Why are so many people in their 20s taking so long to grow up? (mais 2 links)
Selecção de noticiário interessante de hoje:
Why are so many people in their 20s taking so long to grow up?
fonte: www.nytimes.com
This question pops up everywhere, underlying concerns about “failure to launch” and “boomerang kids.” Two new sitcoms feature grown children moving back in with their parents — “$#*! My Dad Says,” starring William Shatner as a divorced curmudgeon whose 20-something son can’t make it on his own as a blogger, and “Big Lake,” in which a financial whiz kid loses his Wall Street job and moves back home to rural Pennsylvania. A cover of The New Yorker last spring picked up on the zeitgeist: a young man hangs up his new Ph.D. in his boyhood bedroom, the cardboard box at his feet signaling his plans to move back home now that he’s officially overqualified for a job. In the doorway stand his parents, their expressions a mix of resignation, worry, annoyance and perplexity: how exactly did this happen?
The Future of Internet Search, by Esther Dyson
fonte: www.project-syndicate.org
Bill Gates uttered one of the smartest things he has ever said: “The future of search is verbs.” But he said it at a private dinner and it never spread.
To me, the meaning was clear: when people search, they aren't just looking for nouns or information; they are looking for action. They want to book a flight, reserve a table, buy a product, cure a hangover, take a class, fix a leak, resolve an argument, or occasionally find a person, for which Facebook is very handy. They mostly want to find something in order to do something.
Programas de José Hermano Saraiva disponíveis online
fonte: domelhor.net
O Movimento Internacional Lusófono vai colocar no seu site excertos de programas de José Hermano Saraiva sobre a presença de Portugal no Mundo. «O professor é uma das pessoas que mais divulgou a memória história do país e é isso que queremos divulgar», explica o dirigente do movimento, Renato Epifânio
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del.icio.us
DoMelhor
Siga o caso BPN ao pormenor e em tempo real (aqui ou no seu blog)
O caso BPN está, e vai continuar, na ordem do dia. Sejam publicados nos jornais, comentados nos blogs ou descobertos no Twitter, siga todos os pormenores em tempo real. Aqui ou, graças à widget, no seu próprio blog ou página. Caso BPN, o micro-site que projectei para o efeito, contém informação complementar, nomeadamente navegação por protagonistas. E terá algumas novidades nos próximos dias.
O animal (versão Ricardo Araújo Pereira)
Mão amiga fez-me chegar a crónica de Ricardo Araújo Pereira na Visão acerca do animal que está a devorar as sociedades do hemisfério Norte. É genial. Comprem a revista para ler na íntegra, aqui fica um aperitivo (negrito meu).
“A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.“
Cães e companhia
Revista “Cães & Companhia”, publicação dedicada aos animais de companhia, pretende admitir finalista/recém-licenciado em Comunicação Social (1º emprego) para estágio não remunerado, com a duração de um ano. O candidato deverá ser uma pessoa interessada no tema, e que após o estágio possa vir a ser integrado na equipa redactorial. Agradecemos que refira se tem (ou já teve) animais de estimação e quais.
Não. O mundo não acabou com o post-LOL do ano. O mundo acaba aqui.
(Via Ponto Media)
Orgulhosamente sós
“A crise em Portugal nada tem a ver com a crise financeira internacional” (João Miranda, no Blasfémias)
As más nacionalizações e as boas nacionalizações
Como a moeda, também temos as boas nacionalizações e as más nacionalizações. No Arrastão, Daniel Oliveira descobre as diferenças. Imperdível (ou: a crise financeira arrematada em duas frases)
Tiro no porta-aviões liberal
Sem vaselina nem paninhos quentes: o liberalismo económico é tão (ou mais) utópico como o anarquismo. Sem um papá a vir a correr salvar os meninos quando o recreio dá para o torto, ninguém quer realmente brincar ao monopólio real.
Os acontecimentos turbulentos dos últimos meses no sistema financeiro americano (que ainda condiciona o mundial, mas não por muito mais tempo) não significam o fim do capitalismo: os vigilantes estados não deixam. Mas não tenhamos dúvidas: são um tiro no porta aviões liberal que pretende convencer-nos que o mundo navega as falsas calmarias do “mercado” auto-regulado.
O falhanço do capitalismo e o retorno da política
Para onde quer que eu olhe ultimamente, vejo sinais do regresso ao Estado. Não é só nas democracias sul americanas, como a Venezuela, onde os autóctones, como Chavez — que acaba de nacionalizar um banco –, se vão vingando do que os donos do dinheiro lhes fizeram com a cobertura político-militar dos Estados Unidos.
Não é só nos países BRIC, não por acaso todos eles dirigidos por pulsos firmes (e musculados em dois casos).
No próprio coração do sistema capitalista começam a despontar, claros para quem os queira ver, sinais de reforço do papel do Estado.
Quando a economia de planificação central soçobrou todos desataram a cantar hinos ao capitalismo e ao mercado. Mas sempre permaneceu claro para mim que era absurdo acreditar que os problemas das maiorias se resolveriam por redobrarmos a defesa dos interesses das ínfimas minorias — e o tempo encarregou-se de me dar razão: LER CONTINUAÇÃO :.

Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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