Jornais gratuitos: artigo no Público com mashup de lançamento aqui
Os jornais gratuitos caminham para dominar o continente europeu. Em diversos países, Portugal incluído, a circulação diária da imprensa gratuita já ultrapassou a da imprensa paga. Os gratuitos são um balão de oxigénio para o negócio da imprensa. Terão a capacidade de modificar o comportamento de mercado e até as práticas dos jornais pagos?
Na sequência da recolha de dados para um artigo a sair no Público sobre a imprensa gratuita no mundo, decidi produzir um pequeno mashup, o escaparate: jornais gratuitos de hoje. Criei-o a pensar apenas em ‘promover’ o artigo em papel, mas à medida que o ia preparando ele ganhou autonomia, passando a escaparate dinâmico. E ainda não está acabado.
Esta peça multimedia abre uma nova etapa no percurso no Certamente!, que passará a contar com uma secção de jornalismo multimedia, onde irei expondo as minhas peças multimedia, infografias interactivas, mashups, reportagens assistidas por computador.
No caso vertente usei, como costume, código aberto e algum scripting próprio. O carrossel é uma aplicação em Flash da autoria de Saverio Caminiti (ver a ficha). Usei as libraries de Javascript Prototype, Scriptaculous, Lightbox e Ajaxpage para o carregamento dinâmico de blocos e imagens. As capas têm origem na banca de jornais do Sapo (link). Um bash script corre de segunda a sexta para actualizar as capas do dia. Quando presentes, os feeds RSS são puxados de 30 em 30 minutos com o software Magpie e reformatados com linguagem de scripting PHP.
O mashup escaparate de jornais gratuitos tem três níveis de leitura:
1º nível – a selecção no carrossel
2º nível – informação e últimas notícias, quando haja, nesta coluna
3º nível – capa em tamanho legível em janela pairante
Veja aqui o escaparate: jornais gratuitos de hoje.
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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Excelente!
Parabéns, por mais esta excelente ideia
[...] Jornais gratuitos: artigo no Público com mashup de lançamento aqui [...]
Os jornais gratuitos parecem-me um pco vagos mto dependentes de outras fontes de informação, no entanto vão bloquear o caminho aos outros jornais pagos. Também as suas redes autonomas de distribuição vão acabar (espero eu) apesar de não me imaginar ir a um quiosque e pedir um jornal de borla…
uma técnica muito interessante, parabéns
dá um belo efeito á apresentação de trabalhos impressos
Poderão ser um balão de oxigénio para o negócio mas o conteúdo é muito fraquinho.
São um bocado aquilo a que se pode chamar de jornalismo light: notícias com um tratamento superficial, pouco sumo, investigação quase nula.
Pode argumentar-se que é esse o objectivo, que são publicações de consumo rápido, ainda mais do que os diários de circulação paga. Mas com o declínio desses jornais tradicionais queremos mesmo ficar dependentes dos gratuitos?
Conseguirá o jornalismo mais profundo, de investigação, para consumo mais lento, sobreviver na net?
E o mercado precisa de tantos títulos? Apareceram como cogumelos. Contei seis no mashup catita que o Paulo fez. Não há investimento publicitário nem leitores para todos.
São mais as perguntas do que as respostas. É produto da altura em que vivemos
[...] sábado, dia 9, no P2. já fiz o respectivo lançamento na semana passada, num post intitulado Jornais gratuitos: artigo no Público com mashup de lançamento aqui, onde apresentei também um mashup em que usei alguma da informação recolhida para a peça no [...]
Pode ver em http://www.opovofamalicense.com , como se faz jornalismo gratuito há 9 anos, mas só informação local. A sua distribuição também é diferente a nível nacional, a sua distribuição ´
é porta a porta nas 49 freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão e uma voz dos mais desfavorecidos.