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Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra? (mais 1 link)

As notícias e os artigos mais interessantes do dia:

Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra?
fonte: itmanagement.earthweb.com
Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra? Se não estiverem, qual é o pior cenário?

Looking ahead to the next major global conflict, the more appropriate question might be to ask whether the United States will be able to defend against a major cyberattack, rather than if one will occur.

Students of information warfare point out that physical attacks rarely, if ever, transpire any longer without a cyber component, and that assaults on digital systems such as the electrical grid or telecommunications networks are quickly becoming the face of modern combat.

"This revolution is so profound that the whole history of warfare is now going to look very different," said Scott Borg, director of the U.S. Cyber Consequences Unit, a nonprofit group that works closely with the government to evaluate the effects of potential cyberattacks. ("It's our job to figure out how to destroy America and its allies," Borg says of his orga

Microsoft needs more than a new slogan
fonte: www.infoworld.com
Microsoft needs better products — not ill-advised marketing campaigns or promotional websites — to truly challenge Apple

O que significa deter o poder no mundo da informática?

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A propósito da guerra aberta entre a Google e a Microsoft, perguntas e respostas (*).

Pergunta – Informação é poder. Acha, que cada vez mais, esta citação é uma realidade?
Resposta – Não diria “cada vez mais”. A informação sempre foi poder. Estando a mudar o acesso à informação, os equilíbrios de poderes levarão por tabela.

O que significa deter o poder no mundo informático?
Significa ter uma base de clientes maior que a concorrência.

O que despoleta esta “guerra” entre as empresas? LER CONTINUAÇÃO :.

Microsoft com mais uma brilhante inovação de alta tecnologia!

Fazendo jus à sua Nunca É Demais Repetir Justa Fama de Grande Inovadora Tecnológica, Mãe de Todos Os PCs, Inventora da Internet e Fundada Pelo Maior Inovador Tecnológico Da Galáxia, a Microsoft acaba de se sair com mais uma brilhante invenção de alta tecnologia, capaz de roubar a liderança do mercado online à Google, de estancar a migração cada vez maior de clientes para a Apple e de assegurar um futuro brilhante e risonho aos accionistas que, como é sabido, vão salvar os pobrezinhos do mundo com as suas doações.
Ofereceu 300 milhões de dólares a Jerry Seinfeld para fingir que não é um Mac user e passar a exibir o logotipo da Microsoft na camisola, contratou uma agência de publicidade “cool” e vai usar outras figuras públicas na esperança de que as pessoas se esqueçam de rimar Microsoft com flop e o Vista desapareça de vista.
É realmente Uma Grande Inovação. Perdão: Mais Uma Grande Inovação. Nunca a Apple se lembraria de usar Bob Dylan para promover o iTunes ou Jeff Goldblum em anúncios a Macs.

Microsoft: que futuro depois de falhar a aquisição do Yahoo?

A Microsoft falhou a aquisição do Yahoo. A questão agora é: qual o seu futuro?
Steve Ballmer comprometeu o futuro da empresa por uma mera questão de dinheiro. O Yahoo abriu a boca, compreendendo — e fazendo compreender àquelas cabeças duras — que lá por estar atrás da Google, não é propriamente um gigante abatido. Tem muito por onde fazer bem feito, a web em movimento de expansão está longe de esgotada.
A Microsoft, pelo contrário, não consegue passar do papel de fraca imitadora dos modelos de negócio criados por outros. Continua a confiar a sua capacidade a um paradigma em vias de extinção: o de que os utilizadores se confinam ao que o seu sistema operativo lhes propõe. Todos os webservices que lança assentam na relação com a sua base de clientes.
Isto em si mesmo não é mau, pelo contrário. É bom trabalho, pelo menos manter a clientela, evitar rupturas dramáticas.
Mas é um exercício limitador. Não há crescimento nem expansão para as novas áreas de negócio da web.
Sem o Yahoo, com a sua colossal base de clientes, a sua boa imagem e a sua extraordinária capacidade tecnológica e criativa, a Microsoft não tem por onde se virar.
Fico a aguardar com expectativa os próximos passos.

(Nota: os mainstream media portugueses não foram capazes de acompanhar em tempo útil a evolução deste assunto, apesar da sua importância. Ficaram-se pelas fontes tradicionais, o que foi um erro: meia hora antes de eu saber — e eu soube tarde, ontem foi um sábado um tanto relaxado — que Ballmer desistia, a Lusa tinha um despacho inacreditável, onde dizia que as “negociações prosseguiam em silêncio”. Este despacho estava a sair automaticamente nos jornais nacionais, entre eles o Expresso, já depois de o mundo saber que as negociações tinham estoirado horas antes e de dezenas de blogues estaram a discutir os pormenores da notícia. Basta seguir as boas fontes, mesmo jornalísticas, para isto não acontecer. O mundo mudou, a velocidade mudou.)

Microsoft e interoperabilidade — ou a história da carochinha 2.0, 3.0, 4.0…

A Microsoft anunciou um “pacote de iniciativas para a interoperabilidade” que — informa o solícito responsável pela Estratégia de Plataformas da Microsoft em Portugal, Marcos Santos — está em linha com o que o mercado no geral vem pedindo aos vários fornecedores de tecnologia: mais interoperabilidade, mais abertura e mais estandardização/normalização.
O problema de Marco Santos é o problema geral da Microsoft: é difícil acreditar no que dizem. LER CONTINUAÇÃO :.

ACERCA
mini fotografia paulo querido Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (Mais)

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