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	<title>Certamente! &#187; crise</title>
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	<description>O amor é uma vida dentro da vida</description>
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		<title>Can apps save news journalism? (mais 1 link)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 09:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Selecção de notícias e artigos: Can apps save news journalism? fonte: www.guardian.co.uk The value that news organisations used to get from owning their distribution and having advertising monopolies is not about to be recaptured by apps. And any savings from dropping paper products for digital aren&#039;t about to be brought back either. Migrating print subscribers [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Selecção de notícias e artigos:</p>
<p><a href='http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/aug/23/can-apps-save-news-journalism'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.guardian.co.uk'> Can apps save news journalism?</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: www.guardian.co.uk </span><br/> The value that news organisations used to get from owning their distribution and having advertising monopolies is not about to be recaptured by apps. And any savings from dropping paper products for digital aren&#039;t about to be brought back either. Migrating print subscribers to digital might save on postage, but that&#039;s where the story currently ends.</p>
<p> Journalism is not about to be rescued by apps, not even Wired with its 70,000 iPad readers. But there is a technological revolution under way that could benefit those who can afford to give away the next generation of e-readers.<br/></p>
<p><a href='http://economico.sapo.pt/noticias/a-economia-esta-menos-mal-do-que-nos-a-fazemos_97684.html'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=economico.sapo.pt'> “A economia está menos mal do que nós a fazemos”</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: economico.sapo.pt </span><br/> O diagnóstico é feito por Francisco Van Zeller. &quot;A economia está menos mal do que nós a fazemos.&quot; Um por um, o empresário desmonta os argumentos, diz que &quot;o grande transtorno que temos da crise é ao nível individual, que se reflecte no desemprego&quot;.</p>
<p> O presidente do Conselho para a Promoção da Internacionalização lembra que quem manteve o emprego está agora em melhores condições porque os níveis de poupança subiram e, apesar de uma ligeira quebra do consumo interno, as empresas continuam, a produzir. &quot;Os projectos continuam. Onde estão a ser travadas as empresas? No investimento, porque não há crédito&quot;, diz o presidente do Conselho para a Promoção da Internacionalização.<br/></p>
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		<title>promiscuidade e perversão (mais 2 links)</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 09:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notícias e artigos mais interessantes do dia: promiscuidade e perversão fonte: jugular.blogs.sapo.pt Escreve Fernanda Câncio no DN, reproduzo do blog: &#34;por definição, o estatuto de um assistente de um processo &#8211; que pode até requerer indemnização &#8211; é o de parte interessada, quer o jornalista o admita ou não, e quer se veja ou não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícias e artigos mais interessantes do dia:</p>
<p><a href='http://jugular.blogs.sapo.pt/2091409.html'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=jugular.blogs.sapo.pt'> promiscuidade e perversão</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: jugular.blogs.sapo.pt </span><br/> Escreve Fernanda Câncio no DN, reproduzo do blog: &quot;por definição, o estatuto de um assistente de um processo &#8211; que pode até requerer indemnização &#8211; é o de parte interessada, quer o jornalista o admita ou não, e quer se veja ou não como tal. E um assistente que noticie o processo só pode ser visto como uma espécie de agente duplo, uma perversão do sistema judicial e do jornalismo e um símbolo da promiscuidade entre um e outro, por mais que os seus objectivos sejam, como afirma serem, os de obviar àquilo que caracteriza como &quot;esquemas promíscuos&quot; &#8211; e até por isso&quot;<br/></p>
<p><a href='http://janelanaweb.com/novidades/novas-tendencias-a-psicologia-das-crises-no-diva/'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=janelanaweb.com'> A psicologia das crises no divã</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: janelanaweb.com </span><br/> Escreve Jorge Nascimento Rodrigues: &quot;O medo pode ser medido e serve de indicador do comportamento futuro dos mercados financeiros. O “índice do medo” tem já vários anos de rodagem nas mãos de um dos seus criadores, o psiquiatra, especialista em software, e financeiro Richard L. Peterson.</p>
<p> “Esse índice está inversamente correlacionado com a direcção futura dos mercados financeiros – quando o medo é elevado, tais mercados tendem a cair nas semanas seguintes”, diz-nos Peterson, um texano de 37 anos, um dos fundadores em 2002 da consultora americana Market Psych e em 2008 do hedge fund MarketPsy Capital, baseados na Califórnia. “Contudo, há excepções – como aquando da derrocada de 2008” &quot;<br/></p>
<p><a href='http://koroshiyaitchy.wordpress.com/2010/07/25/requiem-pola-internet-galega/'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=koroshiyaitchy.wordpress.com'> Requiem pola internet galega</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: koroshiyaitchy.wordpress.com </span><br/> O portal informativo Vieiros e a rede social Chuza vêm de fechar as suas portas. Com eles morrem dous dos canais de comunicação mais importantes do galeguismo, já que eles constituíam dous dos nodos mais importantes duma verdadeira rede de comunicação galaica. Fim dum ciclo ou começo da fim? Oportunidade de renascimento ou sintoma definitivo de decadência? Difícil saber. Mas já Epicuro deixara dito que o futuro nem é de tudo nosso nem de tudo não-nosso.</p>
<p> Com Vieiros nascera a internet galega, há agora 15 anos. Na altura acho que havia uma enorme avidez galeguista por criar canais de comunicação virtuais. Avidez que se correspondia com o expectante entusiasmo que os projectos galeguistas espertavam numa parte significativa da sociedade. De facto, a comunidade internauta galeguista logo conheceu períodos de enorme hiperactividade que fizeram com que a nossa pegada virtual no mundo chegasse ser “desproporcionada” em relação ao nosso peso demográfico rel<br/></p>
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		<title>Mamas e Métricas (mais 3 links)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 16:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As notícias e os artigos mais interessantes do dia: Mamas e Métricas fonte: buzzofias.blogspot.com Recentemente, em Portugal, tivemos vários exemplos de campanhas com elevadas taxas de notoriedade, mas que geraram movimentos de (quase) ódio contra as marcas, sem que os seus responsáveis parecessem dar-se conta disso. O Pingo Doce, com o seu jingle, e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As notícias e os artigos mais interessantes do dia:</p>
<p><a href='http://buzzofias.blogspot.com/2010/08/mamas-e-metricas.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+buzzofias-blog+(Buzz%C3%B3fias)'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=buzzofias.blogspot.com'> Mamas e Métricas</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: buzzofias.blogspot.com </span><br/> Recentemente, em Portugal, tivemos vários exemplos de campanhas com elevadas taxas de notoriedade, mas que geraram movimentos de (quase) ódio contra as marcas, sem que os seus responsáveis parecessem dar-se conta disso. O Pingo Doce, com o seu jingle, e a Galp, com a sua trombeta de plástico cor de laranja, vulgo Vuvuzela. Por coincidência, o brief-do-lombo refere mais um exemplo.</p>
<p> São campanhas que até podem dar resultados financeiros no momento, mas que, fundamentalmente, contribuem para o desgaste das marcas.<br/></p>
<p><a href='http://www.vooz.com.br/noticias/jovem-se-masturba-pelo-twitter-e-celebridades-apoiam-41312.html'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.vooz.com.br'> Jovem se masturba pelo Twitter e celebridades comentam</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: www.vooz.com.br </span><br/> A plateia virtual chegou a alcançar mil viewers e era formada em sua grande maioria por jovens, alguns aparentemente menores de idade, o que causou críticas por parte de certo número de usuários. Do outro lado, internautas alegaram que o horário de exibição das imagens deixava a critério de cada um ver ou não a transmissão, não se caracterizando um crime por isso.</p>
<p> A moda de se exibir em câmeras na internet cresce entre os jovens brasileiros e preocupa pais e autoridades, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. O hábito é comum, mas ficou em evidência após um casal de jovens gaúchos ser apreendido por se masturbar diante de câmera da web, semana passada.<br/></p>
<p><a href='http://www.currybet.net/cbet_blog/2010/08/tyranny-of-chronology-slight-return.php'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.currybet.net'> Follow-up journalism? Timeless journalism? It is the tyranny of chronology that gets in the way&#8230;</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: www.currybet.net </span><br/> Megan Garber at The Nieman Journalism Lab stirred up some discussion at the end of last week with her post about &quot;Wikileaks and follow-up journalism&quot;. She was talking about whether the frantic pace of the 24 hours news cycle was always the most appropriate speed at which to report and publish on issues. In the comments Matt Thompson pointed to an article he&#039;d written in 2007 talking about digital media enabling &quot;timeless journalism&quot;, and Megan has responded.<br /> All of this made me re-read my presentation from last year&#039;s News Innovation Unconference in London &#8211; &quot;The tyranny of chronology&quot;</p>
<p> In it, I argued that our concept of reporting news in strict chronological order hadn&#039;t changed significantly since the days of the Anglo-Saxon Chronicle &#8211; and perhaps from even before then if you follow this timeline of timelines.<br/></p>
<p><a href='http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;id=437725'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.jornaldenegocios.pt'> Os analistas inimputáveis</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: www.jornaldenegocios.pt </span><br/> De Helena Garrido: &quot;Os analistas dos bancos podem escrever o que bem lhes apetece, sem citar fontes nem demonstrar como chegam a determinados resultados que podem significar custos de milhões de milhões de euros para uma instituição financeira.&quot;</p>
<p> (&#8230;) Do que não precisamos é do caos lançado por análises feitas por supostos analistas distanciados, rigorosos, técnicos e separados dos interesses das instituições em que trabalham. Vimos bem no que deram os &quot;biombos chineses&quot; com a Enron, no desaparecimento de uma das maiores consultoras do mundo exactamente porque fiscalizava contas e ao mesmo tempo, do outro lado, ensinava os truques. Neste jogo de &quot;maria criada, maria patroa&quot;, há sempre um momento em que se matam uma à outra. Enquanto isso não acontece vão matando muitos à sua volta.</p>
<p> Os governantes não têm sido capazes de acabar com este problema. Em Portugal tem-se tentado controlar os danos provocados pelos anali<br/></p>
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		<title>Mexilhões</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 21:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se somarmos os 700.000.000.000 dólares (mas há quem diga que é pouco e que o necessário seria 1.000.000.000.000), que deverão ser usados para sanear o setor financeiro, com o custo previsto da guerra do Iraque de 3.000.000.000.0000 de dólares, cada alma viva dos EUA deverá pagar 14.000 dólares. Mas o pior de tudo é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span class="caps">S</span>e somarmos os 700.000.000.000 dólares (mas há quem diga que é pouco e que o necessário seria 1.000.000.000.000), que deverão ser usados para sanear o setor financeiro, com o custo previsto da guerra do Iraque de 3.000.000.000.0000 de dólares, <strong>cada alma viva dos EUA deverá pagar 14.000 dólares. Mas o pior de tudo é que não pagarão sozinhos esta merda</strong>. Vai sobrar pra todos nós.</em> (em <a href="http://avezdopeao.blogspot.com/2008/09/us-700000000000-us-30000000000000-us.html">US$ 700.000.000.000 + US$ 3.000.000.000.000 = US$ 14.000</a>)</p>
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		<title>Anedotário: o que é um liberal?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 23:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[andymatic From Salon: &#8216;Q: What is a liberal? A: A conservative who has been ripped off by Wall Street.&#8217; 6 minutes ago from web]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="url" href="http://twitter.com/andymatic"><img id="profile-image" class="photo fn" src="http://s3.amazonaws.com/twitter_production/profile_images/28942302/avatar_normal.png" alt="Andy Wibbels" align="left" border="0" /></a> <strong><a title="Andy Wibbels" href="http://twitter.com/andymatic">andymatic</a></strong> <span class="entry-content"> From Salon: &#8216;Q: What is a liberal? A: A conservative who has been ripped off by Wall Street.&#8217; </span> <span class="meta entry-meta"> <a class="entry-date" rel="bookmark" href="http://twitter.com/andymatic/statuses/931015999"><span class="published" title="2008-09-22T23:36:36+00:00">6 minutes</span> ago</a> from web </span></p>
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		<title>Orgulhosamente sós</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 15:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A crise em Portugal nada tem a ver com a crise financeira internacional&#8221; (João Miranda, no Blasfémias)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">&#8220;A</span> crise em Portugal nada tem a ver com a crise financeira internacional&#8221; (João Miranda, no <a href="http://blasfemias.net/2008/09/17/crise/">Blasfémias</a>)</p>
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		<title>As más nacionalizações e as boas nacionalizações</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 15:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como a moeda, também temos as boas nacionalizações e as más nacionalizações. No Arrastão, Daniel Oliveira descobre as diferenças. Imperdível (ou: a crise financeira arrematada em duas frases)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">C</span>omo a moeda, também temos as boas nacionalizações e as más nacionalizações. No Arrastão, Daniel Oliveira <a href="http://arrastao.org/sem-categoria/descubra-as-diferencas-4/">descobre as diferenças</a>. Imperdível (ou: a crise financeira arrematada em duas frases)</p>
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		<title>Tiro no porta-aviões liberal</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 14:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem vaselina nem paninhos quentes: o liberalismo económico é tão (ou mais) utópico como o anarquismo. Sem um papá a vir a correr salvar os meninos quando o recreio dá para o torto, ninguém quer realmente brincar ao monopólio real. Os acontecimentos turbulentos dos últimos meses no sistema financeiro americano (que ainda condiciona o mundial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1537" title="459413_aircraft_carrier_1" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/459413_aircraft_carrier_1-200x150.jpg" alt="" width="200" height="150" align="left" /><span class="caps">S</span>em vaselina nem paninhos quentes: o liberalismo económico é tão (ou mais) utópico como o anarquismo. Sem um papá a vir a correr salvar os meninos quando o recreio dá para o torto, ninguém quer realmente brincar ao monopólio real.<br />
Os acontecimentos turbulentos dos últimos meses no sistema financeiro americano (que ainda condiciona o mundial, mas não por muito mais tempo) não significam o fim do capitalismo: os vigilantes estados não deixam. Mas não tenhamos dúvidas: são um tiro no porta aviões liberal que pretende convencer-nos que o mundo navega as falsas calmarias do &#8220;mercado&#8221; auto-regulado.</p>
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		<title>Merrill Lynch? Era Marx a rebolar no túmulo?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 08:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A propósito do colapso financeiro da Merrill Lynch &#8212; uma das financeiras mais reputadas do mundo &#8212; bem podia eu escrever meia dúzia de posts mas o tempo é escasso e além do mais li há pouco cinco linhas do Pedro Aniceto que me encheram as medidas. Eis um cheirinho: &#8220;Pareceu-me ter ouvido Karl Marx [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">A</span> propósito do colapso financeiro da Merrill Lynch &#8212; uma das financeiras mais reputadas do mundo &#8212; bem podia eu escrever meia dúzia de posts mas o tempo é escasso e além do mais li há pouco cinco linhas do Pedro Aniceto que me encheram as medidas. Eis um cheirinho:<br />
&#8220;<em>Pareceu-me ter ouvido Karl Marx a rebolar-se no túmulo. Ou foi isso ou a passagem do camião do lixo pela minha rua</em>&#8221; (em <a href="http://caoepulgas.blogspot.com/2008/09/alta-finana.html">alta finança</a>)</p>
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