Por onde andam agora os anónimos (post surrealista do mês)
Há instantes, ao ler algumas notas soltas sobre as eleições no PSD, no Cachimbo de Magritte, e outras sugestões desta revista de blogues no Futuro é agora, não pude deixar de sorrir
É sempre agradável vermos por onde andam os anónimos. Seguir o seu rasto é perceber ao que andam — e, no instante seguinte, quem são.
É agradável confirmarmos dados antigos, pequenos bits de informação que se juntam como magnetos. Esse sentimento de vitória quando vemos um puzzle ganhar forma. Quando reconhecemos assinaturas e padrões de comportamento.
Os anónimos não são todos iguais.
Mais engraçado do que isto, contudo, é a reescrita do passado em curso por aí, onde se pode. Tudo se transforma em função do objectivo do momento e da estratégia actual. Tudo. A começar pelos combates do passado, os que se travaram e os que se não travaram.
Mais que saloio, é infantil. Não chega a ser ridículo, é grotesco. Será que algum dia os instrumentalizados darão pelo sucedido? Duvido. Ainda bem, poupam-se à vergonha. Surrealista associação de ideias: deixem jogar o Mantorras.
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Olá, o meu nome é Paulo Querido e Certamente! é o meu webzine pessoal. Sou consultor de new media, jornalista e escrevo livros e artigos (e também algum código) sobre a net e na net desde 1989. (
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Ontem vi a sua intervenção na sic notícias. Será que o energúmeno merece que se fale em público da sua existência?
Discordo, portanto.
Caro Fernando Paiva, o programa teve, certamente, momentos mais interessantes e susceptíveis de conversa. A menção serviu de mera ilustração a uma afirmação minha.