Etiqueta jornalismo

As (importantes) mudanças no USA Today, segundo maior diário americano

A revolução do jornalismo chegou aos grandes. O ‘USA Today’, segundo maior diário americano, iniciou na sexta-feira mudanças de alto a baixo. Entre outras medidas, o foco de toda a gente, a começar pelos jornalistas, deixa de ser o papel.

Escrevi no domingo no Correio da Manhã sobre isso e vou hoje um pouco mais longe, no Ondas na Rede: USA Today: a revolução do jornalismo chegou aos grandes

Em Portugal, um jornalista programador é um soldado sem exército

Em Portugal, um jornalista programador é um soldado sem exército. Um jornalista programador, um web jornalista, um jornalista digital, um jornalista em rede…
É o que me cabe dizer hoje, dia da conferência internacional sobre data-driven journalism.

Os salários dos jornalistas de Economia (nos EUA)

Sabeis quanto ganha em média um jornalista de Economia nos EUA? Arredondados, 3.300 euro mensais (60.000 dólares anuais).
Um editor ganha um pouco mais, claro: 3.00 euro mensais em média (70.000 dólares anuais).
Números daqui: SABEW Survey: Median Salary for Newspaper Biz Reporters $60-$65K

A outra face da moeda (Pirataria informática – a eterna história mal contada) (mais 1 link)

Notícias e artigos seleccionados nas últimas horas:

A outra face da moeda (Pirataria informática: a eterna história mal contada)
fonte: partidopiratapt.eu
O Partido Pirata Português tem muito para andar. E também está coberto de razão neste ponto: o jornalismo é incapaz de ir além do que a indústria estabelecida lhe dita.

"No passado dia 26 de Junho, o programa Falar Global da SIC Noticias focou-se no tema da “Pirataria Informática”, onde se esperaria uma abordagem jornalística mais abrangente que debatesse todos os pontos de vista sobre este vasto tema. A realidade seria um pouco diferente.

A peça começa com uma propaganda americana indicando que a realização de “downloads ilegais” resulta na escassez de dinheiro para pagar os empregos dos que participam na criação de filmes.

É realmente muito nobre e comovente, mas esquecem-se de explicar como se realiza a substituição da experiência de ida ao cinema com o download. As muitas lotações esgotadas e os orçamentos cada vez maiores parecem contradizer estas afirmações, mesmo em altura de crise onde surgem filmes que

Don Tapscott: A Internet deixa-nos mais inteligentes
fonte: www.publico.pt
Na sua pesquisa não encontrou nenhuma consequência negativa do uso das tecnologias?

Há todo o tipo de problemas. Os jovens precisam de equilíbrio e às vezes perdem-no. A minha mulher é portuguesa e está a visitar família aqui. Um dos miúdos joga videojogos 40 horas por semana. É demasiado. A privacidade também é outro problema. Os jovens expõem demasiada informação.

Acha que esta mudança vai acontecer quando esta geração for mais velha e estiver em posição de poder ou acontecerá antes disso?

Já há tensão. Há uma barreira geracional em muitas instituições. Por exemplo, nos locais de trabalho. Quando os jovens chegam ao mercado de trabalho, têm na mão ferramentas melhores do que as que existem nos governos e nas empresas. Têm toda uma cultura de colaboração. E nós o que fazemos? Fechamo-los em cubículos e tratamo-los como o Dilbert [o personagem criado pelo cartoonista Scott Adams]. Banimos as ferramentas que tê

Infográfico genial do New York Times sobre o Mundial comentado no Facebook

Graças ao José Manuel Fernandes, vi este infográfico genial do New York Times sobre o Mundial comentado no Facebook. Permite perceber de que jogadores mais se falou no Facebook em cada dia da competição.

Veja abaixo e clique para o disfrutar na plenitude no site do NYT.

Problemas dos filtros informáticos: no melhor Google cai a nódoa

Os filtros informáticos são imprescindíveis para fazer face a tamanhas quantidade de informação na rede — e a aumentaram diariamente. Mas os filtros informáticos apresentam problemas. No melhor, o Google, cai a nódoa: num filtro que tenho para “privacidade” saiu-me a fava de um site de tunning.

É por estas e por outras que a filtragem humana do que acontece — algo que fora da web dá pelo nome de “jornalismo” — é cada vez mais necessária.

Uma pergunta ao jornalista Tiago Dória, a não perder

A publicação Uma pergunta por dia arrancou ontem, dentro do prazo previsto. Hoje apresenta uma pergunta ao jornalista Tiago Dória, acerca do futuro dos processos jornalísticos. A não perder.

O primeiro dia do projeto correu bem. Já teve subscritores, o que era uma grande incógnita. Espero que entre os leitores do Certamente! mais alguns queiram micro-financiar a produção de um conteúdo de qualidade. Basta subscreverem. Tudo explicado no acerca.

De onde surgiu o meu interesse pelo jornalismo?

Fica aqui, para efeito de arquivo, uma entrevista comigo, feita por José Miguel Fernandes e publicada em Abril no blog Cultura Activa.

1- De onde surgiu o seu interesse pelo jornalismo? E pelas novas tecnologias?

Eu não tinha propriamente um interesse específico no jornalismo. LER CONTINUAÇÃO :.

Caso da notícia falsa do adepto “morto”, ou o problema da cadeia cega

O caso estoirou na tarde de sexta-feira em Lisboa, quando um jornal de referência deu uma notícia citando um canal de televisão de um clube de futebol e onde se avançava a morte de um adepto desse clube na sequência de confrontos na cidade do seu principal rival. Enquanto alguns leitores críticos de jornais (sim… há disso…) desconfiavam, os jornalistas dos outros jornais retransmitiam a notícia sem a confirmar.
LER CONTINUAÇÃO :.

Novas regras para o trabalho e as relações profissionais (no jornalismo)

Um incidente passado com um novo jornalista fez-me reflectir. A geração que ora entra num mercado de trabalho extremamente flexível, onde as relações com os empregadores não têm tempo de solidificar, pode tornar-se mais solidária entre si. Ou pelo menos mais leal.

As relações verticais perderão importância? Não estou certo, mas parece-me que sim (a reflexão é essa). Desde logo, porque em grande medida não chegam a estabelecer-se. Não passam de vínculos contratuais.

Num quadro assim, as relações entre trabalhadores dos mesmos ofícios ou similares sobressaem. Até porque se forjam na maior parte dos casos em ambientes diferentes do que antes sucedia: a confraternização entre pares passou da cafetaria ou da Redacção, onde se fazia o grosso dos novos conhecimentos e da socialização, para as redes sociais, onde hoje conhecemos grande parte, senão a maioria, das pessoas, em especial as com quem temos afinidades, incluindo as da profissão.

O incidente deixou-me a reflectir. Há 10, 20, 30 anos a troca de palavras não teria tido lugar: a lealdade do jornalista mais novo iria para a marca que o abriga e não se incomodaria em dar cavaco ao camarada. Assumiria, se fosse preciso, um choque. Mas agora não lhe passou tal coisa pela cabeça. O que lhe passou pela cabeça foi esclarecer um possível mal entendido entre (de alguma maneira) pares, blindando com grande profissionalismo a passagem de informações que pudessem ser consideradas pertinentes num eventual conflito de interesses entre marcas de jornalismo antagónicas.

Sem colocar em causa o vínculo, para mais recém-adquirido, o jornalista cuidou de manter aberta e limpa a porta da relação com o seu par.

Espero que seja uma tendência e não um caso isolado, mas será pensamento positivo da minha parte? Que tendes a dizer, caro leitor?

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ACERCA
mini fotografia paulo querido Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (Mais)

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