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	<title>Certamente! &#187; Microsoft</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Microsoft entrega Live Spaces (plataforma de blogs) à WordPress</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 15:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/microsoft-entrega-live-spaces-plataforma-de-blogs-a-wordpress/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://www.jeffisageek.net/blog/wp-content/uploads/2009/09/wordpress-logo.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="Microsoft entrega Live Spaces (plataforma de blogs) à WordPress" /></a>É uma notícia surpreendente, apesar de corresponder a um acto racional. A Microsoft desiste de manter uma plataforma de blogs e entrega-a em outsourcing à WordPress. Faz o que sabes fazer melhor, sub-contrata o resto. Microsoft and WordPress.com announced Monday &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/microsoft-entrega-live-spaces-plataforma-de-blogs-a-wordpress/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma notícia surpreendente, apesar de corresponder a um acto racional. A Microsoft desiste de manter uma plataforma de blogs e entrega-a em outsourcing à WordPress. Faz o que sabes fazer melhor, sub-contrata o resto.</p>
<blockquote>
<p>Microsoft and WordPress.com announced Monday that WordPress will be the default blogging platform for Windows Live.</p>
<p>The partnership will allow Windows Live Spaces customers to upgrade to WordPress.com, let WordPress users notify friends about blog posts via Messenger, and let Windows Live users easily create new blogs on WordPress.com.</p>
</blockquote>
<div class='img'><img src='http://www.jeffisageek.net/blog/wp-content/uploads/2009/09/wordpress-logo.png' alt='' title='Microsoft entrega Live Spaces (plataforma de blogs) à WordPress' /><br/></div>
<p><br/></p>
<p>Ler original,  <a href='http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2369783,00.asp'>Microsoft entrega Live Spaces (plataforma de blogs) à WordPress</a><br/>Fonte: <img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.pcmag.com'> <span style='font-size:85%; color:grey;'> PCMagazine </span><br/></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra? (mais 1 link)</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/estarao-os-eua-preparados-para-uma-ciberguerra-mais-1-link/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 09:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[ciberguerra]]></category>
		<category><![CDATA[cyberwar]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/estarao-os-eua-preparados-para-uma-ciberguerra-mais-1-link/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://www.google.com/s2/favicons?domain=itmanagement.earthweb.com" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>As notícias e os artigos mais interessantes do dia: Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra? fonte: itmanagement.earthweb.com Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra? Se não estiverem, qual é o pior cenário? Looking ahead to the next major global &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/estarao-os-eua-preparados-para-uma-ciberguerra-mais-1-link/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As notícias e os artigos mais interessantes do dia:</p>
<p><a href='http://itmanagement.earthweb.com/secu/article.php/3898536/Handicapping-the-Global-Cybersecurity-War.htm'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=itmanagement.earthweb.com'> Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra?</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: itmanagement.earthweb.com </span><br/> Estarão os EUA preparados para uma ciberguerra?  Se não estiverem, qual é o pior cenário?</p>
<p> Looking ahead to the next major global conflict, the more appropriate question might be to ask whether the United States will be able to defend against a major cyberattack, rather than if one will occur.</p>
<p> Students of information warfare point out that physical attacks rarely, if ever, transpire any longer without a cyber component, and that assaults on digital systems such as the electrical grid or telecommunications networks are quickly becoming the face of modern combat.</p>
<p> &quot;This revolution is so profound that the whole history of warfare is now going to look very different,&quot; said Scott Borg, director of the U.S. Cyber Consequences Unit, a nonprofit group that works closely with the government to evaluate the effects of potential cyberattacks. (&quot;It&#039;s our job to figure out how to destroy America and its allies,&quot; Borg says of his orga<br/></p>
<p><a href='http://www.infoworld.com/d/adventures-in-it/microsoft-needs-more-new-slogan-605?source=IFWNLE_nlt_notes_2010-08-16'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.infoworld.com'> Microsoft needs more than a new slogan</a><br/> <span style='font-size:85%; color:grey;'> fonte: www.infoworld.com </span><br/> Microsoft needs better products &#8212; not ill-advised marketing campaigns or promotional websites &#8212; to truly challenge Apple<br/></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que significa deter o poder no mundo da informática?</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/o-que-significa-deter-o-poder-no-mundo-da-informatica/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 09:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/o-que-significa-deter-o-poder-no-mundo-da-informatica/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/google-microsoft.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="google-microsoft" title="google-microsoft" /></a>A propósito da guerra aberta entre a Google e a Microsoft, perguntas e respostas (*). Pergunta &#8211; Informação é poder. Acha, que cada vez mais, esta citação é uma realidade? Resposta &#8211; Não diria &#8220;cada vez mais&#8221;. A informação sempre &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/o-que-significa-deter-o-poder-no-mundo-da-informatica/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3601" title="google-microsoft" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/google-microsoft.jpg" alt="google-microsoft" width="500" height="242" /></p>
<p>A propósito da guerra aberta entre a Google e a Microsoft, perguntas e respostas (*).</p>
<p><em>Pergunta &#8211; Informação é poder. Acha, que cada vez mais, esta citação é uma realidade?</em><br />
Resposta &#8211; Não diria &#8220;cada vez mais&#8221;. A informação sempre foi poder. Estando a mudar o acesso à informação, os equilíbrios de poderes levarão por tabela.</p>
<p><em>O que significa deter o poder no mundo informático?</em><br />
Significa ter uma base de clientes maior que a concorrência.</p>
<p><em>O que despoleta esta &#8220;guerra&#8221; entre as empresas?</em><span id="more-4972"></span><br />
Aceder ao mercado. Quanto maior for o número de clientes, maiores serão os lucros. A <a href="http://pauloquerido.pt/tag/Google">Google</a> e a <a href="http://pauloquerido.pt/tag/microsoft">Microsoft</a> são corporações como as outras: competem pelo domínio do mercado.</p>
<p><em>Qual o impacto desta disputa no segmento informático? E no económico?</em><br />
No segmento informático há um impacto esperado. Quanto mais a Google reforçar a sua base instalada, mais o conceito de software aberto e livre, práticas de cooperação e definições (<em>standards</em>) abertas serão reforçadas. Quanto mais a Microsoft reforçar a sua base instalada, mais se reforçam os conceitos de software proprietário, práticas monopolistas e definições fechadas a imporem-se ao tecido dos programadores, a chamada factura-Microsoft.<br />
No económico, não tenho a certeza que haja um impacto diferenciado. Talvez a Google penda mais para alguma distribuição e a Microsoft surja como a avarenta, mas em termos de impacto no mercado não vejo grande diferença.</p>
<p><em>Qual a sua perspectiva enquanto utilizador?</em><br />
Sou utilizador de produtos e serviços da Google. Estou satisfeito com a empresa, de uma forma geral. Como parceiro, nem tanto. A Google está a ter um efeito pernicioso no mercado de publicidade, cujo futuro é incerto. Decidi deixar de ser cliente da Microsoft há 3 anos e foi das mais sensatas decisões que tomei, relativamente à minha relação com a informática. Não uso nenhum produto deles e vivo feliz com a ausência dos problemas associados e com a poupança dos custos indirectos (anti-vírus, etc).</p>
<p><em>Como acha que os utilizadores vão reagir a estas mudanças, uma vez que no mercado informático, continuamos a ser animais de hábitos?</em><br />
Há dois tipos de mudança. Por um lado, cada vez mais gente livre do paradigma Microsoft, cuja época já lá vai. Por outro, as pessoas descobrem, ao falar umas com as outras, que afinal há alternativas. Os próprios meios de comunicação genéricos atrevem-se já a desafiar a lógica do <em>press-release</em> e a noticiar as alternativas e os concorrentes de forma séria, em vez de os pintarem como eles surgem aos olhos da Microsoft: malditos, piratas, duvidosos. Ou, na melhor das hipóteses, como figuras circenses.<br />
Resta ver a que velocidade se darão as mudanças. Importa-me mais a mudança de paradigma &#8212; computação distribuída, aplicações ubíquas &#8212; que a mudança de logotipos das empresas dominantes.</p>
<p><em>Uma vez que a Google apenas apresentou no blog a intenção de trabalhar num sistema operativo, pensa que poderá haver um adiamento do projecto ou até mesmo uma desistência?</em><br />
Não creio que desistam. Estão há anos a trabalhar nele, indirectamente. Agora, a data final de saída de um produto unificado, o sistema operativo, pode ser adiada em função dos interesses da empresa.</p>
<p><em>Acha que o Office 2010 e as medidas a ele aplicadas (ser grátis) poderão influenciar os utilizadores?</em><br />
Inevitavelmente, amortecem a queda. Estamos a falar de 1 base de clientes específica, as empresas, habituadas a incluir contratos e licenças nos seus orçamentos.</p>
<p><em>Pensa que o Windows 7 abafará um lançamento do Google Chrome OS?</em><br />
Não imagino que possa abafar. O peso da novidade, da coqueluche fará essa balança pender para o lado da Google. Não conheço o Windows 7 para me pronunciar, mas temo que seja um novo <em>flop</em>, como foi o Vista. E estou curioso para ver como reage a Microsoft a um eventual segundo <em>flop</em> no mercado dos sistemas operativos, onde perde quota devagar, mas inexoravelmente.</p>
<p><span style="font-size:85%;">(*) Entrevista para Semanário Económico em Julho de 2009</span></p>
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		<title>Microsoft com mais uma brilhante inovação de alta tecnologia!</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 15:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazendo jus à sua Nunca É Demais Repetir Justa Fama de Grande Inovadora Tecnológica, Mãe de Todos Os PCs, Inventora da Internet e Fundada Pelo Maior Inovador Tecnológico Da Galáxia, a Microsoft acaba de se sair com mais uma brilhante &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/microsoft-com-mais-uma-brilhante-inovacao-de-alta-tecnologia/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">F</span>azendo jus à sua Nunca É Demais Repetir Justa Fama de Grande Inovadora Tecnológica, Mãe de Todos Os PCs, Inventora da Internet e Fundada Pelo Maior Inovador Tecnológico Da Galáxia, a Microsoft acaba de se sair com mais uma brilhante invenção de alta tecnologia, capaz de roubar a liderança do mercado online à Google, de estancar a migração cada vez maior de clientes para a Apple e de assegurar um futuro brilhante e risonho aos accionistas que, como é sabido, vão salvar os pobrezinhos do mundo com as suas doações.<br />
Ofereceu 300 milhões de dólares a Jerry Seinfeld para fingir que não é um Mac <em>user</em> e passar a exibir o logotipo da Microsoft na camisola, contratou uma agência de publicidade &#8220;cool&#8221; e vai usar outras figuras públicas na esperança de que as pessoas se esqueçam de rimar Microsoft com <em>flop</em> e o Vista desapareça de vista.<br />
É realmente Uma Grande Inovação. Perdão: Mais Uma Grande Inovação. Nunca a Apple se lembraria de usar Bob Dylan para promover o iTunes ou Jeff Goldblum em anúncios a Macs.</p>
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		<title>Microsoft: que futuro depois de falhar a aquisição do Yahoo?</title>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2008 14:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Yahoo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Microsoft falhou a aquisição do Yahoo. A questão agora é: qual o seu futuro? Steve Ballmer comprometeu o futuro da empresa por uma mera questão de dinheiro. O Yahoo abriu a boca, compreendendo &#8212; e fazendo compreender àquelas cabeças &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/media/microsoft-que-futuro-depois-de-falhar-a-aquisicao-do-yahoo/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">A</span> Microsoft falhou a aquisição do Yahoo. A questão agora é: qual o seu futuro?<br />
Steve Ballmer comprometeu o futuro da empresa por uma mera questão de dinheiro. O Yahoo abriu a boca, compreendendo &#8212; e fazendo compreender àquelas cabeças duras &#8212; que lá por estar atrás da Google, não é propriamente um gigante abatido. Tem muito por onde fazer bem feito, a web em movimento de expansão está longe de esgotada.<br />
A Microsoft, pelo contrário, não consegue passar do papel de fraca imitadora dos modelos de negócio criados por outros. Continua a confiar a sua capacidade a um paradigma em vias de extinção: o de que os utilizadores se confinam ao que o seu sistema operativo lhes propõe. Todos os webservices que lança assentam na relação com a sua base de clientes.<br />
Isto em si mesmo não é mau, pelo contrário. É bom trabalho, pelo menos manter a clientela, evitar rupturas dramáticas.<br />
Mas é um exercício limitador. Não há crescimento nem expansão para as novas áreas de negócio da web.<br />
Sem o Yahoo, com a sua colossal base de clientes, a sua boa imagem e a sua extraordinária capacidade tecnológica e criativa, a Microsoft não tem por onde se virar.<br />
Fico a aguardar com expectativa os próximos passos.</p>
<p>(Nota: os <em>mainstream media</em> portugueses não foram capazes de acompanhar em tempo útil a evolução deste assunto, apesar da sua importância. Ficaram-se pelas fontes tradicionais, o que foi um erro: meia hora antes de eu saber &#8212; e eu soube tarde, ontem foi um sábado um tanto relaxado &#8212; que Ballmer desistia, a Lusa tinha um despacho inacreditável, onde dizia que as &#8220;negociações prosseguiam em silêncio&#8221;. Este despacho estava a sair automaticamente nos jornais nacionais, entre eles o Expresso, já depois de o mundo saber que as negociações tinham estoirado horas antes e de dezenas de blogues estaram a discutir os pormenores da notícia. Basta seguir as boas fontes, mesmo jornalísticas, para isto não acontecer. O mundo mudou, a velocidade mudou.)</p>
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		<title>Microsoft e interoperabilidade &#8212; ou a história da carochinha 2.0, 3.0, 4.0&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2008 15:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[A Microsoft anunciou um &#8220;pacote de iniciativas para a interoperabilidade&#8221; que &#8212; informa o solícito responsável pela Estratégia de Plataformas da Microsoft em Portugal, Marcos Santos &#8212; está em linha com o que o mercado no geral vem pedindo aos &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/microsoft-e-interoperabilidade-ou-a-historia-da-carochinha-20-30-40/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft anunciou um &#8220;pacote de iniciativas para a interoperabilidade&#8221; que &#8212; informa o solícito responsável pela Estratégia de Plataformas da Microsoft em Portugal, Marcos Santos &#8212; está em linha com o que o mercado no geral vem pedindo aos vários fornecedores de tecnologia: mais interoperabilidade, mais abertura e mais estandardização/normalização.<br />
O problema de Marco Santos é o problema geral da Microsoft: é difícil acreditar no que dizem. <span id="more-54"></span>No caso dele, o problema é agravado quando leio o que disse ao <a href="http://tek.sapo.pt/4S0/809009.html">Tek Sapo</a>, que &#8220;<em>a tendência do mercado é de convergência: as empresas de desenvolvimento open source estão numa tendência de se aproximar do modelo proprietário (RedHat, Novell, entre outras) e por sua vez as empresas de desenvolvimento de software proprietário estão-se a aproximar do modelo open source (SUN, IBM, Microsoft e outras)</em>&#8220;.<br />
Este responsável faz confundir economia com modelo de desenvolvimento de software. A Red Hat, como qualquer empresa <em>open source</em>, persegue o lucro e como tal adopta práticas comuns às empresas do <em>software</em> fechado: venda de serviços e produtos, angariação de clientes em contratos de <em>outsourcing</em>, etc. Já o vice-versa não é verdadeiro: as empresas do software proprietário não adoptam modelos abertos de desenvolvimento e distribuição de software (ou deixariam de ser empresas de software proprietário).<br />
Algumas destas &#8212; como é o caso da Novell, citada erradamente por Santos como uma empresa de desenvolvimento open source &#8212; tem vindo a comprar posições e know-how no mundo do código aberto, mantendo o seu core business das linhas de produtos proprietários.<br />
Um pingo de história para melhor percebermos os actuais objectivos desta história da carochinha. Os responsáveis da Microsoft conhecem muito bem a Novell &#8212; a empresa que mais perdeu com o advento Internet. A Novell tinha das redes uma visão rigorosamente fechada, em que os seus produtos &#8212; nomeadamente a Netware, um pacote estupendo &#8212; seriam adquiridos por todos. E nos anos 90 estavam a sê-lo: a Novell tinha mais de 90 por cento do mercado de redes. A Microsoft, que tinha um produto concorrente, viu a &#8220;luz&#8221; dos protocolos abertos mais cedo que a Novell e a adopção rápida do TCP/IP no Windows 95 ajudou a tirar à Novell o protagonismo e hemegonia no mercado, condenando-a à irrelevância da subsistência.<br />
Em 2003 a Novell comprou o Suse Linux &#8212; uma das muitas distribuições do sistema operativo aberto Linux. Tenta levar a bom porto o seu negócio, usando o que lhe resta da imagem e da relação com os clientes para apresentar produtos alternativos. Se nos lembrarmos que o seu produto é uma ameaça, por minúscula que seja, ao reino do desktop onde a Microsoft é rainha, percebemos melhor porque é referida nos termos em que é referida por Marco Santos.<br />
O termo open source sujeita-se a muito tipo de abusos &#8212; este é apenas um deles.<br />
Quanto à credibilidade da empresa: acredita nela quem quiser, uma vez que o registo histórico aconselha prudência. E então no caso vertente, de interoperabilidade! Em Portugal como noutros a empresa manipulou como pode as recentes votações para um normativo comum de ficheiros, com o intuito de uma vez mais condicionar o mundo à utilização do SEU conceito.<br />
Uma coisa devo dizer em favor da Microsoft: uma vez de posse do dicionário de microsoftês, os seus discursos são absolutamente transparentes no que se refere às suas intenções.<br />
Quem também tem o dicionário é a <a href="http://www.esop.pt/">ESOP</a>, a associação de empresas de software open source portuguesas. Num press release de dia 25 apresenta um &#8220;esclarecimento à imprensa relativo à recentemente divulgada iniciativa de publicação de documentos técnicos por parte da Microsoft&#8221;.<br />
Nele recorda que &#8220;o ecossistema open source interage sem qualquer distinção com os seus produtores/consumidores/integradores sejam estes indivíduos ou organizações e tenham ou não fins comerciais.  As licenças de distribuição open source, são bem claras no que se refere à gestão de alterações e contributos ao código fonte, sendo a sua aceitação feita em função do mérito dos mesmos, independentemente dos fins &#8211; comerciais ou não &#8211; das entidades envolvidas. De facto, é prática comum haver código open source a ser desenvolvido por diferentes empresas, universidades, organizações e indivíduos sendo o resultado final aplicado no mercado diferentes formas (por exemplo Firefox, Openoffice, KDE, Apache, SugarCRM, MySQL)&#8221;.<br />
Esta reacção compreende-se bem: a Microsoft passou 20 anos a diabolizar o open source, produzindo afirmações espantosas sobre a ameaça negra que o &#8220;movimento&#8221; fazia pender sobre a indústria e o comércio de software.<br />
Mais adiante alega que &#8220;o modelo proposto pela Microsoft para consulta da documentação que disponibiliza é na nossa opinião incompatível com o modelo de desenvolvimento open source, uma vez que pretende diferenciar o acesso em função da forma de distribuição do software desenvolvido. Tal é claramente impraticável pois dificilmente os projectos open source se interessarão em sacrificar a sua independência em troca de documentação que condiciona a sua aplicabilidade&#8221;.<br />
Por tudo isto a ESOP &#8220;não reconhece nesta iniciativa especial relevância e recomenda a todos os intervenientes no mercado open source alguma cautela, no que respeita à consulta da informação disponibilizada, para evitar futuros problemas legais&#8221;.<br />
Eu, que não sou propriamente um interveniente no mercado, também não reconheço especial relevância a esta iniciativa da Microsoft, que vejo como mais um objecto de marketing. A União Europeia também não se deixa demover com acções de limpeza da pele e pediu à Microsoft uma mudança mais objectiva.</p>
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