Saiu nova versão do OpenOffice 

openoffice2.jpgA comunidade portuguesa do OpenOffice.org, que integra voluntários individuais e as empresas Caixa Mágica, Intraneia e Sun Microsystems, anuncia o lançamento da versão 2.4 do OpenOffice.org, e a remodelação do seu website http://pt.openoffice.org.
Eu uso no meu MacBook um produto derivado, o NeoOffice. Não sei quando será feito o port — mas não é coisa que me preocupe: praticamente só uso a folha de cálculo para fazer um gráfico de vez em quando. O processador de texto serve para abrir as notas à imprensa que me interessam e que as empresas insistem em enviar nesse formato (quando não em PDF, o que é 1.000 vezes pior).
Devo referir que o OpenOffice tem oportunas vantagens sobre o pacote de escritório da Microsoft. A primeira das quais o facto de ser gratuito. Sempre que o usei, sobretudo as versões para Windows e para Linux, achei estupendo, mais rápido e mais simples.
Entre os melhoramentos na versão 2.4 o press-release destaca a impressão mais fácil e a possibilidade de arquivo de documentos em formato PDF/A. A fonte padrão é agora DejaVu, que suporta mais idiomas que a anterior BitStream Vera. Os utilizadores de Mac OS X irão apreciar a utilização do player Quicktime e do corrector ortográfico nativos, dizem.
O processador de texto do OpenOffice permite agora uma mais fácil selecção do idioma para correcção ortográfica. E a selecção de texto foi melhorada, tal como a função de “encontrar e substituir”. Na folha de cálculo os novos recursos incluem uma função inteligente de “mover e copiar ” para blocos de células, a capacidade de transformar dados em colunas.
Os módulos de desenho e apresentação (quando o mundo descobrir que há vida para lá do PowerPoint…) estão mais fáceis de utilizar e apresentam capacidades de gravação em formato PDF melhoradas. O módulo de Apresentação tem agora uma fascinante gama de transições com efeitos 3D suportados através de uma extensão.
O OpenOffice.org tem já dezenas de milhões de utilizadores em todo o mundo. Existem várias implementações gigantes, como no Banco do Brasil, com 100.000 utilizadores, ou na Polícia francesa, com 90.000. Muitas mais referências estão disponíveis em http://wiki.services.openoffice.org/wiki/Major_OpenOffice.org_Deployments)
Em Portugal, os utilizadores contam-se por largos milhares. Quando do lançamento da versão 2.2 foram feitos 8.000 downloads só na primeira semana.
O software é fornecido sob a licença “Lesser GNU Public Licence” (LGPL), e pode ser utilizado gratuitamente, para qualquer propósito, privado ou comercial.

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