Há dias gritei aqui a minha irritação com a péssima campanha que a Optimus levou a cabo nos media online — convertida naturalmente no reforço da minha indisponibilidade para a marca e aumento da dúvida sobre o grupo que a detém.
Hoje li o Valupi num texto rigorosamente demolidor sobre o mesmo assunto. Recomendo a leitura e ajudo a recomendação com esta passagem:
E uma marca que sai à rua para agitar bandeiras e fazer palhaçadas, que não nos larga um segundo nem nos deixa fugir do seu abraço, não consegue mais do que exibir um estado mental primário, patético e sevandija. Assistimos, na passada quarta-feira, a uma grandiosa celebração da boçalidade.
Como é que se torna possível que tantos, e tão capazes, errem tanto e se revelem tão incapazes para conhecer os tempos?
Não assisti — mas calculo. E de acordo quanto à irrelavância do emissor. Não percam de que é que a publicidade precisa?, no Aspirina B.

Mas certamente que sim! é uma publicação de Paulo Querido, jornalista e consultor de comunicação. Também autor de livros, artigos e algum código. Na net desde 1989. (
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