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	<title>Certamente! &#187; dicas</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>O que os bloggers podem aprender com os jornalistas</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 09:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-que-os-bloggers-podem-aprender-com-os-jornalistas/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/1059453_sharp_pencil_1-200x150.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="1059453_sharp_pencil_1" /></a>Anita Bruzzese escreveu um guest-post para Chris Brogan que é simplesmente recomendável para todos os bloggers portugueses que eu conheço &#8212; and I mean todos. O que os bloggers podem aprender com os jornalistas (Guest Post &#8211; What Bloggers Can &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-que-os-bloggers-podem-aprender-com-os-jornalistas/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="1059453_sharp_pencil_1" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/1059453_sharp_pencil_1-200x150.jpg" alt="" width="200" height="150" align="left" /><span class="caps">A</span>nita Bruzzese escreveu um <em>guest-post</em> para Chris Brogan que é simplesmente recomendável para todos os <em>bloggers</em> portugueses que eu conheço &#8212; <em>and I mean</em> todos. <strong>O que os bloggers podem aprender com os jornalistas</strong> (<a href="http://www.chrisbrogan.com/guest-post-what-bloggers-can-learn-from-journalists/">Guest Post &#8211; What Bloggers Can Learn From Journalists</a>).<br />
Vão lá ler, pois claro. Destaco algumas ideias fortes:</p>
<ul>
<li>Somos o que escrevemos. A reputação constrói-se com tempo &#8212; e com verificação dos factos. Só opinar e tergiversar não vos trará mais leitores, muito menos bons leitores.</li>
<li>Afaste-se do computador. Parece que todas as respostas estão na Internet &#8212; mas não é verdade. Além disso, encontrará novas histórias e relatos frescos (a sociedade reticular, dada a abundância de cópias, valoriza o novo, a originalidade).</li>
<li>Procure ser consistente. Não escreva hoje &#8220;10&#8243; e amanhã &#8220;dez&#8221;. Há livros e manuais de estilo, procure um, como o do Público ou da Associated Press, e siga-o. Ou outro, desde que torne a sua escrita consistente.</li>
<li>Reescreva. Dê a si próprio a oportunidade de corrigir os erros e gralhas.</li>
</ul>
<p>(Dica de <a href="http://twitter.com/cjt">cjt</a>)</p>
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		<title>Que endereço de mail usar como remetente na edição do blogue por e-mail?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 12:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/que-endereco-de-mail-usar-como-remetente-na-edicao-do-blogue-por-e-mail/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/949758_colorful_symbols__1.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="949758_colorful_symbols__1.jpg" title="" /></a>Esta semana percebi que não se deve usar o nosso mail pessoal como endereço de mail do remetente na edição do blogue por e-mail, um serviço para o qual usamos o FeedBurner. A forma como o percebi é por si &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/que-endereco-de-mail-usar-como-remetente-na-edicao-do-blogue-por-e-mail/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://pauloquerido.pt/ficheiros/949758_colorful_symbols__1.jpg' alt='949758_colorful_symbols__1.jpg' align="left" /><span class="caps">E</span>sta semana percebi que não se deve usar o nosso mail pessoal como endereço de mail do remetente na edição do blogue por e-mail, um serviço para o qual usamos o <a href="http://feeds.feedburner.com/MasCertamenteQueSim">FeedBurner</a>.<br />
A forma como o percebi é por si só esclarecedora do porquê.<br />
Eu sou daquelas pessoas que prefere seguir os blogues por correio electrónico. Nunca consegui uma boa relação com os leitores de <em>feeds</em>. E assim como assim, o meu Thunderbird faz parte do meu dia a dia, é por onde tenho a maior dose de interacção. Outra vantagem sobre a leitura através da web é a comodidade: fico com tudo concentrado num único espaço, não tenho de andar a navegar de <em>site</em> em <em>site</em>.<br />
Mas o correio electrónico tem tendência a avolumar-se e a deixar uma <em>inbox</em> perfeitamente caótica.<br />
Como dar ordem a isto?<br />
Simples: usando os filtros dos programas de correio electrónico. Permitem separar o correio para pastas mal este entra, usando um punhado de regras simples. O mais fácil e eficaz é filtrar pelo remetente. Foi a minha opção, pois que filtrar pelo título obriga a maior ginástica e está sujeito a mais falhas, os títulos variam com frequência e os remetentes tendem a ser sempre os mesmos.<br />
Estava em plena tarefa de estabelecer os filtros quando tropecei no endereço de remetente de O Lago, o blogue de Alexandre Gamela. A edição via mail vem com o endereço pessoal dele, tal como a minha própria versão diária tem seguido com o meu endereço pessoal público.<br />
Confrontei-me então com o dilema: se colocasse a regra, os mails pessoais dele &#8212; temos trocado alguns na sequência do guest post que publiquei dele sobre o Twitter &#8212; passariam a ir para a pasta dos blogues!<br />
Desci um pouco mais na lista, buscando por outros exemplos, e lá estavam o João Bordalo, o Chris Garrett, o Darren Rowse, o Daniel Scocco e o Nathan Yau, entre outros.<br />
Destes só me correspondo, ainda que irregularmente, com dois.<br />
Na verdade, nesta altura eu podia ter optado por complicar a regra somando-lhe o campo Assunto. Mas entretanto já estava a reflectir sobre isto e tinha decidido mudar o remetente das minhas duas versões por e-mail.<br />
Nenhum ganho em eficácia deve ser menosprezado numa actividade onde a pressão é cada vez maior. Não sendo vital, mudar o remetente do envio diário não custa nada excepto uns minutos dispendidos. Não há desvantagens, apenas vantagens em enviar os <em>mails</em> com endereços específicos, que identifiquem os blogues propriamente ditos, sem deixar de identificar os seus autores. Para estes, também facilita a tarefa de separar e identificar o correio recebido. Os endereços de correio electrónico são grátis. Na verdade, não precisa, sequer, de ser um endereço com <em>mailbox</em> real, basta ter um <em>alias</em> na sua conta normal e usá-lo.</p>
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		<title>Newsletters via FeedBurner: um detalhe que podemos corrigir</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 10:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[C!]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/newsletters-via-feedburner-um-detalhe-que-podemos-corrigir/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/feedburner1.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="feedburner1.png" title="" /></a>Dei-me hoje conta de que as newsletters diárias dos blogues, feitas a partir das contas no FeedBurner, têm em regra um detalhe que podemos e devemos corrigir. É cada vez mais popular, também em Portugal, este formato de distribuição que &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/newsletters-via-feedburner-um-detalhe-que-podemos-corrigir/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/feedburner1.png" alt="feedburner1.png" align="left" /><span class="caps">D</span>ei-me hoje conta de que as <em>newsletters</em> diárias dos blogues, feitas a partir das contas no <a href="http://www.feedburner.com">FeedBurner</a>, têm em regra um detalhe que podemos e devemos corrigir.<br />
É cada vez mais popular, também em Portugal, este formato de distribuição que leva o conteúdo de um blogue ao leitor através da comodidade do correio electrónico, dispensando a consulta pelo <em>browser</em> ou mesmo pelo leitor de <em>feed</em>. Eu, por exemplo, nunca me consegui habituar a estes e tenho vários serviços, alguns até instalados por mim, mas para acções concretas; os blogues e publicações que sigo profissionalmente e por gosto, recebo-os no mail.<span id="more-351"></span><br />
Há muitas pessoas que (re)descobrem os potenciais de classificação e arquivo que os seus programas de correio já trazem, testados e refinados através do uso intensivo ao longo de duas décadas. E por isso dispensam a aprendizagem de mais uma ferramenta, o leitor de <em>feed</em> &#8212; que, bem espremido,  pouco ou nada traz de novo à grande maioria das audiências da web. É mais moderna e versátil, claro, mas como canal de distribuição de conteúdo compete com o e-mail numa situação de desvantagem.<br />
<strong> Não somos todos <em>super users</em></strong> &#8212; uma verdade que os entusiastas do <em>blogging</em> e os imersos na cultura da web social tendem a esquecer com facilidade.<br />
Eu tento dar mais atenção às necessidades dos diversos leitores e por isso mesmo tenho duas versões do <strong><em>C!</em></strong> distribuídas por e-mail. Este artigo fala das duas. Primeiro, por causa do detalhe de que me dei conta no envio da versão diária e que vou corrigir. Segundo, porque reservo para publicar em primeira mão na <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever-edicao-semanal/">edição semanal</a> o artigo em que vou explicar como me dei conta do assunto, apresentando alternativas indolores para a sua correcção.<br />
Se ainda não assinou <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever-edicao-semanal/">a versão semanal de <strong><em>Certamente!</em></strong></a>, eis uma boa altura, e uma boa razão, para o fazer. É gratuita, apresenta apenas o melhor que foi publicado ao longo da semana, e tem sempre um atractivo suplementar, seja uma primeira mão, como será o caso esta semana, seja mesmo um exclusivo. <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever-edicao-semanal/">Subscreva aqui</a>.</p>
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		<title>Esta sexta-feira: 5 maneiras de poupar tempo a seguir blogues</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 21:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana a edição semanal de C! apresenta nova estreia: 5 maneiras de poupar tempo a seguir blogues. Decidi escrever este especial ao reflectir nos ecos que me têm chegado de diversos blogueiros (vou adoptar o termo, está decidido): há &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/esta-sexta-feira-5-maneiras-de-poupar-tempo-a-seguir-blogues/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">E</span>sta semana a edição semanal de <strong><em>C!</em></strong> apresenta nova estreia: 5 maneiras de poupar tempo a seguir blogues.<br />
Decidi escrever este especial ao reflectir nos ecos que me têm chegado de diversos blogueiros (vou adoptar o termo, está decidido): há um cansaço por aí e toda a gente se queixa de falta de tempo para <em>blogar</em>. Uma pesquisa trará centenas de <em>links</em> para artigos do género e não pretendo inovar (embora tenha um ou dois truques <img src='http://cloud.querido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ). Mas &#8212; e tome isto como uma primeira dica &#8212; poupará tempo a ler um top 5 das melhores maneiras, não tendo por exemplo de fundir a cabeça ao ler, como me aconteceu, uma dica por um autor e a dica contrária no autor seguinte!<br />
Este artigo da <em>newsletter</em> semanal será uma primeira aproximação ao mundo do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GTD">GTD</a>, Getting Things Done &#8212; um drama dos tempos modernos. <a href="http://pauloquerido.pt/subscrever-edicao-semanal/">Assine já &#8212; é gratuita</a> e&#8230; poupa tempo!</p>
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		<title>Oito medidas que vão tornar o seu blogue mais rápido</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 14:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/oito-medidas-que-vao-tornar-o-seu-blogue-mais-rapido/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/netspeed.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="netspeed.jpg" title="" /></a>Comece o leitor por perguntar a si mesmo: quantas vezes já desistiu de esperar que a página de um blogue carregasse e partiu para o seguinte? Eu faço-o cada vez mais &#8212; o que é uma tristeza para os bloggers &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/oito-medidas-que-vao-tornar-o-seu-blogue-mais-rapido/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/netspeed.jpg" alt="netspeed.jpg" align="left" /><span class="caps">C</span>omece o leitor por perguntar a si mesmo: <strong>quantas vezes já desistiu de esperar que a página de um blogue carregasse e partiu para o seguinte?</strong><br />
Eu faço-o cada vez mais &#8212; o que é uma tristeza para os <em>bloggers</em> portugueses, que andam a deixar-se ficar para trás no caminho evolutivo da auto-edição. Decidi por isso compilar uma série de <strong>medidas simples destinadas a acelerar qualquer blogue</strong>, podendo em muitos casos reduzir o tempo de carregamento a um quinto e menos! Seleccionei-as com cuidado, de forma a que a maioria delas esteja ao alcance dos <em>bloggers</em> menos familiarizados com o código e os <em>templates</em>.<br />
A lista de situações práticas que se segue não é nem exaustiva nem trabalhosa, como verá, e começa com as medidas de execução mais simples, ao alcance de qualquer autor com um blogue na mais fácil das plataformas, o <a href="http://ww.blogger.com">Blogger</a>. No final as duas mais complexas são para autores capazes de mexer nos <em>templates</em> do seu <a href="http://wordpress.org">WordPress</a> (ou equivalente). Eis o sumário:</p>
<ol>
<li> Use imagens mais leves!</li>
<li> Indique no código HTML as dimensões da imagem</li>
<li> Limite os widgets e botões ao essencial</li>
<li> Diminua a quantidade de posts apresentada na primeira página</li>
<li> Veja-se livre de código desnecessário</li>
<li> Reduza a quantidade de pedidos HTTP</li>
<li> Diminua o tamanho dos ficheiros CSS e JS</li>
<li> Limpe o código redundante dos templates</li>
</ol>
<p>A abundância de largura de banda, o preço reduzido do espaço em disco e do processamento criaram uma atmosfera de facilidade. Sobrou contudo uma razão bastante boa, racionalmente falando, para optimizar o peso de uma página e seus componentes: a velocidade a que o destinatário a recebe. E mesmo ao nível do servidor, cada milissegundo conta.<span id="more-158"></span></p>
<ol>
<li><strong>Use imagens mais leves</strong>!
<ul>
<li>A maioria dos autores envia fotos sem prestar atenção às dimensões reais, por vezes muito grandes; é vulgar vermos a instrução para o limite da dimensão das imagens dado através do código na altura da inserção (o <em>width</em> e o <em>height</em>), mas esse &#8220;truque&#8221; só reduz a dimensão de exibição: o ficheiro da imagem mantém-se inalterado e quase sempre tem um peso extraordinário!</li>
<li><strong>A solução</strong>: edite as imagens ANTES de as enviar para a Net. Qualquer editor de imagem serve, até o Paint, embora não o recomende de todo: antes usar um serviço web de optimização de imagens como <a href="http://tools.dynamicdrive.com/imageoptimizer/">este</a>, que é versátil quanto baste.</li>
<li>Tome por referência a largura de 600 pixels: acima disso é garantido que a imagem vai sair do espaço útil da janela de uma grande parte dos <em>browsers</em>. Eu faço as minhas imagens com 450 pixels de largura, no máximo. Preste também atenção, no caso das fotos tiradas de máquinas digitais, à resolução. Guarde a versão grande, mas para publicar na Web faça uma cópia com o máximo de 72 pixels: acima disso os monitores simplesmente não mostram, cortam os pixels do meio.</li>
<li>Com esta medida, <strong>reduzi o peso</strong> total da primeira página de um determinado blogue <strong>de uns incríveis 4 Megabytes para uns 700 Kb</strong> &#8212; ainda acima do ideal &#8212; <strong>sem que o próprio autor notasse qualquer alteração</strong> na visualização do seu blogue!</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Indique no código HTML as dimensões da imagem</strong>.
<ul>
<li>Parece disparate, meter nos preencher os parâmetros <em>width</em> e <em>height</em> com as dimensões correctas da imagem &#8212; mas não é: esta indicação poupa tempo ao computador do leitor, cujo <em>browser</em> fica a saber que espaço deve reservar para a imagem mesmo antes dela chegar (o código da página é mais leve e chega primeiro), fazendo a apresentação correcta do texto enquanto a imagem ainda está em trânsito.</li>
<li>Além da velocidade, torna a recepção da página mais agradável, causando impressão positiva.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Limite os <em>widgets</em> e botões ao essencial</strong>.
<ul>
<li>Nem falo do ruído visual que provoca o excesso de <em>widgets</em> e botões que &#8220;adornam&#8221; tantos blogues respeitáveis. Limito a análise ao respectivo mau contributo para a velocidade.</li>
<li>Verifique se todos os <em>widgets</em> e botões estão funcionais; sei de casos em que o serviço já está desactivado há algum tempo&#8230;</li>
<li>Verifique se têm de facto alguma utilidade. <strong>A maior parte dos botões torna-se inútil ao fim de um certo tempo, quando surge uma nova moda, um novo &#8220;top blogs&#8221;</strong>, o último grito do <em>widget</em>&#8230;</li>
<li>Verifique, através do seu contador, se a quantidade de tráfego enviado pelo serviço é de molde a justificar a sua permanência. Se não for, e se não achar que é um botão ou <em>widget</em> particularmente prestigiante, tire-o. Só está a fazer peso, ninguém lhe liga, não serve para nada.</li>
<li>Uma boa regra para a selecção do que vai colocar (ou deixar&#8230;) na sua barra lateral é: o que tem a ganhar? Prestígio? Links? Tráfego? <strong>Meça o que dá e o que recebe. A maioria das widgets não dá nada, ou dá muito pouco </strong>para o que recebe da exposição na SUA página.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Diminua a quantidade de posts apresentada na primeira página</strong>.
<ul>
<li>O tempo em que percorríamos uma página inteira, por aí abaixo, já lá vai há que anos&#8230; Hoje, o visitante ou é seu leitor regular, e visita-o com frequência suficiente para já ter lido os posts da semana passada (e para saber maquinalmente onde está o arquivo&#8230;), ou é um leitor novo, a quem a primeira impressão do seu blogue é o que está acima da linha de água &#8212; e a velocidade a que este lhe surge no monitor!</li>
<li>Não se fie no mau exemplo de alguns <em>bloggers </em>históricos que mantém lençóis de um mês (!) na primeira página: o seu blogue ainda não é daquele campeonato. Use as suas armas, porque não dispõe das deles. Seja como for, mesmo para um blogger de topo é um erro uma página longa e só os anacrónicos <em>bloggers</em> as mantém.</li>
<li>Nas blogosferas mais adiantadas<strong> a tendência</strong> <strong>é para páginas de entrada pequeníssimas</strong>. Não aconselho mudanças dramáticas: ir encurtando aos poucos é mais prudente.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Veja-se livre de código desnecessário</strong>.
<ul>
<li>O meu último <em>template</em> carregava por defeito um Javascript com 28 Kb que nunca era processado porque eu não usava uma determinada funcionalidade da minha instalação WordPress&#8230; Isto diz tudo.</li>
<li> Verifique se todos os ficheiros carregados pelo seu <em>template</em> são realmente necessários e elimine as chamadas no código se não forem. Evitará o duplo desperdício de tempo, do lado do servidor e do lado do cliente.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Reduza a quantidade de pedidos HTTP</strong>.
<ul>
<li>Quantos mais elementos tem uma página, mais pedidos HTTP são enviados pelo <em>browser</em> para o servidor, aumentando o tempo de resposta deste para &#8220;construir&#8221; a página que vai servir. Há sempre imagens a mais num <em>template</em>, por exemplo.</li>
<li><strong>Limite o número de objectos e junte-os: um único ficheiro CSS contendo todos os elementos é melhor que três</strong>, ou quatro &#8212; até cinco, como tenho visto em tantos casos. O mesmo é válido para os ficheiros de <em>scripting</em> (Javascript, nomeadamente).</li>
<li>(<em>Esta é uma optimização que ainda não fiz no </em><strong>C!</strong><em> por falta de tempo, mas não tarda.</em>)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Diminua o tamanho dos ficheiros CSS e JS</strong>.
<ul>
<li>Contém sempre anotações do autor que podem ser retiradas sem prejuízo algum, bem pelo contrário. É cada vez mais frequente nos fabricantes de <em>plugins</em><em>templates</em> o cuidado em disponibilizarem versões leves, com menos funcionalidades, ou no mínimo documentação que permite ao autor saber que parte do código Javascript pode retirar se não usa determinada função.</li>
<li>Mantenha as cópias anotadas à parte, para as alturas em que vai trabalhar no template, e use cópias depuradas. Vai ver que <strong>consegue facilmente ganhos de 15 a 30%</strong> no tamanho desses ficheiros.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Limpe o código redundante dos templates</strong>.
<ul>
<li>No WordPress como nas outras plataformas, os templates são feitos para adaptação a milhares de casos diferentes. Daí os códigos como <code>&lt;?php bloginfo('name'); ?&gt;</code> e <code>&lt;?php bloginfo('rss_url'); ?&gt;</code>. O primeiro coloca naquele ponto do <em>template</em> o nome do blogue e o segundo coloca o endereço do feed RSS. Eis duas informações que não mudam muitas vezes&#8230; Pelo que ao substitui-las pelo nome e pelo endereço estamos a poupar chamadas à base de dados. São milissegundos, certo, mas repetem-se de cada vez que uma página é mostrada &#8212; num dia de muito tráfego fará alguma diferença ao seu servidor.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p>Há técnicas mais extremas de limpeza de <em>templates</em>. Aprendi algumas delas por causa dos problemas de crescimento tanto do weblog.com.pt como agora da TubarãoEsquilo. Com a última, reduzi num quarto de segundo o tempo de carregamento de cada uma das páginas do <a href="http://arrastao.org">Arrastão</a>! Falarei disso num próximo artigo.</p>
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