>
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		<description>Quando alguém quer ser o rosto da mudança, tem de saber acompanhar as mudanças e isso passa por utilizar todas as plataformas de comunicação disponiveis para se promover. Pedro Passos Coelho depois da JSD passou praticamente para o anonimato, penso que fez bem, caso contrário teria já uma imagem muito desgastada...acredito que daqui a uns tempos teremos PPC por todo o lado...os gestores de imagem não brincam em serviço...e ele também não!
Na minha opinião PPC é um homem de futuro e tem toda a capacidade para inverter a tendência da abstenção...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando alguém quer ser o rosto da mudança, tem de saber acompanhar as mudanças e isso passa por utilizar todas as plataformas de comunicação disponiveis para se promover. Pedro Passos Coelho depois da JSD passou praticamente para o anonimato, penso que fez bem, caso contrário teria já uma imagem muito desgastada&#8230;acredito que daqui a uns tempos teremos PPC por todo o lado&#8230;os gestores de imagem não brincam em serviço&#8230;e ele também não!<br />
Na minha opinião PPC é um homem de futuro e tem toda a capacidade para inverter a tendência da abstenção&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-829</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 14:41:47 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, o post sobre o Twitter afinal não sai hoje nem amanhã: foi desviado :)

(more on this later)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, o post sobre o Twitter afinal não sai hoje nem amanhã: foi desviado <img src='http://cloud.querido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>(more on this later)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: on</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-828</link>
		<dc:creator>on</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 14:34:03 +0000</pubDate>
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		<description>Sou uns anitos mais velho do que o PPC.
Antes de ler este artigo perguntei a mim mesmo: o que é que ele andou a fazer desde que largou a JSD? Fui à wikipedia. Nada. Outros sites: a mesma coisa. O Paulo Querido tem toda a razão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou uns anitos mais velho do que o PPC.<br />
Antes de ler este artigo perguntei a mim mesmo: o que é que ele andou a fazer desde que largou a JSD? Fui à wikipedia. Nada. Outros sites: a mesma coisa. O Paulo Querido tem toda a razão.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-827</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 11:58:02 +0000</pubDate>
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		<description>A diferença?

Alberto João Jardim acaba de aceitar o meu pedido de &quot;amizade&quot; no Facebook.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A diferença?</p>
<p>Alberto João Jardim acaba de aceitar o meu pedido de &#8220;amizade&#8221; no Facebook.</p>
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	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/a-falsa-modernidade-e-a-falsa-mudanca/comment-page-1/#comment-826</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 11:52:17 +0000</pubDate>
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		<description>Nuno, uma coisa mais: daqui por um mês o Google vomitará mais páginas SOBRE O QUE DIZEM DE Passos Coelho, continuará a não vomitar NADA DO QUE DIZ Passos Coelho. Esse é o ponto dos media sociais: conversar, participar nos debates.

Google Pedro Passos Coelho numa janela e na outra google Luís Filipe Menezes -- e perceberá em parte o que estou a tentar explicar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno, uma coisa mais: daqui por um mês o Google vomitará mais páginas SOBRE O QUE DIZEM DE Passos Coelho, continuará a não vomitar NADA DO QUE DIZ Passos Coelho. Esse é o ponto dos media sociais: conversar, participar nos debates.</p>
<p>Google Pedro Passos Coelho numa janela e na outra google Luís Filipe Menezes &#8212; e perceberá em parte o que estou a tentar explicar.</p>
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