@joelysandra, o Twitterherói (ou: sai 1 Big Tasty para a Alberta)

É uma história de espantar. Há os que acham engraçada e, claro, os que vêem nela (mais) um sinal do apocalipse ou, talvez pior, da decadência moral da web 2.0. Mas é uma história engraçada, própria de um domingo à tarde se quiserem.
É a história de @joelysandra, o Twitterherói, como titulou o Pedro Aniceto, que é o narrador improvisado e competente da história que se passou entre o Twitter e algumas cidades da periferia de Lisboa, culminando nos estúdios da RTP e na caneta que Alberta Marques Fernandes segurou na parte final do noticiário das 18, na RTPN.
Respigo um aperitivo, vão depois ler a história na fonte.
“Não sei onde é que a Alberta tem o computador, deve estar ali debaixo do balcão, ela vai-se safando entre os pingos de chuva do trabalho que cumpre sem desfalecimento. Gracejo. Digo-lhe que é nestas alturas que percebo a falta que me faz um televisor HD, que gostava de examinar a pantalha para lhe lobrigar um pingo de maionaise no canto da boca. Nada.
Falta-me um sinal, uma evidência a prova cabal que o diabo do Big Tasty lhe está nas mãos. Desafio-a. “Precisamos de um sinal!”, “Give us a sign!”. Peço-lhe que nos deixe ver uma ponta do papel de embrulho. Obviamente sem qualquer esperança, não a estou a imaginar a trincar cebola, pão e carne no intervalo dos off das peças que se vão sucedendo em desfile. Mas ela está lá, atenta aos Tweets, aliás como esteve sempre, interactiva, colaborante, quase desde a primeira grande explosão twitteriana que levou uma boa dose adicional de espectadores à RTPN por via desta ferramenta curiosa. “Give us a sign, Alberta!” e ela mal pode dá, diz “Então e se eu pegar na caneta?”.”

del.icio.us
DoMelhor
Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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