Sem saber ler nem escrever
Ou a investigação do caso Freeport anda depressa, ou adeus reeleição, next.
Só um anjinho (verdadeiro ou falso) acreditará que “isto não tem nada a ver com as eleições“, com os angélicos a justificaram a coisa por vir não “dos blogs” nem “dos jornais” mas da Justiça, ela própria. É claro que só tem a ver com as eleições. O caso Freeport sempre teve a ver com eleições — é como certos partidos, só se ouve o barulho que fazem em vésperas de eleições. Há uma relação directa observável através da simples cronologia. Mas isso é o que menos interessa.
O que mais interessa é mesmo isto: ou a coisa anda depressa, ou Sócrates fica sem espaço para respirar e…
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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O problema é que provavelmente “isto” não possa andar, nem depressa nem devagar… En casos como estes a presunção (justificada pelo histórico) é de culpa e nunca de inocência. Ou alguém terá dúvidas quanto a um parecer emitido em dois meses e assinado no último dia?
[...] ter sido a Justiça a tomar a iniciativa. Infelizmente, a história recente permite-nos duvidar. Sem saber ler nem escrever | Paulo Querido, em Certamente! Sem saber ler nem [...]
Está bem lixado…
“Só um anjinho (verdadeiro ou falso) acreditará que “isto não tem nada a ver com as eleições“, com os angélicos a justificaram a coisa por vir não “dos blogs” nem “dos jornais” mas da Justiça, ela própria.”
E da justiça inglesa, nem mais nem menos, que só pode estar a soldo da oposição.
A eterna cabala anti-PS internacionalizou-se.
É quanto basta para provar que o mundo treme perante o Querido Líder e, claramente, uma óbvia retaliação pela baixa galopante dos juros no BCE decretada em S. Bento mesmo a tempo de a poder revelar em 1ª mão aos seus estimados súbditos no discurso de Natal no ano do Sr. (eng) de 2008
O Paulo esquece-se que na segunda metade do ano passado houve desenvolvimentos novos neste caso com cartas rogatórias trocadas entre Portugal e Reino Unido que vieram revelar dados novos.
A nossa Justiça pode ser lenta mas não se rege pelo calendário eleitoral – ao contrário de certas adjudicações de obras. Dedender esse ponto é proferir acusações de má-fé e sem fundamento.
(Bom, estou a assumir que o Paulo não considere a hipótese que o longo braço da Oposição chegue às autoridades Britânicas)
É bem possível que tenha a ver com eleições. Com dois dias antes delas, concretamente.