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	<title>Certamente! &#187; Add new tag</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Wall•e em versão freak (muito mais interessante, naturalmente)</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 09:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o leitor está enjoado de tanto &#60;nasalar&#62;uóóóliiii&#60;/nasalar&#62;, junte-se ao clube. Encontrei um video no YouTube que vou usar aqui como paródia &#8212; bem intencionada &#8212; ao excesso de mel &#38; açúcar do mais recente Pixar. São 7:38 minutos a &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/wall%e2%80%a2e-em-versao-freak-muito-mais-interessante-naturalmente/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">S</span>e o leitor está enjoado de tanto &lt;nasalar&gt;uóóóliiii&lt;/nasalar&gt;, junte-se ao clube. Encontrei um video no YouTube que vou usar aqui como paródia &#8212; bem intencionada &#8212; ao excesso de mel &amp; açúcar do mais recente Pixar. São 7:38 minutos a ouvir uma remix de The Robots, dos Kraftwerk, e a ver os antepassados, descendentes colegas, contemporâneos, inspiradores, irmãos gémeos, parentes afastados e freaks em geral do <a href="http://disney.go.com/disneypictures/wall-e/">Wall•e</a>.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2OpcOOTi9fQ&amp;hl=en&amp;fs=1"><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/2OpcOOTi9fQ&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></object><br />
(leitores de feed e newsletters, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2OpcOOTi9fQ">este link</a>)</p>
<p>[Um gajo é capaz de passar uma tarde só a ver/ouvir as versões desta música no tubo, a maioria gravações piratas de concertos, cada concerto melhor que o anterior. PQP esta banda! We are the robots!]</p>
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		<title>Delicious remodelado</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 12:56:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Del.icio.us]]></category>
		<category><![CDATA[Social bookmarking]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/delicious-remodelado/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/novodelicious.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="novodelicious" /></a>O mais importante dos sites de social bookmarking, que é também o pioneiro deste sector, acaba de proceder a uma remodelação profunda. O Del.icio.us mudou tudo menos as funcionalidades e a capacidade de serviço, que continuam admiráveis. A mudança começa &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/delicious-remodelado/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="aligncenter size-full wp-image-847" title="novodelicious" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/novodelicious.png" alt="" width="498" height="223" /></div>
<p><span class="caps">O</span> mais importante dos <em>sites</em> de <em>social bookmarking</em>, que é também o pioneiro deste sector, acaba de proceder a uma remodelação profunda. O Del.icio.us mudou tudo menos as funcionalidades e a capacidade de serviço, que continuam admiráveis.<br />
A mudança começa logo no endereço: do muito <em>geeky</em> <a href="http://del.icio.us">del.icio.us</a> passou para um bem mais clássico <a href="http://delicious.com">delicious.com</a>. Que já vinha sendo integrado aos poucos, discretamente, no serviço, nomeadamente alojando os <em>feeds</em>. Sei como é difícil proceder a uma mudança de endereço e só vos digo que esta foi magistralmente operada. Tanto que eu, que actualmente uso a minha conta no Delicious com frequência praticamente diária, só dei por ela alguns dias depois <img src='http://pauloquerido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Para tal contribui, penso, o facto de eu usar pouco o <em>site</em> propriamente dito: como tantas e tanta pessoas, tiro grande partido do serviço mas através das extensões para o Firefox e também do RSS, que uso para, com um pouco de programação, semi-automatizar a produção dos meus <a href="http://pauloquerido.pt/tag/speedlink">speedlinks</a> no blogue pessoal e sugestões de leitura na <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?sid=ex.sections/23517">coluna web 2.0</a>, do Expresso multimedia.<br />
Onde noto maiores modificações é ao nível do <em>design</em>: o <em>site</em> foi totalmente revisto, para melhor. O anterior era, talvez, demasiado despojado na sua simplicidade branca. Tirando partido de uma boa iconografia, o actual dá mais vontade de navegar dentro das <em>bookmarks</em> da comunidade. E ainda releva algumas ferramentas que estavam semi-escondidas antes.<br />
A mudança do Delicious vinha sendo prometida há muito tempo, sendo sempre adiada. Este processo vitimou o seu fundador: <a href="http://www.crunchbase.com/person/joshua-schachter">Joshua Schachter</a> demitiu-se em meados de Junho do Yahoo! &#8212; a empresa comprara o Delicious no final de 2005, incorporando Schachter. Foi uma das primeiras aquisições da web 2.0 e até hoje continua a não se ver nenhum modelo de negócio. A menos que consideremos como um modelo de negócio a acumulação de prestígio para o Yahoo! por deter a coqueluche do <em>social bookmarking</em>.</p>
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		<title>Batman: O Cavaleiro das Trevas em dois períodos</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 00:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/batman-o-cavaleiro-negro/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/batman.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="batman" /></a>Fomos ver o último Batman, O Cavaleiro Das Trevas (The Dark Knight). É muito simples descrever o que senti. Dois períodos. Um. Dá para perceber onde gastaram eles a horrível pipa de massa que o filme custou. Foram 185 milhões &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/batman-o-cavaleiro-negro/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/batman.png" alt="" title="batman" class="alignleft size-full wp-image-850" align="left" height="104" width="112"><span class="caps">F</span>omos ver o último Batman, O Cavaleiro Das Trevas (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0468569/">The Dark Knight</a>). É muito simples descrever o que senti. Dois períodos.<br />
Um. Dá para perceber onde gastaram eles a horrível pipa de massa que o filme custou. Foram 185 milhões de dólares bem gastos.<br />
Dois. Dá para perceber porque é que a bilheteira pagou o filme nos primeiros 3 dias de exibição &#8212; com um recorde que constitui por si só um marco para o cinema do século XXI: 6,2 milhões de dólares do primeiro fim de semana vieram do <em>box office</em> do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/IMAX">Imax</a>, uma das principais armas para que a indústria do cinema resista ao assalto do P2P.<br />
Ok, uma adenda: boa parte do resultado deve-se ao infeliz Heath Ledger. A película torná-lo-á imortal. Com razão. O seu Joker faz-nos esquecer a criação original do super hiper mega ultra fabuloso actor Jack Nicholson para o primeiro Batman moderno (o de Tim Burton em 1989 com Michael Keaton a usar a mácara das orelhinhas que fez as delícias da <a href="http://amata.anaroque.com">Ana</a>). Sim, leu bem. O personagem de Nicholson é (justamente) legendário e Ledger cometeu a proeza, rara no cinema, de recriar o personagem mantendo as características essenciais mas descartando tudo o mais (e se era fácil limitar-se a homenagear os tiques de Nicholson) e construindo um Joker irrepetível que é o dele e sendo diferente do de Nicholson é igualmente um excelente, irrepreensível trabalho de representação.<br />
Também gostei mais de Christian Bale que dos anteriores esquizofrénicos alados. Rosto fechado por rosto fechado, o seu é mais expressivo que o de Keaton. E tem definitivamente mais densidade &#8212; o que, para um filme pipoca, é obra.</p>
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		<title>Que aos bancos, como o Barclays, só importam os lucros e não as pessoas, já sabemos, mas esta história é edificante</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 00:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/que-aos-bancos-como-o-barclays-so-importam-os-lucros-e-nao-as-pessoas-ja-sabemos-mas-esta-historia-e-edificante/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1a/BarclaysBank.jpg/202px-BarclaysBank.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="Barclays Bank, 2 Victoria Street, Westminster,..." title="" /></a>A mim só me surpreende que alguns dos comentadores deste assunto do Pedro Rebelo (já lá vamos) ousem pensar que os bancos existem para servir clientes. É uma falsa ideia. Os bancos existem para servir os interesses dos seus accionistas, &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/que-aos-bancos-como-o-barclays-so-importam-os-lucros-e-nao-as-pessoas-ja-sabemos-mas-esta-historia-e-edificante/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:BarclaysBank.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1a/BarclaysBank.jpg/202px-BarclaysBank.jpg" alt="Barclays Bank, 2 Victoria Street, Westminster,..." align="left"></a><span class="caps">A</span> mim só me surpreende que alguns dos comentadores deste assunto do Pedro Rebelo (já lá vamos) ousem pensar que os bancos existem para servir clientes. É uma falsa ideia. Os bancos existem para servir os interesses dos seus accionistas, interesses estes que consistem, basicamente, em rentabilizar, da melhor forma possível, os seus activos e gerir da forma mais adequada ao máximo lucro as suas especulações sobre a economia real.<br />
Dito de outro ângulo: para um banco, qualquer banco, um cliente é um <strong>meio</strong> para atingir um fim, não o fim ele próprio.<span id="more-770"></span><br />
No mundo da informação controlada, os serviços de apoio ao cliente, as agências de comunicação, a maior parte da publicidade e de um forma geral todos os envolvidos na &#8220;comunicação&#8221; de uma entidade bancária serviam o nobre objectivo de cortar nos danos de imagem, sempre que um <strong>meio</strong> era visivelmente prejudicado, ou assim se manifestava.<br />
Intervinham com mais ou menos precisão e engenho nos mecanismos de divulgação de informação e os verdadeiros artistas conseguiam mesmo virar o bico ao prego, transformando a entidade lesiva num nobre carácter que se &#8220;preocupava&#8221; com os &#8220;clientes&#8221; que &#8220;servia&#8221;, ao ponto de criar gabinetes de apoio, linhas telefónicas de atendimento, soluções de conflito, e essa coisada toda que qualquer pessoa que tenha passado pela experiência de precisar desses serviços sabe tratar-se de uma lotaria fantasiada (há quase sempre uns felizardos que ganham o dia).</p>
<h3>O significado do silêncio do Barclays</h3>
<p>É curioso verificar as respostas agora, num mundo de informação desintermediada, sem um torniquete, um funil, através do qual podiam as entidades instalar um controlador de danos. E o caso de <a href="http://www.browserd.com/">Pedro Rebelo vs Barclays</a> é um excelente laboratório. Para já, o banco pensa que está a ganhar (isto é, que tem a comunicação controlada pelos métodos do costume). O assunto não está &#8220;nos media&#8221;, está num blogue, e um blogue, ou mesmo uma pequena cadeia de <em>links</em> entre os blogues que comentam o caso, é aparentemente um minúsculo universo, uma escala microscópica e desprezível.<br />
Mas não é assim, pelo que vamos ver o que acontece a seguir. Pedro Rebelo está a pegar muito bem no assunto. Que se resume nisto: o Barclays ignora há algumas semanas os problemas que o seu negócio criou a um dos seus meios de gerar lucros, vulgo cliente. Está a fazê-lo da forma correcta, numa linguagem apropriada, com os passos bem definidos: dá os passos oficiais e depois reporta o que aconteceu, e que até agora, mais de um mês depois, se resume numa palavra reveladora do <em>modus operandi</em> do Barclays: <strong>nada</strong>.<br />
O Barclays silencioso em relação ao problema do meio prejudicado é o mesmo Barclays que, supõe o prejudicado, encomenda serviços de informação sobre os passos que ele está a dar. Isto é: avalia o que ele publica no blogue e o que se vai escrevendo na blogosfera (por enquanto pouco; o Browserd, de Pedro Rebelo, é um blogue de um nicho desgarrado, o da tecnologia, que é relativamente grande na dimensão mas onde se está na fase de <em>linkar</em> pouco, ignorar o vizinho e escrever em inglês; mas vamos ver o que acontecerá quando o assunto pegar num ou 2 blogues mais próximos daquele núcleo identificado  como &#8220;a blogosfera&#8221; pelos jornais que se dignam mencionar blogues).<br />
Como tal, também vão recensear este texto e os seus eventuais comentários, que depois serão impressos para apresentação numa reunião &#8212; isto se a coisa correr bem para a visibilidade do problema do Pedro Rebelo, porque se correr a favor do banco, chega ao <em>print</em> mas não chega à reunião.<br />
Eu compreendo o Barclays e os bancos. A intermediação da informação servia os seus propósitos, não direi às mil maravilhas (sempre houve uns jornalistas chatos), mas servia. A informação à solta é um perigo potencial, um barril de pólvora incontrolável, pode (ou não) rebentar e não se sabe o tamanho da eventual explosão.<br />
Uma maçada.</p>
<h3>Danos de imagem e links</h3>
<p>Perigo e maçada estes do qual já se pode ter um vislumbre no Google: depois de 3 links pagos e os 2 oficiais da praxe, os resultados sobre Barclays bank para Portugal já dão o problema do Pedro em 3º lugar:<br />
<a href="http://www.browserd.com/2008/07/01/o-barclays-ja-nao-e-o-que-era-reclamacao-do-servico/">O <em>Barclays</em> já não é o que era. Reclamação do serviço. | browserd.com</a>. Confirmem os resultados <a href="http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&amp;q=barclays+bank&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=cr%3DcountryPT">aqui</a> (já podem ter variado, provavelmente para cima, à medida que o caso ganha <em>links</em>).<br />
Mas sobre danos de imagem, o António Dias tem um guest post no Economia &amp; Finanças para o qual chamo a atenção (<a href="http://economiafinancas.com/2008/07/barclays-bank-servico-cliente/">Quando o cliente não é o melhor activo bancário</a>).</p>
<p><a title="Link permanente a E no entanto, ela move-se…" rel="bookmark" href="http://www.browserd.com/2008/07/23/e-no-entanto-ela-move-se/">E no entanto, ela move-se…</a><br />
<a title="Link permanente a O Barclays, o Banco de Portugal, a reclamação…" rel="bookmark" href="http://www.browserd.com/2008/07/22/o-barclays-o-banco-de-portugal-a-reclamacao/">O Barclays, o Banco de Portugal, a reclamação…</a><br />
<a title="Link permanente a Barclays, Barclays PLC, Barclays Premier… Nada!" rel="bookmark" href="http://www.browserd.com/2008/07/09/barclays-barclays-plc-barclays-premier-nada/">Barclays, Barclays PLC, Barclays Premier… Nada!</a></p>
<p><span class="zemanta-img-attribution">Imagem via <a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:BarclaysBank.jpg">Wikipedia</a></span></p>
<div class="zemanta-pixie"><a class="zemanta-pixie-a" href="http://www.zemanta.com/" title="Zemified by Zemanta"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/zemified_a.png?x-id=ce7b09c8-a5b1-45b4-9796-75da297d3251" alt="Zemanta Pixie"></a></div>
<p><!--more--></p>
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		<title>Os feeds, as estatísticas e o Google também se engana</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 08:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/os-feeds-as-estatisticas-e-o-google-tambem-se-engana/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/blasfemiasrss.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="blasfemiasrss" /></a>Bruno Amaral está a desenvolver o tema das métricas nos blogues (e na web, links abaixo). Curiosamente, há pouco saiu-me esta fava no bolo rei do Google Reader: Traduzindo: os algoritmos do Google sugeriram-me que adicionasse o feed do Blasfémias &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/os-feeds-as-estatisticas-e-o-google-tambem-se-engana/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">B</span>runo Amaral está a desenvolver o tema das métricas nos blogues (e na web, links abaixo). Curiosamente, há pouco saiu-me esta fava no bolo rei do Google Reader:</p>
<div align="center">
<img class="alignnone size-medium wp-image-761" title="blasfemiasrss" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/blasfemiasrss.png" alt="" width="480"></div>
<p>Traduzindo: os algoritmos do Google sugeriram-me que adicionasse o <em>feed</em> do Blasfémias antigo, que acabou há 6 ou 7 meses no endereço do blogspot, passando para<a href="http://blasfemias.net/"> o seu próprio <em>site</em></a>. Pior: <span id="more-760"></span>segundo o Google (e para o caso não há melhor fonte) aquele <em>feed</em> tem 127 seguidores &#8212; que continuam a sê-lo apesar da mudança e de, consequentemente, o <em>feed</em> não ser actualizado desde Janeiro.</p>
<p>O defeito estará na forma como o Google define um <em>subscriber</em>, que é a designação oficial para quem adiciona um <em>feed</em> no seu leitor? Ou estará na medição propriamente dita?<br />
Ou não há defeito?<br />
Não sei. É certo que um assinante do <em>feed</em> tem um valor especial, diferente do de um leitor web: ao contrário deste, que não é dado como certo (existem leitores fiéis, esporádicos, <em>one-timers</em>, e por aí fora), aquele <strong>manifesta uma intenção clara</strong> de leitura, de acompanhamento.<br />
Mas &#8212; como sugere o deslize do Google que desencadeou este artigo &#8212; tomar o número e leitores por RSS literalmente é prestar um mau serviço à métrica. O impulso da intenção e a facilidade e gratuitidade de adicionar é, em alguns casos (quantos?), inconsequente. Acredito que daqueles 127 leitores a maioria terá assinado logo o novo <em>feed</em> &#8212; mas estou a operar no campo da fé, ou do <em>wishful thinking</em>: na verdade, continuar com o anterior subscrito pode também  ser interpretado como sinal de descuido na gestão dos <em>feeds</em>.<br />
<a href="http://www.brunoamaral.com/post/online-ha-medidas-para-todos-os-gostos/">Online, há medidas para todos os gostos</a> é o primeiro artigo da série a que aludi, no blogue Relações Públicas, seguindo-se <a href="http://www.brunoamaral.com/post/o-segundo-nivel-de-metricas/">O segundo nível de métricas</a>. Valem a pena. E aguardo a publicação do próximo, para o qual Bruno Amaral promete discorrer sobre modelos em que <em>um blog não é avaliado individualmente, mas como parte de um contexto e tendo em conta o seu potencial de comunicação relativo a um determinado tema e objectivos</em>.<br />
Os <em>links</em> são determinantes quer para perceber o contexto, quer para avaliar o impacto de comunicação.<br />
Mas também os <em>links</em> não são tudo&#8230; Ando a explorar uma ideia e os resultados preliminares, sujeitos a confirmação, sugerem que a quantidade de <em>links</em> para notícias do Público aumentou em determinada altura &#8212; para bem do jornal em qualquer caso, mas a razão (sujeita a confirmação estatística, voltarei a isto) não se encaixaria (encaixará) num modelo que aproveita a economia dos <em>links</em> para estabelecer o valor de uma página ou conjunto. Admito que nalguns casos até possa funcionar em choque com outras avaliações, como a avaliação semântica (reacções negativas, ou iradas, podem adicionar valor, mas também podem subtrair, e já que falamos nisso, reacções bajulantes acrescentam ou subtraem valor &#8212; ou <em>neither nor</em>?).</p>
<p>A rematar: os meios conversacionais são mais sofisticados, na suas interrelações e interacções, que os meios dirigidos (rádio, jornais, televisão); logo, os sistemas métricos terão de seguir o padrão de sofisticação.<br />
Logo, o assunto fica muito interessante de seguir! Porque estamos de tal modo formatados nas métricas pão-pão, queijo-queijo que campearam no século passado, sujeitando o jornalismo, o entretenimento e a cultura a uma mesma bitola férrea, que temos algumas dificuldades agora em aceitar o novo.
<div class="zemanta-pixie"><a class="zemanta-pixie-a" href="http://www.zemanta.com/" title="Zemified by Zemanta"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/zemified_a.png?x-id=ce6dd6f6-1548-40e6-95e7-97ffdab1ccf5" alt="Zemanta Pixie"></a></div>
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		<title>Grupos de media americanos compram blogues</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 08:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/grupos-de-media-americanos-compram-blogues/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/3/3e/TechCrunch-Screenshot.png/202px-TechCrunch-Screenshot.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="TechCrunch" title="" /></a>Enquanto em Portugal os media continuam a ver na blogosfera o papão e um antro de criminalidade e perdição (nas palavras do comentador Moita Flores), os grupos de media americanos começaram a comprar blogues. Esta semana cresceram os rumores sobre &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/grupos-de-media-americanos-compram-blogues/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">E</span>nquanto em Portugal os media continuam a ver na blogosfera o papão e um antro de criminalidade e perdição (nas palavras do comentador Moita Flores), os grupos de media americanos começaram a comprar blogues. Esta semana cresceram os rumores sobre negociações entre a Time Warner AOL e o TechCrunch, com 20 a 30 milhões de dólares em cima da mesa.<br />
<img class="alignleft" style="float: left;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/3/3e/TechCrunch-Screenshot.png/202px-TechCrunch-Screenshot.png" alt="TechCrunch" align="left" /> O <a href="http://techcrunch.com">Techcrunch</a> foi fundado há apenas 3 anos por Michael Arrington, que depressa se tornou numa figura à escala global. É provavelmente o blogue mais lido em todo o mundo, tem quase 900.000 leitores por <em>feed</em> e muito mais que isso diariamente no <em>website</em>. Factura mensalmente entre 100 e 200 mil dólares em publicidade e tem já uma pequena rede de <em>sites</em> satélites, produzidos por uma equipa profissional que inclui jornalistas, contratados por Arrington assim que percebeu que tinha um bom negócio entre mãos.<br />
Os jornalistas americanos (e não só) de tecnologia e informação começam o dia com a leitura do Techcrunch, que se tornou numa referência essencial do meio.<br />
Já há algum tempo que se sabia informalmente que Arrington estava no mercado. Kara Swisher, do All Things Digital (The Wall Street Journal), <a href="http://kara.allthingsd.com/20080711/paidcontents-rafat-ali-speaks-so-heres-whos-next/">referia há dias</a> as negociações de oito semanas de Michael com a AOL &#8212; que está numa fase de engorda, com a Time Warner a querer empandeirá-la para a Microsoft ou a Yahoo!, tentando aproveitar as movimentações do mercado. Sabe-se também que Michael recusou as primeiras ofertas, mas sem fechar a porta.<br />
<img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/17/Michael_Arrington_1.jpg/202px-Michael_Arrington_1.jpg" alt="Michael Arrington" align="right" />A concretizar-se, o que parece inevitável a curto prazo, esta aquisição do Techcrunch, que continua a ser um blogue colectivo, não é sequer a primeira do ano. Em Maio o grupo <a href="http://www.condenast.com/">Condé Nast</a> (Vogue, GQ, Wired, Vanity Fair, The New Yorker) comprou a <a href="http://arstechnica.com/">Ars Tecnica</a>, uma das publicações digitais dos anos 90 que, como a bOING bOING, apanhou a tempo o comboio dos social media e incorporou a filosofia e as tecnologias dos blogues. O negócio valeu 25 milhões de dólares.<br />
E já em Julho o jornal britânico Guardian (yep, esse) comprou o blogue <a href="http://paidcontent.org">PaidContent</a>, especializado na cobertura dos negócios nos novos media. Também valeu 30 milhões mas não foi só esse blogue a integrar o pacote: o que o Guardian adquiriu foi a empresa <a href="http://www.contentnext.com/">ContentNext</a>, que tem mais três títulos bons e também organiza eventos e seminários ligados ao meio.<br />
Esta última aquisição está associada a um pormenor pitoresco: a confirmação oficial pública foi dada através do Twitter pelo editor de tecnologia do Guardian (imagem abaixo).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-705" title="paidcontent-guardian" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/paidcontent-guardian.png" alt="" width="480" height="262" align="center" /></p>
<h6>(Imagens: TechCrunch e Michael Arrington via <a href="http://wikipedia.org">Wikipedia</a>, Twitter via <a href="http://tubaraoesquilo.pt">TubarãoEsquilo</a>)</h6>
<div class="zemanta-pixie"><a class="zemanta-pixie-a" title="Zemified by Zemanta" href="http://www.zemanta.com/"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/zemified_a.png?x-id=efc44726-c6b3-4b20-90c6-7dd08470ac29" alt="Zemanta Pixie" /></a></div>
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		<title>O preço do iPhone</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto custa o iPhone &#8212; I mean, really? (leitores de feed e mail, vejam video neste link)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">Q</span>uanto custa o iPhone &#8212; I mean, really?</p>
<div style="text-align: center;"><object id="FiveminPlayer" height="355" width="425"><param name="allowfullscreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="movie" value="http://www.5min.com/Embeded/29134947/"><embed src="http://www.5min.com/Embeded/29134947/" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="355" width="425"></object></div>
<h5>(leitores de feed e mail, <a href="http://www.5min.com/Video/How-to-Get-Broke-by-Buying-an-iPhone-29134947">vejam video neste link</a>)</h5>
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		<title>Escola de Comunicação Social alcança 1/2 finais do Google Marketing challenge</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 15:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Online Marketing Challenge]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/escola-de-comunicacao-social-alcanca-12-finais-do-google-marketing-challenge/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://cache.daylife.com/imageserve/07xy0bKcPw4dP/100x150.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="GLASGOW, UNITED KINGDOM - APRIL 12: (FILE PHOT..." title="" /></a>A Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), do Instituto Politécnico de Lisboa, alcançou as meias-finais da 1ª edição do Google Online Marketing Challenge, entre 1650 equipas, de 47 países diferentes, num total de 8.500 estudantes. O Google online Marketing challenge &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/escola-de-comunicacao-social-alcanca-12-finais-do-google-marketing-challenge/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.daylife.com/imageserve/07xy0bKcPw4dP/100x150.jpg" alt="GLASGOW, UNITED KINGDOM - APRIL 12: (FILE PHOT..." align="left" /><span class="caps">A</span> Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), do Instituto Politécnico de Lisboa, alcançou as meias-finais da 1ª edição do Google Online Marketing Challenge, entre 1650 equipas, de 47 países diferentes, num total de 8.500 estudantes.<br />
O Google online Marketing challenge foi um projecto que deu a possibilidade aos estudantes universitários de terem uma experiência directa com o Marketing on-line, como parte integrada dos seus cursos.<br />
Os estudantes das equipas receberam o equivalente a 200 dólares para gastar em publicidade no Google AdwordsTM, e gerirem uma campanha de Marketing on-line para uma empresa local. Os alunos tiveram que delinear uma estratégia, executar uma campanha, avaliar os resultados e fornecer à empresa recomendações para continuar a desenvolver o seu negócio on-line.<br />
No caso da equipa da ESCS, os quatro alunos finalistas de Publicidade e Marketing, escolheram uma empresa de agenciamento de artistas e modelos de moda – a “News faces.pt”. A campanha estratégica de Marketing on-line teve um grau de eficácia excelente que posicionou a equipa na penúltima etapa do jogo, entre as 150 melhores das 1650 mundiais que concorreram.<span id="more-706"></span></p>
<p>Focalizada num público-alvo muito específico, a estratégia visou a melhoria da notoriedade do Web site com vista a uma “maior angariação de talentos, assim como potenciar a proximidade entre dois mercados geográficos, Portugal e Reino Unido”.<br />
As equipas tiveram três semanas para desenvolver uma estratégia antes de apresentarem um relatório de uma campanha internacional a um painel de professores. Um algoritmo especial do Google seleccionou ao longo do jogo e entre as formações as 150 melhores equipas participantes, com base no sucesso das suas campanhas. De entre estas, as 10 melhores foram seleccionadas para a Final.<br />
Os vencedores mundiais da 1ª edição da competição, que decorreu este ano, foram:<br />
Universidade de Western /Austrália) – vencedor mundial<br />
Universidade de Berna (Suiça) – vencedor regional da região Europa, Médio Oriente e África<br />
Universidade do Estado de Pensilvânia (EUA)   – vencedor regional Américas<br />
Escola Graduada de Gestão da Austrália – vencedor regional Ásia/ Pacífico</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-707" title="s7300674-1" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/s7300674-1.jpg" alt="" width="480" height="327" /><br />
Ana Teresa Machado, professora da equipa da ESCS, referiu: &#8220;<em>Desde o início senti que esta iniciativa tinha tudo para dar certo. Através dela foi possível a tão desejada aproximação entre academia e empresas preconizada pelas actuais politicas europeias de educação. Por outro lado foi um desafio em termos pedagógicos, integrar a ferramenta AdWords no contexto curricular de uma disciplina. Se por um lado enquanto docente assumi a liderança do processo, por outro lado deparei-me frequentemente com a situação de aprendizagem colectiva, ou seja, todos estávamos a aprender a cada dia que passava. Por fim, penso ter sido uma experiência muito gratificante, da qual me resta agradecer à equipa da Google pela iniciativa e organização excelente, às empresas que se associaram e aos meus alunos (já ex.) por se terem dedicado a este projecto</em>&#8220;.</p>
<p>Já Inês Gonçalves, responsável de Marketing da Google Portugal, afirmou: &#8220;<em>Devido à procura por parte de professores e estudantes em todo o mundo, juntámos esforços para desenvolver esta competição global que dá aos alunos universitários um teste prático de Marketing on-line enquanto realizam os seus estudos.<br />
Iniciámos com uma previsão alvo de 200 equipas e ficamos radiantes com a participação de 8.500 estudantes de 1650 equipas de 47 países. Muitas das equipas conseguiram implementar com sucesso campanhas de marketing on-line de sucesso provando que o Marketing on-line da Google tem uma de fácil utilização e grande potencial. O facto é que a maioria destas equipas foram capazes de melhorar a presença on-line de pequenas empresas locais em apenas três semanas, mostrando o quão poderosa esta ferramenta de Marketing on-line pode ser para pequenas e médias empresas em todo o mundo.</em>&#8221;</p>
<p>Este desafio foi trabalhado por:<br />
1. Professores que dividiram os alunos em grupos, que receberam vales de publicidade on-line para o Google AdWords equivalente a €135 (aproximadamente US$200).<br />
2. Os grupos escolheram empresas pequenas, com menos de 100 empregados, que tivessem Web site, mas que ainda não tivessem utilizado o Google AdWords. Cada grupo trabalhou na criação de uma conta para a campanha de Marketing on-line.<br />
3. O desafio decorreu durante três semanas. Os grupos optimizaram e redefiniram as suas campanhas e tiveram de apresentar dois relatórios da campanha: um antes de começarem e outro depois de terem terminado. Os vencedores foram escolhidos com base no sucesso das suas campanhas e na qualidade dos seus relatórios.<br />
4. De modo a englobar todos os alunos de todo o mundo, os alunos competiram durante três semanas consecutivas, entre os dias 10 de Fevereiro até 24 de Maio de 2008.<br />
5. Mais detalhes sobre a competição podem ser encontrados em <a href="http://www.google.com/onlinechallenge/index.html">http://www.google.com/onlinechallenge/index.html</a><br />
6. Cerca de 8500 estudantes, em 1650 equipas por todo mundo, representaram<br />
47 países numa das maiores competições universitárias globais de sempre.<br />
7. A competição será repetida novamente no próximo ano.</p>
<h5>(Imagens: Google via <a href="http://www.daylife.com/source/Getty_Images">Getty Images</a>, Alunos via <a href="http://www.dne.pt/">DNE</a>)</h5>
<div class="zemanta-pixie"><a class="zemanta-pixie-a" title="Zemified by Zemanta" href="http://www.zemanta.com/"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/zemified_a.png?x-id=ab20c3af-c2c4-4768-9b7e-f0676ae06786" alt="Zemanta Pixie" /></a></div>
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		<title>&quot;Derrota do PS em 2009&quot;, expressão usada pela primeira vez</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 09:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[José Sócrates]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/politica/derrota-do-ps-em-2009-expressao-usada-pela-primeira-vez/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/78/Josesocrates09082006.jpg/202px-Josesocrates09082006.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="Português:" title="" /></a>A edição de amanhã do Expresso apresenta um dossier sobre &#8220;os trabalhos de Sócrates&#8221; e a expressão &#8220;derrota do PS em 2009&#8243; é usada pela primeira vez de forma consistente, numa preocupação atribuída a &#8220;militantes do PS&#8221;. O teaser de &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/politica/derrota-do-ps-em-2009-expressao-usada-pela-primeira-vez/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/78/Josesocrates09082006.jpg/202px-Josesocrates09082006.jpg" alt="Português:" align="left" width="150"><span class="caps">A</span> edição de amanhã do Expresso apresenta um dossier sobre &#8220;os trabalhos de Sócrates&#8221; e a expressão &#8220;derrota do PS em 2009&#8243; é usada pela primeira vez de forma consistente, numa preocupação atribuída a &#8220;militantes do PS&#8221;.<br />
O <em>teaser</em> de João Garcia diz o seguinte:</p>
<blockquote><p>A pouco mais de um ano das eleições legislativas, o xadrez político português mudou. Manuela Ferreira Leite foi eleita presidente do PSD e levou a que, pela primeira vez, um Presidente da República fizesse questão de felicitar em público um líder partidário pela sua eleição; Mário Soares lançou avisos ao Governo e ao PS apelando ao regresso aos valores da esquerda socialista; Manuel Alegre juntou-se ao Bloco de Esquerda e a outras personalidades ‘gauchiste’ num comício contra o Governo.<br />
As contas que saíram furadas a José Sócrates conduzem a que os resultados prometidos no início do exercício governativo não surjam. Talvez por isso, haja a convicção de que a renovação da maioria absoluta é cada vez mais uma miragem e exista medo crescente, entre os militantes pró-governo, de que em 2009 as eleições possam marcar a derrota do PS.<br />
Pelo meio, José Sócrates teve que enfrentar a terceira moção de censura da legislatura, mais uma grande manifestação convocada pela CGTP e a greve – entretanto suspensa – dos pescadores por causa dos preços dos combustíveis.<br />
A somar aos inúmeros problemas internos, há ainda alguns factores que Sócrates tem que gerir, mas que não é capaz de controlar, ao contrário do que está habituado: a crise do subprime, o aumento do preço do petróleo ou a crise dos cereais.<br />
Como vão, José Sócrates e o PS, jogar as pedras decisivas durante o próximo ano, para chegar a 2009 com uma dinâmica de vitória? Que papel terá o Presidente da República? Estarão Manuel Alegre e o BE dispostos a apostar tudo numa frente de esquerda mesmo que isso implique sacrificar eleitoralmente o PS em 2009? Haverá ainda espaço para Alegre dentro do PS? São perguntas a que tentaremos responder na próxima edição do Expresso.</p></blockquote>
<p>Não tenho a certeza que as contas tenham realmente saído furadas a José Sócrates. Ou melhor: quais contas.<br />
Está ainda por confirmar se Manuela Ferreira Leite leva o PSD a constituir uma ameaça política a este governo. Não se vê muito bem como, mas a presidente do PSD tem direito ao seu estado de graça.<br />
Quanto a Manuel Alegre: o comício não foi certamente combinado com o secretário geral do PS, se o fosse revelaria algum brilhantismo da parte deste, no que toca a estratégia. Produzido na semana em que Ferreira Leite tomou conta do barco, o comício atraiu o que sobrou dos holofotes que os MSM  enviaram para a Suiça, para a cobertura do Europeu.<br />
Isto é, reduziu o espaço mediático, que é finito, para Ferreira Leite.<br />
Se eu fosse um estratega da esquerda, faria o que estivesse ao meu alcance para canalizar o eventual descontentamento popular para forças e símbolos do meu lado da bordada.<br />
Em 2009 basta a Sócrates guinar o barco ligeiramente para a esquerda &#8212; e as massas estarão lá, incluindo as descontentes, devidamente federadas.<br />
Na escala de prioridades políticas do PS, em primeiro lugar destacado deve figurar o item &#8220;evitar o crescimento do PSD a todo o custo&#8221;, em segundo lugar &#8220;reduzir ao máximo o impacto do crescimento do PSD&#8221; e só em terceiro lugar a gestão dos <em>affaires gauchistes</em>.<br />
Agora que há contas que escapam completamente ao controlo do Primeiro Ministro, há. As contas da economia.<br />
E como <strong>nem os economistas, a começar pelos presidentes dos bancos, controlam mais a economia, o exercício da governação fica ainda mais complicado</strong>. Navega-se à vista, não há outra hipótese.<br />
<strong>Chegou a hora de pagar a factura do estrondoso falhanço político dos anos 80 e 90 no capítulo da energia.</strong></p>
<div class="zemanta-pixie"><a class="zemanta-pixie-a" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/49d51185-89ec-4ccf-86f1-c7b284b42507/" title="Zemified by Zemanta"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/reblog_c.png?x-id=49d51185-89ec-4ccf-86f1-c7b284b42507" alt="Zemanta Pixie"></a></div>
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		<title>Brasil: controvérsia nas eleições municipais, entrevista com Pedro Doria</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 23:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Gabeira]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista e blogger Pedro Doria explica numa entrevista que me concedeu porque foi censurado e o que está acontecendo no Brasil nesta altura &#8212; a campanha das eleições municipais só começa no dia 5 de Julho e a pré-campanha &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/politica/brasil-controversia-nas-eleicoes-municipais-entrevista-com-pedro-doria/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">O</span> jornalista e <em>blogger</em> Pedro Doria explica numa entrevista que me concedeu porque foi censurado e o que está acontecendo no Brasil nesta altura &#8212; a campanha das eleições municipais só começa no dia 5 de Julho e a pré-campanha está agitada com as decisões dos tribunais que estão a regulamentar o acto.<br />
<a href="http://pedrodoria.com.br/2008/05/29/o-weblog-foi-censurado-pela-justica/">O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro exigiu que Doria tirasse</a> do seu blogue um pequeno <em>banner</em> em que ele pedia ao deputado <a class="zem_slink" title="Fernando Gabeira" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fernando_Gabeira">Fernando Gabeira</a> que se candidatasse &#8212; o que veio a acontecer. O TRE-RJ entende que o <em>banner</em> &#8212; que ligava o post onde Doria explica porque Gabeira se devia candidatar &#8212; é publicidade e esta só é autorizada a partir do dia 5 de Julho.<br />
Em miúdos: segundo o tribunal, um <em>banner</em> é propaganda e uma frase não.<br />
A peça é neste momento manchete da edição multimedia do <a href="http://expresso.pt">Expresso</a> e pode ser vista na <em>homepage</em> e directo aqui: <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&amp;op=view&amp;fokey=ex.stories/337193">Jornalista e blogger Pedro Doria explica porque foi censurado</a>. Virá para os arquivos de <strong><em>C!</em></strong> no dia 5. Os <em>links</em> de apoio estão, também, disponíveis no fim da peça no Expresso.<br />
Fica aqui a primeira das quatro partes em que dividi a video-entrevista, que foi realizada com o auxílio do Skype. Foi, também, a primeira vez que editei com o iMovie e as legendas não estão famosas, bem como o meu sotaque, LOL.<br />
O caso ainda vai fazer correr muito <em>bit</em>. Tal como já fiz aqui com as directas do PSD, vou acompanhar as municipais brasileiras de perto.<br />
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