Bill Gates abriu finalmente os olhos anunciou sair de cena e entregar a empresa a alguém com visão de futuro: Ray Ozzie, o homem a quem compraram o Office Live, a única coisa decente em Redmond desde o Windows XP. É tempo de começar os balanços e escrutinar as verdades por detrás dos mitos construídos em torno do homem mais rico do mundo.
Mary Jo Foley fez para a rede Ziff-Davis um apanhado: Bill Gates’ Legacy: Microsoft’s Top 10 Flops (aqui a versão Microsoft Watch). Mary Jo repesca alguns consensos, cf. Top 10 worst products da c|net. Farei aqui nas próximas horas uma adaptação do artigo, já amplamente hiperligado na rede.

O Primeiro Flop: Bob
Melinda French era a manager do Bob. Foi o sua último projecto na Microsoft: depois casou com o patrão. Isto é o que fica para a história de Bob (artigo na Wikipedia), suposto user friendly interface capaz de substituir o program manager. Mas o pobre do Bob era incapaz de dar conselhos sem se baralhar todo. O seu filho Clip e, sobretudo, o cãozinho amarelo do XP são bastante mais amigos dos humanos. Que os dispensavam de todo, mas os engenheiros da Microsoft insistem. Para além de Melinda: Bob celebrizou um conceito obscuro do software, o abandonware.

Mas certamente que sim! é uma publicação de Paulo Querido, jornalista e consultor de comunicação. Também autor de livros, artigos e algum código. Na net desde 1989. (
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