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	<title>Certamente! &#187; iPhone</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>História dos primeiros dias da Weddar, a app de portugueses que está a ter sucesso</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 13:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Android]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/historia-dos-primeiros-dias-da-weddar-a-app-de-portugueses-que-esta-a-ter-sucesso/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/04/weddar.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="weddar" /></a>Weddar é uma aplicação para iPhone programada por 2 portugueses, lançada no dia 25 de Abril e que está a pegar internacionalmente. O conceito é muito interessante. Trata-se de usar os relatórios emitidos pelas pessoas para avaliar o estado do &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/historia-dos-primeiros-dias-da-weddar-a-app-de-portugueses-que-esta-a-ter-sucesso/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Weddar é uma aplicação para iPhone programada por 2 portugueses, lançada no dia 25 de Abril e que está a pegar internacionalmente. O conceito é muito interessante. Trata-se de usar os relatórios emitidos pelas pessoas para avaliar o estado do tempo. Crowdsourcing das previsões atmosféricas. <img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/04/weddar.jpg" alt="" title="weddar" width="153" height="300" class="alignright size-full wp-image-5843" align="right" /></p>
<p>Como noutras aplicações de crowdsourcing, é uma questão de quantidade de informação a processar. Se o <a href="http://weddar.com">Weddar</a> atingir massa crítica, veremos até que ponto será útil para a previsão do tempo. Mas entretanto é uma  boa ideia e uma app engraçada de usar.</p>
<p>Decidi fazer um registo destes primeiros dias do Weddar. Porque estas coisas tendem a perder-se de vista e as reconstituições são geralmente difíceis e imprecisas. Usei o Storify mas tenho uma versão (para breve) no Bundlr, que também é português.</p>
<p><script src="http://storify.com/pauloquerido/weddar-history.js"></script><noscript>[<a href="http://storify.com/pauloquerido/weddar-history" target="blank">View the story "Weddar: the very first days" on Storify]</a></noscript></p>
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		<title>Público sacode a apatia dos meios online portugueses</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 15:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Público]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/media/publico-sacode-a-apatia-dos-meios-online-portugueses/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-0-th.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Gratuita, ao nível das melhores, é lançada oficialmente amanhã, segunda-feira, a primeira aplicação para iPhone de um Órgão de Comunicação Social português: a iphone app do Público. Já a testei e concluí: está ao melhor nível mundial e, como a &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/media/publico-sacode-a-apatia-dos-meios-online-portugueses/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-0-th.jpg" align="right" alt="" />Gratuita, ao nível das melhores, é lançada oficialmente amanhã, segunda-feira, a primeira aplicação para iPhone de um Órgão de Comunicação Social português: a iphone app do Público.</p>
<p>Já a testei e concluí: está ao melhor nível mundial e, como a grande maioria, tem ainda muita margem de progressão. Ainda que com inexplicável fraca convicção por parte de uma direcção que parece alheada da rede, o Público sacode a apatia dos meios online portugueses.</p>
<p>Leia a minha apresentação e crítica da aplicação no Diário2: <a href="http://diario2.com/publico-lanca-primeira-aplicacao-iphone-dos-media-portugueses-4204">Público lança primeira aplicação iPhone dos media portugueses</a>.</p>
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		<title>Sobre o Kindle, os jornais e os próximos 20 anos, respostas ao Semanário Económico</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 17:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Kindle]]></category>
		<category><![CDATA[morte de jornais]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/media/sobre-o-kindle-os-jornais-e-os-proximos-20-anos-respostas-ao-semanario-economico/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/kindle.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="kindle" title="kindle" /></a>Perguntas da jornalista Angela S. Marques, do Semanário Económico, e minhas respostas. A entrevista saiu no Semanário Económico a meio do mês que hoje termina. Como acha que serão os jornais daqui a 20 anos? Os jornais do futuro serão &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/media/sobre-o-kindle-os-jornais-e-os-proximos-20-anos-respostas-ao-semanario-economico/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3335 aligncenter" title="kindle" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/kindle.jpg" alt="kindle" width="500" height="333" /></p>
<p><strong><br />
</strong><em>Perguntas da jornalista Angela S. Marques, do Semanário Económico, e minhas respostas. A entrevista saiu no Semanário Económico a meio do mês que hoje termina.</em></p>
<p><strong><br />
Como acha que serão os jornais daqui a 20 anos? Os jornais do futuro serão mesmo projectados num Kindle ou num instrumento parecido?</strong><br />
Só um louco responderá a uma questão que envolve jornais e um prazo de 20 anos, mas vamos lá a isso.<span id="more-4931"></span> Daqui a 20 anos teremos dois suportes diferentes para os jornais. Num deles, o papel, o conteúdo será muito diferente do actual: o jornal apresentará tudo excepto notícias. Estas foram transmitidas por outros canais. No outro suporte, o electrónico, teremos conteúdos mais parecidos com os que hoje integram os jornais: noticiário relevante localmente, análise, reportagem. Ao contrário dos conteúdos do papel, que serão de baixo ou nulo valor, aqui teremos conteúdos de valor: o jornal electrónico, um suporte caro quando comparado com o papel, terá subscrições diferenciadas para públicos à medida.<br />
O Kindle estará num museu, bem como a sua descendência próxima. A 6 geração, se ainda existir, servirá de aparelho de interacção à distância, incluindo acesso à Wikipedia humana ou equivalente. Mas só para os pobres que não puderem dispor de um chip usável como roupa ou adorno, com o seu cone de projecção holográfica.</p>
<p><strong>Os jornais serão por isso um produto mais caro?</strong><br />
Teremos jornais baratos e até de borla, como hoje, em papel &#8212; um suporte cada vez mais económico. E teremos jornais mais caros, os electrónicos, sejam em suportes de papel especial, sofisticado, capaz de reproduzir imagem animada, durável, lavável, sejam em suportes de plástico que farão mais ou menos o mesmo, sendo deles concorrentes.</p>
<p><strong>Os jornais em papel têm tendência a desaparecer?</strong><br />
Em quantidade de títulos, penso que sim &#8212; mas não o tenho por adquirido. Assistiremos, sim, a uma degradação da qualidade da imagem hoje associada aos jornais: o que estava reservado a grupos prestigiados passará a ser economicamente acessível aos supermercados e oficinas de automóveis. O que pode, até, multiplicar o seu uso. Em número de cópias, pelo contrário, a tendência é para o aumento.</p>
<p><strong>Os jornalistas serão obrigados a mudar alguma coisa na sua forma de trabalhar, na sua opinião?</strong><br />
Tempo verbal errado. Os jornalistas JÁ SÃO obrigados a mudar de processos. A informação, bem como o respectivo acesso, há muito deixaram de ser um bem escasso.</p>
<p><strong>O que mudará na forma como lemos os jornais? Acabará o saco do Expresso na mesa da esplanada e milhões de suplementos por ler?</strong><br />
A leitura de lazer &#8212; a de fim de semana, que descreve &#8212; continuará mais ou menos nos mesmos moldes. Sendo o papel mais barato que a sua própria distribuição, teremos inevitavelmente mais suplementos &#8212; pelo menos nos próximos anos. Até ao limite suportável&#8230;. do peso.</p>
<p><strong>Esta possibilidade que já existe de termos notícias ao minuto na internet&#8230; com um jornal no Kindle poderemos ter as notícias ao minuto em qualquer lugar? Sem precisarmos de estar ao computador?</strong><br />
Sim &#8212; mas isso não tem nada a ver com 20 anos. Eu já tenho isso. No meu iPhone. Leio quando quero o que quero &#8212; desde que, no caso português, seja o Público. Ter um aparelho de 400 euro, um mono a preto e branco, só para ler jornais, revistas e livros &#8212; não me parece nem prático nem aconselhável. Mas se ele for um canivete suíço da comunicação, versátil, com audio e video, acesso às redes de dados e voz, então já me parece sensato carregar com um. De preferência, pequeno.</p>
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		<title>O preço do iPhone</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 20:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quanto custa o iPhone &#8212; I mean, really? (leitores de feed e mail, vejam video neste link)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">Q</span>uanto custa o iPhone &#8212; I mean, really?</p>
<div style="text-align: center;"><object id="FiveminPlayer" height="355" width="425"><param name="allowfullscreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="movie" value="http://www.5min.com/Embeded/29134947/"><embed src="http://www.5min.com/Embeded/29134947/" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="355" width="425"></object></div>
<h5>(leitores de feed e mail, <a href="http://www.5min.com/Video/How-to-Get-Broke-by-Buying-an-iPhone-29134947">vejam video neste link</a>)</h5>
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		<title>iSheep</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 16:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[iSheep]]></category>

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		<description><![CDATA[Steve Jobs é que sabe. É o verdadeiro hacker. Com base apenas em engenharia social, coloca a imprensa mundial a promover as vendas de um telemóvel caríssimo sem lhe pagar um cêntimo em publicidade e convence um rebanho incrivelmente dócil &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/isheep/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">S</span>teve Jobs é que sabe. É o verdadeiro <em>hacker</em>. Com base apenas em engenharia social, coloca a imprensa mundial a promover as vendas de um telemóvel caríssimo sem lhe pagar um cêntimo em publicidade e convence um rebanho incrivelmente dócil a 1) espalhar a messiânica mensagem e 2) a comprar um aparelho para o qual não tem dinheiro, nem agora nem para as mensalidades, julgando que é uma pechincha.<br />
Steve Jobs é o mágico do século XXI e vale mais, sozinho, que a trindade que tornou a web numa máquina registadora chamada Google, para desespero dos berlusconis e balsemões deste mundo.<br />
Há um ano, o iPhone era visto como um aparelho caríssimo e inacessível ao português médio, talvez até ao alto. 499 ou 599 euro por um telemóvel, mesmo um telemóvel que faz o pino e canta, é uma pipa de massa, para roubar a expressão a Belmiro de Azevedo.<br />
Um ano depois, a corrente lusitana dos iSheep não só corre para as lojas para se sentir feliz a adquirir, pelo mesmo preço que 365 dias antes achava inalcançável e impossível, como o faz exactamente da forma que Steve Jobs (que é a Apple sozinho, simultaneamente o board, o staff de PR, o evangelista, o porta-voz, o engenheiro-chefe e o hacker) imaginou que o ia por a fazer: primeiro de gatas, depois a disparar por um corredor fora, como se a loja fosse uma pista de atletismo e o primeiro a chegar à meta ganhasse a glória.<span id="more-692"></span><br />
Ilusão pura, proporcionada pelo mágico Steve Jobs, que não apenas diverte a feira inteira como ainda manipula as televisões servindo-lhes um espectáculo mediaticamente irrecusável: pessoas a correr para serem as primeiras a comprar um produto que daqui por três meses estará a metade do preço &#8212; e a mediática maçã da Apple como pano de fundo.<br />
Não há corrida nem primeiro, há apenas aparelhos para todos os tansos capazes de pagar um ordenado mínimo para fazer esta triste figura para as câmaras e ficarem com um aparelho que muitos vão colocar no prego antes do fim do leonino contrato com o operador.<br />
Como qualquer outra ovelha ordinária, os iSheep não querem saber se do outro lado do caminho o pasto é mais tranquilo e a erva mais acessível. Foram condicionados, preparados ao longo de meses, para no dia D estarem na loja L a arfar, de língua de forma prontos o que der e vier. A campaínha toca e eles saltam.<br />
Os editores não podem resistir: o apelo da maçã é demasiado forte. Mesmo os que instintivamente sabem que estão a ser levados numa encenação, não podem deixar de ir. A encenação é boa demais para ser mentira. É até notícia, Jobs é uma pessoa muito compreensiva para com as necessidades editoriais!<br />
É simples. Primeiro, diz-se que é estupidamente caro. Se é estupidamente caro, deve ser estupidamente bom. Elite. Não é pra nós. Quem? Eu, 500 euro por um telemóvel? 100 contos? Tás a mangar, ou quê?<br />
Depois anuncia-se que afinal, na Europa e tal, o preço deve ser a tradução do dólar &#8212; ui, isso dá, faz as contas, uns 300 euro. Hum&#8230;<br />
Depois, um site geralmente muito bem informado diz que tem uma pista de dentro e que lhe disseram que o iPhone deve ir custar uns 249 euro, mas ainda não está confirmado. Há sempre um idiota útil por perto que especula e leva o número aos 199 euro. A produção de saliva dispara: ena, afinal se calhar posso comprar o brinquedo!<br />
Três semanas antes do Dia D a euforia começa a tomar conta dos iSheep e da assistência também. A poucos dias, já com toda a gente histérica e as primeiras notícias de Imprensa a prever longas filas, noitadas com saco cama à porta das lojas, circo montado, sabe-se o preço! 499 euro o mais barato, 599 o mais potente, duma data de gigas, aquilo leva música toda do mundo dentro, <em>méne</em>! E em regime de exclusividade, topas? Dos três operadores nacionais, só o meu é que tem! (Seja o teu qual for pois todos têm, começam 2 e a TMN entra na dança quando for altura da primeira baixa de preços, que não tem data marcada no calendário mas se sabe quando é: é precisamente 2 semanas depois da Imprensa noticiar que o ritmo de vendas a 499/599 começou a abrandar).<br />
Os poucos que ainda são capazes de colocar os neurónios a bulir pensam, afinal custa caro, mas que se dane, EU TENHO DE TER uma coisa destas.<br />
Está tudo justificado. Jobs tratou disso.<br />
Para garantir o ponto de rebuçado para as câmaras no Dia D, 24 horas antes um operador &#8220;fura os acordos&#8221; e &#8220;anuncia&#8221; a primeira &#8220;redução de tarifário&#8221;, ainda antes do lançamento. Adoram os consumidores, são uns seus escravos, que simpáticos. Ficamos assim a saber que pagamos várias vezes mais pela mesma quantidade de tráfego que um italiano, mas como os tarifários são muito mais complicados de entender do que um iPhone de usar, ninguém sabe realmente quanto lhe vai custar o brinquedo.<br />
Por exemplo, há um desconto para quem comprar o aparelho ao preço de custo, em vez de o comprar na modalidade &#8220;subsidiada&#8221; &#8212; sendo o &#8220;subsídio&#8221; a mui honrosa possibilidade de pagar tanto o aparelho como o seu uso a preços acima do normal durante 24 meses! Se preferir não recorrer à gentil oferta, então pagará o preço de custo do aparelho e está sujeito ao tarifário normal.<br />
Não entendeu? Se pagar os 499 de uma vez tem desconto num dos tarifários e um bónus nos SMS. Se não pagar os 499 de uma vez, paga-os com juros em 24 meses durante os quais tem um tarifário alto e fixo, se tudo baixar você continuará agarrado ao tarifário alto, pelo que vai pagar menos.<br />
Não entendeu ainda? Vá ao médico, você é uma ovelha esquizofrénica e eu não tenho tempo para isto.</p>
<p>No dia 15 de Outubro, o mais tardar, o preço do iPhone cai 40% a 50% e 1 operador, ou talvez 2 ou 3, anunciam mais um tarifário mais barato e as câmaras voltam às lojas para uma nova corrida, desta vez às vendas de Natal.</p>
<p>Minhas senhoras e meus senhores, apresento-vos o iPhone. Que terá em 2009 uma versão de 120 GB &#8212; Hollywood na palma da mão.</p>
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