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	<title>Certamente! &#187; crowdsourcing</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>História dos primeiros dias da Weddar, a app de portugueses que está a ter sucesso</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 13:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Android]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/historia-dos-primeiros-dias-da-weddar-a-app-de-portugueses-que-esta-a-ter-sucesso/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://cloud.querido.pt/wordpress/ficheiros/2011/04/weddar.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="weddar" /></a>Weddar é uma aplicação para iPhone programada por 2 portugueses, lançada no dia 25 de Abril e que está a pegar internacionalmente. O conceito é muito interessante. Trata-se de usar os relatórios emitidos pelas pessoas para avaliar o estado do &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/historia-dos-primeiros-dias-da-weddar-a-app-de-portugueses-que-esta-a-ter-sucesso/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Weddar é uma aplicação para iPhone programada por 2 portugueses, lançada no dia 25 de Abril e que está a pegar internacionalmente. O conceito é muito interessante. Trata-se de usar os relatórios emitidos pelas pessoas para avaliar o estado do tempo. Crowdsourcing das previsões atmosféricas. <img src="http://cloud.querido.pt/wordpress/ficheiros/2011/04/weddar.jpg" alt="" title="weddar" width="153" height="300" class="alignright size-full wp-image-5843" align="right" /></p>
<p>Como noutras aplicações de crowdsourcing, é uma questão de quantidade de informação a processar. Se o <a href="http://weddar.com">Weddar</a> atingir massa crítica, veremos até que ponto será útil para a previsão do tempo. Mas entretanto é uma  boa ideia e uma app engraçada de usar.</p>
<p>Decidi fazer um registo destes primeiros dias do Weddar. Porque estas coisas tendem a perder-se de vista e as reconstituições são geralmente difíceis e imprecisas. Usei o Storify mas tenho uma versão (para breve) no Bundlr, que também é português.</p>
<p><script src="http://storify.com/pauloquerido/weddar-history.js"></script><noscript>[<a href="http://storify.com/pauloquerido/weddar-history" target="blank">View the story "Weddar: the very first days" on Storify]</a></noscript></p>
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		<title>How Authors, Booksellers, Archivists Are Crowdsourcing Funding Online</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 15:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[auto-edição]]></category>
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		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[publishing]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/how-authors-booksellers-archivists-are-crowdsourcing-funding-online/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="/ficheiros/leituras/wt4cd294d926a57.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="How Authors, Booksellers, Archivists Are Crowdsourcing Funding Online" /></a>Rachel Aydt tem um post muito interessante sobre a utilização dos recursos da rede pela indústria da publicação. Websites like Kickstarter.com, Indiegogo.com, and Invested.in are helping artistic entrepreneurs raise money for new projects. Here, we look at three book-related projects &#8212; &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/how-authors-booksellers-archivists-are-crowdsourcing-funding-online/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rachel Aydt tem um post muito interessante sobre a utilização dos recursos da rede pela indústria da publicação.</p>
<blockquote><p>
Websites like Kickstarter.com, Indiegogo.com, and Invested.in are helping artistic entrepreneurs raise money for new projects.</p>
<p>Here, we look at three book-related projects &#8212; a comic book, an online library, and a new bookstore &#8212; to see if they succeeded in getting the money they needed.
</p></blockquote>
<div class='img'><img src='/ficheiros/leituras/wt4cd294d926a57.png' alt='' title='How Authors, Booksellers, Archivists Are Crowdsourcing Funding Online' /><br/></div>
<p><br/></p>
<p>Ler na fonte:  <a href='http://publishingperspectives.com/2010/11/authors-booksellers-archivists-crowdsourcing-funding-online/'>How Authors, Booksellers, Archivists Are Crowdsourcing Funding Online</a><br/>Fonte: <img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=publishingperspectives.com'> <span style='font-size:85%; color:grey;'> How Authors, Booksellers, Archivists Are Crowdsour </span><br/></p>
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		<title>O Twitter como o barómetro de conteúdo</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 09:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Valfreixo</dc:creator>
				<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[micro-blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/media/o-twitter-como-o-barometro-de-conteudo/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/icon_c.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Este é um guest post da autoria de Ricardo Valfreixo (*) . Já foi dito que a blogosfera está moribunda. Não vamos &#8220;bater mais no ceguinho&#8221;. Sim, concordo, subscrevo, até comprei a t-shirt. Mas será que irá acabar? Numa simples &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/media/o-twitter-como-o-barometro-de-conteudo/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2294" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/icon_c.png" alt="" width="256" height="256" align="left" /><em>Este é um </em>guest post<em> da autoria de Ricardo Valfreixo (<a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/o-twitter-como-o-barometro-de-conteudo/#autor">*</a>) </em>.</p>
<p>Já foi dito que a blogosfera está moribunda. Não vamos &#8220;bater mais no ceguinho&#8221;. Sim, concordo, subscrevo, até comprei a <em>t-shirt</em>. Mas será que irá acabar? Numa simples palavra: Não!</p>
<p>Os jornais impressos sentiram um sério embate com a massificação da informação disponível <em>online</em>. Mas isso não os impediu (pelo menos uma parte deles) de se manterem a funcionar. Alguns mesmo são referências incontornáveis quando se fala de acesso à informação. E, agora que se massifica o <em>micro-blogging</em>, não pense que o blog na sua forma tradicional está para acabar. Muito pelo contrário. As referências são incontornáveis nem que seja pelo facto de que o <em>micro-blogging</em> é efémero. Ou seja, a mensagem é escrita e fica perdida algures na <em>timeline</em>. É impensável irmos ler todas as mensagens de um determinado utilizador durante o passado ano. Por outro lado, o <em>blogging</em> tradicional cria conteúdo persistente. Mesmo que os editor abandonem o blog, esse conteúdo fica e permanece, indexado, pesquisável e acessível, para referência futura.<span id="more-4797"></span></p>
<p>Mas o <em>micro-blogging</em> surge-nos como mais uma ferramenta de edição e de análise. Esta, em tempo real. Muitos são os editores que se dedicaram a serviços de <em>micro-blogging</em> como o Twitter. Estes serviços complementam a informação <em>online</em> com um componente de tempo real. E novas utilidades surgem a cada dia que passa. Mas o Twitter funciona como um verdadeiro barómetro de conteúdo. Isto é: um editor coloca um novo artigo sobre um qualquer assunto. Imediatamente, anuncia no Twitter esse novo <img class="alignright" style="5px;" src="http://farm4.static.flickr.com/3216/3039853838_231ecb79a8_o.png" alt="" width="201" height="72" />conteúdo e imediatamente, os seus subscritores (ou <em>followers</em> na terminologia do Twitter) começam a deslocar-se ao blog (ou <em>site</em>) e lêem o artigo. Se gostam, utilizam a técnica de <em>retweet</em> &#8211; que é uma espécie de <em>forward,</em> em analogia ao <em>e-mail</em>. A quantidade de <em>retweets</em> revela a qualidade do conteúdo. Rapidamente e de uma forma directa, o editor tem logo a percepção se a sua mensagem está a passar ou não.</p>
<p>Da mesma forma, frequentemente os comentário de um qualquer artigo passam para o Twitter num tom de amena cavaqueira. Dessa troca de mensagens chegam-nos todo o tipo de informação principalmente a quantidade de conteúdo assimilado. Uma boa ideia é estar com atenção a essa desenrolar de ideias (até mesmo fomentá-lo) e criar <em>posts</em> de <em>followup</em> a complementar o <em>post</em> original. Dessa conversa surge até mesmo temas para novos artigos. Fica o Twitter a funcionar também como um gerador de <em>memes</em>.</p>
<p>Mas um dos maiores potenciais do Twitter é o <em>crowdsourcing</em>. Este termo é um neologismo que significa atribuir uma tarefa a um conjunto indefinido de pessoas. Isto dito assim é muito vago, deixe-me dar um ou dois exemplos para ilustrar melhor esta ideia. A melhor das formas de o mostrar é a recente eleição para a presidência dos Estados Unidos da América. Todas as pessoas falavam sobre a eleição. A informação chovia em catadupa e seria muito difícil lê-la toda sem uma espécie de agregador. Aqui, os criadores do Twitter criaram uma outra funcionalidade que tem tanto de simples como de brilhante. Aquilo que se chamam as <em>hash words</em>. Ou seja, basta num qualquer comentário do Twitter colocar uma palavra marcada com um cardinal (<strong>#eleicaoUSA</strong> por exemplo) para ser simples de criar um indexador que pegue em todas as informações dispersas e as agrupe e catalogue num único repositório de dados. Basta apenas espalhar a palavra para se usar essa <em>hash word</em> para que todo e qualquer utilizador do Twitter passe a ser um contribuinte para este repositório de informação. Simples, directo e extremamente poderoso.</p>
<p>O Twitter é muito útil e extremamente valioso para todos os que criam conteúdo e utilizam a Internet como seu veículo de trabalho. Serve de barómetro, fonte de inspiração e de ferramenta de <em>networking</em>. Todos os dias surgem utilizações novas para esta ferramenta. Das mais convencionais às mais estranhas e arrojadas, muitas são as aplicações deste serviço. Eu acredito que o Twitter e outros serviços de igual filosofia estão a mudar a face da Internet. Até onde a irão mudar, só o tempo o dirá.</p>
<p><a title="autor" name="autor"></a><strong>Autor</strong> <a href="http://umcigarritoparadescontrair.blogspot.com/">Ricardo Valfreixo</a> é um web developer e produtor de conteúdo para Internet. Trabalha nesta área desde 1995. Recentemente optou por trabalhar como freelancer no mercado nacional e internacional. Actualmente gere um projecto pessoal chamado <a href="http://www.minimalisticstudios.com">minimalistic studios</a>.</p>
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		<title>Banda portuguesa ganha 50.000 dólares no Sell A Band</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 16:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/banda-portuguesa-ganha-50000-dolares-no-sell-a-band/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/silvie-nearfield.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="silvie-nearfield" /></a>Uma banda portuguesa, os Nearfield, conseguiu o almejado financiamento de 50.000 dólares no Sell A Band, a editora online comunitária em que os ouvintes apostam comprando acções das bandas. São os primeiros portugueses a conseguir o objectivo dos 50.000 dólares &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/banda-portuguesa-ganha-50000-dolares-no-sell-a-band/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/silvie-nearfield.png" alt="" title="silvie-nearfield" width="225" height="300" class="alignright size-full wp-image-1850" align="right" /><span class="caps">U</span>ma banda portuguesa, os Nearfield, conseguiu o almejado financiamento de 50.000 dólares no Sell A Band, a editora online comunitária em que os ouvintes apostam comprando acções das bandas.<br />
São os primeiros portugueses a conseguir o objectivo dos 50.000 dólares &#8212; a fasquia que dá o direito a gravar e editar um álbum em CD. Tanto mais assinalável quanto a fasquia não é nada fácil de atingir: apenas 0,3 por cento das bandas que se inscreveram no Sell A Band desde que este abriu, no Verão de 2006 (noticiei por duas vezes o Sell A Band nesse ano, no caderno de Economia do Expresso, que foi o primeiro órgão de Comunicação Social português a noticiar este potencial).<br />
[ Artigo em republicação, para efeitos de arquivo. Primeira versão publicada esta semana no Expresso Multimedia ]<br />
<span id="more-4734"></span><br />
A SellABand (link: <a href="http://www.sellaband.com">www.sellaband.com</a>), é uma start-up nascida em Amesterdão, resultando das ideias do visionário Pim Betist e de duas velhas raposas da cena musical europeia, Johan Vosmeijer (carreira de décadas na Sony Music, na Holanda) e Dagmar Heijmans (&#8220;feito&#8221; na EMI, passou ainda pela Sony BMG). Ao fim de somente um mês de operação o sucesso traduzia-se em mais de 250 bandas de 30 países que em conjunto recolheram 25.000 dólares de mais de 1.500 fãs investidores.<br />
Fui também dos primeiros portugueses a investir numa banda: o projecto Merankorii. 20 dólares que serviram para testar o sistema para a reportagem no Expresso, o meu objectivo, mais do que para ajudar a banda, embora esta o merecesse.<br />
Nesse longínquo Outubro de 2006 apenas duas bandas portuguesas tinham descoberto o Sell A Band. Na semana em que os Nearfield conseguem o prémio, este número é de 323, num total de 8600 &#8212; <em>and counting</em>.<br />
Segundo leio no Remixtures, um blogue muito bem informado sobre a nova cena musical, com os 50.000 dólares agora recolhidos os Nearfield irão gravar um duplo álbum intitulado Near U em estúdios situados em Montemor-o-Novo.<br />
Pormenor curioso: entre os financiadores dos Nearfield está a Amazon britânica, que tem 100 partes, correspondentes a 1.000 dólares.</p>
<p><strong><em>Crowdfunding</em></strong><br />
O modelo do <em>crowdfunding</em>, arriscado quando o Sell A Band começou, é hoje uma realidade. A empresa obteve já este ano uma injecção de capital no valor de 5 milhões de dólares. E deixou de ser a única a apostar neste esquema em que se recorre à &#8220;sabedoria das multidões&#8221; para detectar o talento e financiá-lo.<br />
Aqui, as bandas inscrevem-se e submetem faixas originais, que são apreciadas por uma plateia mundial. O objectivo é angariarem os 50.000 dólares necessários para gravar 0 CD em estúdio profissional e produzido por especialistas.<br />
O financiamento é angariado junto dos próprios fãs de cada banda. Tratados pelo sugestivo nome de &#8220;Believers&#8221; (os que acreditam), investem &#8220;partes&#8221; de dez dólares nas bandas favoritas ou promissoras. O dinheiro pode ser canalizado entre grupos musicais. Quando um destes atinge os 50.000 dólares vai para estúdio e cada investidor receberá o CD em edição especial. Mas não só: tem ainda direito a receber uma percentagem sobre as vendas do CD nos canais contratados pela SellABand (que não recebe um cêntimo das vendas) e outra percentagem, calculada ao ano, das receitas de publicidade obtidas pela banda no website da SellABand, onde as suas faixas permanecem para &#8220;download&#8221; gratuito.<br />
<strong>O <em>crowdfunding</em> é apontado como uma das soluções de financiamento para o jornalismo num futuro próximo, sobretudo para a investigação e reportagens de fôlego que as empresas de media se mostram incapazes de sustentar, tal como as micro-receitas da web.</strong></p>
<ul><strong>Links</strong></p>
<li>Página dos <a href="http://www.sellaband.com/nearfield/">Nearfield no Sell A Band</a></li>
<li><a href="http://remixtures.com/2008/10/portugueses-nearfield-conseguem-50-mil-dolares-no-sellaband/">Artigo do Remixtures</a></li>
</ul>
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		<title>Tire partido da sabedoria das multidões no seu blogue</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/tire-partido-da-sabedoria-das-multidoes-no-seu-blogue/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 15:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[crowdsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[DoMelhor]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/tire-partido-da-sabedoria-das-multidoes-no-seu-blogue/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/crowds.thumbnail.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="crowds.jpg" title="" /></a>A versão semanal do Certamente! tem sido um sucesso inesperado e eu gosto de pensar que uma parte desse sucesso se deve a uma rúbrica fixa e de extrema utilidade que é&#8230; feita sem a minha intervenção. Trata-se de um &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/tire-partido-da-sabedoria-das-multidoes-no-seu-blogue/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/crowds.thumbnail.jpg" alt="crowds.jpg" align="left" /><span class="caps">A</span> <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever/#semanal">versão semanal</a> do Certamente! tem sido um sucesso inesperado e eu gosto de pensar que uma parte desse sucesso se deve a uma rúbrica fixa e de extrema utilidade que é&#8230; feita sem a minha intervenção. Trata-se de um utilização do <em>crowdsourcing</em>, ou sabedoria das multidões. Que, ao contrário do que a voz popular imagina, não está reservado apenas ao Grandes Sistemas de empresas e universidades. Há várias aplicações ao dispor de todos os autores. A sua utilização não requer nenhum tipo de conhecimentos especiais &#8212; basta saber meter um <em>feed</em> de XML na coluna lateral, ou copiar uma linha de Javascript para dentro do <em>template</em> (o mesmo processo que usou para meter um contador no seu blogue!).<br />
Em inglês usa-se a expressão <a href="http://www.google.com/search?q=harnessing+the+wisdom+of+crowds">harnessing the wisdom of crowds</a> e há imensa literatura sobre o conceito. <em>Harnessing</em> significa colocar o arnês, ou seja, a expressão inglesa é pouco simpática&#8230; Mas a actividade das multidões na web pode ser transformada em informação útil e usada como um serviço ou mesmo conteúdo.<br />
Aqui ficam dois exemplos de aproveitamento da sabedoria das multidões.<span id="more-198"></span><br />
<strong>Os videos mais populares da semana!</strong>. Vá a http://youtube.com/rssls e veja qual informação mais se adequa à sua publicação ou blogue. O <em>feed</em> dos <a href="http://youtube.com/rss/global/top_viewed_week.rss">mais vistos da semana</a> é provavelmente o mais interessante. Em seguida, use os mecanismos de integração de RSS do seu editor (funciona em WordPress e Blogger, penso que também noutras plataformas evoluídas).<br />
<strong>Os melhores posts da semana, escolhidos pelos leitores!</strong>. É a tal aplicação que eu uso na <em>newsletter</em> semanal de <strong><em>C!</em></strong>.<br />
<img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/domelhormelhor.jpg" alt="domelhormelhor.jpg" /><br />
Eu fiz o código para inserir directamente na <em>newsletter</em> (mais sobre isto um dia&#8230;) mas há uma forma simples de o fazer, proposta pelo próprio DoMelhor. <a href="http://domelhor.net/exporta.php">Veja aqui</a> como, podendo até escolher o formato mais adequado ao seu blogue.<br />
Esse método colocará no seu blogue a lista, permanentemente actualizada, dos artigos publicados na web mais votados pelos leitores do DoMelhor &#8212; mais de 7.000 <em>unique visitors</em> por dia segundo o Analytics.<br />
Mas pode variar. Eu uso a <a href="http://domelhor.net/topclicks.php?range=2">lista dos mais visitados da semana</a>, ou seja, ponho o arnês não nos votos, mas no interesse das pessoas medido nos cliques que efectivamente produziram.<br />
Conforme se pode observar nessa lista, os mais votados não correspondem forçosamente aos mais visitados, isto é, aos que despertaram mais interesse nos leitores. A explicação é simples: a maioria dos frequentadores do DoMelhor não participa como votante mas sim como leitor. Logo, o meu método aproveita a actividade dos leitores.<br />
Também o pode usar, aproveitando o RSS do Domelhor: use como fonte este endereço, http://domelhor.net/rss2.php?time=604800&amp;visitadas , sendo que pode alterar o tempo (604800 é o número de segundos que uma semana comporta)<br />
Ou fique pelo mais simples: vá à <a href="http://domelhor.net/exporta.php">página de exportação</a> e copie a linha de código Javascript para a sua coluna lateral.</p>
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		<title>Certamente! com edição semanal</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 09:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/certamente-com-edicao-semanal/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/certamente.gif" class="alignright wp-post-image tfe" alt="certamente.gif" title="" /></a>Com o número zero, relativo ao dia 7 de Março de 2008, inicio esta semana a publicação regular, às 14:00 de todas as sexta-feiras, da versão semanal de Certamente!. Esta versão foi concebida a pensar nos leitores com menos tempo, &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/certamente-com-edicao-semanal/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://pauloquerido.pt/ficheiros/certamente.gif' alt='certamente.gif' align="left" />Com o número zero, relativo ao dia 7 de Março de 2008, inicio esta semana a publicação regular, às 14:00 de todas as sexta-feiras, da <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever-edicao-semanal/">versão semanal de <strong>Certamente!</strong></a>.<br />
Esta versão foi concebida a pensar nos leitores com menos tempo, ou que (como eu) gostam de sumários contendo o mais importante do que um blogue publica ao longo da semana.<br />
Trata-se de uma <em>newsletter</em> com três particularidades que conferem vantagens de leitura:</p>
<ol>
<li>É <strong>uma selecção do melhor da semana</strong>. Apresenta apenas os <strong>8 textos mais importantes</strong> publicados ao longo da semana. Permite concentrar a <strong>atenção no essencial</strong> do que aqui é escrito.</li>
<li>A <strong>selecção é produzida em regime de <em>crowdsourcing</em></strong>, isto é, representa a escolha dos leitores, que são quem <strong>decide, colectivamente</strong>, quais os 8 textos que mais valem a pena. Nem todos os nossos textos resistem à passagem dos dias: feita em contínuo através da medição do interesse que cada texto desperta, esta selecção apura os textos com maior probabilidade de chegarem ao fim da semana mantendo a pertinência.</li>
<li><strong>Estreias e exclusivos</strong>: os leitores da edição semanal têm como bónus suplementar um ou mais textos exclusivos ou em primeira mão, caso este em que só serão publicados no webzine online na semana seguinte.</li>
</ol>
<p>Com o lançamento deste inovador serviço (não conheço outro <em>webzine</em> ou blogue português que ofereça um sumário semanal por e-mail) completa-se o ciclo de renovação de Certamente!, que está agora disponível em sete canais de distribuição na Internet e fora dela:</p>
<ul>
<li>web</li>
<li>e-mail, com versões diária e semanal</li>
<li>aparelhos móveis, PDA e telemóveis</li>
<li><em>feeds</em> de XML (<em>Really Simple Syndication</em>, ou RSS)</li>
<li>aplicações <em>desktop</em> de <em>micro-blogging</em> (Twitter)</li>
<li><em>Instant messaging</em> (MSN, Gtalk)</li>
<li>SMS para telemóveis</li>
</ul>
<p>(A página <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever">Subscrever</a> descreve os canais com mais detalhe e explica como seguir através de cada um deles)</p>
<p>A <em>newsletter</em> <strong>Certamente! (edição semanal)</strong> é <strong>gratuita</strong>. Para a subscreva-a basta preencher <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever-edicao-semanal/">este formulário</a> com nome e endereço de e-mail.</p>
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