<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: O anonimato, a vaidade e a fraca qualidade nos comentários: uma ligação</title>
	<atom:link href="http://pauloquerido.pt/tecnologia/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/</link>
	<description>O amor é uma vida dentro da vida</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 16:44:19 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
	<item>
		<title>Por: Links do Dia: 03.09.08 &#171; Dissonância Cognitiva</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2129</link>
		<dc:creator>Links do Dia: 03.09.08 &#171; Dissonância Cognitiva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 08:54:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2129</guid>
		<description>[...] O Anonimato, a Vaidade e a Fraca Qualidade nos Comentários: Uma Ligação - Paulo Querido  Haverá uma ligação entre o anonimato, a vaidade e a javardeira fraca qualidade nos comentários? Eu penso que sim, testemunho-a e Seth Godin também. (&#8230;) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O Anonimato, a Vaidade e a Fraca Qualidade nos Comentários: Uma Ligação &#8211; Paulo Querido  Haverá uma ligação entre o anonimato, a vaidade e a javardeira fraca qualidade nos comentários? Eu penso que sim, testemunho-a e Seth Godin também. (&#8230;) [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2128</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 02:00:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2128</guid>
		<description>e rematando, para que não me esteja a repetir - até porque isto vem de outros posts, cá e não só. A conversa do inferno blogo-comentador medra num ambiente (que é onda destes últimos tempos) que imputa aos bloguistas (donos e comentadores) uma perfídia generalizada. É, e botei-o lá no meu blog, um trejeito corporativo típico de jornalistas ou agentes de jornais. Daqui a um mês a onda é algo diversa e passar-se-ão uns tempos sem ninguém ligar ao terrror (O Horror, o Horror) que se passa no reino de posts e nos baronatos de comentários. No fundo é um enorme mal-estar de uma corporação profissional por ter perdido o quasi-oligopólio da mediação da palavra pública. A rapaziada é horrorosa? Talvez. Mas o Eça tem umas figuras de jornalistas muitos similares às miseráveis figuras blogo(comentadores que agora são agitadas. Nada mais do que isso

(aqui entre nós PQ, V. está a surfar a onda errada ao insistir neste ponto)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e rematando, para que não me esteja a repetir &#8211; até porque isto vem de outros posts, cá e não só. A conversa do inferno blogo-comentador medra num ambiente (que é onda destes últimos tempos) que imputa aos bloguistas (donos e comentadores) uma perfídia generalizada. É, e botei-o lá no meu blog, um trejeito corporativo típico de jornalistas ou agentes de jornais. Daqui a um mês a onda é algo diversa e passar-se-ão uns tempos sem ninguém ligar ao terrror (O Horror, o Horror) que se passa no reino de posts e nos baronatos de comentários. No fundo é um enorme mal-estar de uma corporação profissional por ter perdido o quasi-oligopólio da mediação da palavra pública. A rapaziada é horrorosa? Talvez. Mas o Eça tem umas figuras de jornalistas muitos similares às miseráveis figuras blogo(comentadores que agora são agitadas. Nada mais do que isso</p>
<p>(aqui entre nós PQ, V. está a surfar a onda errada ao insistir neste ponto)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2127</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:57:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2127</guid>
		<description>Caro JD, vai, vai levar o seu tempo. Mas labora num erro de perspectiva: nenhum anónimo quer ser reputado, célebre ou credível. E certamente que não deseja argumentar! (Hum... a menos que se queira divertir no processo. conheço casos, relacionados com altas figuras públicas). As razões do anonimato são sempre outras (e há diversas).

Só é possível construir uma reputação -- incluindo uma má reputação -- a partir de uma personalidade. Real ou criada (avatar). No caso de ser criada, pode ou não ser assumida -- mas terá forçosamente de ser construída ao logo do (lá está) tempo.

(sobre este assunto e o facto de ele ser 2 vezes requentado e ainda assim gerar debate, farei post em breve).


jpt,
&quot;Continuo a pensar, no reino de blogs, o problema está fundamentalmente no que o bloguista faz com o blog - pode sofrer com o ajuste de contas alheias (principalmente se for figura pública) mas para isso pode fazer o que V. deixa entender - filtra. Mas fundamentalmente é o tom dele que é o adubo do que se passará por lá&quot;

Nos blogs, de acordo: o tom do(s) autor(es) é marcante. Mesmo no caso do Blasfémias, pense: seria assim se os seus principais autores não fossem sofistas amadores (sem truques: no que a palavra tem de melhor, o sentido dos que amam o que fazem)?

E se o tom não marcar tudo logo, marcará mais tarde a atitude. Aqui, por exemplo, o meu tom desafiante começou por entortar muito as conversas, mas mais tarde auto-corrigi-me; depois, filtrei. E lá consegui pelo menos desentortar -- ou pelo menos assim o acho.

Mas não confundamos discussão, por vezes acesa, com desníveis. Você e eu temos tido uma loooonga dose de discordâncias e nunca vi que isso baixasse a qualidade ou o nível.


caro joao henriques, tanto quanto me lembro a diva não era uma alusão directa a si. Mas adiante.

Está enganado -- ou se prefere com um balão de banda desenhada debruado a flores: ainda tem mundo para ver, meu caro. Há uma boa dúzia de almas por aí capazes de me dar exuberantes lições de vaidade. Isto não sendo eu propriamente um buda.

E não veja o post assim, como um &quot;vejam como tratei lindamente o assunto&quot;. Em primeiro lugar, porque não tratei lindamente o assunto. Tratei até muito mal, no início, e fui corrigindo. Segundo, não está a ser justo comigo, achando que eu, por ser jornalista, não devo fazer uso da primeira pessoa na escrita bloguista. Mesmo no Expresso -- para onde este artigo foi escrito e onde também motivou algum debate (até adiei a republicação aqui para lhe dar mais tempo lá) -- sou pago como blogger. Ou, se prefere, como opinador em matérias sobre as quais tenho experiência, quanto mais não seja porque ando a tratar delas há que tempos.

Os artigos do João Lopes são tão pertinentes, na minha opinião, que fiz um post a chamar a atenção para eles: &lt;a href=&quot;http://pauloquerido.pt/blogosfera/violencia-na-esfera-bloguista/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;violência na esfera bloguista&lt;/a&gt;.

Quanto às intervenções que seriam encapotadamente insultuosas -- aceite as minhas desculpas se o ofendi nalguma ocasião. Mas eu não seria tão auto-centrado: o joão henriques nunca esteve, pelo menos com este nome, debaixo desse meu fogo.


caro mondrian, sim, estas coisas acontecem e vão continuar a acontecer. E mesmo nas cidades com policiamento há criminalidade -- ainda que menos. Não temos ilusões.

Mas não ter ilusões não é a mesma coisa que encolher os ombros e não experimentar almejar a um ambiente mais saudável e construtivo. Começando por falar das razões pelas quais há fraca qualidade nos comentários. Que são mais, além destas.

Cara T, aprendemos todos -- parte da maravilha da web é essa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro JD, vai, vai levar o seu tempo. Mas labora num erro de perspectiva: nenhum anónimo quer ser reputado, célebre ou credível. E certamente que não deseja argumentar! (Hum&#8230; a menos que se queira divertir no processo. conheço casos, relacionados com altas figuras públicas). As razões do anonimato são sempre outras (e há diversas).</p>
<p>Só é possível construir uma reputação &#8212; incluindo uma má reputação &#8212; a partir de uma personalidade. Real ou criada (avatar). No caso de ser criada, pode ou não ser assumida &#8212; mas terá forçosamente de ser construída ao logo do (lá está) tempo.</p>
<p>(sobre este assunto e o facto de ele ser 2 vezes requentado e ainda assim gerar debate, farei post em breve).</p>
<p>jpt,<br />
&#8220;Continuo a pensar, no reino de blogs, o problema está fundamentalmente no que o bloguista faz com o blog &#8211; pode sofrer com o ajuste de contas alheias (principalmente se for figura pública) mas para isso pode fazer o que V. deixa entender &#8211; filtra. Mas fundamentalmente é o tom dele que é o adubo do que se passará por lá&#8221;</p>
<p>Nos blogs, de acordo: o tom do(s) autor(es) é marcante. Mesmo no caso do Blasfémias, pense: seria assim se os seus principais autores não fossem sofistas amadores (sem truques: no que a palavra tem de melhor, o sentido dos que amam o que fazem)?</p>
<p>E se o tom não marcar tudo logo, marcará mais tarde a atitude. Aqui, por exemplo, o meu tom desafiante começou por entortar muito as conversas, mas mais tarde auto-corrigi-me; depois, filtrei. E lá consegui pelo menos desentortar &#8212; ou pelo menos assim o acho.</p>
<p>Mas não confundamos discussão, por vezes acesa, com desníveis. Você e eu temos tido uma loooonga dose de discordâncias e nunca vi que isso baixasse a qualidade ou o nível.</p>
<p>caro joao henriques, tanto quanto me lembro a diva não era uma alusão directa a si. Mas adiante.</p>
<p>Está enganado &#8212; ou se prefere com um balão de banda desenhada debruado a flores: ainda tem mundo para ver, meu caro. Há uma boa dúzia de almas por aí capazes de me dar exuberantes lições de vaidade. Isto não sendo eu propriamente um buda.</p>
<p>E não veja o post assim, como um &#8220;vejam como tratei lindamente o assunto&#8221;. Em primeiro lugar, porque não tratei lindamente o assunto. Tratei até muito mal, no início, e fui corrigindo. Segundo, não está a ser justo comigo, achando que eu, por ser jornalista, não devo fazer uso da primeira pessoa na escrita bloguista. Mesmo no Expresso &#8212; para onde este artigo foi escrito e onde também motivou algum debate (até adiei a republicação aqui para lhe dar mais tempo lá) &#8212; sou pago como blogger. Ou, se prefere, como opinador em matérias sobre as quais tenho experiência, quanto mais não seja porque ando a tratar delas há que tempos.</p>
<p>Os artigos do João Lopes são tão pertinentes, na minha opinião, que fiz um post a chamar a atenção para eles: <a href="http://pauloquerido.pt/blogosfera/violencia-na-esfera-bloguista/" rel="nofollow">violência na esfera bloguista</a>.</p>
<p>Quanto às intervenções que seriam encapotadamente insultuosas &#8212; aceite as minhas desculpas se o ofendi nalguma ocasião. Mas eu não seria tão auto-centrado: o joão henriques nunca esteve, pelo menos com este nome, debaixo desse meu fogo.</p>
<p>caro mondrian, sim, estas coisas acontecem e vão continuar a acontecer. E mesmo nas cidades com policiamento há criminalidade &#8212; ainda que menos. Não temos ilusões.</p>
<p>Mas não ter ilusões não é a mesma coisa que encolher os ombros e não experimentar almejar a um ambiente mais saudável e construtivo. Começando por falar das razões pelas quais há fraca qualidade nos comentários. Que são mais, além destas.</p>
<p>Cara T, aprendemos todos &#8212; parte da maravilha da web é essa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: T</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2126</link>
		<dc:creator>T</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 15:15:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2126</guid>
		<description>Mas, concluindo, (para não apagarem os comentários :)), as pessoas que digitam os comntários de baixa qualidade, e que escondem-se em anonimatos, devem e podem ser as primeiras a temerem as consequências das suas opiniões, tanto quanto as que se expõem, pois, se pensarmos bem, a  educação teinou-nos para esconder, aquilo que é considerado maléfico, dentro da moralidade do grupo. São costumes e portanto para dar &quot;vazão&quot;às vontades internas, soltam-se os comentarios maldosos. Pois se estamos escondidos nada de MAL pode nos acontecer!
Mas, por outro lado, a propria net, nos ensinou a criar divertidamente apelidos- nick, em substituição à nossa propria identidade.
Proporcionou portanto, liberdade das boas e das más!
Como tudo na vida e não creia-me resignada, conformista etc e tal... :)
Concluo que, cada qual é de acordo com suas circunstâncias. Simplorio não!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas, concluindo, (para não apagarem os comentários <img src='http://pauloquerido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ), as pessoas que digitam os comntários de baixa qualidade, e que escondem-se em anonimatos, devem e podem ser as primeiras a temerem as consequências das suas opiniões, tanto quanto as que se expõem, pois, se pensarmos bem, a  educação teinou-nos para esconder, aquilo que é considerado maléfico, dentro da moralidade do grupo. São costumes e portanto para dar &#8220;vazão&#8221;às vontades internas, soltam-se os comentarios maldosos. Pois se estamos escondidos nada de MAL pode nos acontecer!<br />
Mas, por outro lado, a propria net, nos ensinou a criar divertidamente apelidos- nick, em substituição à nossa propria identidade.<br />
Proporcionou portanto, liberdade das boas e das más!<br />
Como tudo na vida e não creia-me resignada, conformista etc e tal&#8230; <img src='http://pauloquerido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Concluo que, cada qual é de acordo com suas circunstâncias. Simplorio não!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: T</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2125</link>
		<dc:creator>T</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 14:55:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2125</guid>
		<description>Necessário distinguir, o que é o uso da escrita para profissionais da escrita(escritores, jornalistas etc) e o que é o novo meio de escrever em resposta(caixa de comentários), a um artigo ou blogue, em jornal, e rede social, feito por pessoas comuns entendam ou não do assunto.

O que prende a atenção pode ser, como o autor escreve, se diverte, se é sério, poético, apesar concordo dos exageros, nas respostas lidas.

Em programas de rádio, as participações poderiam ser executadas via telefone (recordo a minha mãe neste uso) e neste meio onde poderiam contar pontos? na modulação da voz? no pedido caso música? ou ao responder algum questionamento?ganhar premios?

Em artigos de jornais, o que na atualidade encontramos via mail, na  coluna do leitor, as &quot;cartas&quot;enviadas, caso endereço não -fictício, eram unicamente lidas e levadas a sério ou não, pelo receptor.

O espaço aberto nos blogues do Expresso (o primeiro blog que li foi o da Cibercidadania, com regras do utilizador- ou da Net, não recordo bem o título) deu-me também acesso para outros blogues.
Mas o que é opinar? vem de ter o livre arbítrio (tanto quanto os autores)de pessoalmente emitir opiniões com ou sem valor, o que faz o coloquial , sim, o coloquial do assunto.

Ao ler meus comentários, pode o dono do lugar, apagar ou não, já passei por esta experiência aqui mesmo :).
A impressão poderia ser: aqui só podem emitir opiniões, pesssoas ligadas à cibercultura, ou amigos conhecidos, ou jornalistas e não pessoas comuns como eu, que possam afectar e &quot;disvirtuar&quot; os interesses do autor!!!:)

Mas vamos adiante, se caso o utilizador da caixa de comentario, opina por opinar, algo chamou ao seu interesse, e sua resposta pode não ter mesmo o pretenso tom de distúrbio!!!
O inconsciente faz a ligação com outras tematicas ou seja &quot;um assunto leva a outro&quot;; Porém, caso a resposta seja de baixa qualidade, este ponto depende da qualidade da propria pessoa sem dúvida. E mesmo assim, logo que as porcarias &quot;vomitadas&quot;ali (no caso das respostas) sejam intencionais, são dependentes de  &quot;vestir a carapuça&quot; ou não!

Aprendi e aprendo rapido, com certeza, a não duvidar nunca das minhas intenções ao opinar...

e sem dúvida nenhuma a acreditar mais do que nunca que, atrás da resposta escrita em meio virtual, lá está uma pessoa, com suas experiências de vida, com o seu melhor convivendo ao lado do seu pior, momento de vida ou expectativas.

Aprender a opinar, em gerações e gerações, onde os alunos foram educados a RECEBER conhecimentos necessários para respostas concretas, decoradas para se &quot;dar bem&quot;, é diverso, de emitir (TRANSMITIR) opiniões pessoais, onde os argumentos devem ser válidos para os mais exigentes, como sua pessoa, que tenta sempre direcionar-se em uma ética.

Mas porque todos os comentários devem ser válidos? Exercer um controle não deve ser prazeiroso com certeza.

De facto, o tom coloquial, soa como um quase incomodar, aos que investem nos seus lugares como âmbito profissional.Ou mesmo pensam a sua ideia original, ao montar um blog, qual será ela? política, esportes, sexo, religião?... outras mil idéias.
Mas o pensamento não deve ser tão exigente, haja visto, que a Net apodera-se de mais pessoas COMUNS, que estão ávidas de saber e aprender, e esta exigência faz parte do ERRAR. Entende Paulo?
Afinal, como em criança, os erros unicamente servem para reorientarmos nossos percursos de vida.
Existe o tempo de acertar também, para qualquer um.`
Em minha voracidade em aprender, não posso considerar apenas o que deve ser &quot;delicodoce&quot;, pois as javard....existem, não?
Não só na escrita, as palavras que ferem, não fazem brotar o sangur que indica ferimentos, mas ferem como facas, tiros... as escritas e as ditas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Necessário distinguir, o que é o uso da escrita para profissionais da escrita(escritores, jornalistas etc) e o que é o novo meio de escrever em resposta(caixa de comentários), a um artigo ou blogue, em jornal, e rede social, feito por pessoas comuns entendam ou não do assunto.</p>
<p>O que prende a atenção pode ser, como o autor escreve, se diverte, se é sério, poético, apesar concordo dos exageros, nas respostas lidas.</p>
<p>Em programas de rádio, as participações poderiam ser executadas via telefone (recordo a minha mãe neste uso) e neste meio onde poderiam contar pontos? na modulação da voz? no pedido caso música? ou ao responder algum questionamento?ganhar premios?</p>
<p>Em artigos de jornais, o que na atualidade encontramos via mail, na  coluna do leitor, as &#8220;cartas&#8221;enviadas, caso endereço não -fictício, eram unicamente lidas e levadas a sério ou não, pelo receptor.</p>
<p>O espaço aberto nos blogues do Expresso (o primeiro blog que li foi o da Cibercidadania, com regras do utilizador- ou da Net, não recordo bem o título) deu-me também acesso para outros blogues.<br />
Mas o que é opinar? vem de ter o livre arbítrio (tanto quanto os autores)de pessoalmente emitir opiniões com ou sem valor, o que faz o coloquial , sim, o coloquial do assunto.</p>
<p>Ao ler meus comentários, pode o dono do lugar, apagar ou não, já passei por esta experiência aqui mesmo <img src='http://pauloquerido.pt/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .<br />
A impressão poderia ser: aqui só podem emitir opiniões, pesssoas ligadas à cibercultura, ou amigos conhecidos, ou jornalistas e não pessoas comuns como eu, que possam afectar e &#8220;disvirtuar&#8221; os interesses do autor!!!:)</p>
<p>Mas vamos adiante, se caso o utilizador da caixa de comentario, opina por opinar, algo chamou ao seu interesse, e sua resposta pode não ter mesmo o pretenso tom de distúrbio!!!<br />
O inconsciente faz a ligação com outras tematicas ou seja &#8220;um assunto leva a outro&#8221;; Porém, caso a resposta seja de baixa qualidade, este ponto depende da qualidade da propria pessoa sem dúvida. E mesmo assim, logo que as porcarias &#8220;vomitadas&#8221;ali (no caso das respostas) sejam intencionais, são dependentes de  &#8220;vestir a carapuça&#8221; ou não!</p>
<p>Aprendi e aprendo rapido, com certeza, a não duvidar nunca das minhas intenções ao opinar&#8230;</p>
<p>e sem dúvida nenhuma a acreditar mais do que nunca que, atrás da resposta escrita em meio virtual, lá está uma pessoa, com suas experiências de vida, com o seu melhor convivendo ao lado do seu pior, momento de vida ou expectativas.</p>
<p>Aprender a opinar, em gerações e gerações, onde os alunos foram educados a RECEBER conhecimentos necessários para respostas concretas, decoradas para se &#8220;dar bem&#8221;, é diverso, de emitir (TRANSMITIR) opiniões pessoais, onde os argumentos devem ser válidos para os mais exigentes, como sua pessoa, que tenta sempre direcionar-se em uma ética.</p>
<p>Mas porque todos os comentários devem ser válidos? Exercer um controle não deve ser prazeiroso com certeza.</p>
<p>De facto, o tom coloquial, soa como um quase incomodar, aos que investem nos seus lugares como âmbito profissional.Ou mesmo pensam a sua ideia original, ao montar um blog, qual será ela? política, esportes, sexo, religião?&#8230; outras mil idéias.<br />
Mas o pensamento não deve ser tão exigente, haja visto, que a Net apodera-se de mais pessoas COMUNS, que estão ávidas de saber e aprender, e esta exigência faz parte do ERRAR. Entende Paulo?<br />
Afinal, como em criança, os erros unicamente servem para reorientarmos nossos percursos de vida.<br />
Existe o tempo de acertar também, para qualquer um.`<br />
Em minha voracidade em aprender, não posso considerar apenas o que deve ser &#8220;delicodoce&#8221;, pois as javard&#8230;.existem, não?<br />
Não só na escrita, as palavras que ferem, não fazem brotar o sangur que indica ferimentos, mas ferem como facas, tiros&#8230; as escritas e as ditas!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: mondrian</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2124</link>
		<dc:creator>mondrian</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 14:45:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2124</guid>
		<description>Eu vejo as coisas assim: uma caixa de comentários sem moderação seria idêntico a uma cidade sem polícia - haveria sempre quem praticasse crimes e violasse as leis.

A anarquia bem pode ser o último estádio da civilização, onde as pessoas agem «bem» por assim o entenderem e não por medo de sanções. Mas ainda não chegámos lá...

Por isso, em qualquer meio onde não haja alguém a impor a ordem estas coisas acontecem!

Moro numa vila do país real e também aqui, há já uns anitos, a moda dos blogues chegou. Claro que, perante a possibilidade de se poder escrever o que se quisesse de forma pública e impune, os blogues floresceram. Apenas cerca de 10% (se tanto...) dos blogues tinham finalidades críticas/construtivas - o resto eram autênticas «pulhas electrónicas», difamando a imagem de quem não gostavam, sobretudo politicamente. E, quero crer, que só mais blogues destes não houve porque, por aqui, nem todos sabem como fazer um...

Será a condição humana ou o povo que temos?...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vejo as coisas assim: uma caixa de comentários sem moderação seria idêntico a uma cidade sem polícia &#8211; haveria sempre quem praticasse crimes e violasse as leis.</p>
<p>A anarquia bem pode ser o último estádio da civilização, onde as pessoas agem «bem» por assim o entenderem e não por medo de sanções. Mas ainda não chegámos lá&#8230;</p>
<p>Por isso, em qualquer meio onde não haja alguém a impor a ordem estas coisas acontecem!</p>
<p>Moro numa vila do país real e também aqui, há já uns anitos, a moda dos blogues chegou. Claro que, perante a possibilidade de se poder escrever o que se quisesse de forma pública e impune, os blogues floresceram. Apenas cerca de 10% (se tanto&#8230;) dos blogues tinham finalidades críticas/construtivas &#8211; o resto eram autênticas «pulhas electrónicas», difamando a imagem de quem não gostavam, sobretudo politicamente. E, quero crer, que só mais blogues destes não houve porque, por aqui, nem todos sabem como fazer um&#8230;</p>
<p>Será a condição humana ou o povo que temos?&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joao henriques</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2123</link>
		<dc:creator>joao henriques</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 13:47:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2123</guid>
		<description>Dessa &quot;meia dúzia de intervenções&quot; efectuadas e que desencorajaram alguns indíviduos, algumas delas eram encapotadamente insultuosas, assumindo a facilidade de que insulto é apenas quando utilizadas determinadas palavras, todavia a insuitada violência da resposta é outro dos dramas da blogoesfera, a mesma facilitada pela falta do cara a cara, situação essa  colmatada com vários meios de search, para se saber quem é o atrevido. Devido a um comentário que fiz, fui apelidado de &quot;diva&quot; da blogosfera, que não tinha onde cair morto, vaidoso, etc. Quanto a vaidade o PQ não precisa receber lições de ninguém, mais post menos post é o eu fiz isto práqui, eu pracolá e a &quot;vanitas&quot; pelos vistos só tem uma via, a do vai pra lá mas não pra cá. Devo referir que as vezes em que comentei foi quase sempre em desacordo com o opinador, sobretudo em assuntos sociais ou mais genéricos onde este me parece menos rigoroso e isento do que nos assuntos técnicos e da web que tão bem domina. Embora este post reflicta sobre uma preocupação de quem &quot;vive&quot; na web, resvala mais para um acto publicitário do género &quot;vejam como tratei lindamente do assunto&quot; ainda que mascararado de reflexão intelectual. Sobre este assunto leiam-se os artigos do João Lopes no Sound &amp; Vision, sobre Violência nos Blogues e comparem-se os estilos. A questão do gosto e do seu sancionamento de facto fica para quem lê/visita/compra e remeto para a verdade quase lapalissiana do final do artigo &quot;cada publicação estabelece a sua meta e será recompensada (ou não) pelos leitores&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dessa &#8220;meia dúzia de intervenções&#8221; efectuadas e que desencorajaram alguns indíviduos, algumas delas eram encapotadamente insultuosas, assumindo a facilidade de que insulto é apenas quando utilizadas determinadas palavras, todavia a insuitada violência da resposta é outro dos dramas da blogoesfera, a mesma facilitada pela falta do cara a cara, situação essa  colmatada com vários meios de search, para se saber quem é o atrevido. Devido a um comentário que fiz, fui apelidado de &#8220;diva&#8221; da blogosfera, que não tinha onde cair morto, vaidoso, etc. Quanto a vaidade o PQ não precisa receber lições de ninguém, mais post menos post é o eu fiz isto práqui, eu pracolá e a &#8220;vanitas&#8221; pelos vistos só tem uma via, a do vai pra lá mas não pra cá. Devo referir que as vezes em que comentei foi quase sempre em desacordo com o opinador, sobretudo em assuntos sociais ou mais genéricos onde este me parece menos rigoroso e isento do que nos assuntos técnicos e da web que tão bem domina. Embora este post reflicta sobre uma preocupação de quem &#8220;vive&#8221; na web, resvala mais para um acto publicitário do género &#8220;vejam como tratei lindamente do assunto&#8221; ainda que mascararado de reflexão intelectual. Sobre este assunto leiam-se os artigos do João Lopes no Sound &amp; Vision, sobre Violência nos Blogues e comparem-se os estilos. A questão do gosto e do seu sancionamento de facto fica para quem lê/visita/compra e remeto para a verdade quase lapalissiana do final do artigo &#8220;cada publicação estabelece a sua meta e será recompensada (ou não) pelos leitores&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jpt</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2122</link>
		<dc:creator>jpt</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 10:02:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2122</guid>
		<description>&quot;tanto em blogs como em orgãos de comunicação online&quot; - é sobre isso que o post recai. Acredito que nos jornais as coisas sejam mais rudes, tanto pela exposição almejada dos comentadores como pelas &quot;contas&quot; a ajustar, aspirações a ser jornalista, donde a participar nos jornais ... mas parece-me que analisar os comentários in-blog e in-jornal é confundir algo relativamente diferente. Só isso. E há vários bloguistas (isto costuma ir por ondas) a referir o assunto - a terceira noite encerrou (legitimamente, acho) os cometnários e isso foi referido numa frequencia de blogs

O caso dos jornais não conheço - acho que comentei uma vez no Expresso, e vejo (sublinho,vejo - não leio) os comentários no Record, pois estão lá à vista nas notícias. Presumo que seja um fenómeno diferente - um tipo comenta uma notícia não para interacção com o seu autor (redacção ou jornalista) mas como invectiva (até se positiva) ao jornal e para &quot;publicar&quot; a sua opinião. Parece-me que sera isso

Nos blogs acho um pouco diferente, há sempre a expectativa do bloguista ler/responder. E há nichos de comentadores em cada blog - o caso do Blasfémias é algo diferente, tanto pelo volume de audiência como pelo número de bloguistas e pelo ritmo trepidante de publicação o blog &quot;tende&quot; (não vai com acinte) para jornal electrónico.

Eu gosto de comentar nos blogs alheios, coisa que escasseia nos bloguistas veteranos. E no meu do mais engraçado que há são discussões em comentários. Continuo a pensar, no reino de blogs, o problema está fundamentalmente no que o bloguista faz com o blog - pode sofrer com o ajuste de contas alheias (principalmente se for figura pública) mas para isso pode fazer o que V. deixa entender - filtra. Mas fundamentalmente é o tom dele que é o adubo do que se passará por lá.

Há excepções? Há - lembro sempre o Da Literatura que foi ocupado por uns malucos (mas o Pitta é critíco literário, não seriam esses uns vingativos literatos?)

No fundo há outra coisa: o que se pretende fazer com um blog? A ideia que tenho é que há muita gente que não o assume (e nisso têm toda a legitimidade) como um local conversacional (isto diz-se?), daí o menos apreço pelos comentários, que são espaços menos construídos. É apenas de publicação (e a conversa, a existir, é entre-bloguistas activos, num entre-posts). E isso prende-se, acho, numa concepção impessoal, portanto altaneira, dos textos publicados.

Talvez por isso o meu apreço pelos comentários, no meu estaminé, e nos alheios. Porque coloca, sublinha, a dimensão do que para aqui vai.

Dou alguns exemplos de sítios onde o palrar é bem agradável e poderia não o ser:o quase em português, o ma-schamba de 2005/6, o tugir, o apenas mais um antigo, o avatares do desejo, aqui (apesar do truculento bloguista ...), o 100 nada, e continuaria por aí fora. Blogs diferentes, concorridos, comentados. Têm todos uma característica, para além das suas tantas diferenças: um (ou mais) bloguistas que acolhem / cuidam dos seus comentários, interagem. Ou seja, no blog de pequena (ou média) audiência, a questõa não está nos maluquinhos piratas, mas naquilo que um tipo almeja com o seu bloguezito.

Nas instituições empresariais é diverso. Mas é também, acho, comentar para o boneco ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;tanto em blogs como em orgãos de comunicação online&#8221; &#8211; é sobre isso que o post recai. Acredito que nos jornais as coisas sejam mais rudes, tanto pela exposição almejada dos comentadores como pelas &#8220;contas&#8221; a ajustar, aspirações a ser jornalista, donde a participar nos jornais &#8230; mas parece-me que analisar os comentários in-blog e in-jornal é confundir algo relativamente diferente. Só isso. E há vários bloguistas (isto costuma ir por ondas) a referir o assunto &#8211; a terceira noite encerrou (legitimamente, acho) os cometnários e isso foi referido numa frequencia de blogs</p>
<p>O caso dos jornais não conheço &#8211; acho que comentei uma vez no Expresso, e vejo (sublinho,vejo &#8211; não leio) os comentários no Record, pois estão lá à vista nas notícias. Presumo que seja um fenómeno diferente &#8211; um tipo comenta uma notícia não para interacção com o seu autor (redacção ou jornalista) mas como invectiva (até se positiva) ao jornal e para &#8220;publicar&#8221; a sua opinião. Parece-me que sera isso</p>
<p>Nos blogs acho um pouco diferente, há sempre a expectativa do bloguista ler/responder. E há nichos de comentadores em cada blog &#8211; o caso do Blasfémias é algo diferente, tanto pelo volume de audiência como pelo número de bloguistas e pelo ritmo trepidante de publicação o blog &#8220;tende&#8221; (não vai com acinte) para jornal electrónico.</p>
<p>Eu gosto de comentar nos blogs alheios, coisa que escasseia nos bloguistas veteranos. E no meu do mais engraçado que há são discussões em comentários. Continuo a pensar, no reino de blogs, o problema está fundamentalmente no que o bloguista faz com o blog &#8211; pode sofrer com o ajuste de contas alheias (principalmente se for figura pública) mas para isso pode fazer o que V. deixa entender &#8211; filtra. Mas fundamentalmente é o tom dele que é o adubo do que se passará por lá.</p>
<p>Há excepções? Há &#8211; lembro sempre o Da Literatura que foi ocupado por uns malucos (mas o Pitta é critíco literário, não seriam esses uns vingativos literatos?)</p>
<p>No fundo há outra coisa: o que se pretende fazer com um blog? A ideia que tenho é que há muita gente que não o assume (e nisso têm toda a legitimidade) como um local conversacional (isto diz-se?), daí o menos apreço pelos comentários, que são espaços menos construídos. É apenas de publicação (e a conversa, a existir, é entre-bloguistas activos, num entre-posts). E isso prende-se, acho, numa concepção impessoal, portanto altaneira, dos textos publicados.</p>
<p>Talvez por isso o meu apreço pelos comentários, no meu estaminé, e nos alheios. Porque coloca, sublinha, a dimensão do que para aqui vai.</p>
<p>Dou alguns exemplos de sítios onde o palrar é bem agradável e poderia não o ser:o quase em português, o ma-schamba de 2005/6, o tugir, o apenas mais um antigo, o avatares do desejo, aqui (apesar do truculento bloguista &#8230;), o 100 nada, e continuaria por aí fora. Blogs diferentes, concorridos, comentados. Têm todos uma característica, para além das suas tantas diferenças: um (ou mais) bloguistas que acolhem / cuidam dos seus comentários, interagem. Ou seja, no blog de pequena (ou média) audiência, a questõa não está nos maluquinhos piratas, mas naquilo que um tipo almeja com o seu bloguezito.</p>
<p>Nas instituições empresariais é diverso. Mas é também, acho, comentar para o boneco &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JD</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2121</link>
		<dc:creator>JD</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 07:49:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2121</guid>
		<description>Caro Paulo,

ainda ontem estava a pensar sobre isso. Se deveria tirar os comentários de vez (o que me pareceu logo má ideia) do blog ou se simplesmente passarei a apertar a malha dos que passam (actualmente a malha é larga, pelo que deixo passar quase todos).

também eu conheço essa opinião do Godin, até escrita já em livros. Na verdade, um homem com uma caixa de comentários é quase como um homem ao volante. Quando entra no carro altera-se e insulta tudo o que mexe. Com um extra na blogosfera. Além de não conhecer quem insulta, ainda se esconde sobre o manto do anonimato.

Acho que vai levar o seu tempo, mas a reputação e credibilidade estarão do lado das boas opiniões (boas não no sentido de serem as nossas, mas de estarem sustentadas em argumentos), e nas pessoas que dêem a cara.

abr.

jd</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo,</p>
<p>ainda ontem estava a pensar sobre isso. Se deveria tirar os comentários de vez (o que me pareceu logo má ideia) do blog ou se simplesmente passarei a apertar a malha dos que passam (actualmente a malha é larga, pelo que deixo passar quase todos).</p>
<p>também eu conheço essa opinião do Godin, até escrita já em livros. Na verdade, um homem com uma caixa de comentários é quase como um homem ao volante. Quando entra no carro altera-se e insulta tudo o que mexe. Com um extra na blogosfera. Além de não conhecer quem insulta, ainda se esconde sobre o manto do anonimato.</p>
<p>Acho que vai levar o seu tempo, mas a reputação e credibilidade estarão do lado das boas opiniões (boas não no sentido de serem as nossas, mas de estarem sustentadas em argumentos), e nas pessoas que dêem a cara.</p>
<p>abr.</p>
<p>jd</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://pauloquerido.pt/blogosfera/o-anonimato-a-vaidade-e-a-fraca-qualidade-nos-comentarios-uma-ligacao/comment-page-1/#comment-2120</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 00:54:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pauloquerido.pt/?p=1193#comment-2120</guid>
		<description>jpt... seja. Mas com a minha terminologia. E não garanto 10 -- caramba, você pede-me trabalho demais ao cérebro e este post já é requentado. Tire uns pelos outros.

Sites onde o anonimato e o ego geram mais ruído de fraca qualidade de debate do que seria desejável.

http://expresso.pt
http://sol.pt
http://blasfemias.net (eles acham que não, muito provavelmente, mas eu acho que sim)
http://jn.sapo.pt


Sites onde se notam melhorias com a moderação, mesmo que alguns continuem a deixar o anonimato:
http://publico.pt
http://bitaites.org (necessário registo; tem actualmente uma conversa sobre caralhadas que é um bom exemplo -- um assunto fodido e não descambou a ponta dum caralho)
http://pauloquerido,net (desde que passei a apagar sistematicamente os detritos e meti uns travões a 2 ou 3 links de fora, tem sido uma maravilha -- tenho posts com 10 e 20 comentários todos a subir o tema, e não a descer as pessoas)

Não, não deriva do tom do bloguista -- até porque não estamos aqui a falar só de blogs, que umbigo esse. O tom de uma notícia do Sol ou do JN é um tom relativamente neutro -- eu diria morto, quando comparado com um blogger &quot;normal&quot;. E no entanto algumas notícias atraem enxurradas de porcaria que nem de retroescavadora se limpa.

Deriva muito mais -- caro jpt -- da exposição pública, pressentida ou real,  que cada site faculta.

Vou contar-lhe 1 breve história. Quando assumi um posto de limpeza no Expresso online 2 indivíduos que se tinham tornado os reis do pedaço não aguentaram que eu lhes expusesse os seus vazios. Eram ervas daninhas: afugentavam dezenas de leitores, sobretudo mulheres, que se se atreviam a comentar levavam logo uma tareia de retórica.
Ora, como você sabe, em retórica não me dou mal.
Os sujeitos tinham egos descomunais -- achavam mesmo que sem eles o Expresso morreria! Não estou a brincar. Eles escreveram literalmente que no dia em que saissem o Expresso online morria, porque eles TINHAM FEITO o Expresso online. Um deles achava, mesmo, que &quot;alguém&quot; lhe tinha 1 vez dito que ele era &quot;o moderador&quot;, pelo que olhava para mim como um usurpador.
Foram e montaram um forum, afirmando que não precisavam do Expresso, o Expresso é que precisava deles.
O forum sobreviveu uns meses à custa de comentários de ódio contra mim em particular, e o mundo em geral, até que definhou por completo.

Mas você sabe isto. Sabe que os mosquitos do comentário só vivem perto da luz.
O pior é que em grandes quantidades os mosquitos tapam a lâmpada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>jpt&#8230; seja. Mas com a minha terminologia. E não garanto 10 &#8212; caramba, você pede-me trabalho demais ao cérebro e este post já é requentado. Tire uns pelos outros.</p>
<p>Sites onde o anonimato e o ego geram mais ruído de fraca qualidade de debate do que seria desejável.</p>
<p><a href="http://expresso.pt" rel="nofollow">http://expresso.pt</a><br />
<a href="http://sol.pt" rel="nofollow">http://sol.pt</a><br />
<a href="http://blasfemias.net" rel="nofollow">http://blasfemias.net</a> (eles acham que não, muito provavelmente, mas eu acho que sim)<br />
<a href="http://jn.sapo.pt" rel="nofollow">http://jn.sapo.pt</a></p>
<p>Sites onde se notam melhorias com a moderação, mesmo que alguns continuem a deixar o anonimato:<br />
<a href="http://publico.pt" rel="nofollow">http://publico.pt</a><br />
<a href="http://bitaites.org" rel="nofollow">http://bitaites.org</a> (necessário registo; tem actualmente uma conversa sobre caralhadas que é um bom exemplo &#8212; um assunto fodido e não descambou a ponta dum caralho)<br />
<a href="http://pauloquerido,net" rel="nofollow">http://pauloquerido,net</a> (desde que passei a apagar sistematicamente os detritos e meti uns travões a 2 ou 3 links de fora, tem sido uma maravilha &#8212; tenho posts com 10 e 20 comentários todos a subir o tema, e não a descer as pessoas)</p>
<p>Não, não deriva do tom do bloguista &#8212; até porque não estamos aqui a falar só de blogs, que umbigo esse. O tom de uma notícia do Sol ou do JN é um tom relativamente neutro &#8212; eu diria morto, quando comparado com um blogger &#8220;normal&#8221;. E no entanto algumas notícias atraem enxurradas de porcaria que nem de retroescavadora se limpa.</p>
<p>Deriva muito mais &#8212; caro jpt &#8212; da exposição pública, pressentida ou real,  que cada site faculta.</p>
<p>Vou contar-lhe 1 breve história. Quando assumi um posto de limpeza no Expresso online 2 indivíduos que se tinham tornado os reis do pedaço não aguentaram que eu lhes expusesse os seus vazios. Eram ervas daninhas: afugentavam dezenas de leitores, sobretudo mulheres, que se se atreviam a comentar levavam logo uma tareia de retórica.<br />
Ora, como você sabe, em retórica não me dou mal.<br />
Os sujeitos tinham egos descomunais &#8212; achavam mesmo que sem eles o Expresso morreria! Não estou a brincar. Eles escreveram literalmente que no dia em que saissem o Expresso online morria, porque eles TINHAM FEITO o Expresso online. Um deles achava, mesmo, que &#8220;alguém&#8221; lhe tinha 1 vez dito que ele era &#8220;o moderador&#8221;, pelo que olhava para mim como um usurpador.<br />
Foram e montaram um forum, afirmando que não precisavam do Expresso, o Expresso é que precisava deles.<br />
O forum sobreviveu uns meses à custa de comentários de ódio contra mim em particular, e o mundo em geral, até que definhou por completo.</p>
<p>Mas você sabe isto. Sabe que os mosquitos do comentário só vivem perto da luz.<br />
O pior é que em grandes quantidades os mosquitos tapam a lâmpada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
