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	<title>Certamente! &#187; futuro</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Os interfaces entre o mundo físico, atómico, e o mundo digital, dos bits, desaparecerão</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 09:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/os-interfaces-entre-o-mundo-fisico-atomico-e-o-mundo-digital-dos-bits-desaparecerao/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://cloud.querido.pt/wordpress/ficheiros/2011/11/touchscreen-full.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Para onde caminha a nossa relação com os aparelhos digitais? As barreiras entre as realidades física e digital esbatem-se a grande velocidade e dentro de pouco tempo um grande número de operações realizadas no nossos aparelhos digitais será comandado por processos naturais de comunicação. <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/os-interfaces-entre-o-mundo-fisico-atomico-e-o-mundo-digital-dos-bits-desaparecerao/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cloud.querido.pt/wordpress/ficheiros/2011/11/touchscreen-full.jpg" alt="" title="" width="350" class="alignright size-full wp-image-6105" /> O Paulo Camacho, do Jornal da Madeira, colocou-me uma questão interessante para uma reportagem a publicar na revista Olhar, daquele jornal. Partindo do &#8220;regresso dos dedos&#8221;, possibilitado pelo iPad, trata-se de tentar perspectivar para onde caminha a nossa relação com os aparelhos digitais.</p>
<p>Ainda o iPad não estava à venda quando aqui publiquei um artigo &#8212; <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/ipad-promessas-de-amanhas-que-cantam-e-porque-estou-cauteloso-com-elas/">iPad: promessas de amanhãs que cantam (e porque estou cauteloso com elas)</a> &#8212; no qual evidenciei prematuramente esse aspeto revolucionário. Uma breve passagem:</p>
<blockquote><p>O iPad promete efectivamente amanhãs que cantam à nossa relação com a informática. O iPad promete acabar com a experiência frustrante do interface que dominou, imperial e imperturbável, a relação de 99% dos humanos com 100% dos computadores ao longo dos últimos 30 anos. Refiro-me à metáfora do interface gráfico e da interacção com o rato, nas múltiplas variantes de &#8220;apontar e clicar&#8221;.</p>
<p>Promete acabar com a dependência do formato do ecran: ele continua rectangular, oh sim, mas temos a liberdade de girar esse rectângulo, rodá-lo com o nosso próprio movimento, de forma natural, o conteúdo, aquilo que está a ser mostrado, adapta-se à nossa posição em vez de sermos obrigados ao alinhamento com a posição dele. </p></blockquote>
<p>Recuperado isto, acrescento agora: caminhamos para uma época onde os interfaces entre o mundo físico, atómico, e o mundo digital, dos bits, desaparecerão &#8212; ou, se preferirmos, tornar-se-ão transparentes e não envolverão nenhum esforço.</p>
<p>Hoje tocamos nos ecrans para enviar um mail. Nos jogos já não é necessário contacto: dirigimos o nosso avatar, ou representante, meramente através do movimento corporal. E começamos a falar para os aparelhos de uma forma eficaz (o reconhecimento de voz anda aí há 15 anos ou mais, demorou a estabelecer-se, o que comprova a dificuldade da tarefa).</p>
<p>Dentro de pouco tempo, um grande número de operações realizadas pelos nossos aparelhos digitais será comandado por processos naturais de comunicação: gesticular, apontar, verbalizar. A vice-versa será verdadeira: receberemos as mensagens não somente através dos ecrans, mas através da audição. E não está longe a projeção 3D.</p>
<p>Em suma: esbater-se-ão as barreiras que contém as representações física e digital da realidade.</p>
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		<title>Rusbridger: Openness, Collaboration Key to New Information Ecosystem</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 22:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/rusbridger-openness-collaboration-key-to-new-information-ecosystem/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.poynter.org" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Sabe bem estar acompanhado. Passei alguns anos sozinho. Those in the second camp have a rude word for us: Utopians. They believe we have stars in our eyes and have failed to see what, to them, is blindingly obvious: that &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/rusbridger-openness-collaboration-key-to-new-information-ecosystem/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe bem estar acompanhado. Passei alguns anos sozinho.</p>
<blockquote><p>
Those in the second camp have a rude word for us: Utopians. They believe we have stars in our eyes and have failed to see what, to them, is blindingly obvious: that the time for playing around has to stop. It&#8217;s time for some hard-nosed realities. </p>
<p>Utopians can&#8217;t stop thinking about the possibilities ahead: We literally lie awake at night fighting off the thoughts of what can be done &#8212; and what, even as we eventually submit to sleep, others are busy doing. </p>
<p>We think the future is about endless experimentation, that this is a journey which has barely begun. To us it seems fairly evident there are two features of this new information ecosystem which it would be foolish to ignore, whichever camp you&#8217;re in: openness and collaboration.
</p></blockquote>
<p>Ler original,  <a href='http://www.poynter.org/content/content_view.asp?id=192956'>Rusbridger: Openness, Collaboration Key to New Information Ecosystem</a><br/>Fonte: <img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.poynter.org'> <span style='font-size:85%; color:grey;'> Poynter </span><br/></p>
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		<title>Ganhar dinheiro com a TV do futuro</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 16:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/ganhar-dinheiro-com-a-tv-do-futuro/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.jornaldenegocios.pt" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Comigo, a publicidade vem sempre atrás&#8230; Dito de outra maneira: a incapacidade de resposta atempada à evolução do ambiente mediático cria bolsas de ineficácia num negócio que na verdade prefere a desinformação sobre si próprio. Ao olharmos para os números &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/ganhar-dinheiro-com-a-tv-do-futuro/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comigo, a publicidade vem sempre atrás&#8230; Dito de outra maneira: a incapacidade de resposta atempada à evolução do ambiente mediático cria bolsas de ineficácia num negócio que na verdade prefere a desinformação sobre si próprio.</p>
<blockquote>
<p>Ao olharmos para os números da Marktest vemos que, hoje, 80% da população portuguesa vê televisão generalista e 20% vê televisão por cabo. Analisando os dados relativos à publicidade, nota-se um desfazamento relativamente ao impacto destes dois meios, quando a TV generalista consegue mais de 95% desse investimento publicitário.</p>
<p>O mesmo se passa se compararmos televisão e Internet, com a primeira a somar 92% do investimento publicitário e a segunda 8%, quando há consumidores de determinadas classes que já passam tanto tempo (ou mais) a navegar na Web, como a ver TV. &#8220;É uma indústria estabelecida que vai demorar algum tempo a mudar, mas que inevitavelmente vai ter de mudar&#8221;, refere por sua vez Nuno Bernardo.</p>
</blockquote>
<p>Ler original,  <a href='http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=446213'>Ganhar dinheiro com a TV do futuro</a><br/>Fonte: <img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.jornaldenegocios.pt'> <span style='font-size:85%; color:grey;'> Jornal de Negócios </span><br/> <br/></p>
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		<title>Racionalidade, amén</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 09:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>

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		<description><![CDATA[A web tem quase 2.000.000.000 de pessoas e cresce rápida ainda. Tipo, ya, 2 mil milhões de pares de mãos que acedem a custo baixíssimo a &#8220;conteúdos&#8221;, notícias, informação, entretenimento. Acedem para consultar e acedem para produzir e partilhar, alegres &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/media/racionalidade-amen/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A web tem quase 2.000.000.000 de pessoas e cresce rápida ainda. Tipo, ya, 2 mil milhões de pares de mãos que acedem a custo baixíssimo a &#8220;conteúdos&#8221;, notícias, informação, entretenimento.</p>
<p>Acedem para consultar e acedem para produzir e partilhar, alegres e contentes.</p>
<p>A publicidade online está a recuperar da crise financeira e volta ao crescimento optimista.</p>
<p>O preço da web (o acesso às páginas HTML, &#8216;tão a ver?) vai descer de praticamente irrelevante para desprezivelmente irrelevante, ahah.</p>
<p>Se o iPad vender 4 milhões de aparelhos em todo o mundo no primeiro ano, a Apple andará aos pulos de contente. Os analistas acham que talvez se vendam 10 milhões de leitores electrónicos em 2010.</p>
<p>10.000.000 é uma fracção de 2.000.000.000. Uma pequena fracção, para começo de conversa.</p>
<p>O iPad, mesmo auto-financiado pela Apple, custará 499 dólares, preço de entrada. O acesso aos conteúdos terá também um preço, a dividir entre a Apple (ou a Amazon, ou outra <em>hi-tech</em> com o torniquete e a caixa registadora) e o orgulhoso &#8220;content provider&#8221;.</p>
<p>A indústria dos media (do jornalismo ao entretém) falhou todas e cada uma das oportunidades abertas pelas mudanças de comportamento da Entidade Antes Conhecida Por Audiência, nascidas da evolução tecnológica.</p>
<p>Todas. land rush, 1.0, 2.0, mobile, t-o-d-a-s.</p>
<p>O espaço (ok: o mercado) foi ocupado pelas tecnológicas e telcos. Que prosperam <em>exactamente no mesmo sítio</em> em que os media definham.</p>
<p>Virar as costas a 2.000.000.000 que existem, vibram, e apostar num potencial de 10.000.000 que pode ou não vir existir, e existindo pode ou não vibrar, não é coisa dos <em>mass media</em>.</p>
<p>Os industriais dos media dizem acreditar que o iPad vai salvar os seus negócios, tirando-os do tumulto da &#8220;rede do lixo&#8221;.</p>
<p>Tenho a certeza absoluta que há racionalidade nessa declarada expectativa. Absoluta. Eu é que sou estúpido e não consigo descortinar. Que os accionistas que financiam tais crentes consigam &#8212; é o que lhes desejo. Tudo de bom, amén.</p>
<p>Em Portugal o panorama é ainda mais estranho. Grupos inteiros invisíveis nas redes sociais. Um único jornal no Kindle. Nenhuma publicação com aplicações móveis, iPhone ou outras. Competências que deviam ser próprias são entregues em <em>outsourcings</em> de estratégia duvidosa, se existente. Conhecimentos que deviam integrar o capital intelectual de uma Redacção são evitados como se a informática fosse a sida do jornalismo. Uma ideia copiada com seis meses sobre a publicação americana que demorou seis meses a atingir o nirvana do <em>mainstream</em> social, passa neste país por &#8220;original&#8221; e &#8220;inovação&#8221; &#8212; um ano depois do blog mais rasca já o ter feito. Em vez de revalorizado e reinvestido e estimulado aos novos saberes, o capital humano é dispensado, despedido, e o grosso do trabalho aviado por estagiários que acham o máximo meter &#8220;trainee&#8221; no currículo do LinkedIn e pelo lumpen <em>copy-past</em> enquanto aguarda uma encomenda de 3 dólares o artigo no Getafreelancer.</p>
<p>Sei que um dia descortinarei, tudo de bem para vocês, amén.</p>
<hr />
Se chegou aqui, leitor, permita-me sugerir o <a href="http://manifesto-internet.org">Manifesto Internet &#8211; Como o jornalismo funciona hoje. 17 constatações</a> e pense e discuta, junte-se a quantos já o fazem em dezenas de países que traduziram o manifesto. Ou leia <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/ipad-promessas-de-amanhas-que-cantam-e-porque-estou-cauteloso-com-elas/">iPad: promessas de amanhãs que cantam (e porque estou cauteloso com elas)</a>, onde discorro um pouco sobre o leitor da Apple, que considero de tremendo potencial disruptivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tudo o que se passa, passa na TSF (eu passei :) )</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[free]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[TSF]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/tudo-o-que-se-passa-passa-na-tsf-eu-passei/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/tsf-free.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="tsf-free" title="tsf-free" /></a>Tudo o que se passa, passa na TSF e eu passei Foi ontem à tarde, novamente. Desta vez no Mais Cedo ou Mais Tarde, com o João Paulo Meneses. O tema de partida foi o livro de Chris Anderson &#8220;Free &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/tudo-o-que-se-passa-passa-na-tsf-eu-passei/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo o que se passa, passa na TSF e eu passei <img src='http://cloud.querido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Foi ontem à tarde, novamente. Desta vez no <a href="http://tsf.sapo.pt/blogs/maiscedo/default.aspx">Mais Cedo ou Mais Tarde</a>, com o João Paulo Meneses.</p>
<p>O tema de partida foi o livro de Chris Anderson &#8220;Free &#8211; O Futuro é Grátis&#8221; (edição portuguesa <a href="http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=9057">aqui</a>). Conversámos sobre a forma como os negócios são afectados pela Internet. Devia ter falado mais dos bons exemplos do software e menos das desgraças da Imprensa. Murdoch, porém, está nas bocas do mundo (pelas piores razões) e era incontornável. Tive o cuidado de não apontar quem, por cá, pensa tão erradamente quanto ele.</p>
<p>Houve ainda tempo para falar um pouco do meu percurso. Marcos principais do caminho: Spectrum, primeira utilização da micro-informática em Redacções (na Gazeta dos Desportos, cerca de 1983) em integração no processo jornalístico; CompuServe, primeira ligação Internet, primeiro e-mail &#8212; e a integração no jornalismo, já no Expresso, tanto com os resultados NBA como a realizar entrevistas; a Revista do Expresso, coluna Bit a bit, onde avaliei, entre outros,  Windows 95 e o <a id="aptureLink_AAZCNhFACl" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Apple%20Newton">Newton</a>, da Apple; a saída do quadro do Expresso, em 95, para a aventura empresarial, com a BBS A Rede, precursora do acesso Internet comercial; o regresso como colaborador ao Expresso para fundar o suplemento de ciência, tecnologia e futuro, o XXI; depois, com o tempo já a esgotar-se, o <a href="http://weblog.com.pt">weblog.com.pt</a>, agora o novo jornal <a href="http://diario2.com">Diário2</a> e muito já de fugida as redes sociais, desfazendo eu o mito da minha presença &#8220;permanente&#8221; no Twitter <img src='http://cloud.querido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A ouvir, <a href="http://s3g.me/4zi">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://s3g.me/4zi"><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/tsf-free.jpg" alt="tsf-free" title="tsf-free" width="490" height="230" class="aligncenter size-full wp-image-3776" /></a></p>
<p>Aproveito e desfaço um erro: quando, a minutos tantos, uso o termo &#8220;protoconsumidor&#8221;, o que realmente quero dizer é <a id="aptureLink_8M8pYa6rDQ" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Prosumer">prosumer</a>. Uma atrapalhação do directo <img src='http://cloud.querido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Você, leitor, quer passar-se?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 01:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[TED]]></category>

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		<description><![CDATA[Você, leitor, quer passar-se? Completa, total, irredutivelmente? Passar-se a sério? Então gaste 8 minutos do seu tempo para se passar. Não me responsabilizo pelo eventual regresso à órbita da realidade. Boa viagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">V</span>ocê, leitor, quer passar-se? Completa, total, irredutivelmente? Passar-se a sério?<br />
Então gaste 8 minutos do seu tempo para se passar. Não me responsabilizo pelo eventual regresso à órbita da realidade. Boa viagem.</p>
<p><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/PattieMaes_2009-embed_high.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/PattieMaes-2009.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=481" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/PattieMaes_2009-embed_high.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/PattieMaes-2009.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=481"></embed></object></p>
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