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	<title>Certamente! &#187; capitalismo</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>2012: adeus, 25 de Abril; adeus, democracia; adeus, economia de consumo</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 16:56:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[25 de Abril]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[pós-consumismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/politica/2012-adeus-25-de-abril-adeus-democracia-adeus-economia-de-consumo/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://farm7.staticflickr.com/6036/6382922707_bfcbaf8ab1.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>2012 será o ano em que se acaba de vez com o que para muitos portugueses foi o sonho de uma sociedade evoluída: a mudança de regime provocada pela revolução dos capitães, conhecida pela data em que ocorreu, 25 de &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/politica/2012-adeus-25-de-abril-adeus-democracia-adeus-economia-de-consumo/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2012 será o ano em que se acaba de vez com o que para muitos portugueses foi o sonho de uma sociedade evoluída: a mudança de regime provocada pela revolução dos capitães, conhecida pela data em que ocorreu, 25 de Abril (de 1974).</p>
<p><a href="http://farm7.staticflickr.com/6036/6382922707_bfcbaf8ab1.jpg"><img alt="" src="http://farm7.staticflickr.com/6036/6382922707_bfcbaf8ab1.jpg" class="aligncenter" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A maioria da população não hesitou em sancionar nas urnas um modelo de organização social que afasta Portugal decididamente do trilho de prosperidade em que entrara por força da mudança de regime, e no qual se manteve com algum esforço e demasiada leviandade durante quase quatro décadas.</p>
<p>Um dia conheceremos melhor os meandros mediático-sociológicos que enquadraram o jogo entre forças do qual saiu esta opção pelo empobrecimento das classes que sustentaram o crescimento económico e o avanço civilizacional.</p>
<p>Não apenas em Portugal, mas também na Europa, 2012 poderá trazer-nos o início do fim da democracia &#8212; ou, no mínimo, o tomar de consciência, por parte de massas e algumas elites, de que a democracia tem vindo a perder os sinais de pureza, deixando-se contaminar, e surgindo aos olhos de maiorias cada vez maiores como uma farsa de marcações rígidas, argumento viciado e nenhum espaço para a criatividade dos intérpretes.</p>
<p>Esta noção de uma democracia levada ao extremo da representação teatral está bem patente tanto na crescente desilusão manifestada por intelectuais americanos &#8212; baseados em diversas manifestações, sendo uma das mais recentes os movimentos sociais de desiludidos, insatisfeitos e deserdados, massas cada vez maiores para as quais a sociedade americana cessou de encontrar propósito ou justificação existencial &#8212; como na &#8220;resposta&#8221; política na União Europeia à crise financeira que assola o mundo, trucidando precocemente governantes. Sintomático, despudoradamente sintomático: dois dos 27 países da UE passaram a ser governados sem a preocupação da legitimidade eleitoral. Noutros dois casos, a composição de governos que ainda foram eleitos reflete uma crescente ocupação dos cargos pelos representantes diretos das corporações de poder financeiro, substituindo a anterior forma mediada de poder que permitia a negociação com os setores menos poderosos e mais desprotegidos.</p>
<p>Sintomático, ainda, que ao longo do ano tenhamos assistido ao esvaziar da função das representações europeias eleitas para tal, dando lugar à imposição da vontade da economia mais forte.</p>
<p>Em 2012 assistiremos, creio, à aceleração do esvaziamento da economia de consumo. O empobrecimento de fatias estatisticamente significativas da população dos países onde o capitalismo já atingiu a fase madura terá como (uma das) consequência(s) um abrandamento no consumo dos bens de produção em massa. Há uma relação causa-efeito com os cada vez menores custos de produção, para no final chegarmos a um ponto em que esse cabaz de bens e serviços produz lucros insignificantes.</p>
<p>Mais acima na pirâmide os efeitos serão mais intensos: a diminuição no poder de consumo das classes médias levará a um surto de falências nos setores dos bens e serviços não essenciais &#8212; os que dão, ou davam, um contributo mais significativo para a economia privada e pública (através dos impostos) e para a noção de enriquecimento e de melhoria de condições de vida.</p>
<p>Em 2012 aprenderemos uma expressão que já começou a abrir lugar no ano passado. O pós-consumismo.</p>
<p>Em 2012 continuará o grande equívoco que impede as massas de pessoas em perda de direitos e riqueza de se oporem, resistirem ou interferirem no ciclo de empobrecimento prosseguido nos países da base, onde o problema se fez sentir primeiro. Antes conhecidas como &#8220;trabalhadores&#8221;, essas massas &#8212; que grosso modo abrangem quase toda a gente desde o lumpemproletariado (que regressou ao crescimento) aos profissionais liberais da média burguesia &#8212; não dispõem de nenhum dos dois únicos mecanismos garantidos de reivindicação do que considerem ser seu.</p>
<p>Um deles é a escassez de competências &#8212; o que se verifica é precisamente o contrário, a superabundância que baixa o preço de mercado. A quantidade de oferta de trabalho supera largamente a procura.</p>
<p>O outro mecanismo é a unidade. Ora, há muito que os organismos que permitiam consolidar a unidade e torná-la numa ferramenta política foram desarmadilhados. Em Portugal, o último dos sindicatos está a dar as últimas:  os trabalhadores da CP. Mais algumas semanas e serão vistos não como vítimas de um processo, mas como os seus executores.</p>
<p>Este tipo de organizações mostrou-se incapaz de resistir à armadilha da complexidade mediática, sendo por esta facilmente esvaziada.</p>
<p>Em 2012 o problema do pós-consumismo comneçará a tocar as economias europeias do topo. Primeiro indiretamente, mais tarde de forma direta. É com grande curiosidade que aguardo a resposta de alemães (sobretudo) e franceses à sua própria recessão económica e às danças nas colunas do deve e haver. O défice de uns países é o superavit de outros &#8212; o que significa que a dívida acabará inevitavelmente por ter de ser contabilizada como um prejuízo do lado do emprestador, arruinando o &#8220;bonito&#8221; orçamental.</p>
<p>Sem as classes médias europeia e americana a escoar a produção das fábricas alemãs, o que farão estas? As economias emergentes serão capazes de repor os milhões de consumidores que estão a ser expulsos da Grande Feira nas economias submergentes?</p>
<p>É improvável. Por uma simples razão, chamada globalização. O valor de um produto alemão já não tem um nível de incorporação do país semelhante ao do século XX. A deslocalização, por um lado, e a menor componente humana do trabalho de qualidade, por outro, contribuiram para irrelativizar a geografia. A internacionalização do capital &#8212; bem como a sua opacidade &#8212; aumentou a rivalidade entre países, sendo arma importante a benesse fiscal. As proteções legais a indústrias inteiras são estrategicamente importantes e continuarão, mas com peso cada vez menor na balança global.</p>
<p>Como exemplo figurativo, o BMW que o novo burguês brasileiro vai adquirir, só levará alguns marginais euros para a Alemanha, pois saiu de uma fábrica na China, construída com capitais asiáticos e americanos.</p>
<p>Como se pode ver, 2012 vai ser um ano interessantíssimo. Cheio de oportunidades, repleto de acontecimentos inesperados e precipitados, que cada um de nós deve aproveitar o melhor que souber e puder. A informação é um bem importante. Procure a boa informação, caro leitor, porque 2012 também nos trará um dilúvio de notícias totalmente irrelevantes, que tornarão mais difícil procurar a agulha no palheiro. E não vai ajudar nada, em Portugal como nas outras sociedades maduras, uma indústria do jornalismo desequilibrada, com uma anormal desproporção de estagiários e precários, quando a sociedade mais precisava da proporção contrária: jornalistas experientes, capacidade interpretativa e discernimento a rodos nas Redações.</p>
<p>(Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/yanfenchang/6382922707/">yanfenchang</a>)</p>
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		<title>A desigualdade de rendimentos é inimiga da economia de mercado e da sociedade de consumo</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 15:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[demografia]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Ford]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/a-desigualdade-de-rendimentos-e-inimiga-da-economia-de-mercado-e-da-sociedade-de-consumo/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/08/river.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="river" /></a>O João Caetano Dias acha que eu leio os livros errados. Acusa-me de ser um perigoso socialista &#8212; no sentido profundo, económico, do termo, não está apenas a apontar-me uma filiação partidária (que seria errada, embora tal facto fosse, para &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/a-desigualdade-de-rendimentos-e-inimiga-da-economia-de-mercado-e-da-sociedade-de-consumo/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/08/river.jpg" alt="" title="river" width="500" height="371" class="aligncenter size-full wp-image-6036" /></p>
<p>O João Caetano Dias <a href="http://twitter.com/#!/jcaetanodias/status/107793721604587520">acha</a> que eu leio os livros errados. Acusa-me de ser um perigoso socialista &#8212; no sentido profundo, económico, do termo, não está apenas a apontar-me uma filiação partidária (que seria errada, embora tal facto fosse, para ele, rigorosamente irrelevante) ou uma inclinação ideológica (seria outro equívoco deliberado).</p>
<p>Não tenho ilusões. Os neoliberais só na aparência &#8212; ou de passagem, e na medida em que der jeito &#8212; defendem a economia de mercado. O que eles defendem é a abolição da civilização ocidental e a instituição de uma sociedade desigual e que consagraria o <em>status quo</em> atual como um &#8220;vencedor&#8221; natural da &#8220;corrida&#8221;.</p>
<p>Chegámos a uma encruzilhada da história em que, ironicamente, são os críticos da economia de mercado os únicos capazes de a salvar. Capazes e interessados. A única solução para a sobrevivência da economia de mercado passa por renovar os seus métodos de redistribuição do produto gerado. Nova legislação fiscal que corresponda às necessidades da economia moderna, cada vez mais <em>capital intensive</em> e onde o trabalho perde valor por força da combinação da tecnologia com a deslocalização.</p>
<p>Não se trata tanto de mais regulação &#8212; um anátema para os neoliberais, com a capacidade de os levar ao paroxismo e à execução do equivalente às danças rituais ancestrais para afastar os espíritos &#8212; mas de melhor regulação, seja muita ou pouca. O problema dos Estados não é o seu tamanho mas sim, graças em parte às suas ineficácias, terem deixado de dar resposta à complexidade crescente da economia. E sobretudo à conjugação das Três Grandes Forças num alinhamento sem precedentes na História: demografia, globalização e tecnologia.</p>
<p>Para o João Caetano Dias, um excerto elucidativo de um livro que talvez lhe fizesse bem ler (tradução rápida e amadora):</p>
<blockquote><p>&#8220;O extremar da desigualdade de rendimentos é geralmente apresentado como um problema social ou uma questão de justiça básica. Apesar de poder ser essas duas coisas, é também &#8212; e criticamente &#8212; um problema <b>matemático</b> em termos da viabilidade do mercado de massas. Quando o poder de compra é retirado a milhares de consumidores médios para se concentrar num indivíduo rico, esse poder de compra é efetivamente esterilizado: deixa de desempenhar o vibrante papel de gerar procura de produtos e serviços. Como temos visto, em última análise isto fará secar o &#8220;rio&#8221; de poder de compra em que se baseia o mercado&#8221;.</p></blockquote>
<p>Martin Ford em <a href="http://www.amazon.com/Lights-Tunnel-Automation-Accelerating-Technology/dp/1448659817/" title="The Lights in the Tunnel: Automation, Accelerating Technology and the Economy of the Future">The Lights in the Tunnel: Automation, Accelerating Technology and the Economy of the Future</a>.</p>
<p>E ainda um &#8220;piqueno&#8221; brinde a bem das virtualidades do debate sem preconceitos, João. <a href="http://singularityhub.com/2009/12/15/martin-ford-asks-will-automation-lead-to-economic-collapse/">Aqui</a>.</p>
<p><span style="font-size:85%;">(Foto: Upper Provo River before sundown, Colorado, EUA. Autor:<a href="http://www.flickr.com/photos/owenxu/5986758980/">owenxu</a>)</span></p>
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		<title>Ao lado disto a crise financeira, a globalização, a dívida pública são irrelevantes</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 17:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/ao-lado-disto-a-crise-financeira-a-globalizacao-a-divida-publica-sao-irrelevantes/"><img align="right" hspace="5" width="100" height="100" src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/07/Infographic-1-011-150x150.jpg" class="alignright tfe wp-post-image" alt="Infographic-1-011" title="Infographic-1-011" /></a>Crise financeira? Demografia? Globalização? Mau desempenho económico? Corrupção? Dívida pública? Nada, mas mesmo nada disso é importante quando olhamos para o que realmente envenenou o modo de produção capitalista ao ponto da sua possível morte próxima: a acumulação do produto &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/ao-lado-disto-a-crise-financeira-a-globalizacao-a-divida-publica-sao-irrelevantes/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crise financeira? Demografia? Globalização? Mau desempenho económico? Corrupção? Dívida pública? Nada, mas mesmo nada disso é importante quando olhamos para o que realmente envenenou o modo de produção capitalista ao ponto da sua possível morte próxima: a acumulação do produto gerado, da riqueza, no topo da cadeia alimentar e a consequente erosão das classes médias, iludidas e enganadas no período adolescente do sistema com o acenar da &#8220;mobilidade social&#8221;.</p>
<p>Os dados dizem respeito ao crescimento do rendimento pelos vários extratos da população americana mas não temam extrapolações para os países onde o sistema capitalista chegou, como nos EUA, à maturação. Os números foram verificados pelo <a href="http://www.politifact.com/truth-o-meter/statements/2011/jul/05/united-fair-economy/liberal-group-says-family-incomes-grew-equally-pri/">insuspeito PolitiFact</a>, que classifica o argumento (e o gráfico abaixo) como <a href="http://www.politifact.com/truth-o-meter/statements/2011/jul/05/united-fair-economy/liberal-group-says-family-incomes-grew-equally-pri/">Mostly True</a>.</p>
<p><a href="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/07/Infographic-1-011.jpg"> <img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/07/Infographic-1-011-515x1024.jpg" alt="" title="Infographic-1-011" width="515" height="1024" class="aligncenter size-large wp-image-5987" /></a><br />
(Clicar no quadro para aumentar. Ver <a href="http://faireconomy.org/node/1713">original no Fair Economy</a>)</p>
<h3>O FMI, esse perigoso antro socialistóide</h3>
<p>O downgrade de Portugal pela Moody&#8217;s teve pelo menos um efeito positivo: levou o realismo a algumas pessoas que andavam, digamos, intelectualmente distraídas, e permitiu que quem critica a financeirização e os seus mecanismos não seja imediatamente apodado de louco, &#8220;socialista&#8221;, mal-intencionado, ignorante e a demais adjetivação tão colorida quanto fútil com que as mentes mais &#8220;brilhantes&#8221; dos neo-cons em fase de instalação no poder executivo e no Estado gostam de escavacar todos os que não obedecem aos seus ensinamentos e não viram a liberal luzinha.</p>
<p>Note-se por exemplo neste parágrafo:</p>
<blockquote><p>The crisis is the ultimate result, after a period of decades, of a shock to the relative bargaining powers over income of two groups of households, investors who account for 5% of the population, and whose bargaining power increases, and workers who account for 95% of the population.</p></blockquote>
<p>E neste:</p>
<blockquote><p>&#8220;The key mechanism is that investors use part of their increased income to purchase additional financial assets backed by loans to workers. By doing so, they allow workers to limit their drop in consumption following their loss of income, but the large and highly persistent rise of workers’ debt-to-income ratios generates financial fragility which eventually can lead to a financial crisis.&#8221;
</p></blockquote>
<p>Não, não é uma tradução de um artigo de Francisco Louçã. É um <a href="http://www.imf.org/external/pubs/ft/wp/2010/wp10268.pdf">paper de 2010</a> em que se aponta a crise financeira como uma feroz acentuadora das desigualdades, publicado por esse perigoso antro socialistóide que é o Fundo Monetário Internacional.</p>
<p>Todos quantos se sentem, como eu, violentamente atacados pelo nosso Presidente da República podem usar estes dados para resistir à subversiva e perigosa ideia de que os sacrifícios devem ser igualmente repartidos. Porque repartir igualmente os sacrifícios é o último degrau da escada que leva ao fim do sistema.</p>
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		<title>Maré baixa (Sérgio Godinho revisited)</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 00:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Godinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma releitura que me ocorreu depois de jantar. Vinha a trautear o Maré Alta, de Sérgio Godinho, sabe-se lá se por ter acabado de passear pelo Largo da Renovação ali em Almada, embelezado por um pequeno &#038; médio pinheiro de &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/mare-baixa-sergio-godinho-revisited/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma releitura que me ocorreu depois de jantar. Vinha a trautear o Maré Alta, de Sérgio Godinho, sabe-se lá se por ter acabado de passear pelo Largo da Renovação ali em Almada, embelezado por um pequeno &#038; médio pinheiro de Natal. Saiu-me este &#8220;Maré baixa (Sérgio Godinho revisited)&#8221;.</p>
<p>Aprende a poupar, companheiro<br />
aprende a poupar, companheiro<br />
Que o capital se está a pirar<br />
Que o capital se está a pirar<br />
Que os salários estão a fugir de ti<br />
Que a liberdade está a sair daqui<br />
Que os salários estão a fugir de ti<br />
Maré baixa<br />
Maré baixa<br />
Maré báááááixa</p>
<p>No video abaixo a letra original, interpretada pelos Cantautores. Ao menos uma vez podem chamar-me de esquerdista empedernido com justificação, carimbo e selo branco! <img src='http://pauloquerido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="549" height="437"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XTaoEb1CLOE?fs=1&amp;hl=pt_PT"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XTaoEb1CLOE?fs=1&amp;hl=pt_PT" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="549" height="437"></embed></object></p>
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		<title>O valor do trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 22:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[crise económica]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/o-valor-do-trabalho/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="/ficheiros/leituras/wt4cdc69c900295.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="O valor do trabalho" /></a>Nem mais nem ontem: Mas não se entenda, pelo descrito, que o subsídio de desemprego é um valor imenso. O problema está nos salários serem muito baixos. A progressiva desvalorização do valor do trabalho, tantas vezes incentivada pelo Estado sob &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/o-valor-do-trabalho/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem mais nem ontem: </p>
<blockquote><p>
Mas não se entenda, pelo descrito, que o subsídio de desemprego é um valor imenso. O problema está nos salários serem muito baixos.<br />
A progressiva desvalorização do valor do trabalho, tantas vezes incentivada pelo Estado sob o argumento da &#8216;livre concorrência&#8217;, está a destruir o chamado Estado Social. Em muitos casos, para trabalhadores que auferem salários inferiores a 1000,00 € (a esmagadora maioria), é muito mais compensador passar a receber o subsídio de desemprego. E viva o capitalismo!
</p></blockquote>
<div class='img'><img src='/ficheiros/leituras/wt4cdc69c900295.png' alt='' title='O valor do trabalho' /><br/></div>
<p><br/></p>
<p>Ler mais:  <a href='http://5dias.net/2010/11/11/o-valor-do-trabalho/'>O valor do trabalho</a><br/>Fonte: <img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=5dias.net'> <span style='font-size:85%; color:grey;'> 5 dias </span><br/></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Why are so many people in their 20s taking so long to grow up? (mais 2 links)</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 09:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/why-are-so-many-people-in-their-20s-taking-so-long-to-grow-up-mais-2-links/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.nytimes.com" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Selecção de noticiário interessante de hoje: Why are so many people in their 20s taking so long to grow up? fonte: www.nytimes.com This question pops up everywhere, underlying concerns about “failure to launch” and “boomerang kids.” Two new sitcoms feature &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/why-are-so-many-people-in-their-20s-taking-so-long-to-grow-up-mais-2-links/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Selecção de noticiário interessante de hoje:</p>
<p><a href='http://www.nytimes.com/2010/08/22/magazine/22Adulthood-t.html?_r=2&amp;ref=magazine'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.nytimes.com'> Why are so many people in their 20s taking so long to grow up?</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: www.nytimes.com </span><br/> This question pops up everywhere, underlying concerns about “failure to launch” and “boomerang kids.” Two new sitcoms feature grown children moving back in with their parents — “$#*! My Dad Says,” starring William Shatner as a divorced curmudgeon whose 20-something son can’t make it on his own as a blogger, and “Big Lake,” in which a financial whiz kid loses his Wall Street job and moves back home to rural Pennsylvania. A cover of The New Yorker last spring picked up on the zeitgeist: a young man hangs up his new Ph.D. in his boyhood bedroom, the cardboard box at his feet signaling his plans to move back home now that he’s officially overqualified for a job. In the doorway stand his parents, their expressions a mix of resignation, worry, annoyance and perplexity: how exactly did this happen?<br/></p>
<p><a href='http://www.project-syndicate.org/commentary/dyson23/English'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.project-syndicate.org'> The Future of Internet Search, by Esther Dyson</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: www.project-syndicate.org </span><br/> Bill Gates uttered one of the smartest things he has ever said: “The future of search is verbs.” But he said it at a private dinner and it never spread.</p>
<p> To me, the meaning was clear: when people search, they aren&#039;t just looking for nouns or information; they are looking for action. They want to book a flight, reserve a table, buy a product, cure a hangover, take a class, fix a leak, resolve an argument, or occasionally find a person, for which Facebook is very handy. They mostly want to find something in order to do something.<br/></p>
<p><a href='http://domelhor.net/story.php?id=69568'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=domelhor.net'> Programas de José Hermano Saraiva disponíveis online</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: domelhor.net </span><br/> O Movimento Internacional Lusófono vai colocar no seu site excertos de programas de José Hermano Saraiva sobre a presença de Portugal no Mundo. «O professor é uma das pessoas que mais divulgou a memória história do país e é isso que queremos divulgar», explica o dirigente do movimento, Renato Epifânio<br/></p>
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		<title>Siga o caso BPN ao pormenor e em tempo real (aqui ou no seu blog)</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 03:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O caso BPN está, e vai continuar, na ordem do dia. Sejam publicados nos jornais, comentados nos blogs ou descobertos no Twitter, siga todos os pormenores em tempo real. Aqui ou, graças à widget, no seu próprio blog ou página. &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/siga-o-caso-bpn-ao-pormenor-e-em-tempo-real-aqui-ou-no-seu-blog/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">O</span> caso BPN está, e vai continuar, na ordem do dia. Sejam publicados nos jornais, comentados nos blogs ou descobertos no Twitter, siga todos os pormenores em tempo real. <strong>Aqui ou, graças à widget, no seu próprio blog ou página</strong>. <a href="http://pauloquerido.pt/caso-bpn/">Caso BPN</a>, o <em>micro-site</em> que projectei para o efeito, contém informação complementar, nomeadamente navegação por protagonistas. E terá algumas novidades nos próximos dias.</p>
<p><iframe src ="http://pauloquerido.pt/caso-bpn/widget/" frameborder="0" width="100%" height="1300px"></iframe></p>
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		<title>O animal (versão Ricardo Araújo Pereira)</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 15:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[crise financeira]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/o-animal-versao-ricardo-araujo-pereira/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/1094614_gold_2.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="1094614_gold_2" /></a>Mão amiga fez-me chegar a crónica de Ricardo Araújo Pereira na Visão acerca do animal que está a devorar as sociedades do hemisfério Norte. É genial. Comprem a revista para ler na íntegra, aqui fica um aperitivo (negrito meu). &#8220;A &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/o-animal-versao-ricardo-araujo-pereira/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/1094614_gold_2.jpg" alt="" title="1094614_gold_2" width="66" height="100" class="alignleft size-medium wp-image-2011" align="left" /><span class="caps">M</span>ão amiga fez-me chegar a crónica de Ricardo Araújo Pereira na Visão acerca do animal que está a devorar as sociedades do hemisfério Norte. É genial. Comprem a revista para ler na íntegra, aqui fica um aperitivo (negrito meu).<br />
&#8220;<em>A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: <strong>os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro.</strong> A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.</em>&#8220;</p>
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		<title>Cães e companhia</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span class="caps"A</span> Revista &#8220;Cães &#038; Companhia&#8221;, publicação dedicada aos animais de companhia, <strong>pretende admitir finalista/recém-licenciado em Comunicação Social (1º emprego) para estágio não remunerado, com a duração de um ano</strong>. O candidato deverá ser uma pessoa interessada no tema, e que após o estágio possa vir a ser integrado na equipa redactorial. Agradecemos que refira se tem (ou já teve) animais de estimação e quais.</em></p>
<p>Não. O mundo não acabou com o <a href="http://oinsurgente.org/2008/09/22/esta-gente-ladra-mesmo-grosso-chica/">post-LOL do ano</a>. <a href="http://www.cargadetrabalhos.net/2008/09/22/estagio-em-jornalismo-5/">O mundo acaba aqui</a>.</p>
<p>(Via <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/">Ponto Media</a>)</p>
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		<title>Orgulhosamente sós</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 15:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A crise em Portugal nada tem a ver com a crise financeira internacional&#8221; (João Miranda, no Blasfémias)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">&#8220;A</span> crise em Portugal nada tem a ver com a crise financeira internacional&#8221; (João Miranda, no <a href="http://blasfemias.net/2008/09/17/crise/">Blasfémias</a>)</p>
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