Ainda os concursos e adjudicações
No 5 dias, Tiago Mota Saraiva rebate de forma rápida (sobre os concursos públicos) alguns pontos do meu anterior artigo sobre Concursos e adjudicações.
Não esperava ter levantado celeuma, apesar de saber de antemão que navegava contra a corrente e que esta é muito forte nesta parte do rio. Mas os contributos têm sido bastante bons — recomendo em particular o artigo que já liguei anteriormente, Fernando Alexandre no Destreza das Dúvidas, Ajuste directo e transparência.
Quanto aos pontos: LER CONTINUAÇÃO :.
Concursos e adjudicações (act.)
(Adenda: no final, links para outros artigos relevantes sobre esta matéria. Afinal estou menos sozinho do que supunha)
Vai por aí um coro de críticas, certamente legítimas e quiçá certeiras, sobre o regime de excepção pretendido pelo Governo para a adjudicação directa em vez de concursos, em certas circunstâncias.
Não tenho a pretensão de me insurgir contra a, ou a favor da, medida por desconhecer os meandros políticos, jurídicos, económicos e de networking (quem conhece quem) que envolvem este tipo de negociações. Contudo, tenho alguma experiência e observação, pelo que sempre adianto dois cêntimos à conversa.
Dois cêntimos que 1) recordam pontos negativos que os defensores dos concursos tendem a negligenciar e 2) relevam pontos positivos da negociação. Sei que são dois cêntimos contra a corrente de pensamento dominante, quase único — mas pensar isolado não é coisa que me aflija.
Os argumentos da corrupção e promiscuidade. Teoricamente, temos por aceite que num ambiente sem controlo estas aumentam. Certamente que inúmeros casos documentados confirmarão que a teoria tem alguma correspondência na prática. Contudo: LER CONTINUAÇÃO :.

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DoMelhor
Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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