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	<title>Certamente! &#187; parlamento</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>data.gov à portuguesa, ou a transparência possível: 5+1 serviços produzidos pelos cidadãos (act.)</title>
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		<pubDate>Sun, 29 May 2011 14:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/politica/data-gov-a-portuguesa-ou-a-transparencia-possivel-51-servicos-produzidos-pelos-cidadaos/"><img align="right" hspace="5" width="100" height="100" src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/05/parlamento-150x150.png" class="alignright tfe wp-post-image" alt="parlamento" title="parlamento" /></a>E mais umas eleições vão passar sem que nenhum partido apresente ideias para melhorar a eficácia da presença do Estado nas redes, tirando partido da informática barata e indo ao encontro dos cidadãos. Se as ideias para um movimento do &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/politica/data-gov-a-portuguesa-ou-a-transparencia-possivel-51-servicos-produzidos-pelos-cidadaos/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E mais umas eleições vão passar sem que nenhum partido apresente ideias para melhorar a eficácia da presença do Estado nas redes, tirando partido da informática barata e indo ao encontro dos cidadãos.</p>
<p>Se as ideias para um movimento do tipo data.gov têm ido diretamente para o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki//dev/null">dev/null</a> dos partidos, a verdade é que, ao contrário, a sociedade civil se tem mexido bastante. Isto significa que há vontade. Assim houvesse disponibilidade política para a) perceber essa vontade, b) iniciar os processos para resolver a falha informativa da Administração Pública e ao mesmo tempo melhorar os índicios de transparência dessa AP.</p>
<p><strong>Atualização: A ESOP promove amanhã, dia 1 de Junho, pelas 17 horas, no ISCTE–IUL, um debate subordinado ao tema “Open Source e Open Standards na Administração Pública – Contributo para o crescimento da economia portuguesa”. O debate contará com a participação de representantes dos partidos com assento parlamentar e da AMA – Agência para a Modernização Administrativa (<a href="http://www.esop.pt/debate-sobre-o-papel-do-software-open-source-no-crescimento-da-economia/">link</a>).</strong></p>
<p>Apresento abaixo 5+1 serviços, um dos quais não conhecia, que pegam na pouca informação disponibilizada por entidades públicas, reformatam-na e apresentam-na de forma a fazer sentido. Serviços produzidos pela sociedade civil: cidadãos, por vezes agindo individualmente, uma organização sem fins lucrativos e uma fundação. 5 são websites, 1 é aplicação para Android.</p>
<p>À medida que os for apreciando, caro leitor, pense só no que poderíamos ter se os cidadãos empenhados que os fazem &#8212; em 5 casos sem nada receber em troca &#8212; dispusessem de maiores doses da informação pública (toda a informação não classificada produzida pelo Estado é pública, pertence a todos nós) e em formatos pesquisáveis e trabalháveis, em vez da dor de cabeça de formatos proprietários e confusos e da má ou deficiente (ou pura e simplesmente omissa) classificação que são hoje a &#8220;norma&#8221; da produção documental digital do Estado português.</p>
<h3>Demo.cratica</h3>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/05/democraticaorg.jpg" alt="" title="democraticaorg" width="590" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-5911" /></p>
<p>Começo pelo site que descobri por acaso, numa consulta no Twitter: o <a href="http://demo.cratica.org">demo.cratica</a>. &#8220;<strong>Um projecto independente, livre e autónomo dedicado a oferecer uma nova visão sobre o Parlamento Português</strong>&#8220;. </p>
<p>O site descreve-se como &#8220;<em>a forma fácil de ler o Parlamento. Um site independente para saber quem são e o que dizem os deputados da Assembleia da República Portuguesa</em>&#8220;. E é isso mesmo. As sessões da Assembleia apresentadas com coerência, em texto editável e pesquisável. Um trabalho notável, sobretudo tendo em conta que o site da Assembleia da República é um completo desastre do ponto de vista da abertura; foi desenhado para dificultar o acesso ao que se passa no hemiciclo. São necessárias aptidões invulgares para manipular botões e decifrar linguagem oficial, bem como uma paciência de santo, para encontrar alguma coisa no site da AR.</p>
<p>Um simples exemplo. Suponhamos que queremos saber que deputados deram à &#8220;geração à rasca&#8221; a sua atenção nos trabalhos, e em que contexto falaram do assunto.</p>
<p>No site Demo.cratica é simples. Onde diz &#8220;pesquisa&#8221;, escrevemos &#8220;geração à rasca&#8221; e premimos enter. <a href="https://demo.cratica.org/pesquisa/?q=Gera%C3%A7%C3%A3o+%C3%A0+rasca">O resultado é este</a>. Dois cliques para ficarmos a saber que no dia 24 de Fevereiro o deputado José Moura Soeiro, deputado do Bloco de Esquerda pelo ciclo do Porto, referiu o assunto no plenário. E mais quatro resultados à distância de novo clique. </p>
<p>A mesma pesquisa no site do Parlamento <a href="http://app.parlamento.pt/ARSearch/Search.aspx?Text=gera%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0%20rasca">dá estes resultados</a>: uma longa e inútil lista, no fim da qual um botão convida: &#8220;Pesquise também em Debates Parlamentares&#8221;. Vá, experimente. Clique no link acima, percorra a página admirando a inutilidade dos resultados e clique em &#8220;Debates Parlamentares&#8221;.</p>
<p>Pois é. (Não pense que é acidente ou caso raro: falhas dos servidores, erros 404 e sobretudo páginas vazias são mato no site do Parlamento português, que já conheceu melhores dias.)</p>
<p>A mesma pesquisa, ainda, através do Google. <a href="http://www.google.pt/search?q=gera%C3%A7%C3%A3o+%C3%A0+rasca+site%3Aparlamento.pt">Os resultados são melhores</a> que no site do parlamento na medida em que não há resultados inúteis para filtrar adicionalmente. Mas não são bons. A razão é simples. O site do Parlamento evita a indexação pelo Google.</p>
<p>Tecnicamente, o Demo.cratica consiste em duas partes: um conjunto de ferramentas de extracção, análise e catalogação da informação pública, e um website para mostrar essa informação de uma forma simples e eficaz. Mas tem muito trabalho humano e <a href="https://demo.cratica.org/acerca/">as pessoas envolvidas no projecto</a> merecem a nossa atenção.</p>
<h3>Dados do Parlamento</h3>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/05/dadosparlamento.jpg" alt="" title="dadosparlamento" width="590" height="340" class="aligncenter size-full wp-image-5910" /></p>
<p>Pelo que entendi, uma parte do trabalho do Demo.cratica resulta de outra iniciativa, o Transparência Hackday Porto, nascida para &#8220;<strong>tornar visível e acessível a informação disponibilizada pelos organismos públicos</strong>&#8221; (<a href="http://transparencia.hacklaviva.net/">link</a>).</p>
<p>A iniciativa já produziu <a href="http://transparencia.hacklaviva.net/datasets/">onze datasets</a>, desde os &#8220;actos legislativos&#8221; de cada deputado até à &#8220;descrição pormenorizada&#8221; de todos os partidos que tiveram assento na A.R. Estes <em>datasets</em> estão em formato CSV, livre e aberto. E, evidentemente, toda a informação é livre de direitos &#8212; é informação PÚBLICA.</p>
<h3>Transparência na A.P.</h3>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/05/transparencianaap.jpg" alt="" title="transparencianaap" width="590" height="378" class="aligncenter size-full wp-image-5909" /></p>
<p>O <a href="http://transparencia-pt.org/">Transparência na A.P.</a> foi o primeiro a surgir neste domínio da transparência e dos dados públicos usando a Internet. E surgiu como uma resposta da ANSOL, Associação Nacional para o Software Livre, ao <a href="http://base.gov.pt">Base: contratos públicos online</a>. Este &#8220;Portal dos Contratos Públicos&#8221; é uma louvável iniciativa do Governo &#8212; mas demasiado curta e isolada.</p>
<p>O site da ANSOL foi &#8220;<em>desenvolvido para resolver as muitas dificuldades com a pesquisa e navegação</em>&#8221; no Base:. E ainda hoje cumpre a função. </p>
<p>Como noutras aplicações, a técnica usada é a do web scrapping: trata-se de sacar as páginas, limpá-las do código para isolar o texto, catalogar este e enfiá-lo numa base de dados pesquisável e trabalhável.</p>
<h3>Despesa Pública</h3>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/05/despesapublica.jpg" alt="" title="despesapublica" width="590" height="384" class="aligncenter size-full wp-image-5908" /></p>
<p>O Transparência na A.P. parou no serviço de pesquisa. Indo um pouco mais longe, à apresentação dos dados e à sua distribuição pelas redes, para uso pelos cidadãos, o já referido grupo Transparência Hackday Porto também fez um site em cima do Base:. Chama-se <a href="http://www.despesapublica.com/">Despesa pública</a> e pretende &#8220;<em>disponibilizar de forma acessível, organizada, detalhada e suficientemente flexível, informação de como, onde e por quem é gasto o dinheiro dos contribuintes.</em>&#8220;.</p>
<p>Pontos fortes: a organização dos dados em quadros e a partilha pelo Facebook, já acima dos 4.000 &#8220;likes&#8221;.</p>
<h3>Base: para Android</h3>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/05/base-android.jpg" alt="" title="base-android" width="590" height="438" class="aligncenter size-full wp-image-5907" /></p>
<p>Ainda a informação dos contratos e adjudicações, mas agora numa aplicação para telefones com o sistema operativo Android: o <a href="https://market.android.com/details?id=com.mv.base">base:</a> que ajudar-nos a descobrir &#8220;<strong>onde está a ser gasto o dinheiro dos Portugueses</strong>&#8220;.</p>
<p>Apresenta-se como uma &#8220;<em>aplicação não oficial de acesso à base de dados de contratos públicos por ajuste directo</em>&#8220;.</p>
<h3>Pordata</h3>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/wordpress/ficheiros/2011/05/pordata.jpg" alt="" title="pordata" width="590" height="317" class="aligncenter size-full wp-image-5906" /></p>
<p>Também tem uma aplicação, mas para iPhone: o <a href="http://www.pordata.pt/">Pordata</a> é o parente rico dos serviços web surgidos para melhorar o acesso do cidadão à informação gerada pela A.P.. Rico em dois sentidos: nos recursos disponíveis, muito acima dos supracitados projectos, e rico em variedade de informação e de fontes.</p>
<p>Nascido na sequência do trabalho de António Barreto sobre a situação social em Portugal, o Pordata assume-se como &#8220;<em>um serviço público (&#8230;) destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal</em>&#8220;. Para tal dispõe do financiamento da <a href="http://www.pordata.pt/azap_runtime/?n=23">Fundação Francisco Manuel dos Santos</a>, presidida atualmente por Barreto.</p>
<p>O Pordata usa séries de informação estatística recolhidas mais de 2 dezenas de entidades portuguesas e europeias. A informação é pesquisável por temas, data, indicadores, entre outros parâmetros. Os quadros dispõem de diversos formatos gráficos de visualização. </p>
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		<title>Histórico: debate quinzenal participado em directo pelos cidadãos!</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 17:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/politica/historico-debate-quinzenal-participado-em-directo-pelos-cidadaos/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/debate15nal.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="debate15nal" title="debate15nal" /></a>Simplesmente aconteceu &#8212; é o melhor que a web tem, proporcionar às pessoas estas formas de se auto-organizarem. Usando inteligentemente o Twitter, um grupo de deputados, jornalistas, bloggers e cidadãos levaram mais longe a noção de debate. Pela primeira vez, &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/politica/historico-debate-quinzenal-participado-em-directo-pelos-cidadaos/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">S</span>implesmente aconteceu &#8212; é o melhor que a web tem, proporcionar às pessoas estas formas de se auto-organizarem. Usando inteligentemente o Twitter, um grupo de deputados, jornalistas, <em>bloggers</em> e cidadãos levaram mais longe a noção de debate.<br />
Pela primeira vez, os cidadãos puderam comentar LIVREMENTE e em directo, no mesmo &#8220;espaço&#8221; que os (alguns dos) deputados, os acontecimentos e peripécias do debate quinzenal que leva o Governo à Assembleia da República.<br />
Basta para o efeito usar o Twitter e tirar partido de uma forma de organização de conteúdos tão simples que mete dó: as <em>hashtags</em>. Basicamente, marcar com um mesmo termo cada um dos diálogos relativos à mesma conversa.<br />
Assim, com a <em>hashtag</em> <strong>#deb15</strong>, podemos em seguida seguir em directo, ou em diferido, toda a conversa através da pesquisa do Twitter ou de serviços que a usam. Aqui: <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23deb15">http://search.twitter.com/search?q=%23deb15</a></p>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/debate15nal.jpg" alt="debate15nal" title="debate15nal" width="500" height="419" class="aligncenter size-full wp-image-2897" /></p>
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		<title>Participação fracassada no debate quinzenal sobre o estado da nação</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 15:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/politica/participacao-fracassada-no-debate-quizenal-sobre-o-estado-da-nacao/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/debatequinzenal-participacao-200x174.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="debatequinzenal-participacao" /></a>Só posso classificar de fracasso a minha tentativa de participação, como cidadão, no debate online disponibilizado pelo blog SIC/Parlamento Global, o qual permitia comentar em directo o debate no Parlamento sobre o Estado da nação e no qual participaram, entre &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/politica/participacao-fracassada-no-debate-quizenal-sobre-o-estado-da-nacao/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/debatequinzenal-participacao-200x174.jpg" alt="" title="debatequinzenal-participacao" width="200" height="174" class="alignleft size-medium wp-image-2602" align="left" /><span class="caps">S</span>ó posso classificar de fracasso a minha tentativa de participação, como cidadão, no <a href="http://www.parlamentoglobal.pt/parlamentoglobal/actualidade/2008/12/17/171208_MINUTO+A+MINUTO.htm">debate online</a> disponibilizado pelo blog SIC/Parlamento Global, o qual permitia comentar em directo o debate no Parlamento sobre o Estado da nação e no qual participaram, entre outros, vários jornalistas parlamentares, alguns deputados e pelo menos um ministro.<br />
Fracasso desde logo porque dos 3 comentários que introduzi no sistema, 2 ficaram retidos pela moderadora.<br />
Fracasso ainda porque esperava uma participação maior por parte dos cibernautas, em especial os <em>bloggers</em> que seguem de perto os assuntos políticos. Disse isso mesmo, enquanto alerta para a eventual correcção dos processos de divulgação do evento, que fora da Assembleia da República teve uma participação pública muito mais reduzida do que eu esperava de um acontecimento do género, que creio ter sido pioneiro.<br />
Após ter sido bloqueado pela terceira vez, ainda por cima com um comentário que reputo de pertinente, educado, correcto, construtivo e respeitador de todas e quaisquer normas de procedimentos em acontecimentos de qualquer género, remeti-me ao silêncio.<br />
Para meu espanto, a transmissão terminou com a frase &#8220;<em>Infelizmente algumas pessoas estão a usar este blogue de forma fraudulenta</em>&#8221; &#8212; o que me levou a concluir que alguém se terá introduzido no sistema e feito passar por algum dos deputados ou jornalistas, uma vez que nenhuma da meia dúzia de cidadãos que participou pareceu ter abusado dos nomes de registo, sendo todos nomes absolutamente normais e não conotáveis ou confundíveis com os bem identificados nomes dos participantes internos (<a href='http://pauloquerido.pt/ficheiros/debatequinzenal-participacao.pdf'>aqui a transcrição pública do &#8220;debate público&#8221;</a>)<br />
Mais tarde, em conversa com um dos cidadãos participantes, fiquei a saber que também ele vira os seus comentários retidos. O Gabriel Silva usa no Blasfémias o termo &#8220;censurados&#8221; e eu devo dizer que só não o uso porque sei, por experiência pessoal, o que custa a um jornalista ver-se acusado de censor, mas compreendo a indignação ao ponto da solidariedade.<br />
<strong>Ver também: <a href="http://blasfemias.net/2008/12/18/her-master-voice/">Her master voice?</a>, por Gabriel Silva.</strong></p>
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