O mais curioso, à medida que avança a guerra pela sobrevivência que alguns intermediários “culturais” estão a travar com quantas forças ainda têm, é que se definiram muiro bem os dois campos: de um lado as editoras musicais, do outro o público e os defensores dos direitos individuais.
Cadê os músicos e os artistas?
Cada vez é mais patente, aos olhos de todos, a evidência. Os “direitos” de “autor” são uma convenção sem aplicabilidade numa nova estrutura de relacionamento entre quem produz cultura e quem a consome. Aliás, quanto mais se avança mais se percebe que tais “direitos” eram somente a expressão, em leis, do direito do mais forte financeiramente a ficar com os lucros do trabalho da cadeia produtiva de valor.
Na verdade, o termo “pirataria” está a ser abusado.
(more on this later)
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