Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra? (mais 1 link)
As notícias e os artigos mais interessantes do dia:
Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra?
fonte: itmanagement.earthweb.com
Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra? Se não estiverem, qual é o pior cenário?
Looking ahead to the next major global conflict, the more appropriate question might be to ask whether the United States will be able to defend against a major cyberattack, rather than if one will occur.
Students of information warfare point out that physical attacks rarely, if ever, transpire any longer without a cyber component, and that assaults on digital systems such as the electrical grid or telecommunications networks are quickly becoming the face of modern combat.
"This revolution is so profound that the whole history of warfare is now going to look very different," said Scott Borg, director of the U.S. Cyber Consequences Unit, a nonprofit group that works closely with the government to evaluate the effects of potential cyberattacks. ("It's our job to figure out how to destroy America and its allies," Borg says of his orga
Microsoft needs more than a new slogan
fonte: www.infoworld.com
Microsoft needs better products — not ill-advised marketing campaigns or promotional websites — to truly challenge Apple
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A Deregulation Debacle for the Internet (mais 1 link)
Selecção de noticiário interessante de hoje:
A Deregulation Debacle for the Internet
fonte: www.nytimes.com
Lawrence Lessig sobre o fim da neutralidad da Internet: "As much as anything else, the economic success of the Internet comes from its architecture. The architecture, and the competitive forces it assures, is the only interesting thing at stake in this battle over “network neutrality.” And yet, the most senior economic advisers in the White House don’t seem to know what that means. They could, if they took the time. Barbara van Schewick’s extraordinary new book, "Internet Architecture and Innovation," is perhaps the best explication of this point so far for those who should be studying these hard, new policy questions.
But instead, policymakers, using an economics framework set in the 1980s, convinced of its truth and too arrogant to even recognize its ignorance, will allow the owners of the “tubes” to continue to unmake the Internet — precisely the effect of Google and Verizon’s “policy framework.” "
How the Old Spice Videos Are Being Made
fonte: www.readwriteweb.com
How do you take the social web by storm in a day, winning over even the coldest of hearts and gaining international acclaim – with commercials?
A team of creatives, tech geeks, marketers and writers gathered in an undisclosed location in Portland, Oregon yesterday and produced 87 short comedic YouTube videos about Old Spice. In real time. They leveraged Twitter, Facebook, Reddit and blogs. They dared to touch the wild beasts of 4chan and they lived to tell the tale. Even 4chan loved it. Everybody loved it; those videos and 74 more made so far today have now been viewed more than 4 million times and counting. The team worked for 11 hours yesterday to make 87 short videos, that's just over 7 minutes per video, not accounting for any breaks taken. Then they woke up this morning and they are still making more videos right now. Here's how it's going down.
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7 dicas para procrastinadores
Descobri via Twitter um post recomendável para procrastinadores: como superar a procrastinação, 7 simples passos.
Duas notas marginais.
- O Twitter é, hoje, uma fonte importante de novidades. No caso, cheguei a este post porque o autor me adicionou esta manhã.
- A Herbalife terá, certamente, defeitos que me tornam insensível (e até ligeiramente reactivo pela negativa) à marca, mas está a usar o social networking com habilidade. Um caso de estudo para as marcas portuguesas de todas as dimensões — e uma recomendação especial à equipa da Meios & Publicidade.
A última vítima dos promotores do "mail marketing"
Carta aberta à última vítima dos promotores do “mail marketing”, aparentemente Maria Gomes (camixa@gmail.com), contacto administrativo, técnico e comercial do domínio onde se publica, para impressão e posterior envio por CTT, o formulário de “aquisição”.
Caro senhor GUIA NACIONAL DE SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA, a sua mensagem comercial não solicitada — spam — caiu-me extraordinariamente mal. Estar dentro da “legalidade” não é o único cuidado que uma empresa deve tomar na hora de fazer marketing viral. Comprar uma base de dados de endereços de e-mail por 40 euro poderá ter-lhe parecido uma pechincha. Quem lha vendeu, bem como o serviço de envio, números de ROI e demais gráficos powerpoint com que na web se engodam os novatos, fez um bom negócio, sem sombra de dúvida, mas PARA ELE, que vende ar.
Esqueceu-se de lhe referir os custos indirectos deste tipo de acção. Custos como a irritação de parte dos destinatários das acções. Falaram-lhe, estou certo, de taxas de retorno de 7% — mas omitiram que a taxa dos profundamente desagradados é muito superior e tiveram muito cuidado em não mencionar que alguns deles poderiam mesmo tornar pública a sua indignação em termos nada abonatórios para uma empresa com dignidade.
Uma coisa é vender falso Viagra, percentagens miríficas em fortunas nigerianas, a ponte de Brooklin e cópias milimétricas de relógios Cartier feitas pelos mais pobres artesões que a globalização consegue encontrar.
Outra bem diferente é vender um “Guia nacional de serviços de utilidade pública” — ou pelo menos é o que a mim me parece. Talvez a si não lhe pareça, e se assim for, as minhas desculpas por me ter enganado — e aqui fica a publicidade a um artigo desse mais alto nível.
Sem mais.
PS: seja como for, não só não ganhou um cliente, como ganhou um céptico irritadíssimo por ver como é tratado sem nenhum tipo de consideração por empresas que, a coberto da ignorância, promovem más práticas de relacionamento com os clientes.
Marcas e blogues: também há bons exemplos
Nem todas as empresas reagem irracionalmente ao que “vem no blogues”, nem todas as marcas são sobranceiras aos seus clientes, nem todos os directores de marketing gostam de exibir a sua desajeitada ignorância. Também há bons exemplos no relacionamento com “a blogosfera”.
O Daniel Marques apresenta hoje um caso que nos vem contar uma história felizmente diferente daquela que alguns meios têm vindo a contar. A história passou-se com ele, no blogue dele — e não estamos a falar de um blogue que venha nos jornais, o que mais aumenta a consideração que a empresa envolvida merece por este episódio. Saiba como é que o Montepio Geral deu um bom exemplo

Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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