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	<title>Comentários em: Magalhães: o sucesso público</title>
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	<description>Paulo Querido escreve.</description>
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		<title>Por: @mainframezen</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-5075</link>
		<dc:creator>@mainframezen</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2011 23:21:00 +0000</pubDate>
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		<description>Este artigo &#233; teimosamente positivo. 
Arrependido? 
Isto merece um &#039;update&#039;. 
Resultado do Magalh&#227;es: &lt;a href=&quot;http://goo.gl/eZVQ6&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://goo.gl/eZVQ6&lt;/a&gt; </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo &eacute; teimosamente positivo.<br />
Arrependido?<br />
Isto merece um &#039;update&#039;.<br />
Resultado do Magalh&atilde;es: <a href="http://goo.gl/eZVQ6" rel="nofollow">http://goo.gl/eZVQ6</a></p>
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		<title>Por: Viriato</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-4836</link>
		<dc:creator>Viriato</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 22:48:06 +0000</pubDate>
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		<description>&#201; pena o Magalh&#227;es, com todo o seu esplendor de iniciativa governamental ou outra n&#227;o servir de muito quando o pa&#237;s colapsar com a banca-rota que se adivinha certa. Despois eu quero ver de que serve a poeira jogada aos olhos. Mas quem n&#227;o acredita que espere e ver&#225;. J&#225; n&#227;o falta muito. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; pena o Magalh&atilde;es, com todo o seu esplendor de iniciativa governamental ou outra n&atilde;o servir de muito quando o pa&iacute;s colapsar com a banca-rota que se adivinha certa. Despois eu quero ver de que serve a poeira jogada aos olhos. Mas quem n&atilde;o acredita que espere e ver&aacute;. J&aacute; n&atilde;o falta muito.</p>
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		<title>Por: Certamente! Portátil Magalhães: a internacionalização de um sucesso</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2525</link>
		<dc:creator>Certamente! Portátil Magalhães: a internacionalização de um sucesso</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:44:46 +0000</pubDate>
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		<description>[...] no Expresso multimedia publicada aqui em 27 de Setembro e mais tarde republicada no Certamente! (link), o portátil Magalhães é uma verdadeiro caso de sucesso da política e da indústria [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] no Expresso multimedia publicada aqui em 27 de Setembro e mais tarde republicada no Certamente! (link), o portátil Magalhães é uma verdadeiro caso de sucesso da política e da indústria [...]</p>
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		<title>Por: Cátia</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2524</link>
		<dc:creator>Cátia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 13:38:39 +0000</pubDate>
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		<description>Contr ao Magalhães nada tenho. Já há muito que era necessário entrar no mercado um computador feito a pensar nas crianças.

O meu fel é todo contra os «Magalhães» oferecidos pelo estado português às crianças. Um custo para os bolsos públicos. Por diversos motivos.

Há falta de meios tecnógicos e de livros nas bibliotecas portuguesas, inclusivé atraso na digitalização de obas de relevo. Há falta de condições nas escolas. O défice está em equilíbrio precário. Está-se a passar pelo pico de uma grave crise económica. No ensino superior o financiamento tem sofrido uma grande quebra, pondo em causa coisas essenciais como os direitos de trabalhadores e as condições para os estudantes. Fracos incentivos do Estado português ao desenvolvimento científico e tecnológico. Etc.

Perante estes e outros aspectos, considero que o que se gastou na aquisição de computadores Magalhães para os distribuir sem critérios de relevo por crianças, devia ter sido gasto no desenvolvimento no país, na resolução de problemas graves imediatos ou gardado para melhores planos no futuro.

«Para os alunos do primeiro ciclo terem o Magalhães, não temos marcador [para escrever no quadro].» .»Professora catedrática, ensino superior português.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Contr ao Magalhães nada tenho. Já há muito que era necessário entrar no mercado um computador feito a pensar nas crianças.</p>
<p>O meu fel é todo contra os «Magalhães» oferecidos pelo estado português às crianças. Um custo para os bolsos públicos. Por diversos motivos.</p>
<p>Há falta de meios tecnógicos e de livros nas bibliotecas portuguesas, inclusivé atraso na digitalização de obas de relevo. Há falta de condições nas escolas. O défice está em equilíbrio precário. Está-se a passar pelo pico de uma grave crise económica. No ensino superior o financiamento tem sofrido uma grande quebra, pondo em causa coisas essenciais como os direitos de trabalhadores e as condições para os estudantes. Fracos incentivos do Estado português ao desenvolvimento científico e tecnológico. Etc.</p>
<p>Perante estes e outros aspectos, considero que o que se gastou na aquisição de computadores Magalhães para os distribuir sem critérios de relevo por crianças, devia ter sido gasto no desenvolvimento no país, na resolução de problemas graves imediatos ou gardado para melhores planos no futuro.</p>
<p>«Para os alunos do primeiro ciclo terem o Magalhães, não temos marcador [para escrever no quadro].» .»Professora catedrática, ensino superior português.</p>
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		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2523</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 16:42:27 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo, &quot;pretender que o Magalhães tem a missão de mudar o ensino em Portugal&quot; são palavras suas que não reflectem o que escrevi no comentário anterior. Se o reler, constatará que refiro haver &quot;quem tenha estudado o assunto das IT na educação&quot;, o que nem é tonto nem ridículo. Pelo menos, assim o devem achar todos os que dedicaram tempo a escrever papers sobre o assunto, como pode constatar no &lt;a href=&quot;http://eric.ed.gov/ERICWebPortal/Home.portal?_nfpb=true&amp;_pageLabel=ERICSearchResult&amp;newSearch=true&amp;ERICExtSearch_Descriptor=%22Computer+Uses+in+Education%22&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;ERIC&lt;/a&gt;.

De resto, sobre o Magalhães ser apenas uma ferramenta, já sobre isso havíamos &lt;a href=&quot;http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-nem-todos-olhamos-apalermadamente-ii/#comment-2765&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;falado&lt;/a&gt;.

Não vejo que haja problema em os miúdos da primária terem acesso a um computador. Mas é necessário terem o seu próprio computador? Não disponho de base para fundamentar uma opinião neste assunto mas não me parece que seja linear. Por outro lado, há investimento estatal ou não? Tenho ouvido dizer que estes dinheiros saem das licenças UTMS mas há pontos que não batem certo. Como por exemplo a diferença entre o valor pago na FNAC e aquele que tem sido anunciado no e-escolinhas. Há, pelo menos, o investimento de 280 € (?) por aluno que tenha o computador à borla por causa da acção social. Quero eu dizer, há investimento estatal, apenas (!) não temos tido conhecimento dos números envolvidos. Havendo investimento, há que colocar a questão do custo de oportunidade e novamente se era mesmo necessário que cada criança tivesse o seu portátil. Estamos a falar da escola primária, note-se. Temos que perguntar se uma sala informática devidamente equipada na escola não cumpriria os objectivos da obviamente necessária literacia informática.

Há, ainda, mais um aspecto. Nos anos que vêm, continuarão os miúdos do primeiro ano a receber computadores? Tivesse o investimento sido feito na escola e todos os novos alunos dele beneficiariam; desta forma, depende da continuidade da atribuição de portáteis.

Portanto, qual é o custo de oportunidade desta iniciativa? Ou seja, o que poderia ter sido feito em alternativa com este mesmo investimento? Palavras como este é «o maior investimento bla bla bla» ficam bem nos telejornais mas não respondem a estes tópicos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, &#8220;pretender que o Magalhães tem a missão de mudar o ensino em Portugal&#8221; são palavras suas que não reflectem o que escrevi no comentário anterior. Se o reler, constatará que refiro haver &#8220;quem tenha estudado o assunto das IT na educação&#8221;, o que nem é tonto nem ridículo. Pelo menos, assim o devem achar todos os que dedicaram tempo a escrever papers sobre o assunto, como pode constatar no <a href="http://eric.ed.gov/ERICWebPortal/Home.portal?_nfpb=true&amp;_pageLabel=ERICSearchResult&amp;newSearch=true&amp;ERICExtSearch_Descriptor=%22Computer+Uses+in+Education%22" rel="nofollow">ERIC</a>.</p>
<p>De resto, sobre o Magalhães ser apenas uma ferramenta, já sobre isso havíamos <a href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-nem-todos-olhamos-apalermadamente-ii/#comment-2765" rel="nofollow">falado</a>.</p>
<p>Não vejo que haja problema em os miúdos da primária terem acesso a um computador. Mas é necessário terem o seu próprio computador? Não disponho de base para fundamentar uma opinião neste assunto mas não me parece que seja linear. Por outro lado, há investimento estatal ou não? Tenho ouvido dizer que estes dinheiros saem das licenças UTMS mas há pontos que não batem certo. Como por exemplo a diferença entre o valor pago na FNAC e aquele que tem sido anunciado no e-escolinhas. Há, pelo menos, o investimento de 280 € (?) por aluno que tenha o computador à borla por causa da acção social. Quero eu dizer, há investimento estatal, apenas (!) não temos tido conhecimento dos números envolvidos. Havendo investimento, há que colocar a questão do custo de oportunidade e novamente se era mesmo necessário que cada criança tivesse o seu portátil. Estamos a falar da escola primária, note-se. Temos que perguntar se uma sala informática devidamente equipada na escola não cumpriria os objectivos da obviamente necessária literacia informática.</p>
<p>Há, ainda, mais um aspecto. Nos anos que vêm, continuarão os miúdos do primeiro ano a receber computadores? Tivesse o investimento sido feito na escola e todos os novos alunos dele beneficiariam; desta forma, depende da continuidade da atribuição de portáteis.</p>
<p>Portanto, qual é o custo de oportunidade desta iniciativa? Ou seja, o que poderia ter sido feito em alternativa com este mesmo investimento? Palavras como este é «o maior investimento bla bla bla» ficam bem nos telejornais mas não respondem a estes tópicos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Guillaume</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2522</link>
		<dc:creator>Guillaume</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 16:05:13 +0000</pubDate>
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		<description>É certo que o artigo do PQ sobre o Magalhães estava um pouco enviesado. Mas enviesado como o olhar dum pai (PQ) para um filho (Magalhães).

Também não acredito que PQ tivesse uma cor política, excepto a da defesa dum conceito de sociedade mais info-incluida. Agora, temos que ter  a consciência que o actual governo teve aí uma acção (questionável no que toca às alternativas que considerou e nos critérios que definiu) que lhe valeu muitos pontos na popularidade.

Por outro lado, e entendo a perspectiva do Artur, que é um grande amigo meu, o Magalhães é um composto de peças estrangeiras montadas em Portugal. E que portanto não temos assim tantas razões de estarmos tão orgulhosos. O Magalhães é um bocado a imagem do PoSat, o primeiro e único satélite português, que foi todo concebido, montado e assemblado em Surrey (Inglaterra), sendo Portugal pouco mais que um cliente. Dito isto, o PoSat, no quadro académico, formou engenheiros qualificados que, anos mais tarde, fundaram empresas na área do espaço (estou a pensar no Ivo Vieira que fundou a Lusospace e fabricou, qualificou, patenteou e vendeu o primeiro magnetómetro (sensor de satélite) 100% português!).

Portanto, eu acredito que, apesar de ser um pouco &quot;fachada&quot;, o Magalhães catalizará toda uma série de eventos positivos para Portugal. Talvez o primeiro computador realmente criado por portugueses?

Viva o Magalhães!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É certo que o artigo do PQ sobre o Magalhães estava um pouco enviesado. Mas enviesado como o olhar dum pai (PQ) para um filho (Magalhães).</p>
<p>Também não acredito que PQ tivesse uma cor política, excepto a da defesa dum conceito de sociedade mais info-incluida. Agora, temos que ter  a consciência que o actual governo teve aí uma acção (questionável no que toca às alternativas que considerou e nos critérios que definiu) que lhe valeu muitos pontos na popularidade.</p>
<p>Por outro lado, e entendo a perspectiva do Artur, que é um grande amigo meu, o Magalhães é um composto de peças estrangeiras montadas em Portugal. E que portanto não temos assim tantas razões de estarmos tão orgulhosos. O Magalhães é um bocado a imagem do PoSat, o primeiro e único satélite português, que foi todo concebido, montado e assemblado em Surrey (Inglaterra), sendo Portugal pouco mais que um cliente. Dito isto, o PoSat, no quadro académico, formou engenheiros qualificados que, anos mais tarde, fundaram empresas na área do espaço (estou a pensar no Ivo Vieira que fundou a Lusospace e fabricou, qualificou, patenteou e vendeu o primeiro magnetómetro (sensor de satélite) 100% português!).</p>
<p>Portanto, eu acredito que, apesar de ser um pouco &#8220;fachada&#8221;, o Magalhães catalizará toda uma série de eventos positivos para Portugal. Talvez o primeiro computador realmente criado por portugueses?</p>
<p>Viva o Magalhães!</p>
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		<title>Por: Karl Macx</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2521</link>
		<dc:creator>Karl Macx</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:24:59 +0000</pubDate>
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		<description>@ Ricardo Ramalho

Precisamente o meu ponto. Podemos andar com &quot;burocracias da treta&quot; para aquecedores, lápis, papel higiénico, até folhas A4 de papel cavalinho. Mas para o Magalhães não.

Prioridades...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@ Ricardo Ramalho</p>
<p>Precisamente o meu ponto. Podemos andar com &#8220;burocracias da treta&#8221; para aquecedores, lápis, papel higiénico, até folhas A4 de papel cavalinho. Mas para o Magalhães não.</p>
<p>Prioridades&#8230;</p>
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		<title>Por: Ricardo Ramalho</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2520</link>
		<dc:creator>Ricardo Ramalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:06:03 +0000</pubDate>
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		<description>@Karl Macx

O que estava a tentar dizer é que há coisas mais importantes por vezes do que andar a fazer concursos por tudo e por nada! A situação é mais importante do andar a perder tempo com burocracias da treta.

Não deve ter percebido a figura de estilo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Karl Macx</p>
<p>O que estava a tentar dizer é que há coisas mais importantes por vezes do que andar a fazer concursos por tudo e por nada! A situação é mais importante do andar a perder tempo com burocracias da treta.</p>
<p>Não deve ter percebido a figura de estilo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Ricardo Ramalho</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2519</link>
		<dc:creator>Ricardo Ramalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 12:55:38 +0000</pubDate>
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		<description>@Artur Ralha

Desculpe-me o &lt;i&gt;off-topic&lt;/i&gt;, Paulo!

A questão das 40 horas faz sentido, sabendo que sou informático e lendo o texto ao qual liguei... Se o leu percebe onde quero chegar com aquele &lt;i&gt;post&lt;/i&gt;.

E quanto às greves... Não são as greves de um dia que têm consequências, são as que param efectivamente um sector do país, seja ele público e/ou privado. Isso não acontece neste país, como se sabe. As manifs de 200000 num dia em Lisboa pouco valem porque só fazem barulho, e geralmente são inconsequentes. Como se tem visto. Greves a sério são aquelas que param sectores por &lt;b&gt;longos&lt;/b&gt; períodos.

Mas pronto... Este não é sítio para me alongar sobre esta questão.

Desculpe-me mais uma vez, Paulo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Artur Ralha</p>
<p>Desculpe-me o <i>off-topic</i>, Paulo!</p>
<p>A questão das 40 horas faz sentido, sabendo que sou informático e lendo o texto ao qual liguei&#8230; Se o leu percebe onde quero chegar com aquele <i>post</i>.</p>
<p>E quanto às greves&#8230; Não são as greves de um dia que têm consequências, são as que param efectivamente um sector do país, seja ele público e/ou privado. Isso não acontece neste país, como se sabe. As manifs de 200000 num dia em Lisboa pouco valem porque só fazem barulho, e geralmente são inconsequentes. Como se tem visto. Greves a sério são aquelas que param sectores por <b>longos</b> períodos.</p>
<p>Mas pronto&#8230; Este não é sítio para me alongar sobre esta questão.</p>
<p>Desculpe-me mais uma vez, Paulo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Karl Macx</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/tecnologia/magalhaes-o-sucesso-publico/comment-page-1/#comment-2518</link>
		<dc:creator>Karl Macx</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 12:54:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1715#comment-2518</guid>
		<description>@ Ricardo Ramalho,
Espere até o Estado fazer um negócio com uma empresa concorrente da sua e a levar à falência (com a contribuição dos seus impostos). Depois falamos...
Entretanto, pela sua lógica, o Estado não deveria ter comprado Magalhães.
Senão vejámos:

Permissa 1. As escolas não tem professores e aquecedores.
Permissa 2. Não adianta fazer concursos públicos, porque demoram tempo.

Conclusão = as escolas continuam sem professores e aquecedores.

Agora passemos para a segunda parte da equação proposta por si e tentemos analisar a falha na lógica:

Permissa 1. As escolas não têm Magalhães
Permissa 2. Não adianta fazer concursos públicos, porque demoram muito tempo.

Conclusão mais lógica (tendo em conta as permissas anteriores)= As escolas continuam sem magalhães.

MAS, as escolas têm Magalhães, o que não têem é aquecedores, professores... até mapas de Portugal, imagine!

PIOR, num sistema educativo onde prevalece o facilitismo, não me admira que os exames e os testes passem a ser enviados por e-mail, com prazo de uma semana para resposta...

Mas, lá está, deve ser a isto a que chamam Prioridades. Mas ficou provado que o estúpido já não sou eu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@ Ricardo Ramalho,<br />
Espere até o Estado fazer um negócio com uma empresa concorrente da sua e a levar à falência (com a contribuição dos seus impostos). Depois falamos&#8230;<br />
Entretanto, pela sua lógica, o Estado não deveria ter comprado Magalhães.<br />
Senão vejámos:</p>
<p>Permissa 1. As escolas não tem professores e aquecedores.<br />
Permissa 2. Não adianta fazer concursos públicos, porque demoram tempo.</p>
<p>Conclusão = as escolas continuam sem professores e aquecedores.</p>
<p>Agora passemos para a segunda parte da equação proposta por si e tentemos analisar a falha na lógica:</p>
<p>Permissa 1. As escolas não têm Magalhães<br />
Permissa 2. Não adianta fazer concursos públicos, porque demoram muito tempo.</p>
<p>Conclusão mais lógica (tendo em conta as permissas anteriores)= As escolas continuam sem magalhães.</p>
<p>MAS, as escolas têm Magalhães, o que não têem é aquecedores, professores&#8230; até mapas de Portugal, imagine!</p>
<p>PIOR, num sistema educativo onde prevalece o facilitismo, não me admira que os exames e os testes passem a ser enviados por e-mail, com prazo de uma semana para resposta&#8230;</p>
<p>Mas, lá está, deve ser a isto a que chamam Prioridades. Mas ficou provado que o estúpido já não sou eu&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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