<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Certamente! &#187; spam</title>
	<atom:link href="http://pauloquerido.pt/tag/spam/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pauloquerido.pt</link>
	<description>Paulo Querido escreve.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 09:08:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=</generator>
		<item>
		<title>Coisas que irritam: receber uma &#8220;newsletter&#8221; comercial não solicitada com &#8220;notícia&#8221; de há um mês</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/politica/coisas-que-irritam-receber-uma-newsletter-comercial-nao-solicitada-com-noticia-de-ha-um-mes/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/politica/coisas-que-irritam-receber-uma-newsletter-comercial-nao-solicitada-com-noticia-de-ha-um-mes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 May 2010 10:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento europeu]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=5140</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/politica/coisas-que-irritam-receber-uma-newsletter-comercial-nao-solicitada-com-noticia-de-ha-um-mes/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://cloud.querido.pt/wordpress/ficheiros/2010/05/spammers-filtro.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="spammers-filtro" /></a>Se há coisas que irritam, uma delas é ter na primeira leva de correio matinal uma &#8220;newsletter&#8221; não solicitada com notícias de há um mês a embrulhar o comercial peixe. E saber que os deputados europeus gostam que assim seja &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/politica/coisas-que-irritam-receber-uma-newsletter-comercial-nao-solicitada-com-noticia-de-ha-um-mes/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se há coisas que irritam, uma delas é ter na primeira leva de correio matinal uma &#8220;newsletter&#8221; não solicitada com notícias de há um mês a embrulhar o comercial peixe. E saber que os deputados europeus gostam que assim seja e a União mantenha a inacreditável e anacrónica legislação de <em>opt-out</em> que só protege os <em>scammers</em> e <em>spammers</em>, borrifando-se nos cidadãos.</p>
<p>Uma tal &#8220;Clínica Informática&#8221; redigiu e expediu o seguinte mimo:</p>
<p>&#8220;<em>O porquê da nossa Newsletter ?<br />
A Clinica Informática iniciou uma nova etapa na sua carreira, começando por inaugurar a sua loja online com milhares de produtos e um serviço de newsletter com um formato que julgamos ser interessante, ao qual poderá Subscrever.<br />
Assim, em todas as nossas edições teremos noticias e novidades do mundo tecnológico nas suas diversas áreas, para que esteja sempre a par das formas de rentabilizar o seu negócio em altura tão dificil como esta que estamos a atravessar.<br />
Noticias !!</em>&#8221;</p>
<p>E a &#8220;noticia&#8221; tem mais de um mês.</p>
<p>A tal &#8220;Clínica Informática&#8221; decidiu incluir à força um endereço de correio meu na sua newsletter julgando que a proteção legal sancionada pela União Europeia a isenta de responsabilidade nessa atitude de violação e invasão da minha esfera pessoal.</p>
<p>Pois fique a &#8220;Clínica Informática&#8221; a saber que lhe fica muito mal. Há cidadãos que, como eu, colocam automaticamente um filtro no mail que se encarrega de despejar no lixo a vossa tralha não solicitada, sem sequer a ler. Afinal de contas, e respeitando a mesma lei que VOS protege, <strong>à primeira todos caem, à segunda só cai quem quer</strong>.</p>
<p><img src="http://cloud.querido.pt/wordpress/ficheiros/2010/05/spammers-filtro.jpg" alt="" title="spammers-filtro" width="500" height="353" class="aligncenter size-full wp-image-5148" /></p>
<p>Não carregarei em botão nenhum para acção alguma: a responsabilidade da inclusão do meu endereço foi VOSSA e eu não a partilharei seja de que forma for &#8212; nem sequer premindo um botão para &#8220;sair&#8221;, de cujos efeitos duvido desde logo, tendo em conta a vossa aproximação despudorada.</p>
<p>Nem sequer vos direi que mail meu é que usaram para me incomodar &#8212; trabalhem, ou paguem, se já o fizeram para o obter, podem certamente fazê-lo de novo. Não contarão com a minha boa vontade porque eu não tenho nenhuma boa vontade para convosco.</p>
<p>Queridos deputados europeus: poderão os cidadãos sonhar com uma revisão da Diretiva 2000/31/CE &#8212; conhecida por <strong>lei de protecção dos spammers</strong>?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/politica/coisas-que-irritam-receber-uma-newsletter-comercial-nao-solicitada-com-noticia-de-ha-um-mes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DECO reincide com spam (mas mudou de spam provider)</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/deco-reincide-com-spam-mas-mudou-de-spam-provider/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/economia/deco-reincide-com-spam-mas-mudou-de-spam-provider/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 12:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[DECO]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=2550</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/deco-reincide-com-spam-mas-mudou-de-spam-provider/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/deco-spam21.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="deco-spam21" /></a>Quando uma associação de informação ao consumidor como a Deco é a primeira a usar as piores práticas de abuso do correio electrónico com finalidades comerciais, um cidadão sente-se efectivamente torpedeado. Já tinha denunciado em Julho último a situação: Spamado &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/deco-reincide-com-spam-mas-mudou-de-spam-provider/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/deco-spam21.jpg" alt="" title="deco-spam21" width="500" height="297" class="aligncenter size-full wp-image-2552" /><br/></div>
<p><span class="caps">Q</span>uando uma associação de informação ao consumidor como a Deco é a primeira a usar as piores práticas de abuso do correio electrónico com finalidades comerciais, um cidadão sente-se efectivamente torpedeado.<br />
Já tinha denunciado em Julho último a situação: <a href="http://pauloquerido.pt/economia/spamado-por-uma-associacao-de-defesa-do-consumidor-sim-a-deco/#comments">Spamado por uma associação de defesa do consumidor? Sim: pela Deco</a>. Na altura, a Deco usava o <em>spam provider</em> fabulastico.com. Agora, recorre à comsualicenca.com &#8212; uma empresa com origem em Espanha e que a sabe toda: até conseguiu registar a sua base de dados na Comissão Nacional de Protecção de Dados.<br />
É fácil anunciar no site que se tem uma política anti-spam. É tudo fácil. Assim o quis o legislador. O spammer está legalmente protegido. Basta-lhe comprar ou recolher endereços de e-mail. Não tem de fazer mais nada para poder despejar-me em cima, sem o meu consentimento nem autorização, tudo o que lhe apetecer. Abusando dos meus recursos. Fazendo-me pagar A MIM pela SUA actividade. É lindo.<br />
Sabemos todos que é assim. O legislador foi simplesmente metido no bolso na altura certa, agora afigura-se impossível desfazer a situação, que já está institucionalizada em termos comunitários.<br />
Temos de viver com a merda de <em>marketing mail</em> que temos, já se percebeu a condenação.<br />
Por isso mesmo, considero escandaloso que empresas que se supõem socialmente responsáveis recorram ao artifício do spam. E lavro o meu protesto. <strong>Cara Deco, é minha resoluta convicção que isto não se faz, esta vossa política comercial está errada e incomoda milhares de pessoas, além de abusar dos seus recursos.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/economia/deco-reincide-com-spam-mas-mudou-de-spam-provider/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os CTT entram para a lista de spammers</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/os-ctt-entram-para-a-lista-de-spammers/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/economia/os-ctt-entram-para-a-lista-de-spammers/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 09:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=2544</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/os-ctt-entram-para-a-lista-de-spammers/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/ctt-spam.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="ctt-spam" /></a>Acabo de receber a newsletter nº 4 da loja virtual dos CTT. Como nunca na vida assinei tal coisa, directa ou indirectamente, só resta uma conclusão: os CTT entram para a lista das empresas que praticam a &#8220;nobre&#8221; arte do &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/os-ctt-entram-para-a-lista-de-spammers/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/ctt-spam.jpg" alt="" title="ctt-spam" width="84" height="76" class="alignleft size-full wp-image-2547" align="left" /><span class="caps">A</span>cabo de receber a newsletter nº 4 da loja virtual dos CTT. Como nunca na vida assinei tal coisa, directa ou indirectamente, só resta uma conclusão: os CTT entram para a lista das empresas que praticam a &#8220;nobre&#8221; arte do <em>spam</em>. É a declaração institucional de vitória do <em>marketing</em> à bruta, tal como o legislador quis que fosse. É também uma grande merda. Mais uma regra no correio para jogar imediatamente no lixo tudo o que venha de <a href="mailto:lojavirtual@ctt.pt">lojavirtual@ctt.pt</a>, mais uns segundos de ligação a puxar lixo comercial não solicitado, mais um endereço que vai ficar queimado em listas negras, mais telefonemas a perguntar &#8220;então não recebeu o meu mail?&#8221;, mais um post a denunciar um <em>spammer</em> &#8212; uma actividade quixotesca a que me dedico um dia saberei porquê.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/economia/os-ctt-entram-para-a-lista-de-spammers/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Economia do spam contradiz Eric Schmidt</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/economia-do-spam-contradiz-eric-schmidt/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/economia/economia-do-spam-contradiz-eric-schmidt/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 09:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Schmidt]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=2230</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/economia-do-spam-contradiz-eric-schmidt/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/spam.png" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="spam" /></a>Saiu há poucas horas um relatório sobre a economia do spam que vem contradizer algumas afirmações do CEO da Google, Eric Schmidt, numa entrevista que vi por estes dias. Schmidt diz &#8212; e com razão &#8212; que &#8220;you can have &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/economia-do-spam-contradiz-eric-schmidt/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-2231" title="spam" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/spam.png" alt="" width="490" height="121" /></div>
<p><span class="caps">S</span>aiu há poucas horas um relatório sobre a economia do <em>spam</em> que vem contradizer algumas afirmações do CEO da Google, Eric Schmidt, numa entrevista que vi por estes dias. Schmidt diz &#8212; e com razão &#8212; que &#8220;<em>you can have a long tail strategy, but you better also have a head, &#8217;cause that&#8217;s where all the revenue is</em>&#8221; (<a href="http://www.mckinseyquarterly.com/Googles_view_on_the_future_of_business_An_interview_with_CEO_Eric_Schmidt_2229?pagenum=1#interactive_google_schmidt">em The McKinsey Quarterly</a>).<br />
Sim &#8212; é melhor ter uma estratégia mista, sobretudo se somos uma empresa de conteúdo.<span id="more-4789"></span> E a <em>head</em> será sempre um bom negócio, o refinamento tecnológico só o melhorará. Mas um dos mais rentáveis negócios da Internet, que já cá anda há uns bons anos, com taxas de retorno absolutamente inacreditáveis e um movimento anual da ordem dos milhares de milhões de dólares, dispensa a <em>head</em>, preferindo operar exclusivamente na cauda: o <em>spam</em>.<br />
Um estudo <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7719281.stm">citado pela BBC</a> dá-nos conta da crua realidade por detrás desse espantoso negócio. Apenas 1 em cada 12,5 milhões de mensagens de spam obtém resposta &#8212; apurou o estudo. Um negócio assente numa taxa de resposta destas, como é possível?</p>
<p>É possível graças aos mesmos factores que possibilitam a exploração da cauda longa e tornaram obsoletos alguns postulados económicos assentes no princípio de Pareto (e não a teoria, que de resto confirmam). O primeiro dos quais, o custo absolutamente irrisório do esforço de vendas, digamos assim.</p>
<p>Os spammers não pagam, sequer, o processamento dos ziliões de mensagens que enviam: usam redes de computadores domésticos em que se inflitram &#8212; para o estudo foram usadas mais de 75.000 dessas máquinas comprometidas, sem que os respectivos donos dessem conta. A última vez que estimei o número de zombies no mundo, já há uns anos, era superior a um milhão &#8212; parece que agora qualquer das grandes redes de spamming tem a sua própria &#8220;quinta&#8221; com uma quantidade de &#8220;zombies&#8221; dessa grandeza.</p>
<p>As boas notícias, se é que lhe podemos chamar assim: as conclusões do estudo apontam para uma diminuição da taxa de lucro dos operadores de spam.</p>
<p>As más: a capacidade de inovação dos spammers sempre superou as dos que lhes dão caça, pelo que é improvável o seu recuo; o negócio é à prova de recessão: quanto mais em baixo estiverem as pessoas, mais procurarão o tipo de produtos que faz a fortuna do spam, essencialmente as drogas de compra livre. A cauda longa não tem fim.</p>
<p>(Artigo de arquivo; publicado originalmente no Expresso Multimedia)</p>
<p><a href="http://pauloquerido.pt">Paulo Querido</a>, jornalista</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/economia/economia-do-spam-contradiz-eric-schmidt/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Spamado por uma associação de defesa do consumidor? Sim: pela Deco</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/spamado-por-uma-associacao-de-defesa-do-consumidor-sim-a-deco/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/economia/spamado-por-uma-associacao-de-defesa-do-consumidor-sim-a-deco/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 09:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[DECO]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=663</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/spamado-por-uma-associacao-de-defesa-do-consumidor-sim-a-deco/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/deco-spam.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="deco-spam" /></a>Hoje recebi em n mails que uso diversas versões da mesma mensagem comercial não solicitadas, enviadas por uma conhecida empresa do ramo, em contrato com o que eu supunha ser uma associação de defesa do consumidor, a Deco, e que &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/spamado-por-uma-associacao-de-defesa-do-consumidor-sim-a-deco/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-664" title="deco-spam" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/deco-spam.jpg" alt="" width="450" height="207" /><br />
<span class="caps">H</span>oje recebi em n mails que uso diversas versões da mesma mensagem comercial não solicitadas, enviadas por uma conhecida empresa do ramo, em contrato com o que eu supunha ser uma associação de defesa do consumidor, a Deco, e que como tal se apresenta.<br />
Digo supunha porque em tempo até fui sócio. Há muito tempo, sim, mas apesar de achar que já não me servia, continuei a supor que era uma associação de defesa do comsumidor.<br />
Supus até hoje. Tudo tem um limite. Como é evidente, a Deco fará questão de ignorar a minha opinião e faz muito bem, porque ela não é nada favorável. E continuará a usar os inestimáveis serviços da fabulastico, que adivinho dispor da maior e mais fabulosa base de dados de cândidos alvos do <em>marketing</em> sem permissão, para enviar as suas ofertas comerciais de canetas, agendas e calculadoras a pilhas. Mas no meu correio só entra uma vez. E com protesto público e agravamento da má reputação cá em casa e notificação de <em>spammer</em> em tudo o que eu tiver à mão.</p>
<p><em>Disclaimer</em>: <strong> a prática do spam é legítima e o recurso sem limites de nenhuma espécie a endereços de e-mail obtidos à força, sem o consentimento nem conhecimento dos seus utilizadores, é garantido pela lei em vigor</strong> no país e na União Europeia. Faço notar que, como tal, as consequências para a reputação das empresas e entidades que do <em>spam</em> fazem uso estão igualmente legitimadas.</p>
<p><strong>Infelizmente não se pode ter tudo</strong><br />
Este artigo servirá os intentos da fabulastico e pode, inclusivé, ser apresentado ao seu cliente, no caso a Deco, como prova dos bons serviços prestados.<br />
Esqueçam o facto de eu ser um consumidor a protestar: isso é para a fotografia. A verdade é outra. Sou apenas um tik num formulário, na secção &#8220;objectivo cumprido&#8221;.<br />
Mas como não forneço os endereços que foram atingidos, tendo falado propositadamente num número vago e irreal, o tik do meu resultado vale menos.<br />
Pode a fabulastico apresentar pesarosamente desculpas à Deco. Infelizmente, não se pode ter tudo porque há meia dúzia de consumidores resilientes como eu. Felizmente, o número de consumidores do meu género é estatisticamente desprezível.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/economia/spamado-por-uma-associacao-de-defesa-do-consumidor-sim-a-deco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/sociedade-da-informacao-coloca-novos-desafios-ao-consumidor/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/economia/sociedade-da-informacao-coloca-novos-desafios-ao-consumidor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 15:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[DECO]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>
		<category><![CDATA[telemóvel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=624</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/sociedade-da-informacao-coloca-novos-desafios-ao-consumidor/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/730215_data_security_2-200x149.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="data security" title="data security" /></a>Comércio electrónico, segurança dos dados pessoais, regulação e mecanismos de protecção foram alguns dos temas discutidos na conferência “O Consumidor na Sociedade da Informação”, que decorreu a 19 de Junho, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, realizada pela APDSI – &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/sociedade-da-informacao-coloca-novos-desafios-ao-consumidor/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-625" style="float: left;" title="data security" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/730215_data_security_2-200x149.jpg" alt="data security" width="200" height="149" align="left" /><span class="caps">C</span>omércio electrónico, segurança dos dados pessoais, regulação e mecanismos de protecção foram alguns dos temas discutidos na conferência “O Consumidor na Sociedade da Informação”, que decorreu a 19 de Junho, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, realizada pela APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, e na qual estive presente como moderador de um dos painéis.<br />
Foi uma conferência importante e aqui fica uma resenha do que lá se passou. Os tópicos principais:</p>
<ul>
<li>DECO e a controvérsia no direito à cópia privada</li>
<li>Compras online: desconfiança face ao digital prevalece</li>
<li>Banca online satisfaz</li>
<li>Consumidor responsável/empresa sustentável</li>
<li>O pesadelo dos tarifários no móvel e o combate perdido para o spam</li>
</ul>
<p>Está previsto que as reflexões resultantes desta conferência nacional dedicada ao consumidor constituam uma primeira fase de um estudo, a desenvolver no âmbito da APDSI.<span id="more-624"></span><br />
Coordenada por Joaquim Carrapiço, a conferência juntou responsáveis de diversos quadrantes com o objectivo de reflectir, de uma forma plural, sobre as questões relativas ao posicionamento e defesa do consumidor em ambientes digitais.</p>
<h3>Direitos, consumidores e regulador</h3>
<p>Embora alguns dos intervenientes nesta conferência defendam que a Internet por si só não justifica um tratamento diferenciado no que diz respeito às leis do consumidor, a ausência de contacto a rapidez e a catalogação são características do meio digital que têm levado as associações de consumidores a reivindicarem certos direitos.<br />
<strong>Alguns destes direitos estão consagrados e são efectivos</strong>, como salientou Silveira Rodrigues, membro da direcção da DECO, durante a sua intervenção, outros estão consagrados, mas é como se não existissem. <strong>O direito à cópia privada</strong> é um destes casos. “<em>É um direito consagrado na legislação nacional que não é cumprido porque a própria legislação arranjou, intencionalmente, forma de o forma de o ‘desconsagrar’</em>”, explicou o responsável da DECO. “<em>Isto porque era escandaloso que analogicamente houvesse o direito à cópia privada e digitalmente não</em>”.<br />
Silveira Rodrigues advoga o tratamento diferenciado, perante a lei, entre cópia para uso privado e cópia para uso comercial, defendendo o direito à não criminalização. “<em>Devem ser dados aos consumidores direitos claros e justos para usarem os materiais digitais</em>”, referiu.<br />
Chamou igualmente a atenção para o facto de se constatar, nomeadamente entre as camadas mais jovens, alguma “insensibilidade” quanto à questão dos downloads. “Os mais novos não conseguem sequer perceber que estão a prevaricar e se realmente estas medidas não são proporcionais, até é bom que se sintam assim”.<br />
Rita Espanha, do ISCTE, introduziu no debate aspectos como a importância das comunidades e dos conteúdos produzidos pelo consumidor para a Web 2.0.<br />
Para a docente, mobilidade e interligação são palavras-chave da Web 2.0. “<em>O mundo online evoluiu, ganhou consistência, cresceu muito nos últimos anos e neste momento já não chega estar na Internet: é preciso construir uma presença e interagir, através de blogs, vídeos, opiniões e todos os outros serviços</em>”.<br />
A socióloga fala por isso em “<em>CRM social</em>” e em “<em>horizontalidade do consumo</em>”, considerando que os dados produzidos pelos utilizadores são muito importantes na Web 2.0. “<em>Todos temos alguma coisa para dizer a alguém</em>”, rematou.<br />
Trazendo o ponto de vista do regulador, Luís Filipe Menezes, director da Anacom, garante que a regulação tem sempre presente a consagração dos interesses do consumidor, mas que essa mensagem nem sempre é fácil de passar. “<em>Quando impomos o comportamento a algum operador de mercado é para de facto garantir e satisfazer o interesse do consumidor, embora a intenção nem sempre seja perceptível</em>”.</p>
<h3>Desconfiança face ao digital prevalece</h3>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-626" title="internet_fraud" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/835548_internet_fraud.jpg" alt="" width="200" height="300" align="right" />Em 2006, apenas 27 por cento dos cidadãos europeus fazia compras online e desses só seis por cento comprava fora das fronteiras do seu país. Desde essa data para cá, a diferença aumentou e actualmente são mais de metade (51%) os consumidores que mostram relutância em adquirir bens a sites alojados num país que não o seu, referiu Sven Röhr, da Direcção-Geral da Saúde e do Consumidor da Comissão Europeia. Mas existem outros dados que mostram que a maior parte dos consumidores continua a ter dúvidas quanto aos seus direitos no contexto das novas tecnologias, nomeadamente no que diz respeito à regulação e aos mecanismos protecção.<br />
<strong>Das 20 mil queixas recebidas pelas instituições europeias durante 2008, mais de metade são relativas ao comércio electrónico</strong>, revela o relatório anual da European Consumer Centers Network, divulgado no início desta semana.<br />
Segundo Sven Röhr, a estratégia da Comissão Europeia para fazer frente a estas matérias passa pela criação de uma maior certeza legal, com o estabelecimento de um índice de harmonização jurídico mais elevado e com a revisão de algumas directivas, e pela aposta numa regulação mais efectiva.<br />
A Direcção-Geral da Saúde e do Consumidor está igualmente apostada em “<em>dar mais poder ao consumidor, ajudando-o a fazer escolhas mais informadas”, estando a preparar a disponibilização online de um “guia do consumidor para o ambiente digital</em>”.<br />
Na forma de um site, este guia assentará numa linguagem simples para aconselhar e informar os consumidores acerca dos seus direitos no quadro legislativo europeu. A informação será válida independentemente do país de origem do consumidor ou do país de origem do fornecedor do serviço ou produto. “Se resultar do modo como esperamos, irá aumentar a confiança no comércio electrónico e transformar o mercado interno online numa realidade”, acredita Sven Röhr.</p>
<h3>Banca online satisfaz</h3>
<p>Apesar das baixas taxas no comércio electrónico, o número de transacções associadas à banca online em Portugal tem vindo a crescer de forma sustentada, com índices de satisfação associados bastante elevados, como atestou António Fery Antunes.<br />
No curto prazo, o director do Millennium BCP prevê que a vertente das sucursais bancárias continue a baixar e que os novos canais passem a comportar mais de 50 por cento das transacções.<br />
O crescimento exponencial das transacções e serviços através de telemóvel associadas a contas bancárias ou cartões de crédito e a implementação dos chamados cartões de contacto, ou tecnologia contactless para as transacções de baixo valor são algumas das tendências que se avizinham.<br />
António Fery Antunes prevê igualmente, para breve, o alargamento do número de serviços transaccionais em canais alternativos, como a Via Verde, e a vulgarização da assinatura electrónica, entre os consumidores, e da facturação electrónica, entre as empresas.</p>
<h3>Consumidor responsável/empresa sustentável</h3>
<p>Há uma nova aliança em marcha entre aquilo que podemos denominar como “empresa sustentável” e o “consumidor responsável” e que assenta no tipo de relação estabelecida com o cliente, baseada na informação correcta e na garantia de qualidade, segundo Fernando Ribeiro Mendes, do ISEG.<br />
Esta aliança tem também por base outros aspectos, como o reporte dos impactos sociais da empresa, a inovação na perspectiva da qualidade e da satisfação dos stakeholders, a valorização dos seus colaboradores e a contribuição directa para a inclusão social.<br />
O docente do ISEG acredita que o mundo empresarial está de facto a contribuir para afirmar o paradigma do consumidor responsável, quando começa a associar a criação de valor económico à criação de valor para a sociedade e ao combate aos impactos no ambiente.<br />
“<em>A relação entre a empresa sustentável e o consumidor responsável não é uma miragem nem é uma operação de cosmética</em>”, considera. “<em>É um caminho difícil, contraditório, que vai conhecer muitos insucessos mas que, com certeza será um ponto de chegada desejável para as aspirações de uma sociedade do século XXI: a Sociedade do Conhecimento</em>”.</p>
<h3>O pesadelo dos tarifários no móvel e o combate perdido para o spam</h3>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-627" style="float: left;" title="mobile_technology" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/999887_mobile_technology-200x275.jpg" alt="" width="200" height="275" align="left" />No encerramento do debate, José Ribeiro, da Direcção-Geral do Consumidor, mostrou os pontos de vista do organismo público a que preside, fazendo questão de destacar algumas matérias que ainda “espartilham” os reais direitos do consumidor.<br />
Para José Ribeiro seria aconselhável estabelecer critérios para mais facilmente comparar os muitos tarifários que hoje em dia se oferecem ao consumidor. “<em>Existem tantos tarifários que se torna difícil compará-los o que nos leva a pensar que é urgente estabelecer critérios daquilo que poderá ser facilmente comparável</em>”, referiu. <strong>Além de que o facto de se continuar a separar entre tráfego nacional e internacional é para o director geral do consumidor algo que não faz sentido numa sociedade da informação</strong>, “<em>um espartilho que devíamos tentar eliminar</em>”<br />
Num outro desafio, o director-geral do Consumidor sugere que a Anacom se junte a outros congéneres europeus para estabelecerem, de forma conjunta, <strong>acções no sentido de limitar os efeitos nefastos do spam “uma das questões que mais incomoda o consumidor na Internet” e que a maioria das entidades reguladoras afirma não conseguir resolver por si só.</strong><br />
A formação desde cedo, nos bancos da escola, sobre os direitos e responsabilidades do consumidor no paradigma digital e a responsabilidade solidária dos múltiplos intervenientes da Sociedade da Informação, desde o regulador ao Estado, foram outros aspectos destacados durante a intervenção.<br />
No conjunto de argumentos finais, Amado da Silva, presidente da Anacom, voltou a destacar o papel daquela entidade na defesa do consumidor, ou numa perspectiva mais abrangente, “do cidadão”, forma de designação que prefere. Por outro lado, lembrou que o regulador tem o difícil papel de conjugar objectivos de diferentes partes, conseguindo que uns não subjuguem os outros, e que por isso “<em>é natural que não possa agradar a todos</em>”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/economia/sociedade-da-informacao-coloca-novos-desafios-ao-consumidor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Portugal Telecom: &quot;lá porque somos um grande grupo nacional de telecomunicações, temos tanto direito a spamar como os vi-a-gras e os alargadores de pen1s&quot;</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/portugal-telecom-la-porque-somos-um-grande-grupo-nacional-de-telecomunicacoes-temos-tanto-direito-a-spamar-como-os-viagras-e-os-alargadores-de-penis/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/economia/portugal-telecom-la-porque-somos-um-grande-grupo-nacional-de-telecomunicacoes-temos-tanto-direito-a-spamar-como-os-viagras-e-os-alargadores-de-penis/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 16:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[portugal telecom]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=433</guid>
		<description><![CDATA[<a href="http://pauloquerido.pt/economia/portugal-telecom-la-porque-somos-um-grande-grupo-nacional-de-telecomunicacoes-temos-tanto-direito-a-spamar-como-os-viagras-e-os-alargadores-de-penis/"><img align="right" hspace="5" width="200" src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/spam-portugal-telecom.jpg" class="alignright wp-post-image tfe" alt="" title="spam-portugal-telecom" /></a>Só não me espanta porque vem de onde vem. A Portugal Telecom parece pensar: &#8220;lá porque somos um grande grupo nacional de telecomunicações, temos tanto direito a spamar como os viagras e os alargadores de penis&#8221;. Esta é mesmo ilegal &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/portugal-telecom-la-porque-somos-um-grande-grupo-nacional-de-telecomunicacoes-temos-tanto-direito-a-spamar-como-os-viagras-e-os-alargadores-de-penis/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">S</span>ó não me espanta porque vem de onde vem. A Portugal Telecom parece pensar: &#8220;lá porque somos um grande grupo nacional de telecomunicações, temos tanto direito a spamar como os viagras e os alargadores de penis&#8221;.<br />
Esta é mesmo ilegal e deviam ir atrás deles. Não está, sequer, conforme o que manda a lei que legitima, autoriza e protege os <em>spammers</em>, garantindo-lhes que os destinatários ficam impotentes à sua mercê. Nem a esse trabalho a Portugal Telecom se deu.<br />
Vou ficar à espera de um pedido de desculpas. Para sempre.</p>
<p><img src="http://pauloquerido.pt/ficheiros/spam-portugal-telecom.jpg" alt="" title="spam-portugal-telecom" width="500" height="347" class="aligncenter size-full wp-image-434" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/economia/portugal-telecom-la-porque-somos-um-grande-grupo-nacional-de-telecomunicacoes-temos-tanto-direito-a-spamar-como-os-viagras-e-os-alargadores-de-penis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A última vítima dos promotores do &quot;mail marketing&quot;</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/economia/a-ultima-vitima-dos-promotores-do-mail-marketing/</link>
		<comments>http://pauloquerido.pt/economia/a-ultima-vitima-dos-promotores-do-mail-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 15:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/economia/a-ultima-vitima-dos-promotores-do-mail-marketing/</guid>
		<description><![CDATA[Carta aberta à última vítima dos promotores do &#8220;mail marketing&#8221;, aparentemente Maria Gomes (camixa@gmail.com), contacto administrativo, técnico e comercial do domínio onde se publica, para impressão e posterior envio por CTT, o formulário de &#8220;aquisição&#8221;. Caro senhor GUIA NACIONAL DE &#8230; <a href="http://pauloquerido.pt/economia/a-ultima-vitima-dos-promotores-do-mail-marketing/">Ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="caps">C</span>arta aberta à última vítima dos promotores do &#8220;mail marketing&#8221;, aparentemente Maria Gomes (camixa@gmail.com),  contacto administrativo, técnico e comercial do domínio onde se publica, para impressão e posterior envio por CTT, o formulário de &#8220;aquisição&#8221;.</p>
<p>Caro senhor GUIA NACIONAL DE SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA, a sua mensagem comercial não solicitada &#8212; <em>spam</em> &#8212; caiu-me extraordinariamente mal. Estar dentro da &#8220;legalidade&#8221; não é o único cuidado que uma empresa deve tomar na hora de fazer <em>marketing viral</em>. Comprar uma base de dados de endereços de <em>e-mail</em> por 40 euro poderá ter-lhe parecido uma pechincha. Quem lha vendeu, bem como o serviço de envio, números de ROI e demais gráficos powerpoint com que na web se engodam os novatos, fez um bom negócio, sem sombra de dúvida, mas PARA ELE, que vende ar.<br />
Esqueceu-se de lhe referir os custos indirectos deste tipo de acção. Custos como a irritação de parte dos destinatários das acções. Falaram-lhe, estou certo, de taxas de retorno de 7% &#8212; mas omitiram que a taxa dos profundamente desagradados é muito superior e tiveram muito cuidado em não mencionar que alguns deles poderiam mesmo tornar pública a sua indignação em termos nada abonatórios para uma empresa com dignidade.<br />
Uma coisa é vender falso Viagra, percentagens miríficas em fortunas nigerianas, a ponte de Brooklin e cópias milimétricas de relógios Cartier feitas pelos mais pobres artesões que a globalização consegue encontrar.<br />
Outra bem diferente é vender um &#8220;Guia nacional de serviços de utilidade pública&#8221; &#8212; ou pelo menos é o que a mim me parece. Talvez a si não lhe pareça, e se assim for, as minhas desculpas por me ter enganado &#8212; e aqui fica a publicidade a um artigo desse mais alto nível.<br />
Sem mais.<br />
PS: seja como for, não só não ganhou um cliente, como ganhou um céptico irritadíssimo por ver como é tratado sem nenhum tipo de consideração por empresas que, a coberto da ignorância, promovem más práticas de relacionamento com os clientes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pauloquerido.pt/economia/a-ultima-vitima-dos-promotores-do-mail-marketing/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Served from: pauloquerido.pt @ 2012-02-09 00:12:31 by W3 Total Cache -->

<!-- W3 Total Cache: Page cache debug info:
Engine:             disk: enhanced
Cache key:          tag/spam/feed/_index.html
Caching:            disabled
Reject reason:      Requested URI is rejected
Status:             not cached
Creation Time:      0.529s
Header info:
Set-Cookie:         PHPSESSID=m97c311mjes2u0bv5v2l30tkr7; path=/
Expires:            Thu, 19 Nov 1981 08:52:00 GMT
Cache-Control:      no-store, no-cache, must-revalidate, post-check=0, pre-check=0
Pragma:             no-cache
X-Pingback:         http://pauloquerido.pt/wordpress/xmlrpc.php
Last-Modified:      Mon, 06 Feb 2012 09:08:53 GMT
ETag:               "215a62b7440d448a6c339b86026acc92"
X-Powered-By:       W3 Total Cache/0.9.2.4
Link:               <http://pqne.ws/d38iP4>; rel=shortlink
Content-Type:       text/xml; charset=UTF-8
-->
